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PT2331547E - Compostos de pirrolopirimidina como inibidores de cdk - Google Patents

Compostos de pirrolopirimidina como inibidores de cdk Download PDF

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PT2331547E
PT2331547E PT97820518T PT09782051T PT2331547E PT 2331547 E PT2331547 E PT 2331547E PT 97820518 T PT97820518 T PT 97820518T PT 09782051 T PT09782051 T PT 09782051T PT 2331547 E PT2331547 E PT 2331547E
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PT
Portugal
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cyclopentyl
pyrrolo
carboxylic acid
pyridin
pyrimidine
Prior art date
Application number
PT97820518T
Other languages
English (en)
Inventor
Christopher Thomas Brain
Gilbert Besong
Clinton A Brooks
Miles Stuart Congreve
Claudio Dagostin
Guo He
Original Assignee
Novartis Ag
Astex Therapeutics Ltd
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
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Application filed by Novartis Ag, Astex Therapeutics Ltd filed Critical Novartis Ag
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Description

ΡΕ2331547 1 DESCRIÇÃO "COMPOSTOS DE PIRROLOPIRIMIDINA COMO INIBIDORES DE CDK"
Antecedentes A investigação de novos agentes terapêuticos tem sido muito ajudada nestes últimos anos por uma melhor compreensão dos enzimas e de outras biomoléculas associadas às doenças. Uma classe importante de enzimas que tem sido objecto de um estudo extensivo é a das proteína quinases.
As proteína quinases constituem uma grande família de enzimas estruturalmente relacionados que são responsáveis pelo controlo de diversos processos de transdução de sinais adentro da célula. (Hardie, G. e Hanks, S. 'The Protein Kinase Facts Book', I e II, Academic Press, San Diego, Calif.: 1995). Crê-se que as proteína quinases se tenham desenvolvido a partir de um sistema genético ancestral, devido à conservação da sua estrutura e função catalítica. Quase todas as quinases contêm um domínio catalítico com 250-300 aminácidos. As quinases podem ser categorizadas em famílias pelos substratos que elas fos-forilam (por exemplo, proteína-tirosina, proteína-seri-na/treonina, lípidos, etc.). Já foram identificados perfis de sequências que correspondem em geral a cada uma destas famílias de quinases (Veja-se por exemplo, Hanks, S. K., 2 ΡΕ2331547
Hunter, T., FASEB J. 1995, 9, 576-596; Knighton et al., Science 1991, 253, 407-414; Hiles et al., Cell 1992, 70, 419-429; Kunz et al., Cell 1993, 73, 585-596; Garcia-Bustos et al., EMBO J. 1994, 13, 2352-2361).
Em geral, as proteína quinases mediam sinalização intracelular por afectarem uma transferência de fosforilo entre um trifosfato de nucleósido e uma proteína aceitadora que se encontra envolvida num caminho de sinalização. Estes acontecimentos de fosforilação actuam como interruptores moleculares ligados/desligados que podem modular ou regular a função biológica da proteína alvo. Estes acontecimentos de fosforilação são em última análise despoletados em resposta a uma série de estímulos extracelulares, e outros. Incluem-se nos exemplos destes estímulos sinais de tensão ambiental e química (por exemplo, um choque osmótico, um choque térmico, a radiação ultravioleta, uma endotoxina bacteriana, e H2O2) , citoquinas (por exemplo, interleu-quina-1 (IL-1) e factor de necrose tumoral α (TNF-α)), e factores de crescimento (por exemplo, factor estimulador de colónias de granulócitos macrófagos (GM-CSF), e factor de crescimento de fibroblastos (FGF)). Um estímulo extra-celular pode afectar uma ou mais respostas celulares relacionadas com o crescimento das células, com a sua migração, diferenciação, com a secreção de hormonas, a activação de factores de transcrição, contracção muscular, metabolismo da glucose, controlo da síntese proteica, e regulação do ciclo celular. Muitas doenças estão associadas a respostas celulares anormais despoletadas por acontecimentos mediados 3 ΡΕ2331547 por proteína quinases tais como os descritos acima. Incluem-se nestas doenças, sem que elas se limitem a estas, doenças auto-imunes, doenças inflamatórias, doenças dos ossos, doenças metabólicas, doenças neurológicas e neurode-generativas, cancro, doenças cardiovasculares, alergias e asma, doença de Alzheimer, e doenças relacionadas com hormonas. Portanto, tem havido um esforço substancial em química medicinal para se encontrarem inibidores de proteína quinase que sejam eficazes como agentes terapêuticos. A iniciação, a progressão, e a conclusão do ciclo celular dos mamíferos estão reguladas por diversos complexos de quinases dependentes de ciclinas (CDK), que são críticos para o crescimento celular. Estes complexos incluem pelo menos uma subunidade catalítica (a CDK ela própria) e uma subunidade reguladora (a ciclina). Alguns dos complexos mais importantes para a regulação do ciclo celular incluem a ciclina A (CDKl, também conhecida como cdc2, e CDK2), as ciclinas B1-B3 (CDKl) e as ciclinas D1-D3 (CDK2, CDK4, CDK5, CDK6) , a ciclina E (CDK2) . Cada um destes complexos está envolvido numa fase específica do ciclo celular. No entanto, nem todos os membros da família CDK estão exclusivamente envolvidos no controlo do ciclo celular. Deste modo as CDK 7, 8, e 9 estão implicadas na regulação da transcrição, e a CDK5 desempenha um papel na função das células neuronais e segregantes. A actividade das CDK está regulada após a sua tradução, por associações transitórias com outras pro- 4 ΡΕ2331547 teínas, e por alterações da sua localização intracelular. 0 desenvolvimento de tumores está intimamente associado com a alteração genética e a desregulação das CDK e dos seus reguladores, sugerindo que inibidores das CDK podem ser terapêuticas úteis contra o cancro. De facto, os primeiros resultados sugerem que as células transformadas e as normais diferem nas suas necessidades de, por exemplo, ciclina A/CDK2, e que pode ser possivel desenvolver novos agentes antineoplásicos isentos da toxicidade geral para o hospedeiro que é observada para os fármacos citotóxicos e citostáticos convencionais. Enquanto a inibição das CDK relacionadas com o ciclo celular é claramente relevante em, por exemplo, aplicações oncológicas, este pode não ser o caso para a inibição das CDK que regulam a ARN polimerase. Por outro lado, a inibição da função da CDK9/ciclina T foi recentemente ligada à prevenção da replicação do VIH e a portanto a revelação de nova biologia das CDK continua a abrir novas indicações terapêuticas para os inibidores de CDK (Sausville, E. A. Trends Molec. Med. 2002, 8, S32-S37). A função das CDK é fosforilar e deste modo activar ou desactivar determinadas proteínas, incluindo por exemplo proteínas do retinoblastoma, laminas, histonas Hl, e componentes da roca mitótica. O passo catalítico mediado pelas CDK envolve uma reacção de fosfo-transferência do ATP para o substrato macromolecular do enzima. Verificou-se que diversos conjuntos de compostos (resumidos por exemplo em Fischer, P. M. Curr. Opin. Drug Discovery Dev. 2001, 4, 623-634) possuem propriedades anti-proliferativas através de antagonismo ao ATP específico para CDK. 5 ΡΕ2331547 A um nível molecular a mediação da actividade dos complexos cdk/ciclina necessita de uma série de acontecimentos estimuladores e inibidores da fosforilação, ou desfosforilação. A fosforilação de Cdk é levada a cabo por um conjunto de quinases activantes de cdk (CAK) e/ou quinases tais como weel, Mytl e Mikl. A desfosforilação é levada a cabo por fosfatases tais como cdc25 (a & c), pp2a, ou KAP. A actividade dos complexos cdk/ciclina também pode ser regulada por duas famílias de inibidores proteicos endógenos nas células: a família Kip/Cip, ou a família INK. As proteínas INK ligam-se especificamente a cdk4 e a cdk6. 0 pl6ink4 (também conhecido como MTS 1) é um gene supressor potencial de tumores que se encontra mutado, ou eliminado, num grande número de cancros primários. A família Kip/Cip contém proteínas tais como p21Cipl'Wafl, p27Kipl e p57kip2. Tal como anterior mente descrito, p21 é induzida por p53 e é capaz de inactivar os complexos cdk2/ciclina(E/A) e cdk4/ciclina(D1/D2/D3). Foram observados teores atipicamen-te pequenos de expressão de p27 em cancros da mama, do cólon e da próstata. Em sentido inverso, observou-se uma sobre-expressão de ciclina E em tumores sólidos, em correlação com pacientes cujos prognósticos eram medíocres. A sobre-expressão da ciclina D 1 tem sido associada com carcinomas do esófago, da mama, escamosos, e pulmonares de células não pequenas.
Os papéis nucleares das cdk, e das proteínas com elas associadas, na coordenação e na condução do ciclo 6 ΡΕ2331547 celular em células em proliferação foram delineadas acima. Alguns dos percursos bioquímicos nos quais as cdk desempenham um papel chave também foram descritos. 0 desenvolvimento de monoterapias para o tratamento das patologias proliferativas, tais como cancros, utilizando terapêuticas alvejando genericamente cdk, ou cdk especí ficas, é portanto altamente desejável. Também se poderia conceber a utilização de inibidores de cdk para tratar outros estados, tais como infecções virais, doenças auto-imunes e doenças neuro-degenerativas, entre outras. As terapêuticas alvejando cdk também podem proporcionar benefícios clínicos no tratamento das doenças descritas acima quando são utilizadas em terapia de combinação com outros agentes terapêuticos, quer já existentes, quer novos. As terapias do cancro alvejando cdk poderiam potencialmente apresentar vantagens em relação a muitos dos agentes antitumorais correntes, uma vez que não interactuariam directamente com o ADN e deveriam portanto representar um menor risco de desenvolvimento de tumores secundários.
Deste modo, existe uma necessidade continuada de se encontrarem novos agentes terapêuticos para tratar doenças humanas. Portanto, existe uma grande necessidade de se desenvolverem inibidores das proteína quinases, tais como CDKl, CDK2, CDK4, CDK5, CDK6, CDK7, CDK8 e CDK9.
Sumário da Invenção
Continua a existir uma necessidade de novos tratamentos e terapias para patologias associadas às pro- 7 ΡΕ2331547 teina quinases. Também existe uma necessidade de compostos úteis no tratamento ou na prevenção ou melhoria de um ou mais sintomas do cancro, das rejeições de transplantes, e das doenças auto-imunes. Além disto, existe uma necessidade de métodos para modular a actividade de proteína quinases, tais como as CDKl, CDK2, CDK4, CDK5, CDK6, CDK7, CDK8 e CDK9, utilizando os compostos que se proporcionam neste documento. Num aspecto, a invenção proporciona um composto que é a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico que tem a seguinte fórmula
H ou um seu sal aceitável do ponto de vista farmacêutico.
Descrição Pormenorizada A invenção presente inclui o composto dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3—d]pirimidino-6-carboxílico que tem a seguinte fórmula ΡΕ2331547
ou um seu sal aceitável do ponto de vista farmacêutico . A invenção presente inclui também o composto dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico que tem a seguinte fórmula
Numa concretização, a invenção presente inclui um composto da invenção para utilização na profilaxia ou no tratamento de um estado de doença tal como se descreve neste documento.
Noutra concretização, a invenção presente inclui 9 ΡΕ2331547 a utilização de um composto da invenção para o fabrico de um medicamento, em que o medicamento se destine a uma ou mais das utilizações definidas neste documento.
Noutra concretização, a invenção presente inclui uma composição farmacêutica que inclua um composto da invenção e um veiculo aceitável do ponto de vista farmacêutico.
Noutra concretização, a invenção presente inclui uma composição farmacêutica que inclua um composto da invenção e um veiculo aceitável do ponto de vista farmacêutico sob uma forma adequada para a administração oral. A expressão "aceitável do ponto de vista farmacêutico" refere-se a entidades moleculares e a composições que sejam fisiologicamente toleráveis e não produzam tipicamente uma reacção alérgica ou outra reacção desfavorável semelhante, tal como revolver o estômago, tonturas ou outras semelhantes, quando administradas a um ser humano. Preferivelmente, tal como se utiliza neste documento, a expressão "aceitável do ponto de vista farmacêutico" significa aprovado por uma agência regulamentadora ou um governo federal ou estatal, ou listada na Farmacopeia dos E.U.A. ou noutra farmacopeia geralmente reconhecida, como adequando-se para utilização em animais, e mais especificamente em seres humanos. 0 termo "veiculo" refere-se a um diluente, 10 ΡΕ2331547 adjuvante, excipiente, ou veículo com o qual o composto seja administrado. Estes veículos farmacêuticos podem ser líquidos estéreis, tais como água e óleos, incluindo os com origem em petróleo, animais, vegetais ou sintéticos, tais como óleo de amendoim, óleo de soja, óleo mineral, óleo de gergelim e outros semelhantes. A água ou soluções salinas aquosas e soluções aquosas de dextrose e glicerol são empregues de preferência como veículos, em especial para soluções injectáveis. Estão descritos veículos farmacêuticos adequados no "Remington's Pharmaceutical Sciences" por E. W. Martin. A frase "quantidade eficaz do ponto de vista terapêutico" é utilizada neste documento para significar uma quantidade suficiente para diminuir em pelo menos cerca de 15 por cento, preferivelmente em pelo menos 50 por cento, mais preferivelmente em pelo menos 90 por cento, e de preferência para evitar, um défice clinicamente significativo da actividade, função e resposta do hospedeiro. Em alternativa, uma quantidade suficiente do ponto de vista terapêutico é a suficiente para provocar uma melhoria de um estado/sintoma clinicamente significativo no paciente. "Agente" refere-se a todos os materiais que se possam utilizar para preparar composições farmacêuticas e de diagnóstico, ou que possam ser compostos, ácidos nucleicos, polipéptidos, fragmentos, isoformas, variantes, ou outros materiais que se possam utilizar independentemente para estes objectivos, tudo consoante a invenção presente. 11 ΡΕ2331547 "Análogo/a", tal como se utiliza neste documento, refere-se a um composto orgânico pequeno, um nucleótido, uma proteína, ou um polipéptido que possua actividade ou funções semelhantes ou idênticas às do composto, nucleótido, proteína ou polipéptido ou composto que tenha a actividade e o efeito terapêutico pretendidos na invenção presente (por exemplo, inibição do crescimento de tumores), mas que não necessite de incluir uma sequência ou estrutura que seja semelhante ou idêntica à sequência ou estrutura da concretização preferida. "Derivado" refere-se quer a um composto, uma proteína ou um polipéptido que inclua uma sequência de aminoácidos de uma proteína de origem ou a um polipéptido que tenha sido alterado pela introdução de substituições de resíduos de aminoácido, suas eliminações ou adições, ou um ácido nucleico ou nucleótido que tenha sido modificado quer pela introdução de substituições ou eliminações de nucleótidos, bem como pelas suas adições ou mutações. 0 ácido nucleico, nucleótido, proteína ou polipéptido derivado possui uma função semelhante ou idêntica à do polipéptido original. A invenção presente inclui todos os compostos isotopicamente marcados aceitáveis do ponto de vista farmacêutico da invenção, em que um ou mais átomos sejam substituídos por átomos com o mesmo número atómico, mas com uma massa atómica ou número de massa diferentes da massa 12 ΡΕ2331547 atómica ou número de massa geralmente encontrado na natureza.
Incluem-se nos exemplos dos isótopos adequados para inclusão nos compostos da invenção os isótopos do hidrogénio, tais como 2H e 3H, do carbono, tais como nc, 13c e 14C, do cloro, tal como 36C1 , do flúor, tal como 18f, do iodo, tais como I e 125i, do azoto, tais como 13N e 15n, do 15 17 18 87 oxigénio, tais como 0, 0 e 0, do fosforo, tal como P, e do enxofre, tal como 35S.
Determinados compostos isotopicamente marcados, por exemplo aqueles que incorporem um isótopo radioactivo, são úteis em estudos de distribuição do fármaco e/ou do tecido substrato. Os isótopos radioactivos trítio, isto é 3H, e carbono-14, isto é 14C, são especialmente úteis para este objectivo atendendo à facilidade da sua incorporação e facilidade dos meios para a sua detecção. A substituição por isótopos mais pesados tais como deutério, isto é 2H, pode proporcionar determinadas vantagens terapêuticas, resultantes de uma maior estabilidade metabólica, por exemplo, uma maior vida média in vivo ou uma menor dosagem necessária, e podem portanto ser preferidos em algumas circunstâncias. A substituição com isótopos que emitam positrões, tais como 41C, 18F, 150 e 13N, pode ser útil em estudos de Tomografia de Emissão de Positrão (PET) para examinar a ocupação dos substratos receptores. 13 ΡΕ2331547
Podem em geral preparar-se os compostos da invenção isotopicamente marcados por técnicas convencionais conhecidas dos especialistas, ou por processos análogos aos descritos nos Exemplos e Preparações que acompanham esta descrição, utilizando reagentes apropriados isotopicamente marcados em vez dos reagentes não marcados habitualmente empregues.
Actividade Biológica
Os compostos descritos neste documento são inibidores de quinases dependentes de ciclina. Por exemplo, o composto da invenção é um inibidor de quinases dependentes de ciclina, e em especial de quinases dependentes de ciclina seleccionadas de entre CDKl, CDK2, CDK3, CDK4, CDK5, CDK6 e CDK9, e mais especificamente seleccionadas de entre CDKl, CDK2, CDK3, CDK4, CDK5 e CDK9.
Os compostos descritos neste documento também têm actividade contra glicogénio sintase quinase-3 (GSK-3). Como consequência da sua actividade de modulação ou inibição das CDK e da glicogénio sintase quinase, espera-se que sejam úteis para proporcionar um meio de parar, ou recuperar o controlo de, o ciclo celular em células que se dividam anormalmente. Espera-se portanto que os compostos venham a provar ser úteis no tratamento de ou para evitar doenças proliferativas tais como cancros. Também se encara que os compostos serão úteis no tratamento de estados tais 14 ΡΕ2331547 como infecções virais, diabetes mellitus de tipo II ou não dependente da insulina, doenças auto-imunes, traumatismos cranianos, apoplexia, epilepsia, doenças neurodegenerativas tais como a de Alzheimer, doença de neurónios motores, paralisia supranuclear progressiva, degeneração corticoba-sal e doença de Pick, por exemplo doenças auto-imunes e doenças neurodegenerativas.
Um subgrupo de estados de doença e condições nas quais se encara que os compostos sejam úteis é constituído pelas infecções virais, doenças auto-imunes e doenças neurodegenerativas.
As CDK desempenham um papel na regulação do ciclo celular, na apoptose, na transcrição, na diferenciação e na função do SNC. Portanto, os inibidores de CDK poderiam ser úteis no tratamento de doenças nas quais exista uma patologia da proliferação, apoptose ou diferenciação tal como no cancro. Em especial os tumores RB+ve podem ser especialmente sensíveis a inibidores de CDK. Nestes incluem-se tumores que alberguem mutações em ras, Raf, Receptores de Factor de Crescimento, ou sobre-expressão de Receptores de Factor de Crescimento. Além disto os tumores com regiões promotoras hipermetiladas dos inibidores de CDK bem como os tumores que sobre-expressam os parceiros de ciclina das quinases dependentes da ciclina também podem apresentar sensibilidade. Os tumores RB-ve também podem ser sensíveis a inibidores de CDK. 15 ΡΕ2331547
Incluem-se nos exemplos dos cancros que podem ser inibidos, mas não se limitam a, um carcinoma, por exemplo um carcinoma da bexiga, da mama, do cólon (por exemplo carcinomas colo-rectais tais como adenocarcinoma do cólon e adenoma do cólon) , do rim, da epiderme, do figado, do pulmão, por exemplo adenocarcinoma, cancro pulmonar de células pequenas e cancro pulmonar de células não pequenas, do esófago, da vesicula, do ovário, do pâncreas, por exemplo carcinoma exócrino pancreático, do estômago, da cérvix, da tiróide, do nariz, cabeça e pescoço, da próstata, ou da pele, por exemplo carcinoma de células escamosas; um tumor hematopoiético de linhagem linfóide, por exemplo leucemia, leucemia linfocitica aguda, leucemia linfocitica crónica, linfoma de células B (tal como linfoma difuso de células B grandes), linfoma de células T, mieloma múltiplo, linfoma de Hodgkin, linfoma não de Hodgkin, linfoma de células pilosas, ou linfoma de Burkitt; um tumor hematopoiético de linhagem mielóide, por exemplo leucemias mieloginosas agudas e crónicas, sindrome mielodisplásico, ou leucemia promielocítica; cancro folicular da tiróide; um tumor de origem mesenquimal, por exemplo fibrossarcoma ou habdomiossarcoma; um tumor do sistema nervoso central ou periférico, por exemplo astrocitoma, neuroblastoma, glioma ou schwannoma; melanoma; seminoma; teratocarcinoma; osteossarcoma; xeroderma pigmentosum; queratoctantoma; cancro folicular da tiróide; ou sindrome de Kaposi.
Os cancros podem ser cancros que são sensíveis à inibição de qualquer uma das quinases dependentes de 16 ΡΕ2331547 ciclina seleccionadas de entre CDKl, CDK2, CDK3, CDK4, CDK5 e CDK6, por exemplo, uma ou mais quinases CDK seleccionadas de entre CDKl, CDK2, CDK4 e CDK5, por exemplo CDKl e/ou CDK2. Se um cancro especifico vai ou não ser sensível a um inibidor de uma quinase dependente de ciclina é algo que se pode determinar por intermédio de um ensaio de crescimento de células tal como se descreve nos exemplos adiante ou por um método tal como descrito na secção intitulada "Métodos de Diagnóstico".
Sabe-se que as CDK também desempenham um papel na apoptose, na proliferação, na diferenciação e na transcrição e portanto os inibidores de CDK também poderiam ser úteis no tratamento das seguintes doenças para além do cancro; infecções virais, por exemplo com vírus herpes, vírus da varíola, vírus de Epstein-Barr, vírus Sindbis, adenovírus, VIH, VPH, VCH e VMCH; prevenção do desenvolvimento da SIDA em indivíduos afectados pelo VIH; doenças inflamatórias crónicas, por exemplo lúpus eritematoso sistémico, glomerulonefrite mediada auto-imune, artrite reumatóide, psoríase, doença inflamatórias dos intestinos, e diabetes mellitus auto-imune; doenças cardiovasculares, por exemplo hipertrofia cardíaca, restenose, aterosclerose; patologias neurodegenerativas, por exemplo doença de Al-zheimer, demência relacionada com a SIDA, doença de Par-kinson, esclerose lateral amiotrófica, retinite pigmentosa, atrofia muscular espinal e degeneração cerebelar; glomeru-lonefrite; síndromes mielodisplásicas, lesões isquémicas associadas a enfartes do miocárdio, apoplexia e lesões de 17 ΡΕ2331547 reperfusão, arritmia, aterosclerose, doenças hepáticas induzidas por toxinas ou relacionadas com o álcool, doenças hematológicas, por exemplo, anemia crónica e anemia aplá-sica; doenças degenerativas do sistema musculoesqueletal, por exemplo, osteoporose e artrite, rino-sinusite sensível à aspirina, fibrose cística, esclerose múltipla, doença renais, doenças oftálmicas incluindo degeneração da mácula relacionada com a idade, uveíte, e na dor do cancro.
Verificou-se também que alguns inibidores de quinases dependentes de ciclina podem ser utilizados em combinação com outros agentes contra o cancro. Por exemplo, o inibidor de quinases dependentes de ciclina flavopiridol tem sido utilizado em terapia de combinação com outros agentes contra o cancro.
Deste modo, nas composições farmacêuticas, utilizações ou métodos desta invenção para se tratar uma doença ou um estado que incluam um crescimento anormal de células, uma concretização da doença ou estado incluindo um crescimento anormal de células é um cancro.
Um conjunto de cancros inclui cancros da mama humanos (por exemplo tumores mamários primários, cancro da mama negativo nos nodos, adenocarcinomas invasivos dos canais da mama, cancros da mama não endometrióides); e linfornas das células do manto. Além disto, outros cancros são os cancros colo-rectais e endometriais. 18 ΡΕ2331547
Noutro subconjunto de cancros incluem-se tumores hematopoiéticos com linhagem linfóide, por exemplo leucemia, leucemia linfocitica crónica, linfoma de células do manto e linfoma de células B (tal como linfoma difuso de células B grandes).
Um cancro especifico é a leucemia linfocitica crónica.
Outro cancro especifico é o linfoma de células do manto.
Outro cancro especifico é o linfoma difuso de células B grandes.
Outro subconjunto de cancros inclui cancro da mama, cancro do ovário, cancro do cólon, cancro da próstata, cancro do esófago, cancro escamoso e carcinomas pulmonares de células não pequenas.
Outro subconjunto de cancros inclui cancro da mama, cancro pancreático, cancro colo-rectal, cancro do pulmão, e melanoma.
Ainda mais um subconjunto de cancros, nomeadamente cancros nos quais os compostos com actividade inibidora de CDK4 podem ser especialmente benéficos do ponto de vista terapêutico, inclui retinoblastomas, carcinomas pulmonares de células pequenas, carcinomas 19 ΡΕ2331547 pulmonares de células não pequenas, sarcomas, gliomas, cancros pancreáticos, cancros da cabeça, pescoço e ombros e linfornas de células do manto.
Outro subconjunto de cancros nos quais os compostos com actividade inibidora de CDK4 podem ser especialmente benéficos do ponto de vista terapêutico, inclui cancro pulmonar de células pequenas, cancro pulmonar de células não pequenas, cancro pancreático, cancro da mama, glioblastoma multiforme, ALL de células T e linfoma de células do manto. Um subconjunto adicional de cancros no tratamento dos quais os compostos da invenção podem ser úteis inclui sarcomas, leucemias, glioma, melanoma familiar e melanoma. Métodos de Diagnóstico
Antes da administração de um composto da invenção, pode despistar-se num paciente se a doença ou o estado que aparentemente afecta ou pode estar a afectá-lo será susceptivel a um tratamento com um composto que tenha actividade contra quinases dependentes de ciclina. Por exemplo, uma amostra biológica obtida de um paciente pode ser analisada para se determinar se uma doença ou um estado, tal como um cancro, de que o paciente sofra ou esteja a sofrer, é caracterizada por uma anormalidade genética ou por uma expressão proteica anormal que leve à sobreactivação das CDK ou à sensibilização a uma via até à actividade normal de CDK. Incluem-se nos exemplos destas 20 ΡΕ2331547 anormalidades de que resulta a activação ou uma sensibilização ao sinal de CDK2 a regulação em alta da ciclina E, (Harwell RM, Mull BB, Porter DC, Keyomarsi K.; J. Biol. Chem. 2004, 26 de Março; 279(13): 12695-705) ou a perda de p21 ou de p27, ou a presença de variantes de CDC4 (Rajagopalan H, Jallepalli PV, Rago C, Velculescu VE, Kinzler KW, Vogelstein B, Lengauer C.; Nature, 2004, 4 de Março; 428(6978): 77-81). Os tumores com variantes ou regulação em alta de CDC4, em especial com sobre-expressão de ciclina E ou perda de p21 ou de p27, podem ser especialmente sensíveis a inibidores de CDK. O termo regulação em alta inclui uma expressão elevada ou uma sobre-expressão, incluindo amplificação do gene (isto é, múltiplas cópias do gene) com aumento da expressão por um efeito transcricional, e hiperactividade e activação, incluindo activação por mutações.
Deste modo, pode submeter-se o paciente a um teste de diagnóstico para detectar um marcador característico da regulação em alta da ciclina E, ou da perda de p21 ou de p27, ou da presença de variantes de CDC4. O termo diagnóstico inclui a despistagem. Incluem-se nos marcadores os marcadores genéticos, incluindo, por exemplo, a medição da composição do ADN para identificar mutações no CDC4. O termo marcador também inclui marcadores que são característicos da regulação em alta da ciclina E, incluindo actividade enzimática, teores em enzimas, estado de enzimas (por exemplo fosforilados ou não) e teor em mARN para as proteínas mencionadas acima. Os tumores com 21 ΡΕ2331547 regulação em alta da ciclina E, ou com perda de p21 ou de p27, podem ser especialmente sensíveis aos inibidores de CDK. Podem despistar-se preferivelmente nos a regulação em alta da ciclina E, ou a parda de p21 ou de p27, antes do tratamento. Deste modo, pode submeter-se o paciente a um teste de diagnóstico para detectar um marcador caracte-rístico da regulação em alta de ciclina E, ou da perda de p21 ou de p27.
Tipicamente levam-se a cabo os testes de diagnóstico sobre uma amostra biológica seleccionada de entre amostras de biópsias de tumores, amostras de sangue (isolamento e enriquecimento em células tumorais descartadas) , de biópsias de fezes, de escarros, por análise cromossómica, do fluido da pleura, do fluido peritoneal, ou da urina.
Verificou-se, Rajagopalan et al., (Nature. 2004, 4 de Março; 428(6978): 77-81), que estavam presentes mutações em CDC4 (também conhecido como Fbw7 ou Arquipélago) em cancros colo-rectais humanos e em cancros endometriais (Spruck et al, Câncer Res. 2002 15 de Agosto; 62(16): 4535-9). Uma identificação de um indivíduo portador de uma mutação em CDC4 pode significar que este paciente seria especialmente adequado para ser tratado com um inibidor de CDK. Podem preferivelmente despistar-se os tumores quanto à presença de uma variante de CDC4 antes do tratamento. 0 processo de despiste envolverá tipicamente sequenciação directa, análise de microdisposições de 22 ΡΕ2331547 oligonucleótidos, ou um anticorpo específico para um mutante. São bem conhecidos de um indivíduo com conhecimentos da técnica, métodos de identificação e análise de mutações e de regulação em alta de proteínas. Poderiam incluir-se nos métodos de despiste, mas não se limitam a, métodos padrão tal como a reacção de polimerase em cadeia da transcriptase reversa (RT-PCR) ou a hibridização in situ.
No despiste por RT-PCR, avalia-se o teor em mARN no tumor criando uma cópia em cADN do mARN, seguindo-se uma amplificação do cADN por PCR. Os métodos de amplificação por PCR, a selecção dos iniciadores, e as condições da amplificação, são do conhecimento de um especialista da técnica. As manipulações de ácidos nucleicos e as PCR são levadas a cabo por métodos padrão, tais como descritos por exemplo em Ausubel, F.M. et al., editores, Current Protocols in Molecular Biology, 2004, John Wiley & Sons Inc., ou em Innis, M.A. et al., editores, PCR Protocols: a guide to methods and applications, 1990, Academic Press, San Diego. As reacções e as manipulações envolvendo técnicas de ácidos nucleicos também estão descritas em Sambrook et al., 2001, 3a Edição, Molecular Cloning: A Laboratory Manual, Cold Spring Harbor Laboratory Press. Em alternativa pode utilizar-se um estojo comercialmente disponível para a RT-PCR (por exemplo da Roche Molecular Biochemicals), ou metodologia tal como a descrita nas 23 ΡΕ2331547 patentes dos Estados Unidos 4.666.828; 4.683.202; 4.801.531; 5.192.659; 5.272.057; 5.882.864 e 6.218.529, que se incorporaram neste documento por citação.
Um exemplo de uma técnica de hibridização in situ para avaliar a expressão de mARN seria o da fluorescência da hibridização in situ (FISH) (veja-se Angerer, 1987, Meth. Enzymol., 152: 649). Em geral, a hibridização in situ inclui os seguintes passos principais: (1) fixação do tecido a ser analisado; (2) tratamento de pré-hibridização da amostra para aumentar a acessibilidade do ácido nucleico alvo, e para diminuir a ligação não especifica; (3) hibridização da mistura de ácidos nucleicos com o ácido nucleico na estrutura biológica ou no tecido; (4) lavagens após a hibridização para remover fragmentos de ácido nucleico que não foram ligados na hibridização, e (5) detecção dos fragmentos de ácido nucleico. As sondas utilizadas nestas aplicações são tipicamente marcadas, por exemplo, com radioisótopos ou com repórteres fluorescentes. As sondas preferidas são suficientemente compridas, por exemplo, com entre cerca de 50, 100, ou 200 nucleótidos e cerca de 1.000 ou mais nucleótidos, para permitir uma hibridização especifica com o ou os ácidos nucleicos alvo sob condições rigorosas. Estão descritos os métodos padrão para se levar a cabo FISH em Ausubel, F.M. et al., editores, Current Protocols in Molecular Biology, 2004, John Wiley & Sons Inc e em Fluorescence In Situ Hybridization: Technical OverView, por John M. S. Bartlett, em Molecular Diagnosis of Câncer, Methods and Protocols, 2a 24 ΡΕ2331547 edição; ISBN: 1-59259-760-2; Março de 2004, págs. 077-088; Série: Methods in Molecular Medicine.
Em alternativa, podem avaliar-se os produtos proteicos expressos a partir dos mARN por imunohistoquímica de amostras de tumor, por imunoensaio em fase sólida com placas de microtitulação, por transferência Western, por electroforese bidimensional sobre gel de SDS-poli-acrilamida, por ELISA, por citometria de fluxo e por outros métodos conhecidos na técnica para a detecção de proteínas especificas. Os métodos de detecção incluiriam a utilização de anticorpos específicos para o local. O especialista entenderá que todas estas técnicas bem conhecidas para a detecção da regulação em alta da ciclina E, ou da perda de p21 ou de p27, ou para a detecção de variantes de CDC4 , poderiam ser aplicadas no caso presente.
Portanto, todas estas técnicas também poderiam ser aplicadas para identificar tumores especialmente adequados para tratamento com compostos da invenção.
Os tumores com mutantes de CDC4 ou com regulação em alta, e especialmente com sobre-expressão da ciclina E, ou com perda de p21 ou de p27, podem ser especialmente sensíveis a inibidores de CDK. Podem despistar-se preferivelmente os tumores para a regulação em alta, em especial para a sobre-expressão da ciclina E (Harwell RM, Mu 11 BB, Porter DC, Keyomarsi K.; J. Biol. Chem. 2004, 26 de Março; 279(13): 12695-705) ou para a perda de p21 ou de 25 ΡΕ2331547 p27, ou quanto a variantes de CDC4, antes do tratamento (Rajagopalan H, Jallepalli PV, Rago C, Velculescu VE, Kinzler KW, Vogelstein B, Lengauer C.; Nature, 2004, 4 de Março; 428(6978): 77-81).
Poderiam seleccionar-se pacientes com linfoma de células do manto (MCL) para tratamento com um composto da invenção utilizando os testes de diagnóstico delineados neste documento. O MCL é uma entidade clinico-patológica distinta do linfoma não de Hodgkin, caracterizada pela proliferação de linfócitos pequenos a médios com a co-ex-pressão de CD5 e de CD20, com um decurso clinico agressivo e incurável, e translocação frequente t(ll;14)(ql3;q32). A sobre-expressão do mARN da ciclina Dl, presente no linfoma das células do manto (MCL), é um marcador critico para o diagnóstico. Yatabe et al. (Blood, 2000, 1 de Abril; 95(7): 2253-61) propuseram que a positividade em relação à ciclina Dl deveria ser incluída como um dos critérios padrão do MCL, e que deveriam explorar-se terapias inovativas para esta doença incurável com base nos novos critérios. Jones et al., (J. Mol. Diagn. 2004, Maio; 6(2): 84-9) desenvolveram um ensaio de PCR em tempo real, quantitativo, para a transcrição reversa da expressão de ciclina Dl (CCNDl), para ajudar ao diagnóstico do linfoma de células do manto (MCL). Howe et al. (Clin. Chem. 2004, Janeiro; 50(1): 80-7) utilizaram RT-PCR quantitativa em tempo real para avaliar a expressão do mARN da ciclina Dl, e verificaram que se pode utilizar RT-PCR quantitativa em tempo real para avaliar a expressão do mARN da ciclina Dl normalizada ao mARN da CD19 26 ΡΕ2331547 no diagnóstico do MCL em sangue, medula, e tecido. Em alternativa, poderiam seleccionar-se pacientes com cancro da mama para tratamento com um inibidor de CDK utilizando os testes de diagnóstico delineados acima. As células tumo-rais habitualmente sobre-expressam ciclina E e foi demonstrado que a ciclina E está sobre-expressa no cancro da mama (Harwell et al., Câncer Res., 2000, 60, 481-489). Portanto, pode tratar-se o cancro da mama em especial com um inibidor de CDK tal como se proporcionam neste documento.
Além disto, pode analisar-se no cancro a perda da função de INK4a e de RB, e a sobre-expressão de ciclina Dl ou de CDK4 ou a mutação de CDK4. A perda de RB e as mutações que inactivam a função de pl6INK4a ou a hipermetilação de pi 6INK4a ocorrem em muitos tipos de tumor. A Rb está inactivada em 100 % dos retinoblastomas e em 90 % dos carcinomas pulmonares de células pequenas. A ciclina Dl está amplificada em 40 0, "0 dos cancros de cabeça e pescoço, sobre-expressa em 50 % dos cancros da mama e em 90 % dos linfomas de células do manto. A pl6 foi eliminada em 60 % dos carcinomas pulmonares não de células pequenas e em 40 % dos cancros pancreáticos. A CDK4 está amplificada em 20 % dos sarcomas e em 10 % dos gliomas. Os acontecimentos de que resulta inactivação de RB ou de pl6INK4a por mutação, eliminação, ou silenciamento epigenético, ou a sobre-expressão da ciclina Dl ou de Cdk4, podem ser identificados pelas técnicas delineadas neste documento. Os tumores com regulação em alta, em especial com sobre-expressão da ciclina D ou de CDK4,ou com perda de INK4a ou de RB, podem 27 ΡΕ2331547 ser especialmente sensíveis a inibidores de CDK. Deste modo, pode submeter-se o paciente a um teste de diagnóstico para detectar uma característica marcadora da sobre-expres-são da ciclina D ou de CDK4, ou a perda de INK4a ou de RB.
Incluem-se nos cancros que manifestam perda da função de INK4a e de RB e sobre-expressão de ciclina D 1 ou de CDK4, cancro de pulmão de células pequenas, cancro de pulmão de células não pequenas, cancro pancreático, cancro da mama, glioblastoma multiforme, ALL de células T e linfoma de células do manto. Portanto os pacientes com cancro de pulmão de células pequenas, cancro de pulmão de células não pequenas, cancro pancreático, cancro da mama, glioblastoma multiforme, ALL de células T e linfoma de células do manto poderiam ser seleccionados para tratamento com um inibidor de CDK recorrendo aos teste de diagnóstico delineados acima, e ele podem em especial ser tratados com um inibidor de CDK tal como proporcionado neste documento.
Os pacientes com cancros específicos provocados por aberrações do caminho D-Ciclina-CDK4/6-INK4-Rb poderiam ser identificados utilizando as técnicas descritas neste documento e depois tratados com um inibidor de CDK4 tal como proporcionado. Incluem-se nos exemplos das anormalidades que activam ou sensibilizam os tumores ao sinal de CDK4, activação do receptor, por exemplo de Her-2/Neu no cancro da mama, mutações em ras por exemplo no cancro pancreático, colo-rectal ou do pulmão, mutações do raf por exemplo no melanoma, mutações da pl6 por exemplo no 28 ΡΕ2331547 melanoma, eliminações da pl6 por exemplo no cancro do pulmão, metilação do pl6 por exemplo no cancro do pulmão ou sobre-expressão da ciclina D por exemplo no cancro da mama. Deste modo, um paciente poderia ser seleccionado para tratamento com um composto da invenção utilizando testes de diagnóstico tais como os delineados neste documento para identificar regulação em alta do caminho D-Ciclina-CDK4/6-INK4-Rb, por exemplo por sobre-expressão da ciclina D, mutação de CDK4, mutação ou eliminação de pRb, eliminação de pl6-INK4, mutação, eliminação ou metilação da pl6, ou activando acontecimentos a montante da quinase CDK4/6, por exemplo mutações em Ras ou em Raf ou receptores hiperac-tivos ou sobre-expressos, tal como Her-2/Neu. 0 composto da invenção presente é especialmente vantajoso por ser um inibidor selectivo de CDK4 em relação a outras quinases dependentes de ciclina. 0 PCT/US2007/ 069595 descreve genericamente compostos desta classe, mas o composto presentemente reivindicado tem uma potência e uma selectividade para CDK4 em relação a outras quinases dependentes de ciclina. Isto é vantajoso quando se desenvolve um fármaco apropriado para utilização como inibidor de a CDK4.
Mais especif icamente e no que toca a uma aplicação genérica, os compostos seguintes (do PCT/US2007/ 069595) da tabela 3 representam o estado da técnica mais próxima do quimiotipo reivindicado na invenção presente: ΡΕ2331547 29 TABELA 3 (Técnica Anterior)
A tabela 4 que se segue mostra a inibição de alvos relevantes por parte dos compostos do estado da técnica, em comparação com a dos compostos da especificação presente: ΡΕ2331547 30 TABELA 4
Composto Número IC50 (μΜ) Selectividade 200 (técnica anterior) CDK4: 0,005 CDKl: >1,6 CDK2: >1,4 201(técnica anterior) CDK4: 0,11 CDKl: 7,5 CDK2: 10,3 202 (técnica anterior) CDK4: 2,5 CDKl: >15 CDK2: >15 74 do pedido presente CDK4: 0,01 Mais de 11.000 vezes CDKl: 113 CDK2: 76 selectivo contra CDK4 *63 do pedido presente CDK4: 0,008 CDKl: >15 CDK2: >15 *26 do pedido presente CDK4: 0,026 CDKl: >15 CDK2: >15 * exemplo de referência A selectividade superior do composto presentemente reivindicado em relação a outros membros da família CDK e a outras quinases significa que, em comparação com outros compostos com menor selectividade, o composto presentemente reivindicado apresentaria menores actividades 31 ΡΕ2331547 extra-alvo, e portanto menor toxicidade imprevisível nas células. Levando em consideração os resultados da análise do ciclo celular levados a cabo com o composto presentemente reivindicado e com o composto 200 do estado da técnica, por exemplo, é claro que, enquanto o composto presentemente reivindicado mantém uma paragem exclusiva de G1 mesmo a concentrações de 10 μΜ, o composto 200 apenas começa a induzir bloqueios da fase G2/M a concentrações respectivamente de 1 e 10 μΜ, reflectindo as suas actividades extra-alvo a concentrações superiores a 1 μΜ. Além disto, os efeitos inibidores do inibidor de CDK4 dependem em absoluto da presença da proteína do Retino-blastoma (pRb). As actividades de candidatos a inibidores de CDK4 em células negativas para pRb indicam que os compostos possuem actividades extra-alvo e não são tão selectivos. Em comparação com o composto presentemente reivindicado, que é inerte em células negativas para pRb, o composto 200 inibe a proliferação celular das células negativas para pRb, a concentrações elevadas, ilustrando as suas actividades extra-alvo.
Além disto, foi demonstrado que, enquanto a actividade de CDK4 não é indispensável para a proliferação normal das células fibroblasto, a inibição de CDKl é considerada um efeito indesejável. Quando doseado a animais, em comparação com o estado da técnica, espera-se que o composto presentemente reivindicado induza uma menor citotoxicidade. portanto, o composto presentemente reivindicado é um inibidor de CDK4 superior quando comparado com 32 ΡΕ2331547 os possuindo os mesmos andaimes e com a mesma potência para K4 mas menos selectividade contra outras CDK quinases, uma vez que o composto deverá possuir um indice terapêutico maior do que os de outros menos selectivos.
Ensaios A inibição da actividade de proteína quinases pelo composto descrito neste documento pode ser quantificada recorrendo a diversos ensaios disponíveis no estado da técnica. Estão descritos exemplos desses ensaios na secção de Exemplificação, adiante.
Composições farmacêuticas A expressão "quantidade eficaz" do composto significa a quantidade que é necessária ou suficiente para tratar ou evitar uma patologia associada a uma proteína quinase, por exemplo evitar os diversos sintomas morfológicos e somáticos de uma patologia associada a proteína quinase, e/ou uma doença ou estado descritos neste documento. Num exemplo, uma quantidade eficaz do composto da invenção é a quantidade suficiente para tratar uma patologia associada a uma proteína quinase num sujeito. A quantidade eficaz pode variar dependendo de factores tais como as dimensões e a massa corporal do sujeito, o tipo de doença, ou o composto da invenção específico. Por exemplo, a selecção do composto da invenção pode afectar aquilo que constitui uma "quantidade eficaz". Um indivíduo com 33 ΡΕ2331547 conhecimentos médios seria capaz de estudar os factores mencionados neste documento e de fazer a determinação em relação à quantidade eficaz dos compostos da invenção sem recurso a experimentação indevida. 0 regime de administração pode afectar aquilo que constitui uma quantidade eficaz. Pode administrar-se o composto da invenção ao sujeito quer antes de, quer depois de se iniciar uma patologia associada a uma proteína quinase. Além disto, podem administrar-se diversas dosagens repartidas, bem como dosagens escalonadas, diária ou sequencialmente, ou pode infundir-se continuamente a dose, ou pode injectar-se um bolus. Além disto, as dosagens do ou dos compostos da invenção podem ser proporcionalmente aumentadas ou diminuídas consoante for indicado pelas exigências da situação terapêutica ou profilática.
Pode utilizar-se o composto da invenção no tratamento de estados, patologias ou doenças tais como as descritas neste documento, ou para o fabrico de composições farmacêuticas para utilização no tratamento destas doenças. A expressão "composição farmacêutica" inclui preparações adequadas para administração a mamíferos, por exemplo, seres humanos. Quando os compostos da invenção presente são administrados como produtos farmacêuticos a mamíferos, por exemplo seres humanos, eles podem ser dados por si próprios ou como uma composição farmacêutica contendo por exemplo entre 0,1 e 99,5 % (mais preferivelmente, 34 ΡΕ2331547 entre 0,5 e 90 %) de ingrediente activo em combinação com um veículo aceitável do ponto de vista farmacêutico. A frase "veículo aceitável do ponto de vista farmacêutico" é reconhecida na técnica e inclui um material, composição ou veiculo aceitável do ponto de vista farmacêutico, adequado para administrar compostos da invenção presente a mamíferos. Incluem-se nos veículos cargas sólidas ou líquidas, diluentes, excipientes, solventes ou materiais encapsulantes, envolvidos no transporte do agente a que dizem respeito desde um órgão, ou parte do corpo, até outro órgão, ou parte do corpo. Cada um dos veículos tem que ser "aceitável" no sentido de ser compatível com os outros ingredientes da formulação e de não ser prejudicial para o paciente. Alguns exemplos de materiais que podem servir como veículo aceitável do ponto de vista farmacêutico incluem: açúcares, tais como lactose, glucose e sacarose; amidos, tais como amido de milho e amido de batata; celulose, e os seus derivados, tais como carboximetilcelulose sódica, etilcelulose e acetato de celulose; tragacanto em pó; malte; gelatina; talco; excipientes, tais como manteiga de cacau e ceras para supositórios; óleos, tais como óleo de amendoim, óleo de semente de algodão, óleo de cártamo, óleo de gergelim, azeite, óleo de milho e óleo de soja; glicóis, tais como propilenoglicol; polióis, tais como glicerina, sorbitol, manitol e polietilenoglicol; ésteres, tais como oleato de etilo e laurato de etilo; agar; agentes tamponizantes, tais como hidróxido de magnésio e hidróxido de alumínio; ácido 35 ΡΕ2331547 algínico; água isenta de pirogénicos; soro salino isotónico; solução de Ringer; álcool etílico; soluções de tampão fosfato; e outras substâncias não tóxicas compatíveis empregues nas formulações farmacêuticas.
Também podem estar presentes nas composições agentes molhantes, emulsionantes e lubrificantes, tais como laurilsulfato de sódio e estearato de magnésio, bem como agentes corantes, agentes de libertação, agentes de revestimento, agentes edulcorantes, de sabor e perfumantes, conservantes e antioxidantes.
Incluem-se nos exemplos de antioxidantes aceitáveis do ponto de vista farmacêutico: antioxidantes solúveis em água, tais como ácido ascórbico, cloridrato de cisteína, bissulfito de sódio, metabissulfito de sódio, sulfito de sódio e outros semelhantes; antioxidantes solúveis em óleo, tais como palmitato de ascorbilo, hidroxianisole butilado (BHA), hidroxitolueno butilado (BHT), lecitina, gaiato de propilo, a-tocoferol, e outros semelhantes; e agentes quelantes de metais, tais como ácido cítrico, ácido etile-nodiaminatetra-acético (EDTA), sorbitol, ácido tartárico, ácido fosfórico, e outros semelhantes.
Incluem-se nas formulações da invenção presente as adequadas para administração oral, nasal, tópica, bucal, sublingual, rectal, vaginal e/ou parenteral. Podem apresentar-se convenientemente as formulações sob a forma de unidades de dosagem, e elas podem ser preparadas por 36 ΡΕ2331547 qualquer um dos métodos que são conhecidos na técnica da farmácia. A quantidade de ingrediente activo que pode ser combinada com um material veiculo para produzir uma forma de unidade de dosagem será em geral a quantidade do composto que origina um efeito terapêutico. Em geral, numa base de cem por cento, esta quantidade poderá ser de entre cerca de 1 por cento e cerca de noventa e nove por cento de ingrediente activo, preferivelmente entre cerca de 5 por cento e cerca de 70 por cento, de preferência entre cerca de 10 por cento e cerca de 30 por cento.
Inclui-se nos métodos de preparar estas formulações ou composições o passo de se associar o composto da invenção presente com o veiculo e, opcionalmente, um ou mais ingredientes acessórios. Em geral, preparam-se as formulações associando uniforme e infimamente o composto da invenção presente com veículos líquidos, ou com veículos sólidos finamente divididos, ou ambos, e depois, caso seja necessário, enformando o produto.
As formulações da invenção adequadas para administração oral podem assumir a forma de cápsulas, hóstias, pílulas, comprimidos, pastilhas (utilizando uma base com sabor, em geral sacarose e goma-arábica ou de tragacanto), pós, grânulos, ou sob a forma de uma solução ou de uma suspensão num líquido aquoso ou não aquosos, ou sob a forma de uma emulsão de óleo em água ou de água em óleo, ou a de um elixir ou xarope, ou como pastilhas (utilizando uma base inerte, tal como gelatina e glicerina, ou sacarose e goma- 37 ΡΕ2331547 arábica) e/ou como líquidos para lavar a boca, e outros semelhantes, contendo qualquer das unidades referidas uma quantidade previamente definida do composto da invenção presente a titulo de ingrediente activo. Também se pode administrar o composto da invenção presente sob a forma de um bolus, electuário ou pasta.
Nas formas de dosagem sólidas da invenção para administração oral (cápsulas, comprimidos, pílulas, dra-geias, pós, grânulos e outras semelhantes), mistura-se o ingrediente activo com um ou mais veículos aceitáveis do ponto de vista farmacêutico, tais como citrato de sódio ou fosfato dicálcico, e/ou qualquer dos seguintes: cargas ou extensores, tais como amidos, lactose, sacarose, glucose, manitol, e/ou ácido silícico; aglomerantes, tais como, por exemplo, carboximetilcelulose, alginatos, gelatina, polivi-nilpirrolidona, sacarose e/ou goma-arábica; humectantes, tais como glicerol; agentes desintegrantes, tais como agar-agar, carbonato de cálcio, amido d batata ou tapioca, ácido algínico, determinados silicatos, e carbonato de sódio; agentes que retardem a dissolução, tais como parafina; aceleradores da absorção, tais como compostos de amónio quaternário; agentes molhantes, tais como, por exemplo, álcool cetílico e monoestearato de glicerol; absorventes, tais como caulino e argila bentonite; lubrificantes, tais como talco, estearato de cálcio, estearato de magnésio, polietilenoglicóis sólidos, laurilsulfato de sódio, e as suas misturas; e agentes corantes. No caso das cápsulas, comprimidos e pílulas, as composições farmacêuticas podem 38 ΡΕ2331547 também incluir agentes tamponizantes. Podem empregar-se composições sólidas de um tipo semelhante como enchimento de cápsulas duras e moles em gelatina, utilizando excipientes como a lactose ou açúcares de leite, bem como polietilenoglicóis de elevada massa molecular, e outros semelhantes.
Pode fabricar-se um comprimido por compressão ou por moldagem, opcionalmente com um ou mais ingredientes acessórios. Podem preparar-se comprimidos de compressão utilizando um aglomerante (por exemplo, gelatina ou hidro-xipropilmetilcelulose), lubrificante, diluente inerte, conservante, desintegrante (por exemplo, amidoglicolato de sódio ou carboximetilcelulose sódica com ligações cruzadas) , agente tensioactivo ou dispersante. Podem fabricar-se os comprimidos moldados moldando numa máquina adequada uma mistura do composto em pó humedecido com um diluente liquido inerte.
Os comprimidos, e outras formas de dosagem sólidas das composições farmacêuticas da invenção presente, tais como drageias, cápsulas, pílulas e grânulos, podem opcionalmente ser classificados ou preparados com revestimentos e com cascas, tais como revestimentos entéricos e outros revestimentos bem conhecidos na técnica de formulação farmacêutica. Eles também podem ser formulados de modo a proporcionar uma libertação lenta ou controlada do ingrediente activo contido utilizando, por exemplo, hidroxipropilmetilcelulose em diversas proporções 39 ΡΕ2331547 para se proporcionar o perfil de libertação pretendido, outras matrizes poliméricas, lipossomas e/ou microesferas. Elas podem ser esterilizadas por, por exemplo, filtração através de um filtro que retenha as bactérias, ou por incorporação de agentes esterilizantes sob a forma de composições sólidas estéreis que se podem dissolver em água estéril, ou alguns outros meios estéreis injectáveis, antes da utilização. Estas composições também podem conter opcionalmente agentes opacificantes, composição esta que assegura a libertação do ou dos ingredientes activos apenas, ou preferivelmente, numa determinada porção do tracto gastrointestinal, opcionalmente, de um modo a termo. Incluem-se nos exemplos de composições que se podem utilizar como veículos as substâncias poliméricas e as ceras. 0 ingrediente activo também pode estar sob uma forma micro-encapsulada, quando apropriado, com um ou mais dos excipientes descritos acima.
Incluem-se nas formas de dosagem líquidas para administração oral dos compostos da invenção emulsões, microemulsões, soluções, suspensões, xarope e elixires aceitáveis do ponto de vista farmacêutico. Além do ingrediente activo, as formas de dosagem líquidas podem conter um diluente inerte habitualmente utilizado na técnica, tal como, por exemplo, água ou outros solventes, agentes de dissolução e emulsionantes, tais como álcool etílico, álcool isopropílico, carbonato de etilo, acetato de etilo, álcool benzílico, benzoato de benzilo, propilenoglicol, 1,3-butilenoglicol, óleos (em especial, de 40 ΡΕ2331547 sementes de algodão, amendoim, milho, gérmen, azeite, óleo de rícinos e óleo de gergelim, glicerol, álcool tetra-hidrofurílico, polietilenoglicóis e ésteres de ácidos gordos com sorbitan, bem como misturas de todos estes.
Para além dos diluentes inertes, as composições orais também podem incluir adjuvantes tais como agentes molhantes, emulsionantes e de suspensão, agentes edulco-rantes, de sabor, corantes, perfumantes e conservantes.
As suspensões, para além dos compostos activos, podem conter agentes de suspensão tais como, por exemplo, álcoois isoestearílicos etoxilados, polioxietilenossorbitol e ésteres de sorbitan, celulose microcristalina, metahidróxido de alumínio, bentonite, agar-agar e goma de tragacanto, bem como misturas de todos estes.
As formulações das composições farmacêuticas da invenção para administração rectal ou vaginal podem ser apresentadas sob a forma de um supositório, que pode ser preparado misturando o composto da invenção com um ou mais excipientes ou veiculo apropriados e não irritantes incluindo, por exemplo, manteiga de cacau, polietilenoglicol, uma cera para supositórios ou um salicilato, que seja sólido à temperatura ambiente, mas liquido à temperatura do corpo e, portanto, fundirá no recto ou na cavidade vaginal libertando o composto activo.
As formulações da invenção presente que são 41 ΡΕ2331547 adequadas para administração vaginal também incluem pessá-rios, tampões, cremes, geles, pastas, espumas ou aspersões contendo veiculos tais como os que se sabe na técnica serem apropriados.
Incluem-se nas formas de dosagem para a administração tópica ou transdérmica do composto desta invenção pós, aspersões, unguentos, pastas, cremes, loções, geles, soluções, pachos e inalantes. Pode misturar-se o composto activo em condições estéreis com um veiculo aceitável do ponto de vista farmacêutico, e com quaisquer conservantes, tampões, ou fluidos de arrastamento que possam ser necessários.
Os unguentos, pastas, cremes e geles podem conter, para além de um composto activo desta invenção, excipientes, tais como gorduras animais e vegetais, óleos, ceras, parafinas, amido, tragacanto, derivados de celulose, polietilenoglicóis, silicones, bentonites, ácido silicico, talco e óxido de zinco, ou misturas de todos estes.
Os pós e as aspersões podem conter, para além do composto desta invenção, excipientes tais como lactose, talco, ácido silicico, hidróxido de alumínio, silicatos de cálcio e poliamida em pó, ou misturas destas substâncias. As aspersões podem adicionalmente conter os fluidos de arrastamento habituais, tais como clorofluorohidrocarbo-netos e hidrocarbonetos não substituídos voláteis, tais como butano e propano. 42 ΡΕ2331547
Os pachos transdérmicos têm a vantagem adicional de proporcionar uma libertação controlada de um composto da invenção presente no corpo. Estas formas de dosagem podem ser fabricadas dissolvendo ou dispersando o composto no meio adequado. Os incrementadores da absorção também podem ser utilizados para aumentar o caudal do composto através da pele. Pode controlar-se esse caudal quer proporcionando uma membrana de controlo da velocidade, quer dispersando o composto activo numa matriz polimérica ou num gel.
As formulações oftálmicas, os unguentos oculares, pós, soluções e outros semelhantes, também são contemplados como estando adentro do âmbito desta invenção.
As composições farmacêuticas desta invenção adequadas para administração parenteral incluem o composto da invenção em combinação com uma ou mais soluções, dispersões, suspensões ou emulsões estéreis isotónicas aceitáveis do ponto de vista farmacêutico que se possam reconstituir a soluções ou dispersões estéreis injectáveis imediatamente antes da utilização, que podem conter antioxidantes, tampões, bacteriostáticos, solutos que tornam a formulação isotónica com o sangue do destinatário ou agentes de suspensão ou espessantes.
Incluem-se nos exemplos de veículos aquosos e não aquosos que se podem empregar nas composições farmacêuticas da invenção, água, etanol, polióis (tais como glicerol, 43 ΡΕ2331547 propilenoglicol, polietilenoglicol, e outros semelhantes), e as suas misturas adequadas, óleos vegetais, tais como azeite, e ésteres orgânicos injectáveis, tais como oleato de etilo. Pode manter-se uma fluidez adequada, por exemplo, utilizando materiais de revestimento, tais como lecitina, mantendo a dimensão de partículas necessária no caso das dispersões, e utilizando tensioactivos.
Estas composições também podem conter adjuvantes tais como conservantes, agentes molhantes, agentes emu-sionantes e dispersantes. Pode assegurar-se a prevenção da actuação de micro-organismos pela inclusão de diversos agentes antibacterianos e antifúngicos, por exemplo, parabeno, clorobutanol, fenol, ácido sórbico, e outros semelhantes. Também se pode pretender incluir nas composições agentes de isotonicidade, tais como açúcares, cloreto de sódio, e outros semelhantes. Além disto, pode conseguir-se uma absorção prolongada do fármaco injectável através da inclusão de agentes que atrasem a absorção tias como monoestearato de alumínio e gelatina. e da forma
Em alguns casos, para prolongar o efeito de um fármaco, é desejável tornar mais lenta a absorção do fármaco por injecção subcutânea ou intramuscular. Isto pode ser conseguido por utilização de uma suspensão líquida de material cristalino ou amorfo com pequena solubilidade em água. A taxa de absorção do fármaco depende então da sua taxa de dissolução que, por sua vez, pode depender das dimensões dos cristais e da forma cristalina. Em 44 ΡΕ2331547 alternativa, pode conseguir-se um atraso na absorção de um fármaco administrado por via parenteral dissolvendo ou suspendendo o fármaco num veiculo oleoso.
Produzem-se as formas injectáveis de depósito formando matrizes que microencapsulam os compostos pretendidos em polímeros biodegradáveis tal como de polilactido-poliglicólido. Dependendo da razão entre o fármaco e o polímero, e da natureza do polímero especificamente utilizado, pode controlar-se a velocidade de libertação do fármaco. Incluem-se nos exemplos de outros polímeros biodegradáveis os poli(ortoésteres) e os poli(anidridos). Preparam-se também formulações injectáveis de depósito armadilhando o fármaco em lipossomas ou em microemulsões que sejam compatíveis com o tecido do corpo.
Podem administrar-se as preparações da invenção presente por via oral, parenteral, tópica, ou rectal. Elas são evidentemente utilizadas sob formas adequadas para cada tipo de via de administração. Por exemplo, elas são administradas sob a forma de comprimidos ou de cápsulas, por injecção, inalação, loção ocular, unguento, supositório, etc., administradas por injecção, infusão ou inalação; tópicas em loção ou unguento; e rectais em supositórios. Prefere-se a administração oral e/ou endovenosa.
As frases "administração parenteral" e "administrado por via parenteral", tal como utilizadas neste documento, significam modos de administração para além dos 45 ΡΕ2331547 entéricos e tópicos, em geral por injecção, e inclui, sem limitação, as vias de injecção endovenosa, intramuscular, intra-arterial, intratecal, intracapsular, intraorbital, intracardiaca, intradérmica, intraperitoneal, transtra-queal, subcutânea, subcuticular, intra-articular, subcapsu-lar, subaracnóide, intraespinal e intraesternal e de infusão .
As frases "administração sistémica", "administrado por via sistémica", "administração periférica" e "administrado por via periférica", tal como neste documento, significam a administração de um composto, fármaco ou outro material de outro modo que não seja uma administração directa no sistema nervoso central, de tal modo que entre pelo sistema do paciente e, deste modo, seja submetido ao metabolismo e a outros processos semelhantes, por exemplo, uma administração subcutânea.
Estes compostos podem ser administrados a seres humanos e a outros animais para terapia, por qualquer via de administração adequada, incluindo as vias oral, nasal, tal como, por exemplo, uma aspersão, rectal, intravaginal, parenteral, intracisternal e tópica, tal como através de pós, unguentos ou gotas, incluindo pelas vias bucal e sublingual.
Independentemente da via de administração seleccionada, o composto of a invenção presente, que pode ser utilizado sob uma forma adequadamente hidratada, e/ou 46 ΡΕ2331547 as composições farmacêuticas da invenção presente, são formulados em formas de dosagem aceitáveis do ponto de vista farmacêutico recorrendo a métodos convencionais conhecidos dos especialistas da técnica.
Os teores de dosagem utilizados para os ingredientes activos nas composições farmacêuticas desta invenção podem ser variados de modo a atingir-se o teor em ingrediente activo que é eficaz para conseguir a reacção terapêutica pretendida da parte do paciente especifico, para a composição referida, e do modo de administração seleccionado, sem ser tóxico para o paciente. 0 teor de dosagem seleccionado irá depender de uma série de factores incluindo a actividade do composto especifico da invenção presente que se empregar, ou do seu éster, sal ou amida, da via de administração, da altura da administração, da velocidade de excreção do composto especifico que se utilizar, da duração do tratamento, de outros fármacos, compostos e/ou materiais utilizados em combinação com o composto especifico que se empregar, da idade, sexo, peso, do estado, da saúde em geral e do historial médico do paciente que se estiver a tratar, e de outros factores semelhantes bem conhecidos na técnica.
Um médico ou um veterinário com conhecimentos médios na técnica pode facilmente determinar e prescrever a quantidade eficaz da composição farmacêutica necessária. Por exemplo, o médico ou o veterinário pode começar com 47 ΡΕ2331547 doses do composto da invenção empregues na composição farmacêutica de valor inferior ao necessário, para atingir o efeito terapêutico pretendido e aumentar gradualmente a dosagem até conseguir o efeito pretendido.
Em geral, uma dose diária adequada do composto da invenção será aquela quantidade do composto que seja a menor dose eficaz para produzir um efeito terapêutico. Uma tal dose eficaz dependerá em geral dos factores enumerados acima. Em geral, as doses endovenosas e subcutâneas do composto desta invenção para um paciente, quando utilizadas para os efeitos analgésicos indicados, poderão variar entre cerca de 0,0001 e cerca de 100 mg por quilograma de massa corporal ao dia, mais preferivelmente entre cerca de 0,01 e cerca de 50 mg por kg ao dia, e ainda mais preferivelmente entre cerca de 1,0 e cerca de 100 mg por kg ao dia. Uma quantidade eficaz é a quantidade que trate uma patologias associada a proteína quinase.
Caso tal se pretenda, a dose diária eficaz do composto activo pode ser administrada sob a forma de duas, três, quatro, cinco, seis ou mais sub-doses administradas em separado a intervalos adequados ao longo do dia, opcionalmente sob a forma de unidades de dosagem.
Embora seja possível administrar-se o composto da invenção presente por si só, é preferível administrar o composto como uma composição farmacêutica. ΡΕ2331547 48
Procedimento Sintético
Preparam-se os compostos descritos neste documento a partir de compostos habitualmente disponíveis utilizando processos conhecidos dos especialistas na técnica, incluindo qualquer uma ou mais das condições seguintes, sem qualquer limite: Adentro do âmbito deste texto, só se designa como "grupo protector" um grupo fácil de remover e que não seja um constituinte do produto final pretendido a título de composto da invenção presente, a não ser quando o contexto indicar algo em contrário. A protecção de grupos funcionais por estes grupos protectores, os próprios grupos protectores, e as reacções para a sua clivagem, estão descritos por exemplo em trabalhos de referência padrão, tais como por exemplo, Science of Synthesis: Houben-Weyl Methods of Molecular Transformation. Georg Thieme Verlag, Estugarda, Alemanha. 2005, pág. 41627 (URL: http://www.science-of-synthesis.com (Versão Electrónica, 48 Volumes)); J. F. W. McOmie, "Protective Groups in Organic Chemistry", Plenum Press, Londres e Nova Iorque, 1973, em T. W. Greene e P. G. M. Wuts, "Protective Groups in Organic Synthesis", Terceira edição, Wiley, Nova Iorque 1999, em "The Peptides"; Volume 3 (editores: E. Gross e J. Meienhofer), Academic Press, Londres e Nova Iorque 1981, em "Methoden der organischen Chemie" (Métodos da Química Orgânica), Houben Weyl, 4a edição, Volume 15/1, Georg Thieme Verlag, Estugarda 1974, em H.-D. Jakubke e H. Jeschkeit, "Aminosáuren, Peptide, Proteine" (Aminoácidos, Péptidos, Proteínas), Verlag 49 ΡΕ2331547
Chemie, Weinheim, Deerfield Beach, e Basel 1982, e em Jochen Lehmann, "Chemie der Kohlenhydrate: Monosaccharide und Derivate" (Química dos Hidratos de Carbono: Monossacáridos e Derivados), Georg Thieme Verlag, Estugarda 1974. Uma característica dos grupos protectores é poderem ser facilmente removidos (isto é, sem a ocorrência de reacções secundárias indesejáveis) por exemplo por solvólise, redução, fotólise ou em alternativa em condições fisiológicas (por exemplo, por clivagem enzimática).
Podem preparar-se sais dos compostos descritos neste documento e gue contenham pelo menos um grupo gue forme sais, de um modo gue é conhecido por si próprio. Por exemplo, podem formar-se sais dos compostos da invenção presente que tenham grupos ácido, por exemplo, por tratamento dos compostos com compostos metálicos, tais como sais de metal alcalino de ácidos orgânicos carboxílicos adequados, por exemplo, o sal sódico de ácido 2-etil-hexanóico, com compostos de metais alcalinos ou alcalino-terrosos, tais como os correspondentes hidróxidos, carbonatos ou hidrogenocarbonatos, tais como hidróxido, carbonato ou hidrogenocarbonato de sódio ou de potássio, com os correspondentes compostos de cálcio ou com amoníaco ou com uma amina orgânica adequada, sendo utilizadas de preferência quantidades estequiométricas ou apenas um ligeiro excesso do agente formador do sal. Os sais de adição a ácidos dos compostos da invenção presente são obtidos da maneira habitual, por exemplo, por tratamento dos compostos com um ácido ou com um reagente adequado de 50 ΡΕ2331547 permuta aniónica. Podem formar-se sais internos dos compostos da invenção presente que contenham ácidos e básicos grupos formadores de sais, por exemplo, um grupo carboxilo livre e um grupo amino livre, por exemplo, pela neutralização de sais, tais como sais de adição a ácido, até ao ponto isoeléctrico, por exemplo, com bases fracas, ou por tratamento com permutadores iónicos. Podem transformar-se os sais do modo habitual, nos compostos livres; podem transformar-se os sais metálicos e de amónio, por exemplo, por tratamento com os ácidos apropriados, e os sais de adição a ácido, por exemplo, por tratamento com um agente básico apropriado.
Podem separar-se as misturas de isómeros que se podem obter de acordo com a invenção de uma maneira que é conhecida por si própria, nos isómeros individuais; podem separar-se os diastereómeros, por exemplo, por partição entre misturas de solventes polifásicas, por recristali-zação e/ou por separação cromatográfica, por exemplo sobre gel de sílica ou por, por exemplo, cromatografia líquida a pressão intermédia sobre uma coluna em fase reversa, e podem separar-se os racematos, por exemplo, através da formação de sais com reagentes formadore3s de sais opti-camente puros, e por separação da mistura de diastereómeros que deste modo se podem obter, por exemplo através de cristalização fraccionada, ou por cromatografia sobre colunas com materiais opticamente activos. Podem trabalhar-se intermediários e produtos finais e/ou purificar-se seguindo métodos padrão, por exemplo, utilizando métodos 51 ΡΕ2331547 cromatográficos, métodos de distribuição, (re-)crista lização, e outros semelhantes.
Condições gerais de processo
Quanto se segue aplica-se em geral a todos os processos mencionados ao longo desta descrição.
Os passos do processo de síntese dos compostos podem ser levados a cabo em condições reaccionais que são conhecidas por si próprias, incluindo as mencionadas especificamente, na ausência ou, habitualmente, na presença de solventes ou diluentes, incluindo, por exemplo, solventes ou diluentes que sejam inertes em relação aos reagentes utilizados e os dissolvam, na ausência ou na presença de catalisadores, de agentes de condensação ou de neutralização, por exemplo permutadores de iões, tais como permutadores catiónicos, por exemplo, sob a sua forma H+, dependendo da natureza da reacção e/ou dos regentes a temperaturas baixas, normais ou elevadas, por exemplo a uma temperatura na gama de entre cerca de -100°C e cerca de 190°C, incluindo, por exemplo, entre cerca de -80°C e cerca de 150°C, por exemplo a entre -80 e -60°C, à temperatura ambiente, e entre -20 e 40°C ou à temperatura de refluxo, à pressão atmosférica ou num recipiente selado, quando apropriado sob pressão, e/ou em atmosfera inerte, por exemplo sob uma atmosfera de árgon ou de azoto.
Em todos os estádios das reacções, podem separar- 52 ΡΕ2331547 se as misturas de isómeros que sejam formados nos isómeros individuais, por exemplo diastereómeros ou enantiómeros, ou em quaisquer misturas pretendidas de isómeros, por exemplo racematos ou misturas de diastereómeros, por exemplo analogamente aos métodos descritos em Science of Synthesis: Houben-Weyl Methods of Molecular Transformation. Georg Thieme Verlag, Estugarda, Alemanha. 2005.
Os solventes de entre aqueles solventes que sejam adequados para uma reacção especifica qualquer, podem ser seleccionados incluindo os que se mencionarem especifica-mente ou, por exemplo, água, ésteres, tais como alcanoatos inferiores de alquilo inferior, por exemplo acetato de etilo, ésteres, tais como os éteres alifáticos, por exemplo éter dietilico, ou os éteres cíclicos, por exemplo tetra-hidrofurano ou dioxano, hidrocarbonetos aromáticos líquidos, tais como benzeno ou tolueno, álcoois, tais como metanol, etanol 1-propanol ou 2-propanol, nitrilos, tal como o acetonitrilo, hidrocarbonetos halogenados, tais como cloreto de metileno ou clorofórmio, amidas de ácidos, tais como dimetilformamida ou dimetilacetamida, bases, tais como bases heterocíclicas de azoto, por exemplo piridina ou N-metilpirrolidin-2-ona, anidridos de ácidos carboxílicos, tais como anidridos de ácidos alcanóicos inferiores, por exemplo anidrido acético, hidrocarbonetos cíclicos, lineares ou ramificados, tais como ciclo-hexano, hexano ou isopentano, ou misturas destes solventes, por exemplo soluções aquosas, a não ser quando se indicar algo em contrário na descrição dos processos. Também se podem 53 ΡΕ2331547 utilizar estas misturas de solventes no isolamento, por exemplo em cromatografia, ou na partição.
Os compostos, incluindo os seus sais, também podem ser obtidos sob a forma de hidratos, ou os seus cristais podem, por exemplo, incluir o solvente utilizado para a cristalização. Podem estar presentes diferentes formas cristalinas. A invenção também diz respeito àquelas formas do processo nas quais um composto que se possa obter como intermediário em qualquer estádio do processo, seja utilizado como matéria-prima quando se levarem a cabo os remanescentes passos do processo, ou nas quais se forme uma matéria-prima nas condições reaccionais ou se utilize sob a forma de um seu derivado, por exemplo sob uma forma protegida ou sob a forma de um sal, ou em que se produza um composto que se possa obter pelo processo consoante a invenção nas condições de processo, e depois se processe mais in situ.
Combinações
Também se pode utilizar o composto da invenção em combinação com outros agentes, por exemplo, um inibidor de proteína quinase adicional que seja ou não um composto da invenção, para o tratamento de uma patologia associada a proteína quinase, num sujeito. 54 ΡΕ2331547 0 termo "combinação" significa quer uma combinação fixa numa forma de unidade de dosagem, quer um estojo com partes para administração combinada, em que um composto da invenção presente e um parceiro da combinação possam ser administrados independentemente, na mesma altura ou a intervalos de tempo que permitam particularmente aos parceiros da combinação proporcionar um efeito cooperativo, por exemplo sinergistico, ou qualquer combinação destes.
Pode administrar-se o composto da invenção em simultâneo ou sequencialmente, com um agente anti-inflama-tório, antiproliferativo, quimioterapêutico, imunossupres-sor, contra o cancro, citotóxico ou com um inibidor de quinase. Incluem-se nos exemplos de agentes adicionais que se podem administrar em combinação com o composto da invenção, mas não se limitam a, um inibidor de PTK, ciclosporina A, CTLA4-Ig, anticorpos seleccionados de entre anti-ICAM-3, anti receptor de IL-2, anti-CD45RB, anti-CD2, anti-CD3, anti-CD4, anti-CD80, anti-CD86, e o anticorpo monoclonal 0KT3, agentes bloqueando a interacção entre CD40 e gp39, proteínas de fusão construídas a partir de CD40 e gp39, inibidores da função de NF-kapa B, fármacos anti-inf lamatórios não esteróides, esteróides, compostos de ouro, agentes antiproliferativos, FK506, micofenolato mofetil, fármacos citotóxicos, inibidores de TNF-a, anticorpos anti-TNF ou receptor solúvel de TNF, rapamicina, leflunimida, inibidores de ciclo-oxigenase-2, paclitaxel, cis-platina, carbo-platina, doxorrubicina, carminomicina, daunorrubicina, aminopterina, metotrexato, metopterina, 55 ΡΕ2331547 mitomicina C, ecteinascidina 743, porfiromicina, 5-fluoro-uracilo, 6-mercaptopurina, gemcitabina, arabinósido da citosina, podofilotoxina, etoposido, fosfato de etoposido, teniposido, melfalan, vinblastina, vincristina, leurosidi-na, epotilona, vindesina, leurosina, ou os seus derivados.
Podem formular-se o composto da invenção e qualquer agente adicional sob formas de dosagem em separado. Em alternativa, para diminuir o número de formas de dosagem administradas a um paciente, podem formular-se o composto da invenção e qualquer agente adicional em conjunto numa combinação qualquer. Por exemplo, pode formular-se o composto da invenção inibidor numa forma de dosagem e o agente adicional em conjunto, noutra forma de dosagem. Quaisquer formas de dosagem em separado podem ser administradas na mesma altura ou em momentos diferentes.
Em alternativa, uma composição desta invenção inclui mais um agente tal como se descreve neste documento. Cada componente pode estar presente nas composições individuais, nas composições de combinação, ou numa composição única.
Exemplificação A prática da invenção presente empregará, a não ser aonde se indicar algo em contrário, técnicas convencionais da biologia celular, da cultura de células, da biologia molecular, da biologia transgénica, da microbiologia e da imunologia, que se encontram adentro dos 56 ΡΕ2331547 conhecimentos da técnica. Proporcionam-se os exemplos 1 -10, 10A, 11 - 27, 29 - 73 e 75-110 a titulo de referências.
Procedimento Experimental Métodos Analíticos
Nos exemplos, caracterizam-se os compostos preparados por cromatografia liquida e espectroscopia de massa utilizando os sistemas e as condições de operação que se descrevem em seguida. Quando estiverem presentes átomos com diferentes isótopos e se apresentar uma única massa, a massa apresentada para o composto é a massa monoisotópica (isto é, de 35C1; de 79Br, etc.). Utilizam-se diversos sistemas, tal como se descreve adiante, e eles estão equipados com, e estão ajustados para funcionar sob, condições operacionais muito semelhantes. Também se descrevem adiante as condições operacionais.
Leva-se a cabo a análise por LCMS utilizando os métodos seguintes:
Sistema de LC-MS da Plataforma Waters:
Sistema de HPLC: Waters 2795
Detector de Espectroscopia de Massa: Micromass Platform LC
Detector PDA: Waters 2996 PDA A pureza é determinada por um detector de conjunto de diodos UV (210— 340 nm) ΡΕ2331547 57
Eluente A Eluente B Gradiente Caudal: Coluna:
Eluente A Eluente B Gradiente Caudal: Coluna:
Eluente A Eluente B Gradiente Caudal: Coluna:
Eluente A Eluente B Gradiente Caudal: Coluna:
Método A
H2O (tampão de NH4HCO3 lOmM ajustado a pH=9,2 com NH4OH) CH3CN 05-95 % de eluente B ao longo de 15 minutos 0,8 mL/min
Waters XBridge Cl8 5pm 2.1 x 50 mm Método B
H2O (tampão de NH4HCO3 lOrrM adustado a pH=9,2 com NH4OH) CH3CN 05-95 % de eluente B ao longo de 3,5 minutos 0,8 mL/min
Waters XBridge Cl8 5μ 2,1 x 50 mm Método C H2O (com 0,1 % de Ácido Fórmico) CH3CN (com 0,1 % de Ácido Fórmico) 5-95 % de eluente B ao longo de 3,5 minutos 0,8 mL/min
Phenomenex Synergy 4μ MAX-RP 80A, 2,0 x 50 mm Método D H2O (com 0,1 % de Ácido Fórmico) CH3CN (com 0,1 % de Ácido Fórmico) 5-95 % de acetonitrilo/água ao longo de 7,75 minutos 1,0 mL/min coluna Inertsil ODS3 100x3 mm C18 ΡΕ2331547 58
Sistema de LC-MS Waters Fractionlynx:
Sistema de HPLC: autoamostrador 2767 - bomba de gradiente binário 2525
Detector de Espectroscopia
de Massa: Waters ZQ
Detector PDA: Waters 2996 PDA A pureza é determinada por um detector de conjunto de diodos UV (200— 340 nm)
Método E
Eluente A Eluente B Gradiente Caudal:
H2O (tampão de NH4HCO3 10 mM ajustado a pH=9,2 com NH4OH) CH3CN 05-95 % de eluente B ao longo de 3,5 minutos 2,0 mL/min Método para Cromatografia Líquida Preparativa Dirigida à Massa (LCMS)
Sistema Fractionlynx da Waters: 2767 Autoamostrador de Dupla Ansa/Colector de Fracções 2525 Bomba preparativa CFO (organizador de coluna fluida) para selecção da coluna RMA (Gestor de reagentes da Waters) como bomba de abastecimento 59 ΡΕ2331547
Espectrómetro de Massa Waters ZQ
Detector de Conjunto de Fotodíodos Waters 2996
Espectrómetro de Massa Waters ZQ
Programa
Masslynx 4.1
Condições de operação de MS da Waters Voltagem capilar: 3,5 kV (3,2 kV para ES Negativo) Voltagem do cone: 25 V Temperatura da fonte: 120 °C Multiplicador: 500 V Gama de varrimento: 125-800 amu Modo de ionização: ElectroAspersão Positiva ou ElectroAspersão Negativa
Uma vez que o traçado analítico demonstra uma boa cromatografia, selecciona-se um método preparativo adequado do mesmo tipo. As condições de funcionamento típicas são:
Coluna
Waters XBridge Cl8 5μ, 100 x 19 mm ou Phenomenex Gemini, 5 μ, 100 x 21,2 mm)
Fase Móvel
Solvente A: H20 + NH4HCO3 10 mM + NH4OH, pH=9,2 Solvente B: CH3CN
Caudal: 24 mL/min 60 ΡΕ2331547
Gradiente: Em geral todos os gradientes incluem um passo inicial de 0,4 min com 95 % de A + 5 % de B. Em seguida e de acordo com o traçado analítico selecciona-se um gradiente de 3, 6 min para se conseguir uma boa separação (por exemplo de 5 % a 50 % de B para os primeiros compostos; de 35 % a 80 % de B para os compostos com retenção intermédia, e assim por diante).
Ish: Leva-se a cabo um passo ish (lavagem) de 1,2 minutos após o gradiente
Re—equilibração: Leva-se a cabo um passo de re-equilibração durante 2,1 minutos para preparar o sistema para a nova separação Caudal de reposição: 1 mL/min
Todos os compostos são habitualmente dissolvidos em 100 % de MeOH ou em 100 % de DMSO.
Procedimentos Experimentais
Procedimento Geral A (desprotecção de BOC)
Trata-se a matéria-prima com excesso de HC1 (solução 4 M em dioxano) . Adiciona-se MeOH e/ou CHCI3 para ajudar a dissolução, quando tal for necessário. Passadas 16 h, evapora-se a amostra in vácuo e purifica-se o resíduo quer por cromatografia sobre S1O2, quer por cromatografia de permuta iónica, quer ainda por LCMS preparativa. ΡΕ2331547 61
Análogos Nitrilo
Exemplo Ά
Adiciona-se a uma solução agitada de 5-bromo-2-nitropiridina (4,93 g, 24,3 mmol) e éster terc-butílico do ácido piperazino-l-carboxílico (4,97 g, 26,7 mmol) em CH3CN (60 mL), DIPEA (4,65 mL, 26,7 mmol). Aquece-se a mistura ao refluxo durante 72 horas e depois arrefece-se até à temperatura ambiente e separa-se o produto precipitado por filtração. Concentra-se o filtrado e purifica-se por cromatografia rápida em coluna com 30 % EtOAc/petróleo.
Recristaliza-se o conjunto dos produtos a partir de EtOAc/petróleo para se obter éster terc-butilico do ácido 4-(6-nitro-piridin-3-il)-piperazino-l-carboxílico, (4,50 g, 80 % de rendimento). MS(ESI) m/z 308 (M+H)+
Exemplo B
Agita-se uma mistura de éster terc-butilico do ácido 4-(6-nitro-piridin-3-il)-piperazino-l-carboxílico (3,40 g, 11,0 mmol) com Pd a 10 % Pd sobre C (400 mg, 0,376 mmol) em etanol (100 mL) e acetato de etilo (100 mL) sob 62 ΡΕ2331547 uma pressão de 1 atmosfera de hidrogénio, de um dia para o outro. Filtra-se a mistura e concentra-se para se obter éster terc-butilico do ácido 4-(6-amino-piridin-3-il)-piperazino-l-carboxílico (2,87 g, 94 % de rendimento). MS (ESI) m/z 278 (M+H)+
Exemplo de referência 104 7-Ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbonitrilo
Adicionam-se sequencialmente a uma solução agitada de (5-bromo-2-cloropirimidin-4-il)-ciclopentil-amina (1,00 g, 3,62 mmol) e PdCl2 (dppf) ·diclorometano (148 mg, 0,181 mmol) em THF (10 mL) , Et3N (0,757 mL, 5,43 mmol) e 3,3-dietoxi-propino (0, 778 mL, 5,43 mmol) à temperatura ambiente. Desgaseifica-se a mistura sob uma corrente de N2 e agita-se à temperatura ambiente durante 10 minutos antes de se lhe adicionar Cul (29 mg, 0,154 mmol) . Evacua-se o reactor e volta a encher-se com N2 (x 3), e aquece-se a 63 ΡΕ2331547 60°C durante 48 horas. Deixa-se a mistura arrefecer, dilui-se com EtOAc, filtra-se e retoma-se em H2O e acetato de etilo. Separam-se as fases e extraiu-se ainda a fase aquosa com EtOAc (x 3), seca-se o conjunto das fases orgânicas (MgS04) , filtra-se e concentra-se. Purifica-se o resíduo por cromatografia sobre S1O2, eluindo com um gradiente de 5 % de EtOAc/petróleo até 20 % de EtOAc/petróleo para se obter [2-cloro-5-(3,3-dietoxi-prop-l-inil)-pirimidin-4-il]-ciclopentilamina (636 mg, 54 %) . MS (ESI) m/z 324,2 (M+H) +
Adiciona-se a uma solução agitada de [2-cloro-5-(3,3-dietoxi-prop-l-inil)-pirimidin-4-il]-ciclopentil-amina (7,50 g, 23,3 mmol) em THF (45 mL) , TBAF 1 N em THF (100 mL, 116 mmol) à temperatura ambiente. Aquece-se a mistura reaccional ao refluxo de um dia para o outro. Depois de arrefecer, retoma-se a mistura em H2O e diclorometano. Separam-se as fases e extrai-se a fase aquosa com diclorometano (x 2). Seca-se o conjunto dos extractos orgânicos (MgS04) , filtra-se e concentra-se. Purifica-se o resíduo por cromatografia sobre SÍO2 eluindo com um gradiente de 10 % de EtOAc/petróleo até 30 % de
EtOAc/petróleo para se obter 2-cloro-7-ciclopentil-6-dietoximetil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidina, (5,68 g, 76 %). MS (ESI) m/z 324,1 (M+H)+ 64 ΡΕ2331547 cr n
Adiciona-se a uma solução agitada de 2-cloro-7-ciclopentil-6-dietoximetil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidina (6,29 g, 19,5 mmol) em 1,4-dioxano (68 mL), HC1 concentrado (19 mL) , à temperatura ambiente. Agita-se a mistura reaccional durante 30 minutos, depois neutraliza-se com solução aquosa 2 N de NaOH e com solução aquosa saturada de NaHC03. Extrai-se a mistura com EtOAc (x 3), seca-se a mistura dos extractos orgânicos (MgS04), filtra-se e concentra-se para se obter 6 g do 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbaldeído em bruto sob a forma de um sólido bege. Adiciona-se a uma suspensão agitada do 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbaldeído em bruto em MeCN (125 mL) e H20 (125 mL), H2N-SO3H (6,62 g, 58,5 mmol) à temperatura ambiente. Agita-se a mistura reaccional durante 3 horas e torna-se o pH >10 com solução aquosa 2 N de NaOH e agita-se a mistura reaccional durante 1 hora. Extrai-se a mistura com diclorometano (x 3) , seca-se a mistura dos extractos orgânicos (MgS04) , filtra-se e concentra-se. Purifica-se o resíduo por cromatografia sobre Si02, eluindo com um gradiente de 5 % de EtOAc/petróleo até 20 % de EtOAc/petróleo obtendo-se 4,00 g de 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino- 6-carbonitrilo sob a forma de um sólido branco, 83 % de rendimento. MS (ESI) m/z 247,0 (M+H) + 65 ΡΕ2331547
Processo A de Buchwald
Adicionam-se sequencialmente a uma solução agitada de 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi-dino-6-carbonitrilo (80 mg, 0,324 mmol) em tolueno (5,0 mL) , Pd2 (dba)3 (16 mg, 0,0162 mmol), 2-di-terc-butil- fosfino-2',4',6'-tri-isopropilbifenilo (14 mg, 0,0324 mmol) e éster terc-butilico do ácido 4-(6-amino-piridin-3-il) -piperazino-l-carboxílico (Exemplo B) (99 mg, 0,357 mmol). Desgaseifica-se a mistura sob uma corrente de N2 e adiciona-se LiHMDS (1 M em THF; 0,650 mL, 0,650 mmol). Aquece-se a mistura reaccional a 110°C de um dia para o outro. À temperatura ambiente, dilui-se a mistura com EtOAc, filtra-se e concentra-se. Purifica-se o resíduo por cromatografia sobre SÍO2, eluindo com EtOAc para se obterem 35 mg de material que se tritura com uma mistura a 1:1 de EtOAc/petróleo para se obter éster terc-butílico do ácido 4 - [ 6- ( 6-ciano-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-piperazino-l-carboxílico (20 mg).
Utilizando o Processo Geral A, obtém-se a partir de éster terc-butílico do ácido 4-[6-(6-ciano-7-ciclo-pentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]_ piperazino-l-carboxílico (20 mg) um produto em bruto que se 66 ΡΕ2331547 purifica numa coluna SCX (eluindo com uma mistura a 1:17 de NH3 2 M em MeOH/diclorometano) para se obter um sólido. Triturando-o com éter dietílico obteve-se 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbonitrilo (8,8 mg, 7 %) (para os 2 passos). MS (ESI) m/z 389,2 (M+H)+ (método A). RMN de ΧΗ (400 MHz, DMSO-d6) : 9, 68 (1H, s), 8, 91 (1H, s) , 8,11 (1H, d) , 8,01 (1H, d), 7,51 (1H, s), 7, 43 (1H, dd) , 5,07 (1H, quinteto), 3,10-2,99 (4H, m) , 2,92-2, 78 (4H, m) , 2,32-2,08 (4H, m) , 2,08-1,92 (2H, m), 1,82-1, 66 (2H, m).
Exemplo de referência 47 7-Ciclopentil-2-((4-dimetilaminopiperidin)-1-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbonitrilo
Repetindo os processos descritos no Exemplo A, parte-se de 4-dimetilaminopiperidina (2,60 g, 18,4 mmol) para se obter dimetil-[1-(6-nitro-piridin-3-il)-piperidin- 67 ΡΕ2331547 4 — i1]-amina, (3,90 g, 80 %) (purificação por precipitação). MS (ESI) m/z 250,1 (M+H)+.
Repetindo os processos descritos no Exemplo B, parte-se de dimetil-[1-(6-nitro-piridin-3-il)-piperidin-4-il]-amina (3,90 g, 15,6 mmol) para se obter 5-(4-dimetilaminopiperidin-l-il)-piridin-2-ilamina (3,32 g, 97 %). [M-H]+ = 219,1.
Seguindo o Processo A de Buchwald, parte-se de 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboni-trilo (95 mg, 0,385 mmol) e de 5-(4-dimetilaminopiperidin-1-il)-piridin-2-ilamina (93 mg, 0,424 mmol) para se obter 7-ciclopentil-2-((4-dimetilaminopiperidin)-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbonitrilo (77 mg, 46 %) [após trituração com uma mistura a 1:1 de EtOAc/pe-tróleo] MS(ESI) m/z 431,2 (M+H)+ (método A). RMN de ΧΗ (400 MHz, DMSO- -d6 ) : 9 , 66 (1H, s) , 8, 90 (1H, s) , 8,09 (1H, d), 8,02 (1H, d) , 7, 51 (1H, s) , 7, 45 (1H, dd) , 5, 07 (1H, quinteto), 3,74 -3, , 62 (2H, m) , 2,75-2, 63 (2H, m) , 2,30- -2,08 (HH, m), 2,08- i, 92 ( 2H, m) , 1,92-1, 81 (2H, m) , 1,81- 1, 66 (2H, m), 1, 59-1, 44 (2H, m) φ ΡΕ2331547 68
Exemplo de referência 2 rac-7-Ciclopentil-2-[5-(3-metil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6- carbonitrilo
Repetindo os processos descritos no Exemplo A, o éster terc-butílico do ácido 2-metil-piperazino-l-carbo-xílico (1,08 g, 5,40 mmol) proporcionou éster terc-butilico do ácido 2-metil-4-(6-nitro-piridin-3-il)-piperazino-1-carboxílico (0,610 g, 39 %) (após uma cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 2 % de MeOH/diclorometano) . MS (ESI) m/z 323 (M+H) +.
Repetindo os processos descritos no Exemplo B, hidrogena-se o éster terc-butilico do ácido 2-metil-4-(6-nitro-piridin-3-il)-piperazino-l-carboxílico (600 mg, 1,52 mmol) com Pd sobre C num reactor Η-Cube (Thales) (em vez de 69 ΡΕ2331547 sob uma atmosfera de hidrogénio) para se obter o éster terc-butílico do ácido 4-(6-amino-piridin-3-il)-2-metil-piperazino-l-carboxílico (544 mg, 98 %) . MS (ESI) m/z 293 (M+H)+.
Utilizando o Processo A de Buchwald, parte-se de 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbo-nitrilo (95 mg, 0,385 mmol) e de éster terc-butílico do ácido 4-(6-amino-piridin-3-il)-2-metil-piperazino-l-carbo-xílico (124 mg, 0,424 mmol) para se obter éster terc-butílico do ácido 4-[6-(6-ciano-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-2-metil-piperazino-l-carboxílico (128 mg) [após uma cromatografia sobre S1O2 eluindo com 1 a 2,5 % de MeOH/diclorometano e de uma trituração subsequente com éster dietilico]. Utiliza-se directamente o material no passo seguinte.
Utilizando o Processo Geral A, parte-se do éster terc-butílico do ácido 4-[6-(6-ciano-7-ciclopentil-7H- pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-2-metil-piperazino-l-carboxílico para se obter éster terc-butilico do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3-metil-piperazin-l-il)-piri-din-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbonitrilo (91 mg, 59 % para os 2 passos) [após uma purificação numa coluna Strata-NH2, eluindo com uma mistura a 1:1 de 70 ΡΕ2331547
MeOH/diclorometano, e uma trituração subsequente com éter diet: llico] . MS (ESI ) m/ z 403,2 (M+H)+ (método A) • RMN de 1 H (400 MHz, DMSO- d6) : 1C ),0 0 (1H, s) , 9, 00- -8,87 (2H, m) , 8, 64 -8,51 (1H, m) , 8,17- 8, 05 (2H, m) , 7, 61 (1H, d) , 7,55 (1H, s), 5,10 (1H, quinteto) 1 , 3, 85- -3, 67 (2H, m) , 3, 50- -3, 36 (2H, m) , 3,20 (1H , dd) , 2, 97 (1H, t) , 2,75 (1H, t) , 2,32 (3H, s), 2,29-2,10 (4H, m) / 2, 08- -1, 94 (2H, m) , 1 ,82- 1, 68 (2H, m) , 1,29 (3H, d) .
Exemplo de referência 106 7-Ciclopentil-2-(5-[1,4]diazepan-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbonitrilo
Repetindo os processos descritos no Exemplo A, o éster terc-butílico do ácido [1,4]diazepano-l-carboxílico (1,08 g, 5,40 mmol) em CH3CN (20 mL) proporcionou obter éster terc-butílico do ácido 4-(6-nitro-piridin-3-il)-[1,4]diazepano-l-carboxílico (533 mg) [após cromatografia sobre Si02 eluindo com 2 % de MeOH/diclorometano]. MS (ESI) m/z 323 (M+H) + . 71 ΡΕ2331547
Repetindo os processos descritos no Exemplo B, o éster terc-butilico do ácido 4-(6-nitro-piridin-3-il) -[1,4]diazepano-l-carboxílico (490 mg, 1,52 mmol) é hidro-genado com Pd sobre C num Η-Cube (Thales) (em vez de sob uma atmosfera de hidrogénio) para se obter éster terc-butilico do ácido 4-(6-amino-piridin-3-il)-[1,4]diazepano-1-carboxílico (544 mg, 98 %) . MS (ESI) m/z 293 (M+H) + .
Seguindo o Processo A de Buchwald, de 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3—d]pirimidino-6-carbonitrilo (95 mg, 0,385 mmol) e de éster terc-butilico do ácido 4—(6— amino-piridin-3-il)-[1,4]diazepano-l-carboxílico (124 mg, 0,424 mmol) obteve-se éster terc-butílico do ácido 4—[6—(6— ciano-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3 — d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-[1,4]diazepano-l-carboxílico (96 mg) [após cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 1 a 3 % de MeOH/di-clorometano e após uma trituração subsequente com éter dietílico]. Utiliza-se o material directamente no passo seguinte. 72 ΡΕ2331547
Seguindo o Processo Geral A, parte-se de éster terc-butílico do ácido 4-[ 6-(6-ciano-7-ciclopentil-7H- pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il] — [1,4]di — azepano-l-carboxílico para se obter 7-ciclopentil-2-(5-[1,4]diazepan-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pi-rimidino-6-carbonitrilo (71 mg, 46 % para os 2 passos [após purificação numa coluna Strata-NH2, eluindo com uma mistura a 1:1 de MeOH/diclorometano, e após uma trituração subsequente com éter dietilico] . MS (ESI) m/z 403,2 (M+H) + (método A). RMN de XH (400 MHz, DMSO-d&) : 9, 01 (1H, s) , 8, 67 (2H, s), 7,95-7, 80 (2H, m) , 7,73-7,54 (2H, m) , 5, 14 (1H, quinteto) , 3,75 (2H , t) , 3,54 (2H, t), 3,34 -3,26 (2H, m) , 3,23-3,14 (2H, m ) , 2,33 (3H, s), 2,27- 2,13 (4H, m) , 2 ,13- 1,93 (4H, m) , 1,83-1, 67 (2H, m) .
Exemplo de referência 105 7-Ciclopentil-2-(5-hidroximetil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbonitrilo
73 ΡΕ2331547
Seguindo o Processo A de Buchwald, parte-se de 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboni-trilo (95 mg, 0,385 mmol) e de 5-(terc-butil-dimetil-silaniloximetil)-piridin-2-ilamina (101 mg, 0,424 mmol) (Exemplo C) para se obterem 114 mg de 2-[5-(terc-butil-dimetil-silaniloximetil)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbonitrilo [após uma croma-tografia sobre S1O2 eluindo com 1 a 2 % de MeOH/diclo-rometano e uma trituração subsequente com éter dietílico].
Adiciona-se a solução agitada de 2-[5-(terc-butil-dimetil-silaniloximetil)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbonitrilo em THF (2,0 mL) , HF»piridina (0,080 mL) a 0°C. Agita-se a mistura reaccional à temperatura ambiente durante 16 h e depois dilui-se com acetato de etilo, lava-se com solução saturada de NaHCCb, seca-se (MgS04) , filtra-se e concentra-se. Uma trituração com éter dietílico proporciona 7-ciclopentil-2-(5-hidroximetil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbonitrilo, 68 mg, 53 % de rendimento (nos 2 passos). MS (ESI) m/z 335,0 (M+H)+ (método A). RMN de ΧΗ (400 MHz, DMSO-de) : 9,96 (1H, s) , 8,97 (1H, s) , 8,33-8,21 (2H, m) , 7,75 (1H, dd) , 7,55 (1H, s) , 5,19 (1H, t), 5,10 (1H, quinteto), 4,49 (2H, d), 2,37-2,10 (4H, m) , 2,10-1,92 (2H, m) , 1, 85-1, 67 (2H, m) . 74 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 9
Dimetilamida do ácido {5-[4-(2-ciano-etil)-pipe-razin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7-ciclopentil-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Repetindo os processos descritos no Exemplo A, (excepto o aquecimento feito a 130°C durante 1 h num micro-ondas CEM Discovery, em vez do aquecimento ao refluxo), o 3-piperazin-l-il-propionitrilo (510 mg, 3,63 mmol) proporcionou 3-[4-(6-nitro-piridin-3-il)-piperazin-l-il]-propio-nitrilo sob a forma de um sólido cristalino branco (212 mg, 25 %) [após uma cromatograf ia sobre SÍO2, eluindo com 0-10-% de metanol/diclorometano e uma recristalização subsequente a partir de acetato de etilo/éter de petróleo (212 mg, 25 %). MS (ESI) m/z 262,1 (M+H)+.
// Λ nh2
Repetindo os processos descritos no Exemplo B, o 3-[4-(6-nitro-piridin-3-il)-piperazin-l-il]-propionitrilo 75 ΡΕ2331547 (200 mg, 0,763 mmol) proporcionou 3-[4-(6-amino-piridin-3-il) -piperazin-l-il] -propionitrilo (165 mg, 94 %) que se utilizou no passo seguinte sem qualquer purificação adicional. MS (ESI) m/z 232,1 (M+H)+.
Seguindo o Processo A de Buchwald, o 3—[4—(6— amino-piridin-3-il)-piperazin-l-il]-propionitrilo (173 mg, 0,751 mmol) e a dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (200 mg, 0, 683 mmol) proporcionaram dimetilamida do ácido 2 — {5 — [4- (2-ciano-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (34 mg, 10 %) [após uma purificação por LCMS preparativa] . MS (ESI) m/ z 488,2 (M+H)+ (método B) . RMN de ΧΗ (400 MHz, Me- d3-OD) : 8,72 (1H, s) , 8,24 (1H, d), 7,99 (1H, d), 7,51 (1H, dd) , 6,62 (1H, s), 4,82-4, 72 (1H, m) , 3,23 (4H, t) , 3,17 (6H, s), 2,82-2, 65 (8H, m) , 2, 62-2,48 (2H, m) , 2,17-1,98 (4H, m), 1,86-1,64 (2H, m).
Exemplo de referência 25
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2,2,2-trifluoro-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
76 ΡΕ2331547
Repetindo os processos descritos no Exemplo A, (excepto o aquecimento feito a 130°C durante 1 h num micro-ondas CEM Discovery, em vez do aquecimento ao refluxo), a 1-(2,2,2-trifluoroetil)piperazina (1,31 g, 5,41 mmol) proporcionou 1- (6-nitro-piridin-3-il)-4-(2,2,2-trifluoroetil)-piperazina (210 mg, 15 %) [após purificação por cro-matografia sobre S1O2, eluindo com 0 a 10 % de MeOH/di- clorometano]. MS (ESI) mlz 291,1 (M+H)+.
NH2
Repetindo os processos descritos no Exemplo B, de 6-nitro-piridin-3-il)-4-(2,2,2-trifluoro-etil)-piperazina (210 mg, 0,724 mmol) obtém-se 5-[4-(2,2,2-trifluoro-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamina (158 mg, 84 %), que se utiliza no passo seguinte sem qualquer purificação adicional. MS (ESI) m/z 261,1 (M+H)+. Método B de Buchwald
Desgaseifica-se uma mistura de 5-[4-(2,2,2-trifluoro-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamina (158 mg, 0,607 mmol), dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (118 mg, 0,405 77 ΡΕ2331547 mmol), Pd2(dba)3 (18,5 mg, 0,020 mmol), BINAP (25 mg, 0,040 mmol) e terc-butóxido de sódio (70 mg, 0,728 mmol) em dioxano (3,5 mL), e aquece-se a 100°C durante 1 h num forno de micro-ondas CEM Discovery. Retoma-se a mistura reaccional em diclorometano e solução saturada de NaHC03. Separa-se a fase orgânica e extrai-se a fase aquosa com mais diclorometano. Lava-se o conjunto dos extractos orgânicos com salmoura, seca-se (MgS04) , filtra-se e concentra-se. Purifica-se o produto em bruto por croma-tografia sobre gel de sílica (0 a 10 % de metanol/dicloro-metano) para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2 —{5 — [4 - (2,2,2-trifluoro-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico, que se purifica mais por trituração com acetonitrilo (115 mg, 55 %). MS (ESI) m/z 517,2 (M+H)+ (método A). RMN de ΧΗ (400 MHz, Me-d3-0D): 8,72 (1H, s), 8,24 (1H, d), 7,98 (1H, d), 7,50 (1H, dd) , 6,62 (1H, s) , 4,81- 4,72 (1H, m) , 3,27-3, 09 (12H, m) , 2,89 (4H, t) , 2,61-2,49 (2H, m) , 2,16-2,01 (4H, m) , 1,81-1,69 (2H, m) .
Exemplo de referência 8
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-[1,4]di-azepan-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico.
78 ΡΕ2331547
Utilizando o Processo A de Buchwald, da dime-tilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo [2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (0,13 g, 0,444 mmol) obtém-se éster terc-butilico do ácido 4-[ 6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-[1,4]diazepano-l-carboxilico (66 mg, 27 %) [após uma purificação por cromatografia sobre SÍO2 eluindo com 0 a 3 % de MeOH em diclorometano] . MS ( ESI) m/z 549,3 (M+H) +.
Utilizando o Processo Geral A, parte-se de éster terc-butilico do ácido 4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarba-moil-7H-pirrolo[2,3 — d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-[ 1,4 ] diazepano-l-carboxilico (66 mg, 0,12 mmol) para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-[1,4]dia-zepan-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxí lico (35 mg, 65 %) sob a forma de um sólido amarelado [após uma purificação numa coluna cromatográfica scx eluindo com 15 % de (NH3 2 M em MeOH)/DCM]. MS (ESI) m/z 449,2 (M+H)+ (mé :todo C) . RMN de (400 MHz, Me- d3-OD): 8,69 (1H, s) , 8,08 (1H, d) , 7,83 (1H, d) , 7,30 (1H , dd), 6, 60 (1H, s) , 4,76 (1H, quinteto), 3,63 (4H , t) , 3, 17 (7H, s), 3,09 (2H , t) , 2, 91 (2H, t), 2, 61- 2,45 (2H, m) , 2,17-1,93 1 (7H, m) , 1,80- 1, 63 (2H, m) . 79 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 13
Dimetilamida do ácido rac-2-[5-(3-amino-pirro-lidin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico.
I
i
Repetindo os processos descritos no Exemplo A, o éster terc-butílico do ácido pirrolidin-3-il-carbâmico (2,52 g, 13,5 mmol) deu éster terc-butílico do ácido [1— (6 — nitro-piridin-3-il)-pirrolidin-3-il]-carbâmico sob a forma de um sólido amarelo (2,16 g, 57 %) [após trituração com EtOAc].
[M+H] 309,2.
Repetindo os processos descritos no Exemplo B, o éster terc-butílico do ácido [1-(6-nitro-piridin-3-il)-pirrolidin-3-il]-carbâmico (2,16 g, 7,01 mmol) deu éster 80 ΡΕ2331547 terc-butílico do ácido [1-(6-amino-piridin-3-il)-pirroli-din-3-il]-carbâmico sob a forma de um sólido roxo (1,12 g, 56 %). [após cromatografia sobre SÍO2 eluindo com 2,5 a 7,5 % de MeOH/diclorometano). [M+H]+= 279,2.
Utilizando o Processo A de Buchwald, partindo de dietilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (0,13 g, 0,444 mmol) e de éster terc-butílico do ácido [1-(6-amino-piridin-3-il)-pirroli-din-3-il]-carbâmico (0,136 g, 0,488 mmol) obtém-se éster terc-butílico do ácido {1-[ 6-(7-ciclopentil-6-dimetilcar-bamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-pirrolidin-3-il}-carbâmico (35 mg, 15 %) (por cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 3 % de MeOH/diclorometano). MS (ESI) m/z 535,3 (M+H)+.
Utilizando o Processo Geral A, parte-se de éster terc-butílico do ácido {1-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcar-bamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-pirrolidin-3-il}-carbâmico (35 mg, 0,0655 mmol) e obtém-se dimetilamida do ácido rac-2-[5-(3-amino-pirrolidin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi- 81 ΡΕ2331547 dino-6-carboxilico sob a forma de um sólido amarelo (11 mg, 39 %) [após uma cromatografia sobre SÍO2 eluindo com 5 % de (NH3 2,0 M em MeOH) , /DCM] . MS (ESI) m/ z 435,2 (M+H) + (método C). RMN de (400 MHz, Me-d3-0D) : 8, 68 (1H, s) , 8 ,10 (1H, d) , 7, 66 (1H, d) , 7, 11 (1H, dd) r 6, 60 (1H, s) , 4, 79- 4,66 (1H , m) , 3, 76' LO cn (1H, m) , 3, 60 -3,46 (2H, m) , 3 ,17 (6H, s) , 3, 15 -2, 87 (2H, m) , 2, 62 -2, 44 (2H, m) , 2,37 -2 , 22 (1H, m) , 2,17 -1, 98 (4H, m) , 1, 98 -1, 80 (1H, m) , 1,80 -1 , 63 (2H, m).
Exemplo de referência 19
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3-me-til-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pi-rimidino-6-carboxílico.
I
Utilizando o Processo A de Buchwald, a dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (0,142 g, 0,485 mmol) e o éster terc-butilico do ácido (+/-)-4-(6-amino-piridin-3-il)-2-metil-piperazino-l-carboxílico (0,156 g, 0,533 mmol) deram éster terc-butílico do ácido 4-[ 6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)- 82 ΡΕ2331547 piridin-3-il]-2-metil-piperazino-l-carboxílico (260 mg, 97 %) (após uma cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 3 % de MeOH/diclorometano). MS (ESI) m/z 549,3 (M+H)+.
Utilizando o Processo Geral A, o éster terc-butílico do ácido 4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-2-me-til-piperazino-l-carboxílico (260 mg, 0,474 mmol) deu dime-tilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3-metil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbo-xílico sob a forma de um sólido bege (67 mg, 31 %) [após uma cromatograf ia sobre SÍO2 eluindo com 5 % de (NH3 2,0 M em metanol/diclorometano] . MS (ESI) m/z 449, 4 (M+H) + (método D) . RMN de ΧΗ (400 MHz, DMSO· -d6) : 9,23 (1H, s) , 8, 76 (1H, S) 1 8,13 (1H, d) , 7, 98 (1H, d) , 7,41 (1H, dd) , 6, 60 (1H, s) r 4,80 -4, 67 (1H, m) , 3,46 (2H, t) , 3,06 (6H, s ) , 3, 02- 2, 90 (1H, m) , 2, 90 -2,74 (2H, m) , 2, 61- -2,49 (2H, m ) , 2,49- 2, 27 (2H, m) , 2,27- -2,08 (2H, m) , 1, 98 (4H, s) , 1, 65 (2H, d) r 1,03 (3H, d) .
Exemplo de referência 5
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-fluoro-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico 83 ΡΕ2331547
Adicionou-se a uma solução de cloridrato da dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (150 mg, 0,318 mmol) e carbonato de potássio (132 mg, 0, 955 mmol) em acetonitrilo (3 mL) e DMF (2 mL) , l-bromo-2-fluoroetano (0,035 mL, 0,478 mmol) e aquece-se a mistura a 80°C durante 24 h num tubo reaccional selado. Depois de arrefecer, retoma-se a mistura reaccional em diclorometano e água. Separa-se a fase orgânica e extrai-se a fase mais a fase aquosa com diclorometano. Lava-se o conjunto das fases orgânicas com salmoura, seca-se (MgS04) , filtra-se e concentra-se. Purifica-se o produto em bruto por cromatografia sobre gel de sílica (0 a 10 % de metanol/diclorometano) para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-fluoro-etil)-piperazin-l-il]-piri-din-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (84 mg, 55 %) sob a forma de um sóli do branco -suj o . MS (ESI ) m/z 481, 2 (M+H)+ (método B) . RMN de 1H (400 MHz, DMSO- -d6) : 9,23 (1H, s) , 8,75 (1H, s) , 8,14 (1H, d) , 7, 99 (1H, d) , 7 ,43 (1H, dd) , 6, 60 (1H, s) , 4,79 -4, 68 (1H, m) , 4,64 (1H, t) , 4,53 (1H, t) , 3, 14 (4H, t) , 3,06 (6H, s) , 2,72 (1H, t) , 2, 68- 2, 60 (5H, m) , 2,49-2,37 (2H, m) , 1,98 (4H, s) , 1,65 (2H, d). 84 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 84
Dimetilamida do ácido 2-[5-(4-cianometil-pipera-zin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Repetindo os processos descritos no Exemplo 5, o cloridrato da dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (150 mg, 0,318 mmol) deu dimetilamida do ácido 2-[5-(4-cianometil-piperazin-l-il)-piri-din-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico sob a forma de um sólido branco-sujo (99 mg, 66 %). MS (ESI) m/z 474,4 (M+H)+ (método B). RMN de ΧΗ (400 MHz, DMSO- ~d6) 9, 25 (1H, s) , 8,75 (1H, s) , 8, 15 (1H, d) , co o 1 7, 97 (1H, d) r <1 co 1 7,41 (1H, dd) , 6,59 ( 1H, s) , 00 -4, 69 (1H, m) , 3, 81 (2H, s) , 3, 18 (4H, t) , 3, 06 (6H, s) , 2, 66 (5H, t) , 2, 43 (1H, d) , 1, 99 (4H, s) , 1,70-1, 61 (2H, m) . 85 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 14
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-metoxi-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Repetindo os processos descritos no Exemplo 5, o cloridrato da dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi-dino-6-carboxílico (150 mg, 0,318 mmol) deu dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-metoxi-etil)-piperazin-l-il] -piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico sob a forma de um sólido branco-sujo (46 mg, 29 %). MS (ESI) m/z 493,5 (M+H)+ (método B). RMN de 1H (400 MHz, DMSO-d6) : 9,22 (1H, S) , 8,75 (1H, s) , 8, 14 (1H, d) , 7, 98 (1H, d), 7,42 (1H, dd) , 6, 60 (1H, s) , 4, , 78 -4, 69 (1H, m) , 3,48 (2H, t), 3,26 (3H , s) , 3, 18- 3,09 ( 4H, m) , 3,06 (6H, s) , 2,65-2,52 (6H, m) , 2,47- 2,35 (2H, m ) , 1, 98 (4H, s), 1, .71-1 , 58 (2H, m) I .
Exemplo de referência 10
Dimetilamida do ácido 2-[5-(4-carbamoilmetil-piperazin-l-il) -piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico 86 ΡΕ2331547
Repetindo os processos descritos no Exemplo 5, o cloridrato da dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi-dino-6-carboxilico (100 mg, 0,212 mmol) deu dimetilamida do ácido 2-[5-(4-carbamoílmetil-piperazin-l-il)-piridin-2-il-amino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxi-lico (66 mg, 63 %) sob a forma de um sólido branco-sujo [após cromatografia sobre SiC>2 eluindo com 0 a 10 % de (NH3 2 m em metanol/diclorometano) . MS (ESI) m/z 492,3 (M+H) + (método B). RMN de 1H (400 MHz, DMSO-d, d: 9,22 (1H , s) , 8,75 (1H, s) , 8, 14 (1H, d), 7 ,99 (1H, d), 7,43 (1H, dd) , 7,25- 7,17 (1H, r m) , 7, 17- -7,10 (1H, m), 6, 59 (1H, s) , 4,77 -4,70 (1H, m) , 3, 17 (4H, t) , 3,06 (6H, s, ), 2,94 (2H, s) , 2, 61 (4H, t) , 2,44 (2H, : 3), 1, 98 (4H, s), 1,65 (2H , d) #
Exemplo de referência 33
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5—{4—[2-(2-hidroxi-etoxi)-etil]-piperazin-l-il}-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico 87 ΡΕ2331547
ο *
OH
Adiciona-se gota a gota, a uma solução agitada de terc-butildimetilclorossilano (solução a 50 % em peso em tolueno, 8,38 mL, 24,08 mmol) e imidazole (1,78 g, 26,09 mmol) em DMF (10 mL) a 0°C, 2-(2-cloroetoxi)etanol (2,13 mL, 20,07 mmol). Agita-se a mistura reaccional durante 1 h a 0°C, aquece-se até à temperatura ambiente e agita-se durante mais 17 h. Retoma-se a mistura reaccional em éter dietilico e salmoura. Seca-se o conjunto das fases orgânicas (MgS04) , filtra-se e concentra-se sob pressão reduzida para se obter produto (76 mg, 0,318 mmol) que se utiliza directamente sem purificação adicional.
Repetindo os processos descritos no Exemplo 5, o cloridrato da dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi-dino-6-carboxilico (100 mg, 0,212 mmol) deu dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2- (5 —{4 —[2-(2-hidroxi-etoxi)-etil]-pi-perazin-l-il}-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi-dino-6-carboxílico sob a forma de um sólido branco-sujo (13 mg, 12 %) . MS (ESI) m/z 523,5 (M+H)+ (método D) . ΡΕ2331547 RMN de ΧΗ (400 MHz (1H, s) , 8,14 (1H, d) , 7, 99 (1H, s) , 4,79 co <x> 1 (1H, m) , 3,50 (2H, q), 3,44 (2H, t) , s) , 2, 60 (4H, t) , 2,54 (2H, 1, 91 (4H, m) , 1,71- 1,59 (2H, DMSO ~d6) : 9,22 \—1 s) , 8,75 (1H, d), 7 ,43 (1H, dd) , 6, 60 4, 61 (1H, t) , 3,57 (2 H, , t) , 1 LO \—1 00 3,09 (4H, m) , 3,06 (6H, t) , 2 !, 48-2 ,37 (2H, m) , 2,05- ) ·
Exemplo de referência 88
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-dimetilamino-acetil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Adiciona-se a uma solução de cloridrato da dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (80 mg, 0,170 mmol), N,N-dimetilglicina (18 mg, 0,170 mmol) e di-isopropiletilamina (0,089 mL, 0,509 mmol) em DMF (lmL), TBTU (55 mg, 0,170 mmol) e agita-se a mistura reaccional à temperatura ambiente durante 1 hora. Adiciona-se metanol (0,5 mL) e purifica-se a mistura reaccional por cromatografia sobre gel de sílica (gradiente de 0 a 10 % de NH3 2 M em metanol/diclorometano) para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-dimetilamino- 89 ΡΕ2331547 acetil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico, que se purifica mais por trituração com acetonitrilo, sob a forma de um sólido branco-sujo (69 mg, 78 %). MS (ESI) m/z 520,4 (M+H)+ (método D). RMN de 1 H (400 MHz, Me-d3-0D) : 8,75 (1H, s) , 8, 28 -8,21 (1H, m) , 8, 01 (1H, d), 7, 61 -7, 55 (1H, m) , 6, 65 (1H, s) , OO 00 -4,75 (1H, m) , 4,22 (2H, s) , 3, 84 (2H, t) , 3, 64 (2H, t), 3,28 -3,21 (4H, m) , 3, 18 (6H, s) , 2, 92 (6H, s) r 2, 60- 2,50 (2H, m) , 2, 16-2,02 (4H, m) , 1, 80- 1,70 (2H, m) .
Exemplo de referência 12
Dimetilamida do ácido 2-{5-[4-(2-amino-acetil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Repetindo os processos descritos no Exemplo 88, o cloridrato da dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi-dino-6-carboxílico (150 mg, 0,318 mmol), e N-BOC-glicina (56 mg, 0,318 mmol) deram um produto em bruto que se purifica por cromatografia sobre Si02, eluindo com 0 a 7 % 90 ΡΕ2331547 de metanol/diclorometano para se obter éster terc-butílico do ácido (2-{4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-piperazin-1-il}-2-oxo-etil)-carbâmico que se utiliza directamente no passo seguinte.
Seguindo o Processo Geral A, o éster terc-butílico do ácido (2-{4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcar-bamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-piperazin-l-il}-2-oxo-etil)-carbâmico deu dimetilamida do ácido 2 —{5 —[4-(2-amino-acetil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-car-boxílico sob a forma de um sólido amarelo-pálido (96 mg, 61 %) [após uma purificação por cromatografia sobre SÍO2 eluindo com 0 a 10 % de (NH3 2 M em metanol/diclorometano]. MS (ESI) m/z 492,3 (M+H)+ (método B). RMN de XH (400 MHz, Me- d3-OD) : 8,73 (1H, s), 8,28 (1H, d) , 8, 02 (1H, d), 7,55 (1H, dd) , 6,64 (1H, s), 4,82- 4,73 (1H, m) , 3, 97 (2H, s), 3, 8 8-3,78 (2H, m) , 3,65 (2H, t) , 3,28- -3,19 (4H, m) , 3,17 (6H ·, s), 2,55 (2H, d), 2,09 (4H, m) , 1,82- -1, 69 (2H, m).
Análogos de Aminas Benzilica
Processo Geral B (aminação redutora com Na (OAc) 3BH)
Dissolvem-se dimetilamida do ácido 7-ciclopentil- 91 ΡΕ2331547 2-(5-formil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino- 6-carboxílico (1 eq. mol.), amina (1,1 eq. mol.) em diclorometano (~ 30 volumes) e agita-se até a solução ficar límpida (nos casos em que a amina é obtida sob a forma do sal cloridrato, adiciona-se 1 eq. mol. de Et3N) . Quando for necessário, adiciona-se 1 gota de MeOH e/ou de ácido acético para ajudar a dissolução e a formação da imina. Adiciona-se então Na(OAc)3BH (1,5 - 2 eq. mol.) à mistura e continua a agitar-se à T.A. durante mais 16 h. Termina-se a reacção adicionando à mistura solução aquosa de NaHC03 e extrai-se o produto com diclorometano, acetato de etilo ou CHCl3/i-PrOH (a 2:1) . Seca-se o conjunto das fracções orgânicas (Na2S04 ou MgS04) , filtra-se e evapora-se o solvente. Purifica-se o produto em bruto por cromatografia sobre SiCQ.
Processo Geral C (aminação redutora com NaCNBH3 ou com NaBH4)
Dissolvem-se dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-formil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (1 eq. mol.) e amina (1 a 2 eq. mol.) quer em dicloroetano/THF (a 3:l)m quer em MeOH/diclorometano (40 volumes). Agita-se a mistura a 20-40°C durante 16 horas, depois arrefece-se a 0°C, adiciona-se—lhe NaCNBH3 ou NaBH4 (1,5 - 2 eq. mol.) e agita-se a mistura à T.A. durante 5 h. Quando for necessário, adiciona-se mais MeOH e/ou ácido acético para ajudar a progressão da reacção. Termina-se tratando a mistura com solução aquosa de NaHC03 (10 mL) e 92 ΡΕ2331547 extrai-se o produto com éter dietílico, com diclorometano ou com CHCla/iPrOH (a 1:1) . Seca-se o conjunto das fases orgânicas (MgS04) , filtra-se e evapora-se o solvente. Purifica-se o produto em bruto por cromatografia sobre SÍO2.
Exemplo C 5-(terc-Butil-dimetil-silaniloximetil)-piridin-2- ilamina
OTBDMS
Adiciona-se a uma solução de (6-cloro-3- piridinil)metanol (12,5 g, 87 mmol) e imidazole (7,2 g, 105 mmol) em THF (120 mL), uma solução de TBDMSC1 (15,8 g, 105 mmol) em THF (60 mL). Agita-se a mistura à T.A. durante 5 h e depois concentra-se in vácuo a 1/4 do volume original. Retoma-se então a suspensão em água (60 mL) e EtOAc (60 mL). Lava-se a fase orgânica uma vez com água, uma vez com uma solução de KH2PO4 a 5 %, uma vez com solução saturada de NaHC03 e por último uma vez com salmoura. Seca-se (MgS04) , filtra-se e evapora-se o solvente in vacuo. Obtém-se 5-(terc-butildimetilsilaniloximetil)-2-cloropiridina sob a forma de um liquido incolor (22,4 g, 83 %) . MS (ESI) m/z 258,0 (M+H) +.
Dissolve-se 5-(terc-butildimetilsilaniloximetil)-2-cloropiridina (5,58 g, 21,6 mmol), BINAP (0,4 g, 0,64 93 ΡΕ2331547 mmol) e imina da benzofenona (4,7 g, 25,9 mmol) em tolueno (50 mL) e desgaseifica-se a solução com azoto. Adicionam-se t-butóxido de sódio (2,91 g, 30,3 mmol) e Pd2(dba)3 (0,2 g, 0,22 mmol) e desgaseifica-se mais uma vez a solução. Aquece-se a mistura a 80°C durante 6 h e depois deixa-se arrefecer até à T.A.. Dilui-se a mistura a H com Et20 e filtra-se a solução. Por evaporação do solvente in vácuo obtém-se a benzidrilideno-[5-(terc-butildimetil-silaniloxi-metil)-piridin-2-il]-amina em bruto. Dissolve-se este produto em MeOH (50 mL) e hidroxilamina (2,85 mL de uma solução aquosa a 50 %, 46,5 mmol) e agita-se a solução à T.A. durante 16 h. Concentra-se a mistura in vácuo e dissolve-se o resíduo em Et20 (50 mL) , e filtra-se. Lava-se o filtrado com salmoura, seca-se (MgSCg) e evapora-se o solvente in vacuo. Purifica-se o óleo vermelho em bruto por cromatografia sobre Si02 (gradiente de Éter de Petróleo: EtOAc a 8:1 até 100 % de EtOAc) para se obter um óleo cor-de-laranja que cristalizava quando triturado com hexano. Por último remove-se o solvente in vácuo para se obter 5-(terc-butildimetilsilaniloximetil)-piridin-2-ilami-na sob a forma de um sólido cor-de-laranja (2,9 g, 56,1 %). MS (ESI) m/z 239,2 (M+H)+.
Exemplo de referência 108
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-hidro-ximetil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico 94 ΡΕ2331547
Seguindo o Método B de Buchwald, da 5-(terc-butildimetilsilaniloximetil)-piridin-2-ilamina (0,980 g, 4,098 mmol) e da dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopen-til-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico obtém-se 2-[5-(terc-butildimetil-silaniloximetil)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3d]pirimidino-6-carboxilico (1,136 g, 84 %) [após cromatografia sobre SÍO2 eluindo com 0 a 5 % de MeOH/diclorometano). MS (ESI) m/z 495,3 (M+H)+.
Dissolve-se dimetilamida do ácido 2-[5-(terc-butildimetilsilaniloximetil)-piridin-2-ilamino]-7-ciclo-pentil-7H-pirrolo[2,3 d]pirimidino-6-carboxílico (0,1 g, 0,202 mmol) em THF seco (1 mL) . Adiciona-se gota a gota TBAF (solução 1 M em THF) (0,303 mL, 0,303 mmol), e agita-se a mistura durante 16 h à T.A.. Evapora-se então o solvente e purifica-se o produto em bruto por cromatografia sobre S1O2 (eluindo com 0 a 10 % de MeOH/diclorometano) para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2- (5-hidroximetil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino- 6-carboxí lico (60 mg, 78 %) . MS (ESI) m/z 381,2 (M+H) + (método B). 95 ΡΕ2331547 RMN de ΧΗ (400 MHz, Me- -d3 -OD) : 8,77 (1H, s), 8,45 (1H, d), 8,25 (1H, d) , 7,82 (1H , dd), 6,65 (1H, s), 4,81- 4,75 (1H, m), 4, 62 (2H, s) , 3,: 18 (6H, s) , 2,65- 2,53 (2H, m) , 2 ,11 (4H, d), 1, r 84-1 ,72 (2H, m)
Exemplo de referência 107
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-formil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbo-xilico.
Método com Mn02
Dissolve-se dimetilamida 7-ciclopentil-2-(5 —hi — droximetil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (4,49 g, 11,8 mmol) em diclorometano (175 mL) e metanol (75 mL) . Adiciona-se Mn02 activado a 85 % (51,1 g, 503 mmol) em 4 porções ao longo de um período 48 h sob agitação contínua. Passadas mais 16 horas filtra-se a mistura. Aquece-se o filtrado a 38°C e adiciona-se mais Mn02 (24 g, 236 mmol) em 2 porções ao longo de 5 horas. Depois de se agitar durante mais 12 horas, arrefece-se a mistura e filtra-se. Uma concentração in vácuo proporciona um sólido que se tritura com MeOH (10 mL) para se obter 96 ΡΕ2331547 dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-formil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (3,8 g, 85 %). MS (ESI) m/z 379,2 (M+H)+ (método B). RMN de 1H (400 MHz, DMSO- d6) : 10, 47 K \—1 s) , 9, 94 (1H, s) , 8,91 (1H, s) , 8,82 (1H, d) , 8,4 9 (1H, d) , 8, 18 (1H, dd) , 6,69 (1H, s) , 4,83-4,73 (1H, m) / 3,06 (6H, s) , 2,48- -2,38 (2H, m), 2 , 02 (4H, s), 1, 68 (2H, d) Método com periodinano de Dess-Martin
Agita-se à T.A. uma suspensão de periodinano de Dess-Martin (0,435 g, 1,06 mmol) em diclorometano (5 mL) e terc-BuOH (0,1 mL) durante 15 minutos. Adiciona-se a esta mistura uma solução de dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-hidroximetil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]piri-midino-6-carboxílico (0,3 g, 0,79 mmol) em diclorometa-no:THF (5 mL: 7 mL) , ao longo de 5 minutos. Agita-se a mistura reaccional à T.A. durante lhe adicionam-se éter (50 mL) e NaOH 1 M (25 mL) . Agita-se vigorosamente a mistura durante 10 minutos e depois separam-se as fases. Extrai-se de volta a fase aquosa com éter (25 mL). Lava-se o conjunto das fracções orgânicas com água, salmoura, seca-se (MgS04) filtra-se e evapora-se o solvente para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-formil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico sob a forma de um sólido branco (0,244 g, 82 %). 97 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 75
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-((3S, 5R)-3,5-dimetil-piperazin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Processo Geral B, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5 — formil-piridin-2-ilamino)-7H-pir-rolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (150 mg, 0,396 mmol) e o (2R,6S)-2,6-dimetilpiperazino-l-carboxilato de terc-bu-tilo (93 mg, 0,436 mmol) deram éster terc-butílico do ácido (2 S,6R)-4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-ilmetil]-2,6-dimetil-piperazino-l-carboxílico (170 mg, 74 %) [após uma cromato-grafia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 10 % de MeOH)/di-clorometano]. MS (ESI) m/z 577,3 (M+H)+.
Seguindo o Processo Geral A, o éster terc-butílico do ácido (2S,6R)-4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcar-bamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il-metil]-2,6-dimetil-piperazino-l-carboxílico (170 mg, 0,295 mmol) dá dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-((3S,5R)-3,5-dimetil-piperazin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (128 mg, 91 %) [após uma cromatografia sobre S1O2, eluindo com 0 a 10 % de (NH3 2 M em MeOH)/DCM]. MS (ESI) m/z 477,3 (M+H)+ (método B). RMN de ΧΗ (400 MHz, Me-d3-0D) : 8,78 (1H, s) , 8,43 (1H, d), 8,22 (1H, d), 7,79 (1H, dd) , 6,66 (1H, s) , 4,83- 98 ΡΕ2331547 4,75 (1H, m) , 3,61 (2H, s), 3, 30 -3,21 (2H, m) , 3,18 (6H, s) , 3,01 (2H, d), 2,65-2,52 (2H, m) , 2,11 (4H, d), 1,98 (2H, t), 1,84-1,71 (2H, m), 1, 24 ( 6H, d) .
Exemplo de referência 77
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-metoxi-etil)-piperazin-l-ilmetil]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Processo Geral B, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5 — formil-piridin-2-ilamino)-7H-pir-rolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,264 mmol) e a 1-(2-metoxietil)piperazina (42 mg, 0,291 mmol) dão dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-metoxi-etil)-piperazin-l-ilmetil]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]-pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 71 %) [após cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 10 % de (NH3 2 M em MeOH)/diclorometano] . MS (ESI) m/z 507,3 (M+H)+ (método A). RMN de ΧΗ (400 MHz, Me-ch-OD) : 8,77 (1H, s) , (1H, d), 8,21 (1H, d) , 7,80 (1H, dd) , 6,65 (1H, s) , 4,74 (1H, m), 3, 61 -3,47 (4 H, m) , 3,35 (3H, s) , 3,18 s), 2,81-2,41 (12H, m) , 2,11 (4H, d) , 1,77 (2H, d) . 99 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 62
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-iso-propil-piperazin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral B, a 7-ciclopentil-2-(5 — formil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (150 mg, 0,396 mmol) e a N-isopropilpiperazina (56 mg, 0,436 mmol) dão dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-isopropil-piperazin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (103 mg, 53 %) [após cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 10 % de (NH3 2 M em MeOH)/diclorometano] . MS (ESI) m/z 491,3 (M+H)+ (método A). RMN de 1h (400 MHz, Me-d3-OD) : 8,78 (1H, s) , 8,43 (1H, d) , 8,22 (1H, d) , 7,80 (1H, dd), 6, 65 (1H, s) , 4, 84- 4,77 (1H, m) , 3, 56 (2H, s) , 3,33-3,28 (1H, m) , 3,18 (6H, s) , 2,78- 2,49 (10H, m) , 2, 11 (4H, d), 1,78 (2H, d) , 1,11 (6H, d) . 100 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 85
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-hidroxi-etil)-piperazin-l-ilmetil]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral B, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-formil-piridin-2-ilamino)-7H-pir-rolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (150 mg, 0,396 mmol) e a N-(2-hidroxietil)piperazina (57 mg, 0,436 mmol) dão dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-hidroxietil) -piperazin-l-ilmetil]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico sob a forma de um sólido branco-sujo (78 mg, 40 %) [após cromatografia sobre SÍ02, elu: indo com 0 a 10 0 O de (NH3 2 M em MeOH) / DCM] . MS (ESI) m/ z 493, 3 (M+H)+ (método A) • RMN de XH (400 : MHz, Me -d3-0D) : 8,77 (1H, s) , 8,43 (1H, d) , 8,21 (1H, d), 7 , 80 (1H , dd), 6, 65 (1H, S) , 4 , 83- 4,74 (1H, m) , 3,69 (2H, t) , 3, 55 (2H , s) , 3, 18 (6H, s) , 2,73- 2,47 (12H , m) , 2,11 (4H, d) , 1,78 (2H, d) . 101 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 34
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-meta-nossulfonil-piperazin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Processo Geral B, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-formil-piridin-2-ilamino)-7H-pir-rolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (150 mg, 0,396 mmol) e a 1-metanossulfonil-piperazina (72 mg, 0,436 mmol) dão dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-metanossulfo-nil-piperazin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico sob a forma de um sólido branco-sujo (97 mg, 46 %) [após cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 10 % de (NH3 2 M em MeOH)/DCM]. MS (ESI) m/z 527,2 (M+H)+ (método A). RMN de ΧΗ (400 MHz, (1H, d) , 8,22 (1H, d) , 7, 80 4,75 (1H, m) , 3, 60 (2H, s) , s) , 2,86 (3H, s) , 2,66- •2,54 1,72 (2H, m) .
Me-d 3-OD) : 8,77 (1H, s) , 8,43 (1H, dd) , 6, 65 (1H, s) , 4, 80- 3, 30 -3, 25 (4H, m) , 3, 18 (6H, (6H, m) , 2, 11 (4H, d) , 1, 83- 102 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 61
Dimetilamida do ácido 2-[5-(4-acetil-piperazin-l-ilmetil) -piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral B, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5 — formil-piridin-2-ilamino)-7H-pir-rolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (200 mg, 0,528 mmol) e a 1-acetilpiperazina (75 mg, 0,581 mmol) dão a dimetilamida do ácido 2-[5-(4-acetil-piperazin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico sob a forma de um sólido branco-sujo (96 mg, 37 %) [após cromatografia sobre Si02, eluindo com 0 a 10 % de (NH3 2 M em MeOH)/diclorometano]. MS (ESI) m/z 491,2 (M+H)+ (método A). (1H, d), 4,74 (1H, 2,65-2,44 RMN de ΧΗ 8,22 (1H, m) , 3,63(6H, m) , (400 MHz, d), 7,81 (2H, t), 2,19-2,03
Me-d3-0D) : (1H, dd), 3,57 (4 H, 8,77 (1H, 6,65 (1H, d), 3,18 s), 8,43 s), 4,84- (6H, s), (7H, m) , 1,78 (2H, d) . 103 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 54
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3-me-til-piperazin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Processo Geral C, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5 — formil-piridin-2-ilamino)-7H-pir-rolo[2,3 — d]pirimidino-6-carboxílico (0,298 g, 0,788 mmol) e o éster terc-butílico do ácido 2-metil-piperazino-l-carboxílico (0,316 g, 1,58 mmol) dão éster terc-butílico do ácido 4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-ilmetil]-2-metil-piperazino-l-carboxílico, um óleo amarelado (0,341 g, 77 %) [após purificação por cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 2 a 6 % de MeOH/DCM]. MS(ESI) m/z 563,3 (M+H)+.
Seguindo o Processo Geral A, o éster terc-butílico do ácido 4-[ 6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-ilmetil]-2-metil-piperazino-l-carboxílico (0,341 g, 0,606 mmol) deu dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3-metil-pipera-zin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi- 104 ΡΕ2331547 dino-6-carboxílico sob a forma de um sólido branco (70 mg, 25 %) [após cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 10 % de (NH3 2 M em MeOH)/diclorometano) . MS (ESI) m/z 463,3 (M+H)+(método B). RMN de ΧΗ (400 MHz, Me-d3 -OD) : 8,77 (1H, f s) , 8,42 (1H, d) , 8,21 (1H, s) , 7,80 (1H, dd), 6, 65 ( 1H, s ) , 4,82- 4,73 (1H, m) , 3,54 (2H, s) , 3, 18 (6H, s) , 3 ,04- -2 ,94 (1H, m) , 2, 94- -2,76 (4H, m) , 2, 67- -2,51 (2H, m) , 2 ,20- -2 ,01 (5H, m) , 1,85- 1,73 (3H, m) , 1 ,08 ( 3H, d) .
Exemplo de referência 10Ά
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3-hi-droxi-azetidin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral B, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5 — formil-piridin-2-ilamino)-7H-pir-rolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico e o cloreto de 3-hidroxi-azetidínio (73 mg, 0,667 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3-hidroxi-azetidin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxi-lico sob a forma de um sólido amarelo-claro (0,131 g, 47 %) 105 ΡΕ2331547 [após cromatografia sobre S1O2, eluindo com 0 a 5 % de (NH3 2 M em MeOH)/DCM) . MS (ESI) m/z 436, 2 (M+H)+ (método B) . RMN de (400 MHz, CDCI3) : 8,78 (1H, s) , 8, 59- 8,41 (2H, m) , 8, 23 (1H, d) , 7, 65 (1H, dd) , 6, 47 (1H, s) , 4,88-4,72 (1H , m ) , 4,55- 4,42 (1H, m) , 3, 84 -3,42 (4H, m) , 3,17 (6H, s) , 3, 02 (2H, t) , 2,68-2,53 (2H, m) , 2,07 ( 4H, d) , 1,73 (2H, d) .
Exemplo de referência 66
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[((R)-2-hidroxi-l-metil-etilamino)-metil]-piridin-2-amino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico.
Seguindo o Processo Geral C, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5 — formil-piridin-2-ilamino)-7H-pir-rolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (50 mg, 0,132 mmol) e o (R)-2-aminopropan-l-ol (20 mg, 0,264 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[((R)-2-hidroxi-l-metil-etilamino)-metil]-piridin-2-il-amino-7H-pirrolo[2, 3-d]pi-rimidino-6-carboxílico sob a forma de um sólido branco (36 mg, 62 %) . MS (ESI) m/z 438,3 (M+H)+ (método B) . 106 ΡΕ2331547 RMN de XH (400 MHz , CDC13): 8,75 (1H, s) , 8,47 (1H, d) , 8,28 (1H, d), 7 ,73 (1H, dd), 6, 47 (1H, s) , 4,88- 4,77 (1H, m) , 3, 90 (1H, d), 3,77 (1H, d), 3, 67 (1H, dd) , 3, 36 (1H, dd) , 3,18 (6H, s) , 2,98-2,88 (1H, m) , 2, 67 -2,53 (2Η, m) , 2,10 (4H, d), 1,75 (2H, d), 1,16 (3H, d).
Exemplo de referência 55
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-((S)-3-metil-piperazin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico.
Seguindo o Processo Geral C, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-formil-piridin-2-ilamino)-7H-pir-rolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (3,8 g, 10,05 mmol) e o éster terc-butílico do ácido (S)-2-metil-piperazino-l-carboxílico (5,03 g, 25,13 mmol) deram éster terc-butílico do ácido (S)-4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pir-rolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-ilmetil]-2-metil-piperazino-l-carboxílico sob a forma de um sólido branco (2,45 g, 45 %) [após cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 50 % de EtOAc/éter de petróleo) . MS (ESI) m/z 563,3 (M+H) + . 107 ΡΕ2331547
Seguindo o Processo Geral A, o éster terc-butílico do ácido (S)-4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarba-moil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-ilme-til]-2-metil-piperazino-l-carboxílico (2,45 g, 4,35 mmol) deu dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-((S)-3-metil-piperazin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]-pirimidino-6-carboxílico (1,3 g, 65 %) [após cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 5 % de (NH3 2,0 M em MeOH) /di-clorometano) . MS (ESI) m/z 463, 3 (M+H)+ (método A). RMN de 1H (400 MHz, Me-d3 -OD) : OO <1 •^1 ' (1H, r s), 8,42 (1H, d) , 8,21 (1H, d) , 7,80 (1H, dd), 6, 65 (1H, s ), 4,83- 4,72 (1H, m) , 3,54 (2H, s) , 3, 18 (6H, s) , 3, 03- -2 ,92 (1H, m) , 2, 92- -2,77 (4H, m) , 2, 67 -2,51 (2H, m) , 2,20- -2 ,01 (5H, m) , 1,86- 1,70 (3H, m) , 1 ,07 (3H, d)
Exemplo de referência 76
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-hi-droxi-piperidin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirro-lo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico.
108 ΡΕ2331547
Seguindo o Processo Geral B, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5 — formil-piridin-2-ilamino)-7H-pir-rolo[2,3—d]pirimidino-6-carboxílico (0,2 g, 0,529 mmol) e o piperidin-4-ol (56 mg, 0,556 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-hidroxi-piperidin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxi-lico sob a forma de um sólido branco (25 mg, 10 %) [após purificação por LCMS preparativa e uma purificação adicional por cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 7 % de (NH3 2 N em MeOH/EtOAc) . MS (ESI) m/z 464,3 (M+H)+ (método B) . RMN de 1H (4 00 MHz, Me-d3-OD) : 8,77 (1H, s), 8,42 (1H, d) , 8,20 (1H, d) f 7,80 (1H, dd), 6, 65 (1H, s), 4, 83- 4,72 (1H, m) , 3, 72 -3, 60 (1H, m) , 3,54 (2H, s), 3,18 (6H, s) , 2, 83 (2H, d) , 2, 67- -2,50 (2H, m), 2,24 (2H, t), 2,11 (4H, d) , 1,89 (2H, d) , 1 ,77 (2H, d), 1, 69-1,51 (2H, m) .
Exemplo de referência 42
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-pipera-zin-l-ilmetil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidi-no-6-carboxílico.
109 ΡΕ2331547
Seguindo o Processo Geral B, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2- (5 — formil-piridin-2-ilamino)-7H-pir-rolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (0,35 g, 0,926 mmol) e o éster terc-butilico do ácido piperazino-l-carboxílico (0,19 g, 1,02 mmol) deram éster terc-butilico do ácido 4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]piri-midin-2-ilamino)-piridin-3-ilmetil]-piperazino-l-carboxíli-co sob a forma de um sólido branco (0,333 g, 60 %) .
Utiliza-se o material directamente no passo seguinte. MS (ESI) m/z 549, 3 (M+H)+.
Seguindo o Processo Geral A, o éster terc-butilico do ácido 4-[ 6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-ilmetil]-piperazino-l-carboxílico (0,333 g, 0,607 mmol) deu dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-ilmetil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxí-lico sob a forma de um pó branco (135 mg, 50 %) [após um tratamento com DOWEX 550A e uma purificação adicional por cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 12 % de (NH3 2 N em MeOH/diclorometano) . MS (ESI) m/z 449, 4 (M+H)+ (método D) . RMN de 1E (400 MHz, Me-d3-OD) : 8,78 (1H, s), 8,43 (1H, d), 8,21 (1H, d), 7,80 (1H, dd) , 6,65 (1H, s) , 4,83-4,72 (1H, m) , 3,54 (2H, s) , 3,18 (6H, s) , 2,88 (4H, t) , 2,79-2,35 (6H, m) , 2,11 (4H, d), 1,78 (2H, d). 110 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 43
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-me-til-piperazin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico.
Seguindo o Processo Geral B, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-formil-piridin-2-ilamino)-7H-pir-rolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (0,2 g, 0,529 mmol) e a N-metilpiperazina (58 mg, 0,582 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-metil-piperazin-l-ilmetil)-pi-ridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico sob a forma de um sólido branco-sujo (0,144 g, 60 %) [após uma purificação adicional por cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 2 a 5 % de (NH3 2 N em MeOH/diclorometano] . MS (ESI) m/z 463,3 (M+H)+ (método B). RMN de ΧΗ (400 MHz, Me-d3-OD): 8,78 (1H, s), 8,43 d), 8,21 (1H, s), 7,79 (1H, dd) , 6, , 65 (1H, s), 4,83- (1H, m) , 3,56 (2H, s), 3,18 (6H, s ), 2 , 98-2 ,35 (10H, ,30 (3H, s), 2 ,11 (4H, d), 1,78 (2H, d) . 111 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 73
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3, 8-diaza-biciclo[3.2.1]oct-3-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico.
Seguindo o Processo Geral B, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5 — formil-piridin-2-ilamino)-7H-pir-rolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (0,153 g, 0,405 mmol) e o éster terc-butilico do ácido 3,8-diaza-biciclo[3.2.1]-octano-8-carboxílico (95 mg, 0,445 mmol) deram o éster terc-butilico do ácido 3-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarba-moil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-ilmetil]-3,8-diaza-biciclo[3.2.1]octano-8-carboxílico sob a forma de um sólido branco-sujo (0,186 g, 80 %) [após purificação por cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 5 % de MeOH/EtOAc]. MS (ESI) m/z 575,3 (M+H)+.
Seguindo o Processo Geral A, o éster terc-butilico do ácido 3-[ 6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-ilmetil]-3,8-diaza-biciclo[3.2.1]octano-8-carboxílico (0,186 g, 0,324 mmol) deu dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3,8-diaza-biciclo[3.2.1]oct-3-ilmetil)-piridin-2-ilamino]- 112 ΡΕ2331547 7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico sob a forma de um sólido branco (0,105 g, 68 %) [após purificação por croma-tografia sobre Si02, eluindo com 0 a 5 % de (NH3 2 M em MeOH)/diclorometano] . MS (ESI) m/z 475,3 (M+H)+ (método B) . RMN de ΧΗ (400 MHz, Me- -d3-OD): 8,77 (1H, s) , 8,38 (1H, d) , 8,18 (1H, s), 7, 76 (1H , dd) , 6 , 65 (1H, s), 4,83- 4,72 (1H, . m) , 3,49 (2H, s) , 3, 42 (2H, s) , 3, 18 (6H, s), 2, 68 (2H, dd) , 2,64 -2,50 (2H , m ), 2,29 (2H, d) , 2,23-2,01 (4H, m) , 2,01-1,85 ( 2H, m) , 1 ,77 (4H, d) .
Exemplo de referência 65
Dimetilamida do ácido 2-{5-[4-(2-Amino-acetil)-piperazin-l-ilmetil]-piridin-2-ilamino}-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico.
Repetindo os processos delineados no Exemplo 12, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-ilmetil-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (0,108 g, 0,241 mmol) e o ácido terc-butoxi-carbonilamino-acético (42 mg, 0,241 mmol) deram dimetilamida do ácido 2 —{5 —[4-(2-amino-acetil)-piperazin-l-ilme-til]-piridin-2-ilamino}-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3- 113 ΡΕ2331547 d]pirimidino-6-carboxílico sob a forma de um sólido branco (87 mg, 69 %) . MS (ESI) m/z 506, 3 (M+H)+ (método B) . RMN de NMR (400 MHz, Me-d3- OD) : 8,78 (1H, s) , 8, 43 (1H, d) , 8, 22 (1H, s) , 7,80 (1H, dd) , 6, 65 (1H, s) , 4, 83- -4,72 (1H, m ) , 3,71- -3, 62 (2H, m) , 3 , 58 (2H, s) , 3 ,54- 3, 39 (4H, m) , 3, 18 (6H, s) , 2,67 -2,55 (2H, m) , 2,55- 2,41 (4H, m) , 2,20-2,03 (4H, m) , 1, 86-1, 68 (2H, m) .
Exemplo de referência 60
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-me-til-3-oxo-piperazin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Método Geral B, o 6-cloro-piridina-3-carbaldeído (500 mg, 3,532 mmol) e o cloridrato da 1-metilpiperazina-2-ona (559 mg, 3,709 mmol) deram 4—(6— cloro-piridin-3-ilmetil)-l-metil-piperazin-2-ona (712 mg, 84 %) [após uma cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 10 % de MeOH/diclorometano] . MS (ESI) m/z 240,1 (M+H)+. 114 ΡΕ2331547
Repetindo os processos delineados no Passo 2 do Exemplo C (excepto que se extrai o benzidrilideno intermediário utilizando EtOAc), a 4-(6-cloro-piridin-3-ilmetil)-l-metil-piperazin-2-ona (712 mg, 2,970 mmol) deu 4-(6-amino-piridin-3-ilmetil)-l-metil-piperazin-2-ona (31 mg, 28 %) [após cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 10 % de (NH3 2 M em MeOH)/diclorometano] . MS (ESI) m/z 221,3 (M+H) +.
Seguindo o método B de Buchwald, a 4-(6-amino-piridin-3-ilmetil)-l-metil-piperazin-2-ona (30 mg, 0,136 mmol) e a dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (33 mg, 0,113 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-metil-3-oxo-piperazin-l-ilmetil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidino-6-carboxílico (11 mg, 21 %) [pós uma cromatografia sobre Si02 eluindo com 1 a 10 % de (NH3 2 M em MeOH)/DCM]. MS (ESI) m/z 477,3 (M+H)+ (método B). RMN de ΧΗ (400 MHz, Me-d3-0D) : : 8,78 (1H, s), 8,44 (1H, d) , 8,23 (1H, d) , 7,81 (1H, dd) , 6, 65 (1H, s) , 4,83- 4,76 (1H, m) , 3, 62 (2H, s) , 3,40 (2H, t), 3,19-3,15 (8H, m) , 2, 97 (3H, s) , 2,78 (2H, t) , 2, 64- -2,53 (2H, m) , 2,11 (4H, d), 1,77 (2H, d) . ΡΕ2331547 115 Série das Amidas Dimetiladas
Processo Geral F
Dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
A um tubo selável de grandes dimensões, adiciona-se 5-bromo-2,4-dicloropirimidina (3 g, 13,2 mmol) em 100 mL de EtOH. Adicionam-se em seguida ciclopentilamina (1,95 mL, 19,75 mmol) e N,N'-di-isopropiletilamina (3,36 mL, 19,8 mmol) à solução, à T.A.. Agita-se então a solução à T.A. de um dia para o outro. Evapora-se o solvente e purifica-se o produto em bruto por cromatografia sobre gel de sílica (15 % de acetato de etilo/85 % de hexano) para se obter a (5-bromo-2-cloro-pirimidin-4-il)-ciclopentil-amina sob a forma de um sólido branco (3,25 g, 89 %) . MS (ESI) m/z 278,4 (M+H)+. o {
ΡΕ2331547 116
Desgaseifica-se uma mistura de (5-bromo-2-cloro- pirimidin-4-il)-ciclopentilamina (1 g, 3,6 mmol), dietil-cetal do propiolaldeído (550 mg, 4,3 mmol), PdCl2(PPh3)2 (252 mg, 0,36 mmol), Cul (70 mg, 0,36 mmol), 20 mL de Et3N e 5 mL de DMF, e aquece-se até 100°C. Passadas 13 h, removem-se os solventes e corre-se por uma coluna utilizando desde 5 % de acetato de etilo em heptano até 10 % de acetato de etilo em heptano. Concentrou-se o produto para se obter [2-cloro-5-(3,3-dietoxi-prop-l-inil)-pirimidin-4-il ]-ciclopentilamina (500 mg, 43 %) . MS (ESI) m/z 324,5 (M+H)+.
Adicionou-se a uma mistura de [2-cloro-5-(3,3- dietoxi-prop-l-inil)-pirimidin-4-il]-ciclopentilamina (5,21 g, 16 mmol) em THF, fluoreto de tetra-n-butilamónio 1 M em THF (TBAF) (97 mL, 97 mmol), e aqueceu-se a 65°C durante 2 horas. Removeram-se os solventes e correu-se através de uma coluna utilizando heptano/acetato de etilo desde 5 % até 15 % para se obter 2-cloro-7-ciclopentil-6-dietoximetil-7H-pirrolo[2,3 — d]pirimidina (4,26 g, 82 %) . MS (ESI) m/z 324,5 (M+H) +,
Adicionou-se HC1 concentrado a uma mistura de 2- 117 ΡΕ2331547 cloro-7-ciclopentil-6-dietoximetil-7H-pirrolo[2,3-d]piri-midina (4,26 g, 13 mmol) em dioxano. Completada a reacção em 10 min, adiciona-se água e depois extrai-se com acetato de etilo. Remove-se solvente para se obter um produto de cor castanha. Corre-se uma coluna utilizando heptano/ace-tato de etilo (a 6:4) para se obter o 2-cloro-7-ciclopen-til-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbaldeído (2,69 g, 82 %). MS (ESI) m/z 350,4 (M+H)+.
Adiciona-se a uma mistura de 2-cloro-7- ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbaldeído (2,69 g, 11 mmol) em DMF, Oxone (7,2 g, 12 mmol), e agita-se durante 6 h. Completada a reacção, adiciona-se água e precipita um sólido amarelo para se obter ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (2,69 g, 85 %). MS (ESI) m/z 266,4 (M+H)+.
Dissolvem-se ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (1,07 g, 4,03 mmol), HBTU (1,53 g, 4,03 mmol) e di-isopropiletilamina (2 mL, 12,1 mmol) em dimetilformamida (20 mL). Adiciona-se uma 118 ΡΕ2331547 solução 2 M de dimetilamina em etanol (2,4 mL, 4,8 mmol) e agita-se a mistura durante 30 minutos para se completar a transformação. Dilui-se a mistura reaccional com acetato de etilo e lava-se com solução aquosa saturada de hidrogenocarbonato de sódio, com água, depois com salmoura. Seca-se a fase orgânica (Na2S04), filtra-se e concentra-se. Uma purificação por cromatografia sobre gel de sílica (acetato de etilo:heptano) proporciona dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3—d]pirimidino-6-carboxílico (927 mg, 79 % de rendimento) . MS (ESI) m/z 293, 1 (M+H) +.
Exemplo de referência 1
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se de dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,34 mmol) e de piridina-2-ilamina (64 mg, 0,68 mmol) para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (350 mg, 84 %). MS (ESI) m/z 351,1 (M+H)+. 119 ΡΕ2331547
Exemplo 7 4
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-pipera-zin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Método B de Buchwald, e depois o Processo Geral A, a dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (300 mg, 1,02 mmol) e a 5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamina (314 mg, 1,13 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidino-6-carboxílico (142 mg, 36 %) . MS (ESI) m/z 435,3 (M+H) +.
Análogos Alquilados
Processo Geral D
Exemplo de referência 78
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-etil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3d]piri-midino-6-carboxilico ΡΕ2331547 120
ο
Adiciona-se a uma solução de dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (100 mg, 0,229 mmol) em 20 mL de THF, carbonato de potássio (100 mg, 0,689 mmol) e depois bromoetano (75 mg, 0,687 mmol). Aquece-se a mistura reaccional a 70°C durante 18 h. Após uma cromato-grafia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 10 % de (NH3 2 M em MeOH)/diclorometano] obtém-se dimetilamida do ácido7-ciclo-pentil-2-[5-(4-etil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7Hpirrolo[2,3d]pirimidino-6-carboxilico (67 mg, 63 %) . MS (ESI) m/z 463, 3 (M+H) +.
Exemplo de referência 86
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2- fluoro-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do 121 ΡΕ2331547 ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,229 mmol) e o l-bromo-2-fluoroetano (88 mg, 0,687 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-fluoro-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidino-6-carboxílico (51 mg, 80 %). MS (ESI) m/z 481,3 (M+H) +.
Exemplo de referência 26
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-hidroxi-etil)—piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2- (5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (34 mg, 0,072 mmol) e o 2-bromoetanol (9 mg, 0,216 mmol) deram a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-hidroxi-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi-dino-6-carboxilico (12 mg, 32 %) . MS (ESI) m/z 479,3 (M+H) +. 122 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 95
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-isopropoxi-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (100 mg, 0,229 mmol) e o 2-(2-bromoetoxi) propano (200 mg, 0,252 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-isopropoxi-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (103 mg, 86 %) . MS (ESI) m/z 521,3 (M+H) +.
Processo Geral E
Exemplo de referência 57
Dimetilamida do ácido 7—ciclopentil—2—{5—[4—((R)— 2—hidroxi—propil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico 123 ΡΕ2331547
Adiciona-se a uma solução de dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (55 mg, 0,123 mmol) , (R)-2-metil-oxirano (250 mg, 4,3 mmol) em 5 mL de etanol, a 70°C durante 18 h. Após uma cromatografia sobre SÍO2, eluindo com 0 a 10 % de (NH3 2 M em MeOH)/diclorome-tano] obtém-se dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-((R)-2-hidroxi-propil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}- <1 Ή 1 H- rrol< 3[2,3 -d]pirimidi no· -6- -carboxílico (10 mg, 16 %) ' . MS (ESI) m/z 493, 3 (M+H) + RMN de ΧΗ (400 MHz, , CDC1 3) : 8,70 (1H, s) , 8,32 (1H, d), 7,96 d H, s) , 7, 80 (1H, s) , 7,28 (1H, d) , 6, 45 (1H, s) , 5, 32 (1H, s) , 4, 86- -4,77 (1H, s) , 3, 85 (2H, t) , 3, 44 (2H, t) , 3, 18 (6H, s) f 2, 98 (3H, s), ; 2,62- 2,59 (2H, m) , 2,11-2,02 (3H,m); 1,74-1,63 (3H, m) .
Exemplo de referência 56
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-((S)-2-hidroxi-propil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico ΡΕ2331547 124
Ν ,Ο Ο
V
Seguindo ο Processo General Ε, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (48 mg, 0,110 mmol) e o (S)-2-metiloxirano (121 mg, 0,22 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-((S)-2-hidroxi-propil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3— d] pirimidino-6-carboxílico (10 mg, 16 %). MS (ESI) m/z 493,3 (M+H) +.
Exemplo de referência 71
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2- hidroxi-2-metil-propil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Processo Geral E, a dimetilamida do 125 ΡΕ2331547
ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (50 mg, 0,115 mmol) e o 2,2-dimetiloxirano (72 mg, 0, 805 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-hidroxi-2-metil-propil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino} - 7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (17 mg, 29 %). MS (ESI) m/z 507,3 (M+H)+.
Exemplo de referência 21
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(3-hidroxi-propil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,229 mmol) e o 3-bromo propan-l-ol (80 mg, 0,574 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-hidroxi-2-metilpropil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirro-lo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (55 mg, 50 %). MS (ESI) m/z 493,3 (M+H)+. 126 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 44
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(3-hidroxi-propil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (100 mg, 0,229 mmol) e o 3-bromopropano-l, 2-diol (106 mg, 0, 687 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-hidroxi-2-metil-propil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (29 mg, 24 %). MS (ESI) m/z 509, 3 (M+H) +.
Exemplo de referência 46
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-((R)-2,3-dihidroxi-propil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico ΡΕ2331547 127
Ο Ν- ΟΗ
Seguindo ο Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (100 mg, 0,230 mmol) e o R-( + )-glicidol (51 mg, 0,691 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-((R)-2,3-dihidroxi-propil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidino-6-carboxílico (56 mg, 47 %) . MS (ESI) m/z 509,3 (M+H) +.
Exemplo de referência 29
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-((S)- 2,3-dihidroxi-propil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
OH
HO
Seguindo o Processo Geral E, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)- 128 ΡΕ2331547
7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,230 mmol) e o (S)-(+)-glicidol (51 mg, 0,691 mmol) deram a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-((S)-2,3-dihidroxi-propil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (60 mg, 50 %) . MS (ESI) m/z 509, 3 (M+H) +.
Exemplo de referência 79
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-ci-clopentil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (100 mg, 0,230 mmol) e o bromociclopentano (103 mg, 0,691 mmol) deram a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-ciclopentil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]piri-midino-6-carboxílico (85 mg, 71 %) . MS (ESI) m/z 503,3 (M+H)+. 129 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 63
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-isopropil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Adiciona-se a uma solução de dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (30 mg, 0,069 mmol) em 10 mL de diclorometano, 1 mL de acetona e NaB(0Ac)3H (30 mg, 0,138 mmol). Agita-se a mistura resultante à temperatura ambiente durante 18 h. Após uma purificação por LCMS preparativa obtém-se dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-isopropil-piperazin-l-il)-piri-din-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (20 mg, 61 %) . MS (ESI) m/z 477,3 (M+H) + .
Exemplo de referência 36
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-hidroxi-l-metil-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico 130 ΡΕ2331547
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,230 mmol) e 2-bromopropan-l-ol (96 mg, 0,690 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-hidroxi-l-metil-etil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (28 mg, 25 %) . MS (ESI) m/z 493, 4 (M+H) +.
Exemplo de referência 101 Éster metilico do ácido 2-{4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-piperazin-l-il}-propiónico
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do 131 ΡΕ2331547 ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,30 mmol) e 2-bromopropionato de metilo (31 mL, 0,28 mmol) deram éster metílico do ácido 2-{4-[ 6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-piperazin-l-il}-propiónico (46 mg, 39 %) . MS (ESI) m/z 521,4 (M+H)+.
Exemplo de referência 103 Ácido 2-{4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-piperazin-l-il}-propiónico
HN N
t / Ν'
Adiciona-se a uma solução de éster metílico do ácido 2 —{4 —[6- (7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-piperazin-l-il}-propiónico (250 mg, 0,48 mmol) em 10 mL de THF, uma solução de LiOH (19 mg, 4 8 mmol) em 10 mL de H2O. Ao fim de 18 h de agitação à temperatura ambiente, concentra-se a mistura resultante e dilui-se com H20, ajustando-se a pH = 6 com HC1 1 N. Lava-se com diclorometano e precipitam sólidos que se separam e recolhem para se obter ácido 2—{4—[6— (7 — 132 ΡΕ2331547 ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-piperazin-l-il}-propiónico (225 mg, 94 %). MS (ESI) m/z 507,3 (M+H) + .
Exemplo de referência 69
Dimetilamida do ácido 2-[5-(4-ciclo-hexilmetil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,230 mmol) e bromometilciclo-hexano (122 mg, 0,690 mmol) deram dimetilamida do ácido 2-[5-(4-ciclo-hexilmetil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidino-6-carboxí lico (75 mg, 63 %) . MS (ESI) m/z 531,4 (M+H) +.
Exemplo de referência 92
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-iso-butil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]-pirimidino-6-carboxílico 133 ΡΕ2331547
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (100 mg, 0,230 mmol) e l-bromo-2-metilpropano (94 mg, 0,690 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-isobutil-pipe-razin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (45 mg, 41 %) . MS (ESI) m/z 491,3 (M+H)+.
Exemplo de referência 99
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-metil-butil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)- 134 ΡΕ2331547 7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,230 mmol) e o l-bromo-2-metilbutano (103 mg, 0,690 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-metil-bu-til)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]-pirimidino-6-carboxílico (50 mg, 42 %) . MS (ESI) m/z 505,3 (M+H)+.
Exemplo de referência 68
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(4-metil-pentil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirro-lo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,230 mmol) e o l-bromo-4-metilpentano (103 mg, 0,690 mmol) deram a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(4-metil-pen-til)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidino-6-carboxí lico (50 mg, 42 %) . MS (ESI) m/z 519,4 (M+H) +. 135 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 10
Dimetilamida do ácido 2-[5-(4-carbamoilmetil-piperazin-l-il) -piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,230 mmol) e a 2-bromoacetamida (95 mg, 0,690 mmol) deram dimetilamida do ácido 2-[5-(4-carbamoílmetilpiperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino- 6-carboxílico (50 mg, 45 %). MS (ESI) m/z 492,4 (M+H)+.
Exemplo de referência 7
Dimetilamida do ácido 2-[5-(4-acetilpiperazin-l-il) -piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]piri-midino-6-carboxílico 136 ΡΕ2331547
Dissolve-se dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2- (5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidino-6-carboxílico (30 mg, 0,230 mmol) em 5 mL de diclorometano. Adicionam-se 0,5 mL de anidrido acético. Ao fim de 10 min, a reacção está completa e uma trituração com acetonitrilo proporciona dimetilamida do ácido 2- [5- (4-acetil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3—d]pirimidino-6-carboxílico (30 mg, 91 %). MS (ESI) m/z 477,3 (M+H)+.
Processo Geral G
Exemplo de referência 27
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-ci-clopropanocarbonil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
137 ΡΕ2331547
Adiciona-se a uma solução de dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3—d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,230 mmol) e cloreto de ciclopropanocarbonilo (22 mL, 0,690 mmol) em 5 mL de CH2CI2, uma solução de Et3N (64 mL, 0,459 mmol), e agita-se à T.A. durante 18 h. Concentra-se a mistura resultante e dilui-se com solução saturada de NaHC03 e extrai-se com acetato de etilo (3x100 mL). Seca-se o conjunto das fases orgânicas sobre Na2C03 e submete-se a uma HPLC preparativa para se obter dimetilamida do ácido 2-[5-(4-carbamoílmetil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (81 mg, 68 %). MS (ESI) mlz 503, 3 (M+H) + .
Exemplo de referência 23
Dimetilamida do ácido 2-[5-(4-ciclo-hexanocar-bonil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral G, a dimetilamida do 138 ΡΕ2331547
ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,230 mmol) e o cloreto de ciclo-hexanocarbonilo (37 mg, 0,690 mmol) deram dimetilamida do ácido 2-[5-(4-ciclo-hexanocar-bonil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (63 mg, 49 %) . MS (ESI) m/z 545, 3 (M+H)+.
Exemplo de referência 90
Dimetilamida do ácido 2-{5-[4-(2-ciclo-hexil-acetil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo-se o Processo Geral G, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,230 mmol) e o cloreto de ciclo-hexilacetilo (39 mL, 0,690 mmol) deram dimetilamida do ácido 2-{5-[4-(2-ciclo-hexilacetil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7-ciclopentil-7H-pirro-lo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (61 mg, 47 %) . MS (ESI) m/z 559,4 (M+H)+. 139 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 91
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(3-ciclopentil-propionil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Processo Geral G, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (100 mg, 0,230 mmol) e o cloreto de 3-ciclopentilpropionilo (39 mL, 0,690 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-15-[4-(3-ciclopentil-propionil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (57 mg, 44 %). MS (ESI) m/z 559, 4 (M+H) +.
Exemplo de referência 22
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(pir-rolidino-l-carbonil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico 140 ΡΕ2331547
Seguindo o Processo Geral G, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,230 mmol) e o cloreto de pirrolidino-l-carbonilo (25 mL, 0,690 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(pirrolidino-l-carbonil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilami-no}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (84 mg, 70 %) . MS (ESI) m/z 532,3 (M+H) + .
Exemplo de referência 94
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(pi-peridino-l-carbonil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
U
Seguindo o Processo Geral G, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)- 141 ΡΕ2331547 7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,230 mmol) e o brometo de piperidino-l-carbonilo (32 mL, 0, 690 mmol) deram a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(piperidino-l-carbonil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (83 mg, 64 %). MS (ESI) m/z 546, 3 (M+H) +.
Exemplo de referência 38
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(mor-folina-4-carbonil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral G, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (100 mg, 0,230 mmol) e o cloreto de morfolina-4-carbonilo (38 mg, 0,690 mmol) deram a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(morfolina-4-carbonil)-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (80 mg, 62 %). MS (ESI) m/z 548,3 (M+H) +. 142 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 30 Éster terc-butílico do ácido (R)-4-[6-(7-ciclo-pentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-2-metil-piperazino-l-carboxilico
Seguindo o Método B de Buchwald, a dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (200 mg, 0,200 mmol) e o éster terc-butílico do ácido (R)-2-metilpiperazino-1-carboxílico (200 mg, 0,682 mmol) deram o éster terc-butilico do ácido (R)-4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-2-metil-piperazino-l-carboxilico (131 mg, 35 %) . MS (ESI) m/z 549, 5 (M+H) + .
Exemplo de referência 31 Éster terc-butílico do ácido (S)-4-[6-(7-ciclo-pentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-2-metil-piperazino-l-carboxílico 143 ΡΕ2331547
Seguindo o Método B de Buchwald, a dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (200 mg, 0,200 mmol) e o éster terc-butílico do ácido (S)-2-metil-piperazino-l-carboxílico (200 mg, 0, 682 mmol) deram éster terc-butílico do ácido (S)—4 — [6—(7 — ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-2-metil-piperazino-l-carboxilico (157 mg, 42 %) . MS (ESI) m/z 549,5 (M+H) + .
Exemplo de referência 16
Dimetilamida do ácido 7—ciclopentil—2—[5—((R)—3— metil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]-pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Processo Geral A, o éster terc-butílico do ácido (R)-4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-2-metil-piperazino-l-carboxí lico (131 mg, 0,200 mmol) deu a 144 ΡΕ2331547 dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-((R)-3-metil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi-dino-6-carboxílico (55 mg, 50 %). MS (ESI) m/z 449,3 (M+H)+. RMN de 1H (40 0 MHz , CDC1 3) : 8,71 (1H, s) , 8,38 (1H, d) r 8, 03 (1H, s), 7,80 (1H, s) , 7,36 (1H, d) , 6, 46 (1H, s) r 4,84- -4,80 (1H, m), 3,46 (3H, d) , 3, 18 (6H, s) , 3, 14- 3, 05 (2H, m) , 2,82-2,75 (1H, m) , 2, 60- -2, 55 (3H, m) , 2,47- 2, 41 (1H, m) , 2 , 10-2,04 (4H, m) , 1, ,94-1, 67 (4H, m)
Exemplo de referência 81
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[(R)-4-(2-hidroxi-etil)-3-metil-piperazin-l-il]-piridin-2-ilami-no}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
H0-s
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-((R)-3-metil-piperazin-l-il)-piri-din-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (43 mg, 0,095 mmol) e o 2-bromoetanol (13 mg, 0,105 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[(R)-4-(2- 145 ΡΕ2331547 hidroxi-etil)-3-metil-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (32 mg, 68 %). MS (ESI) m/z 493,3 (M+H)+.
Exemplo de referência 17 7-Ciclopentil-2-[5-((S)-3-metil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxi-lico
Seguindo o Processo Geral A, o éster terc-butílico do ácido (S)-4-[ 6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarba-moil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-2-metil-piperazino-l-carboxílico (145 mg, 0,200 mmol) deu dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-((S)-3-metil-piperazin-l-il) -piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]piri-midino-6-carboxí lico (86 mg, 72 %). MS (ESI) m/z 449,3 (M+H)+.
Exemplo de referência 82
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[(S)-4-(2-hidroxi-etil)-3-metil-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico 146 ΡΕ2331547
HO
Seguindo o Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-((S)-3-metil-piperazin-l-il)-piri-din-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico (74 mg, 0,17 mmol) e o 2-bromoetanol (23 mg, 0,18 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[(S)-4-(2-hidroxi-etil)-3-metil-piperazin-l-il]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (34 mg, 42 %) . MS (ESI) m/z 493,3 (M+H)+.
Exemplo de referência 72
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3,3-di-metil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]-pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Método B de Buchwald, a dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (50 mg, 0.17 mmol) e o éster terc-butílico do ácido 4-(6-amino-piridin-3-il)-2,2-dimetil-piperazino-l- 147 ΡΕ2331547 carboxílico (58 mg, 0,15 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3,3-dimetil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (20 mg, 25 %). MS (ESI) m/z 463,3 (M+H)+.
Exemplo de referência 24
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3,5-di-metil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]-pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral A, o éster terc-butí-lico do ácido 4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-2,6-dime-til-piperazino-l-carboxilico (150 mg, 0,27 mmol) deu dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3,5-dimetil-pipera-zin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6- carboxílico (70 mg, 58 % ) . MS (ESI) m/z 463,3 > (M+H)+. RMN de 1H (400 MHz, DMS0-d6) : 9,33 (1H, s), 8,76 (1H, s), 8,15 (1H, d), 7, 98 (1H, s) , 7,43, (1H, d) , 6, 61 (1H, s), 4,76-4,72 (1H, m) , 3,50-3,48 (2H, m) , 3,08 -3, 05 (3H, m) , 2,89-2,86 (2H, m) , 2,50 (12H, s) , 2,48-2,43 (2H, m) , 2,14 -2,05 (2H, m) , 2,00- -1, 90 (2H, m) , 1,70-1,60 (1H, m) . 148 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 4
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3-oxo-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi-dino-6-carboxílico
Seguindo o Método B de Buchwald, a dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,34 mmol) e a 4-(6-amino-piridin-3-il)-piperazin-2-ona (111 mg, 0,578 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3-oxo-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (35 mg, 35 %). MS (ESI) m/z 449,2 (M+H)+.
Exemplo de referência 39
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-((S)-3-hidroxi-pirrolidin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
149 ΡΕ2331547
Seguindo o Método B de Buchwald, partiu-se da dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (101 mg, 0,35 mmol) e da N-{(E)-2-[(S)-3-(terc-butil-dimetil-silaniloxi)-pirrolidin-l-il]-vinil}-acrilamidina (153 mg, 0,52 mmol), seguindo-se uma desprotecção com TBAF para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-((S)-3-hidroxi-pirrolidin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3 — d]pirimidino-6-carboxílico ( 9 8 mg, 65 %) . MS (ESI) m/z 436, 3 (M+H) + .
Exemplo de referência 32
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3-hi-droxi-azetidin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]-pirimidino-6-carboxílico
OH
Adiciona-se a uma solução de 5-bromo-2-niropi-ridina (0,54 g, 2,66 mmol), cloridrato de azetidin-3-ol (0,46 g, 4,17 mmol) e iodeto de tetrabutilamónio (0,103 g, 0,278 mmol) em 6 mL de DMSO, carbonato de potássio (1,06 g, 150 ΡΕ2331547 7,68 mmol). Aquece-se a mistura resultante a 80°C durante 3 h. Verte-se sobre uma solução de acetato de etilo/NaHC03. Extrai-se com acetato de etilo (2x250 mL) . Lava-se a fase orgânica com salmoura e seca-se sobre Na2S04. Concentra-se para se obter 1-(6-nitro-piridin-3-il)-azetidin-3-ol (153 mg, 29 %) . MS (ESI) m/z 240,1 (M+H) + .
Adicionam-se a uma solução de 1-(6-nitro-piridin-3-il)-azetidin-3-ol (154 mg, 0,779 mmol) em 2 mL de DMF, Et3N (0,2 mL, 0,15 mmol) e TBDMSC1 (117 mg, 0, 776 mmol). Agita-se a mistura resultante à temperatura ambiente durante 2 h. Verte-se sobre Et0Ac/NaHC03, extrai-se a fase aquosa com acetato de etilo (2x50 mL) . Lava-se o conjunto das fases orgânicas com salmoura, seca-se sobre Na2S04-Concentra-se para se obter 5-[3-(terc-butil-dimetil-sila-niloxi)-azetidin-l-il]-2-nitro-piridina (175 mg, 73 %).
151 ΡΕ2331547
Adiciona-se a uma suspensão de 5-[3-(terc-butil-dimetil-silaniloxi)-azetidin-l-il]-2-nitro-piridina (124 mg, 0,401 mmol) em 5 mL de etanol, ferro em pó (206 mg, 3,68 mmol) e em seguida 2 mL de uma solução de NH4C1. Aguece-se a mistura resultante a 80°C durante 3 h e filtra-se através de Celite e concentra-se. Retoma-se o sólido escuro resultante em acetato de etilo e água. Extrai-se a fase aquosa com acetato de etilo (2x50 mL) . Lava-se o conjunto das fases orgânicas com salmoura, seca-se sobre Na2S04 e concentra-se para se obter 5-[3-(terc-butil-dimetil-silaniloxi)-azetidin-l-il]-piridin-2-ilamina (105 mg, 94 %) .
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se da dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (120 mg, 0,411 mmol) e da N-{(E)-2-[(S)-3-(terc-butil-dimetil-silaniloxi)-pirrolidin-1-il]-vinil}-acrilamidina (112 mg, 0,401 mmol), seguindo-se uma desprotecção com 2 mL de TBAF para se obter a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(3-hidroxi-azetidin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (18 mg, 46 %). MS (ESI) m/z 422,5 (M+H)+.
Exemplo de referência 59
Dimetilamida do ácido 2-{5-[(2-amino-etil)-metil-amino]-piridin-2-ilamino}-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]-pirimidino-6-carboxilico 152 ΡΕ2331547
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se de dietilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidino-6-carboxílico (200 mg, 0,68 mmol) e éster terc-butilico do ácido {2-[(6-amino-piridin-3-il)-metil-amino]-etil}-carbâmico (200 mg, 0,75 mmol), seguindo-se uma desprotecção utilizando o Processo Geral A para se obter a dimetilamida do ácido 2-{5-[(2-amino-etil)-metil-amino]-piridin-2-ilamino}-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidi-no-6-carboxílico (100 mg, 34 %). MS( ESI) m/z 423,4 (M+H)+.
Exemplo de referência 83
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[(2-hi-droxi-etil)-metil-amino]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo-se o Método B de Buchwald, parte-se de dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3- 153 ΡΕ2331547 d] pirimidino-6-carboxílico (25 mg, 0,85 mmol) e de [2-(terc-butildimetilsilaniloxi)-etil]-metilamina (27 mg, 0,094 mmol), seguindo-se uma desprotecção utilizando 0,6 mL de TBAF em 2 mL de THF para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5 —[(2-hidroxi-etil)-metil-amino]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (18 mg 72 %) . MS (ESI) m/z 424,2 (M+H)+. RMN de ΧΗ (400 MHz, CDCls) : 8,78 (1H, s) 8 ,59- 8, 41 (2H, m) , 8,23 (1H, d) , 7,65 (1H, dd) , 6, 47 (1H, s) , 4, 88 -4,72 (1H / m) , 4,55- 4,42 (1H, m) , 3, 84 -3,42 (4H, m) , 3, 17 (6H, s) , 3, 02 (2H, t) , 2,68-2,53 (2H, m) , 2, . 07 (4H, d) r 1,73 (2H, d) .
Exemplo de referência 3
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(pipe-ridin-4-ilcarbamoíl)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]-pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se de dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidino-6-carboxí lico (25 mg, 0,85 mmol) e de éster 154 ΡΕ2331547 terc-butílico do ácido 4-[(6-amino-piridina-3-carbonil)-amino]-piperidino-l-carboxílico (27 mg, 0,094 mmol), se-guindo-se uma desprotecção utilizando 0,6 mL de TBAF em 2 mL de THF para se obter dimetilamida do ácido 7-ci-clopentil-2-[5-(piperidin-4-ilcarbamoíl)-piridin-2-ilami-no]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (18 mg, 72 %). MS (ESI) m/z 424,2 (M+H)+.
Exemplo de referência 53
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(metil-piperidin-4-il-carbamoíl)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
JO HN N
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se de dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (170 mg, 0,58 mmol) e de éster terc-butilico do ácido 4-[(6-amino-piridina-3-carbonil)-metil-amino]-piperidino-l-carboxílico (292 mg, 0,87 mmol), seguindo-se uma desprotecção pelo Processo Geral A para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(metil-piperidin-4-il-carbamoíl)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo- 155 ΡΕ2331547 [2,3—d]pirimidino-6-carboxílico (46 mg, 16 %). MS (ESI) m/z 491, (M+H) +.
Exemplo de referência 49
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(pipera-zino-l-carbonil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]piri-midino-6-carboxilico
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se de dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidino-6-carboxílico (205 mg, 0,7 mmol) e de éster terc-butilico do ácido 4-(6-amino-piridina-3-carbonil)-piperazino-l-carboxílico (236 mg, 0,8 mmol), e em seguida desprotege-se pelo Processo Geral A para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(piperazino-1-carbonil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (13 mg, 41 %) . MS (ESI) m/z 463,3 (M+H) + .
Exemplo de referência 96
Dimetilamida do ácido 7-Ciclopentil-2-{5-[4-(2-hidroxi-etil)-piperazino-l-carbonil]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico 156 ΡΕ2331547
Seguindo o Processo Geral D, parte-se de dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(piperazino-1-carbonil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (200 mL, 0,43 mmol) e de 2-bromoetanol (37 mg, 0,52 mmol) para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{5-[4-(2-hidroxi-etil)-piperazino-1-carbonil]-piridin-2-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 48 %) . MS (ESI) m/z 478,3 (M+H) + .
Exemplo D Ácido 6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pir-rolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-nicotínico
Seguindo o Processo Geral D, parte-se de dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(piperazino-l-carbo-nil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-car- 157 ΡΕ2331547 boxílico (2 g, 6,83 mmol) e de éster metílico do ácido 6-amino-nicotínico (1,15 g, 7,51 mmol). Em seguida faz-se um tratamento com LiOH (1 g, 25 mmol) em 320 mL de THF/H2O para se obter ácido 6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3 — d]pirimidin-2-ilamino)nicotínico (1,2 g, 55 %) . MS (ESI) m/z 395,3 (M+H)+.
Exemplo de referência 50
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-dime-tilamino-piperidino-l-carbonil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Adicionam-se a uma solução de ácido 6-(7-ciclo-pentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-nicotínico (100 mg, 0,25 mmol)(Exemplo D) em 3 mL de DMF, dimetil-piperidin-4-il-amina (33 mg, 0,25 mmol), HBTU (140 mg, 0,38 mmol), e DIPEA (0,088 mL, 0,51 mmol). Ao fim de 48 h de agitação à temperatura ambiente, concentra-se a mistura obtida e dilui-se com solução saturada de NaHC03 e extrai-se com acetato de etilo (3 x 100 mL). Seca-se o conjunto das fases orgânicas sobre Na2C03 e concentra-se para se obter um resíduo avermelhado. Por HPLC prepa- 158 ΡΕ2331547 rativa obtém-se dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-dimetilamino-piperidino-l-carbonil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (60 mg, 46 %). MS (ESI) m/z 505, 5 (M+H)+. RMN de XH (400 MHz, DMSO -d6) : 9, 97 (1H, c 0 , 8,85 (1H, s) , 8,34 (1H, d), 7,83 (1H, d) , < δ, 65 (1H, s) f 4, 80- 4,72 (1H, m) , 4,06 -4, 00 (1H, s) , 3,06 (6H, s) , 2, 48 -2,40 (2H, m) , 2,39 -2,30 (2H, m) , 2,18 (6H, s) , 2, 05- -í, 95 (5H, m) , 1,82- -1,70 (2H, m) , 1, 69- -1, 60 (2H, m) , 1,41- -1, 32 (2H, m) , 1,19- 1, 16 (2H, m) .
Exemplo de referência 87
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-hi-droxi-piperidino-l-carbonil)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Adiciona-se gota a gota, a uma solução de éster metilico do ácido 6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-nicotínico (200 mg, 0,49 mmol) e piperidin-4-ol (500 mg, 4,9 mmol) em 5 mL de CH2C12 uma solução de iPrMgCl (2,45 mL, 4,9 mmol) a 0°C, e deixa- 159 ΡΕ2331547 se aquecer até à temperatura ambiente de um dia para o outro. Passadas 18 h, adicionam-se mais 10 equivalentes de 1- PrMgCl e agita-se durante mais 5 h. A mistura reaccional 'então tratada com solução saturada de NH4C1 e extrai-se com diclorometano (3x100 mL) . Lava-se o conjunto das fases orgânicas com salmoura e seca-se sobre Na2S04 e concentra-se. Após uma cromatografia sobre SÍO2, eluindo com CH2Cl2/MeOH a 85/15, obteve-se dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-hidroxi-piperidine-l-carbonil)-piridin- 2- ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (120 mg, 51 %). MS (ESI) m/z 478,3 (M+H) + .
Exemplo de referência 41
Dimetilamida do ácido 2-{5-[(2-amino-etil)-metil-carbamoil]-piridin-2-ilamino}-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Adicionam-se a uma solução de ácido 6-(7-ciclo-pentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-nicotinico (100 mg, 0,25 mmol) em DMF, éster terc-butílico do ácido (2-metilaminoetil)-carbâmico (53 mg, 0,25 mmol), HBTU (140 mg, 0,38 mmol), e DIPEA (0,088 mL, 0,51 mmol) . Depois de se agitar durante 48 h à temperatura 160 ΡΕ2331547 ambiente, concentra-se a mistura resultante e dilui-se com solução saturada de NaHC03, extraindo-se com acetato de etilo (3x 100 mL) . Seca-se o conjunto das fases orgânicas sobre Νβ2<303 e concentra-se para se obter um resíduo avermelhado. Segue-se uma desprotecção pelo Processo Geral A para se obter dimetilamida do ácido 2-{5-[(2-amino-etil) -metil-carbamoí1]-piridin-2-ilamino}-7-ciclopentil-7H-pirro-lo[2,3—d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 77 %) . MS (ESI) m/z 451,3 (M+H) +.
Exemplo de referência 6
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(4-dime-tilamino-3,4,5,6-tetra-hidro-2H-[1,3']bipiridinil-6'-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se de dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,34 mmol) e de N-4,N-4-dimetil-3,4,5,6-tetra-hidro-2H-[1,3']bipiridinil-4,6'-diamina (113 mg, 0,51 mmol) para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(4-dimetilamino-3,4,5,6-tetra-hidro-2H-[l,3']bipiridinil-6'-ilamino)-7H-pirrolo[2,3- 161 ΡΕ2331547 d] pirimidino-6-carboxílico (80 mg, 50 %) . MS (ESI) m/z 477,3 (M+H) +. RMN de 1H (400 MHz, DMSO -d6) : : 9,20 (1H, s) , 8,74 (1H, s) , 8, 13 (1H, d) , 7, 98 (1H, s) , 7,43 (1H, d) , 6,59 (1H, s) , 4,80 -4, 68 (1H, m) , 3,66 (2H, d) , 3, 10 (6H , s) , 2,70- 2, 60 (2h, m) , 2,40- 2,30 (2H, m) , 2,20 (6H, s) , 2,00- 2,80 (4H, m) , 1,85- -1,75 (2H, m) , 1,70- -1, 60 (2H, m) , 1,65- 1,45 (2H, m) .
Exemplo de referência 20
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(4-hidroxi-3,4,5,6-tetra-hidro-2H-[1,3']bipiridinil-6'-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se de dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (290 mg, 0,939 mmol) e de 4-(terc-butil-dimetil-silaniloxi)-3,4,5,6-tetra-hidro-2H-[ 1,3']bipiridinil-6'-ilamina (336 mg, 1,09 mmol). Em seguida desprotege-se recorrendo a 7 mL de TBAF e 28 mL de THF para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(4- 162 ΡΕ2331547 dimetilamino-3,4,5,6-tetra-hidro-2H-[l,3']bipiridinil-6'-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (110 mg, 61 %). MS (ESI) m/z 450,3 (M+H)+.
Exemplo de referência 35
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[4-(2- hidroxi-etil)-3,4,5,6-tetra-hidro-2H-[1,3']bipiridinil-6'-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
HN
N.
OH
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se de dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,34 mmol) e de 2 — (6 ' — amino-3,4,5,6-tetra-hidro-2H-[1,3']bipiridinil-4-il)-etanol (90 mg, 0,38 mmol) para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[4-(2-hidroxi-etil)-3,4,5,6-tetra-hidro-2H-[1,3']bipiridinil-6'-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (80 mg, 93 %). MS (ESI) m/z 478,3 (M+H)+.
Exemplo de referência 52
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(1',2',3', 4',5',6'-hexa-hidro-[3,4']bipiridinil-6-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico 163 ΡΕ2331547
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se de di-metilamida 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidi-no-6-carboxílico (300 mg, 1,03 mmol) e de éster terc-bu-tílico do ácido 6-amino-3',4',5',6'-tetra-hidro-2Ή-[3,4']-bipiridinil-1'-carboxilico (313 mg, 1,13 mmol), e em seguida desprotege-se pelo Processo Geral A para se obter di-metilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(1',2',3',4',5',6'-he-xa-hidro-[3,4']bipiridinil-6-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pi-rimidino-6-carboxílico (212 mg, 48 %) . MS (ESI) m/z 434,3 (M+H)+. RMN de ΧΗ (400 MHz, DMSO-d6): 9,54 (1H, s) , 8,80 (1H, s) , 8,29 (1H, d) , 8,17 (1H, s), 7,62 (1H, d) , 6, 63 (1H, s) , 4,83 (1H, m) , 3,38 -3,30 (3H, m) , 3,06 (6H, s) , 3, 05' -2, 95 (1H, m) , 2,88 -2,80 (1H, m) , 2,48-2,40 (4H, m) , 2,04 -1, 95 (4H, m) , 1 , 83- 1,70 (2H, m) , 1,70-1, 64 (2H, m) e
Exemplo de referência 80
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(1'-iso-propil-1',2',3',4',5',6'-hexa-hidro-[3,4']bipiridinil-6-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico 164 ΡΕ2331547
Λ
/*- ρ
Adiciona-se a uma suspensão de dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(1 *,2',3',4',5',6'-hexa-hidro-[3,4*] — bipiridinil-6-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbo-xílico (100 mg, 0,23 mmol) em diclorometano/acetona, NaBH(OAc)3 (488 mg, 2,3 mmol) e em seguida 3 gotas de ácido acético glacial. Completada a reacção, concentra-se. Dilui-se com 100 mL de H20 e basifica-se até pH 12 por adição gota a gota de uma solução a 50 % de NaOH (2 mL) . Extraiu-se com diclorometano (3 x 100 mL) e concentrou-se para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(1'-isopropil-l',2',3',4',5',6'-hexa-hidro-[3,4']bipiridinil-6-ilamino)-7H-pirrolo[2,3—d]pirimidino-6-carboxílico (65 mg, 60 %) . MS (ESI) m/z 476, 3 (M+H) +.
Exemplo de referência 100
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[1'-(2-hi-droxi-etil)-1',2',3',4',5',6'-hexa-hidro-[3,4']bipiridinil-6-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
165 ΡΕ2331547
Seguindo o Processo Geral D, parte-se de di-metilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(1',2',3',4',5',6'-he-xa-hidro-[3,4']bipiridinil-6-ilamino)-7H-pirrolo[2, 3-d]pi-rimidino-6-carboxílico (63 mg, 0,15 mmol) e de 2-bromo eta-nol (90 mg, 0,72 mmol) para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[l'-(2-hidroxi-etil)-l',2',3',4',5',6'-he-xa-hidro-[3,4']bipiridinil-6-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pi-rimidino-6-carboxílico (37 mg, 53 %) . MS (ESI) m/z 478,3 (M+H)+.
Exemplo de referência 45 Éster terc-butílico do ácido 4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridazin-3-il]-piperazino-l-carboxilico
Seguindo o Processo Geral D, parte-se de dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]-pirimidino-6-carboxí lico (200 mg, 0,68 mmol) e de éster terc-butilico do ácido 4-(6-amino-piridazin-3-il)-piperazino-l-carboxilico (210 mg, 0,75 mmol) para se obter éster 166 ΡΕ2331547 terc-butílico do ácido 4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarba-moil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridazin-3-il]-piperazino-l-carboxilico (150 mg, 46 %). MS (ESI) m/z 536,3 (M+H)+.
Exemplo de referência 67
Dimetilamida do 7-ciclopentil-2-(6-piperazin-l-il-piridazin-3-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral A, a dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (150 mg, 0,28 mmol) deu dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(6-piperazin-l-il-piridazin-3-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (2 mg, 2 %). MS (ESI) m/z 436, 3 (M+H)+. RMN de ΧΗ (400 MHz, DMSO -d6) : 9,77 (1H, s), 8,76 (1H, s) , 8,20 (1H, d), 7,39 (1H, d) , 6, 60 (1H, s), 5,75 (1H, s) , 4,76 -4, 67 (1H, m) , 3,52 (4H, s) , 3, 05 (6H, s), 2, 94 (4H, s) , 2,42- 2,26 (2H, m) , 1, 97- 1,88 (4H, m) , 1,62- 1,56 (2H, m) . 167 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 70
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[6-(4-iso-propil-piperazin-l-il)-piridazin-3-ilamino]-7H-pirrolo[2,3— d]pirimidino-6-carboxílico
Adiciona-se a uma suspensão de dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(1',2',3', 4 ',5',6'-hexa-hidro-[3,4*]— bipiridinil-6-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carbo-xílico (100 mg, 0,23 mmol) em diclorometano/acetona, NaBH(0Ac)3 (488 mg, 2,3 mmol) e em seguida 3 gotas de ácido acético glacial. Completada a reacção, concentra-se. Diluiu-se com 100 mL de H20 e basificou-se até pH 12 com solução a 50 % de NaOH gue se adicionou gota a gota (2 mL). Extraiu-se com diclorometano (3 x 100 mL) , e concentrou-se para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[6-(4-isopropil-piperazin-l-il)-piridazin-3-ilamino]-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (77 mg, 70 %) . MS (ESI) m/z 478,3 (M+H) +.
Exemplo de referência 37
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{6-[4-(2-hidroxi-etil)-piperazin-l-il]-piridazin-3-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico ,0ΡΕ2331547 168 Ν’
/- ΗΟ^ Ο
Seguindo ο Processo Geral D, a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(6-piperazin-l-il-piridazin-3-ilami-no)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,229 mmol) e o 2-bromoetanol (143 mg, 1,14 mmol) deram dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-{6-[4-(2-hidroxi-etil)-piperazin-l-il]-piridazin-3-ilamino}-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidino-6-carboxílico (14 mg, 13 %) . MS (ESI) m/z 480,3 (M+H) +.
Exemplo de referência 48
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(3,4,5,6- tetra-hidro-2H-[1,2']bipirazinil-5'-ilamino)-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se de dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (100 mg, 0,342 mmol) e de éster 169 ΡΕ2331547 terc-butílico do ácido 5'-amino-2,3,5,6-tetra-hidro-[1,2']-bipirazinil-4-carboxílicotert-butil (114 mg, 0,408 mmol), seguindo-se uma desprotecção pelo Processo Geral A para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(3,4,5,6-tetra-hidro-2H-[l,2']bipirazinil-5'-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pi-rimidino-6-carboxílico (82 mg, 45 %) . MS (ESI) m/z 436,3 (M+H)+.
Exemplo de referência 15
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[4-(2-hidroxi-etil)-3,4,5,6-tetra-hidro-2H-[1,2']bipirazinil-5'-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Processo Geral D, parte-se da dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(3,4,5,6-tetra-hidro-2H-[1,2']bipirazinil-5'-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi-dino-6-carboxílico (50 mg, 0,114 mmol) e de 2-bromoetanol (25 mg, 0,20 mmol) para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[4-(2-hidroxi-etil)-3,4,5,6-tetra-hidro-2H-[1,2']bipirazinil-5'-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (30 mg, 54 %). MS (ESI) m/z 480,6 (M+H)+. 170 ΡΕ2331547 RMN de 1H (400 MHz :, CDC13) : 9, 19 (1H, s) , 8, 61 (1H, s) , 7,76 (1H, s) , 7,48 (1H, s) , 7, 19 (1H, s) , 6, 36 (1H, s) , 4,80 -4, 68 (1H, m) , 3, 66- -3, 57 (2h, s) , 3, 54 (6H, S) , 2, 65 (3H, s), 2 ,59 (2h, s) , 2, 56- 2,40 (2H, m) , 2, 03- 1, 93 (3h, m) , 1,68-1 , 56 (4H, m) .
Exemplo de referência 40
Dimetilamida do ácido 7-(4-hidroxi-4-metil-ciclo-hexil)-2-(piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Adiciona-se a uma solução de dimetilamida do ácido 7-(4-oxo-ciclo-hexil)-2-(piridin-2-ilamino)-7H-pirro-lo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (25 mg, 0,066 mmol) em THF, 20 gotas de MeMgl. Completada a reacção, adicionaram-se 25 mL de água e depois 30 mL de solução aquosa de bicarbonato de sódio. Extraiu-se com diclorometano (3x50 mL) , e concentrou-se para se obter uma mistura de diastereómeros. Por HPLC preparativa obtém-se dimetilamida do ácido 7-(4-hidroxi-4-metil-ciclo-hexil)-2-(piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (2 mg, 4 %). MS (ESI) m/z 395,3 (M+H)+. 171 ΡΕ2331547
Exemplo de referência 58
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-pipera-zin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se de dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d] pirimidino-6-carboxílico (500 mg, 1,80 mmol) e de éster terc-butilico do ácido 4-(6-amino-piridin-3-il)-piperazine-1-carboxílico (550 mg, 1,98 mmol) para se obter dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (580 mg, 77 %) • MS (ESI ) m/z 421, 2 (M+H) +. RMN de ΧΗ (400 MHz, DMSO -d6) : : 8,72 (1H, s) , 8,38 (1H, d) 8,02 (1H, s) , 7,77 (1H, s) , 7,36 (1H, dd) , 6, 67 (1H, s) i , 6, 16- -6, 10 (1H, m) , 5,50- 5,48 (1H, m) , 3, 15 (3H, d) , 3, 03 (2H, d) , 2 , 68- 2,58 (2H, m) , 2,14- 2,05 (4H, m) , 1 O CO \—1 -i, 61 (8H, m) .
Exemplo de referência 51
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-iso-propil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico ΡΕ2331547 172 Η
Adiciona-se a uma suspensão de metilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (500 mg, 1,20 mmol) em acetona, NaBH(OAc)3 (2.5 g, 12 mmol) e em seguida 15 gotas de ácido acético glacial. Completada a reacção, concentra-se. Dilui-se com 250 mL de H2O e basifica-se até pH 12 adicionando gota a gota uma solução a 50 % de NaOH. Extrai-se com diclorometano (3 x 250 mL) e concentra-se para se obter metilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(4-isopropil-piperazin-l-il)-piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (277 mg, 50 %). MS (ESI) m/z 463,4 (M+H)+.
Exemplo de referência 11 (7-Ciclopentil-6-oxazol-5-il-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-il)-(5-piperazin-l-il-piridin-2-il)-amina
H 173 ΡΕ2331547
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se de 2-cloro-7-ciclopentil-6-oxazol-5-i-l-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi-dina (70 mg, 0,24 mmol) e de éster terc-butílico do ácido 4-(6-amino-piridin-3-il)-piperazine-l-carboxílico (74 mg, 0,27 mmol), e em seguida desprotege-se pelo Processo Geral A, para se obter (7-ciclopentil-6-oxazol-5-il-7H-pirrolo- [2,3- d] pi: rimidin-2- il)- (5 -pipe razin-l-il -piridin-2 -il)- amina (25 mg, 24 %) . MS (ESI) m/z 431,2 (M+H) + RMN de 1H (400 MHz, DMSO- -d6) : 9,33 ( 1H, s) , 8,78 (1H, s) , 8,59 (1H, s) , 8 ,13 (1H, d) , 7 , 98 (1 H, d) , 7, 61 (1H, s) , 7,40 (1H, dd) , 6, 78 (1H, s) , 4,70-4 ,77 (1H, m) , 3, 04- 3, 01 (4 H, - m) , 2,86- 2,84 (4H, m) , 2,03-2 ,01 (6H, m) , 1 co ko \—1 1, 67 (2H)
Exemplo de referência 18 (7-Ciclopentil-6-oxazol-5-il-7H-pirrolo[2,3— d]pirimidin-2-il)-(5-piperazin-l-ilmetil-piridin-2-il)-amina
Seguindo o Método B de Buchwald, parte-se de 2-cloro-7-ciclopentil-6-oxazol-5-il-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi-dina (100 mg, 0,346 mmol) e de éster terc-butílico do ácido 4-(6-amino-piridin-3-ilmetil)-piperazine-l-carboxílico (106 174 ΡΕ2331547 mg, 0,363 mmol), seguindo-se uma desprotecção pelo Processo Geral A para se obter (7-ciclopentil-6-oxazol-5-il-7H-pir-rolo[2,3—d]pirimidin-2-il)-(5-piperaz in-1-ilmetil-piridin-2-il)-amina (23 mg, 15 %) . MS (ESI) m/z 445,2 (M+H) + .
Exemplo de referência 109
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5-(2-oxo-piperazin-l-il)piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimi-dino-6-carbox£lico
O.. ,0 H
O
Λ *
Aquece-se uma mistura de 5-bromo-2-nitropiridina (200 mg, 1 mmol), l-Boc-3-oxopiperazina (240 mg, 1,2 mmol), Xantphos (43 mg, 0,075 mmol), carbonato de césio (326 mg, 1 mmol),acetato de paládio(II) (11 mg, 0,049 mmol) em dioxano (5,5 mL) a 120°C num aparelho de micro-ondas da Personal Chemistry durante 0,5 h. Uma análise por CCF e por LCMS indica que se completou a reacção. Filtra-se a mistura reaccional através de Celite, evapora-se em vazio, e 175 ΡΕ2331547 retoma-se o resíduo em água e acetato de etilo. Lava-se a fase orgânica com salmoura, seca-se (Na2S04) e evapora-se em vazio. Uma purificação por cromatografia rápida sobre sílica (acetato de etilo) proporciona éster terc-butílico do ácido 4-(6-nitropiridin-3-il)-3-oxopiperazino-l-carboxí-lico sob a forma de um sólido castanho-claro (248 mg, 77 %). MS (ESI) m/z 323 [M+H+].
o o Λ
Repetindo os processos descritos no Exemplo B, o éster terc-butílico do ácido 4-(6-nitropiridin-3-il)-3-oxo-piperazino-l-carboxílico (240 mg, 0,74 mmol) dá éster terc-butílico do ácido 4-(6-aminopiridin-3-il)-3-oxopiperazino-1-carboxílico (225 mg). MS (ESI) m/z 293 [M+H]+.
Lava-se em corrente de azoto uma mistura de dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo [2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (225 mg, 0,77 mmol), éster terc-butílico do ácido 4-(6-aminopiridin-3-il)-3-oxopiperazino-1-carboxílico (204 mg, 0,69 mmol), BINAP (24 mg, 0,038 mmol), acetato de paládio(II) (6 mg, 0,027 mmol) e carbonato de césio (340 mg, 1,05 mmol) em dioxano (4 mL), e aquece-se a 100°C de um dia para o outro. Adicionam-se mais acetato de paládio(II) (6 mg, 0,027 mmol) e BINAP (24 mg, 176 ΡΕ2331547 0,038) e continua a aquecer-se a 110°C durante 2 h, altura em que as análises por CCF e por LCMS indicam que se completou a reacção. Remove-se o solvente em vazio e agita-se o resíduo em água sob sonicação no banho de ultra-sons. Filtra-se a suspensão e lava-se o bolo de filtração com heptano. Por secagem em vazio obtém-se éster terc-butílico do ácido 4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo-[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-3-oxo-piperazino-1-carboxílico sob a forma de um sólido acastanhado (350 mg, 83 %) MS (ESI) m/z = 549 [M+H]+.
Seguindo o Processo Geral A, o éster terc-butílico do ácido 4-[6-(7-ciclopentil-6-dimetilcarbamoil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidin-2-ilamino)-piridin-3-il]-3-oxo-piperazino-l-carboxílico dá dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-[5- (2-oxopiperazin-l-il)piridin-2-ilamino]-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (10 mg, 3,5 %) MS (ESI) m/z = 448 [M+H]+.
Exemplo de referência 110
Dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-morfo-lin-4-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxilico
177 ΡΕ2331547
Aquece-se uma mistura de 5-morfolin-4-il-piridin-2-ilamina (0,61 g, 3,4 mmol; preparada por métodos sem-lhantes aos descritos no Exemplo A e no Exemplo B) , dimetilamida do ácido 2-cloro-7-ciclopentil-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico (1,00 g, 3,4 mmol), BINAP (106 mg, 0,17 mmol), acetato de paládio(II) (38 mg, 0,17 mmol) e carbonato de césio (1,6 g, 4,9 mmol) em dioxano (20 mL), a 110°C durante 6 h. Depois de arrefecida até à temperatura ambiente, adiciona-se-lhe heptano (30 mL) e agita-se a mistura durante 1 h. Filtra-se a suspensão resultante e suspende-se o bolo de filtração em água com uma agitação vigorosa. Filtra-se de novo a suspensão resultante e lava-se o filtrado com água e depois com éter dietílico antes de se secar em vazio para se obter a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-morfolin-4-il-piridin-2-ilamino) -7H-pirro-lo[2,3 — d]pirimidino-6-carboxílico sob a forma de um sólido acastanhado (1,30 g, 88 %) MS (ESI) m/z = 436,1 [M+H]+.
As tabelas 1 e 2 que se seguem com compostos são exemplos dos compostos que se podem fabricar utilizando as vias sintéticas exemplificadas na secção experimental. Embora não se mostre a síntese de todos os compostos, um indivíduo com conhecimentos da técnica pode ser capaz de fabricar todos os compostos utilizando as vias sintéticas ilustradas. ΡΕ2331547 178 TABELA 1
179 ΡΕ2331547 (continuação)
Composto Exemplo Número \ yN φ ò P Exemplo de referência 6 \ φ i 0 Exemplo de referência 7 \ / hn-^n^n o Φ P o H Exemplo de referência 8 \ . / hn-^n^n ° •φ i 0 N ú II N Exemplo de referência 9 180 ΡΕ2331547 (continuação)
Composto Exemplo Número \ N! / HN N N, ° φ i 0 V""· r> Exemplo de referência 10 \ hn-^n^n 0 Ó i l>a ou Exemplo de referência 10A \^N HN N N. φ i 0 H Exemplo de referência 11 HN N ^ N- φ à' 0 Exemplo de referência 12 \ Ν\^γχ / HN N O φ Ú P H?N Exemplo de referência 13 ΡΕ2331547 181
ΡΕ2331547 182
ΡΕ2331547 183
ΡΕ2331547 184
ΡΕ2331547 185
ΡΕ2331547 186
ΡΕ2331547 187
ΡΕ2331547
ΡΕ2331547 189
ΡΕ2331547 190
ΡΕ2331547 191
192 ΡΕ2331547 (continuação)
Composto Exemplo Número ^Ί- ó à' ^NH Λ" OH Exemplo de referência 66 N|^Vyj HN ^ N N, ,N — Ψ Ò 0 H Exemplo de referência 67 // b/_ 0 Y° Exemplo de referência 68 N // ΗΝ'^'Νΐ^'Ν. ,M- ψ ^ 0 cy Exemplo de referência 69 \ \\N HN N^" N Q φ à 0 A. Exemplo de referência 70 ΡΕ2331547 193
ΡΕ2331547 194
ΡΕ2331547 195
ΡΕ2331547 196
ΡΕ2331547 197
ΡΕ2331547 198
ΡΕ2331547 199
ΡΕ2331547 200
ΡΕ2331547 201
202 ΡΕ2331547 (continuação)
Actividade Biológica
Ensaio da Actividade Enzimática de CDK4/ciclina Dl
Utilizou-se um ensaio numa placa de microti-tulação de 384 poços Lance TR-FRET de determinação do ponto final (transferência de energia de fluorescência resolvida em relação ao tempo), para as medições da actividade de CDK4/ciclina Dl quinase. Utilizou-se o mesmo ensaio para a determinação dos valores de IC50 para pequenas moléculas inibidoras. Em geral, as reacções da quinase foram levadas a cabo em volumes de 30 pL numa solução reaccional contendo o seguinte: 2 pL de composto (em 20 % de DMSO) , 18 pL de CDK4/ciclina Dl em Tampão de Ensaio (50 mM em HEPES, pH 7,5, 5 mM em MgCl2, 2 mM em MnCl2, 1 mM em DTT, com 0,05 % de BSA, 0,02 % de Tween-20), 10 pL de uma mistura de pRbl52 com ATP. A mistura reaccional final contém composto (inibidor) com concentrações variando entre 0,005 - 10 pM, 2 % de DMSO, 0,3 nM em CDK4/ciclina Dl, 175 nM em pRbl52, e 3 pM em ATP (Amersham Pharmacia, N° de Catálogo 27-2056-01). Conduziram-se todas as reacções à temperatura ambiente em placas de 384 poços brancas com fundo chato OptiPlates (Perkin Elmer, N° de Catálogo 6007290) durante 60 minutos e 203 ΡΕ2331547 depois terminaram-se por adição de 10 yL de EDTA 120 mM. Capturaram-se os sinais por adição de 40 yL da Solução de Detecção contendo o seguinte: Tampão de Detecção (50 mM em HEPES, pH 7,5, 30 mM em EDTA, com 0,1 % de Triton x-100, com 0,05 % de BSA), 70 ng/mL de anti-fosfo-pRb(S780) (Cell Signaling Technology, N° de Catálogo 9307S), 1 nM em anti-IgG Eu-W1024-Coelho Lance (Perkin Elmer, N° de Catálogo AD0082), e 20 nM em SureLight™ Aloficocianina-Estreptavidina (Perkin Elmer, N° de Catálogo CR130-100). Incubaram-se as soluções resultantes à temperatura ambiente durante 2 horas antes de se lerem num Evision Multilabel Reader (Perkin Elmer, Envision 2102-0010). Nota: IC50 < 0,005 nM ou IC50 > 10 yM indica que o verdadeiro IC5o não se encontra adentro da gama de detecção.
Preparou-se a proteína recombinante CDk4/ciclina Dl utilizada no ensaio de actividade enzimática coexpres-sando os vírus pDESTlO-CDK4 (His6 do terminal N) e pFastBacDual-GST-hCiclinaDl em células Sf21. Purificou-se a proteína sobre-expressa por afinidade com Ni-NTA até > 80 % por Sizing HPLC.
Ensaio de Actividade Enzimática da CDKl/ciclina B
Utilizou-se um ensaio de determinação do ponto final numa IMAP-FP™ (Molecular Devices Trade Mark Technology) de microtitulação com 384 poços para as medições da actividade da CDKl/ciclina B quinase. Utilizou-se o mesmo ensaio para a determinação dos valores de IC5o para pequenas moléculas inibidoras. Em geral, as reacções da 204 ΡΕ2331547 quinase foram levadas a cabo em volumes de 20 yL da solução reaccional, constituída por 2 yL de composto (em 20 % de DMSO), 8 yL de CDKl/ciclina B no Tampão Reaccional lx (Molecular Devices, N° de Catálogo R8139), 10 yL de mistura de substratos de péptido Tamra Histona-Hl (Molecular Devices, N° de Catálogo R7384) e ATP (Amersham Pharmacia, N° de Catálogo 27-2056-01) no Tampão Reaccional lx com adição de fresco de DTT 1 mM. A mistura reaccional final contém composto (inibidor) com uma concentração variando entre 0,005 e 10 yM, 2 % de DMSO, é 0,25 nM em CDKl/ciclina B, 100 nM em péptido Tamra Histona-Hl, e 20 yM em ATP.
Conduziram-se todas as reacções à temperatura ambiente em placas Costar pretas de 384 poços com fundo chato (Corning, N° de Catálogo 3710) durante 120 min e depois terminaram-se por adição de 60 yL de uma diluição a 1/400 de Tampão A de Ligação Progressivo lx (Molecular Devices, N° de Catálogo R8139). Leram-se os sinais de polarização fluorescente no Evision Multilabel Reader (Perkin Elmer, Envision 2102-0010) após uma incubação durante 2 horas à temperatura ambiente. Nota: IC50 < 0,005 nM ou IC50 > 10 yM indica que o valor IC50 se encontra fora do âmbito da gama de detecção.
Ensaio da Actividade Enzimática de CDK2/ciclina A
Conduziu-se o ensaio em condições idênticas ao da CDKl/ciclina B excepto que se substituiu a CDKl/ciclina B 0,25 nM por CDK2/ciclina A 0,3 nM. Resumem-se os resultados dos ensaios na tabela 2. ΡΕ2331547 205 TABELA 2
Exeirplo N2 CDK4 (yiM) CDK1 (μΜ) CDK2 (yiM) MS (MH+) Exeirplo de referência 1 * >15 >15 351,1 74 -k-k-k >15 >15 435,3 Exeirplo de referência 78 -k-k-k >15 >15 463,3 Exeirplo de referência 86 k-k >15 >15 481,3 Exeirplo de referência 26 k-k >15 >15 479,3 Exeirplo de referência 14 k-k >15 >15 493,3 Exeirplo de referência 95 k-k >15 >15 521,3 Exeirplo de referência 33 k-k >15 >15 523,4 Exeirplo de referência 57 k-k >15 >15 493,3 Exeirplo de referência 56 k-k >15 >15 493,3 Exeirplo de referência 71 k-k >15 >15 507,3 Exeirplo de referência 21 -k-k-k >15 >15 493,3 Exeirplo de referência 44 k-k >15 >15 509,3 Exeirplo de referência 46 k-k >15 >15 509,3 Exeirplo de referência 29 k-k 15 >15 509,3 Exeirplo de referência 79 k-k >15 >15 503,3 Exeirplo de referência 63 -k-k-k >15 >15 477,3 Exeirplo de referência 36 k-k >15 >15 493,4 Exeirplo de referência 101 k >15 >15 521,4 Exeirplo de referência 103 k-k >15 >15 507,3 Exeirplo de referência 69 k-k >15 >15 531,4 Exeirplo de referência 92 -k-k-k >15 >15 491,3 Exeirplo de referência 99 k-k >15 >15 505,3 Exeirplo de referência 90 -k-k >15 >15 519,4 Exeirplo de referência 68 -k-k-k >15 >15 519,4 Exeirplo de referência 25 k-k >15 >15 517,3 Exeirplo de referência 10 k-k >15 >15 492,4 206 ΡΕ2331547 (continuação)
Exemplo N2 CDK4 (pM) CDK1 (viM) CDK2 (viM) MS (MH+) Exemplo de referência 84 ** >15 >15 474,3 Exemplo de referência 9 ** >15 >15 488,3 Exemplo de referência 7 ** >15 >15 477,3 Exemplo de referência 27 ** >15 >15 503,3 Exemplo de referência 23 ** >15 >15 545,3 Exemplo de referência 90 ** >15 >15 559,4 Exemplo de referência 91 ** >15 >15 559,4 Exemplo de referência 12 ** >15 >15 492,3 Exemplo de referência 88 -k-k-k >15 >15 520,5 Exemplo de referência 22 k-k >15 >15 532,3 Exemplo de referência 94 k-k >15 >15 546,3 Exemplo de referência 38 k-k >15 >15 548,3 Exemplo de referência 30 k >15 >15 549,3 Exemplo de referência 31 k >15 >15 549,3 Exemplo de referência 19 -k-k-k >15 >15 448,3 Exemplo de referência 16 -k-k-k >15 >15 449,3 Exemplo de referência 81 k-k >15 >15 493,3 Exemplo de referência 17 -k-k >15 >15 449,3 Exemplo de referência 82 k-k >15 >15 493,3 Exemplo de referência 72 k-k >15 >15 463,3 Exemplo de referência 24 k-k >15 >15 463,3 Exemplo de referência 4 -k-k >15 >15 449,2 Exemplo de referência 8 k-k 14 8 449,3 Exemplo de referência 13 k-k >15 >15 435,3 Exemplo de referência 39 k-k >15 >15 436,3 Exemplo de referência 32 -k-k >15 >15 422,5 Exemplo de referência 59 k-k >15 >15 423,4 Exemplo de referência 83 k >15 >15 424,2 207 ΡΕ2331547 (continuação)
Exemplo N2 CDK4 (pM) CDK1 (viM) CDK2 (viM) MS (MH+) Exemplo de referência 10A ** 12 14 436,3 Exemplo de referência 34 * >15 >15 527,4 Exemplo de referência 42 ** >15 >15 449,3 Exemplo de referência 43 ** >15 >15 463,6 Exemplo de referência 54 ** >15 >15 463,3 Exemplo de referência 55 ** >15 >15 463,4 Exemplo de referência 60 * >15 >15 477,4 Exemplo de referência 61 * >15 >15 491,5 Exemplo de referência 62 ** >15 >15 491,4 Exemplo de referência 65 ** >15 >15 506,4 Exemplo de referência 73 ** >15 >15 475,6 Exemplo de referência 75 ** >15 >15 477,2 Exemplo de referência 76 ** >15 >15 464,4 Exemplo de referência 77 ** >15 >15 507,5 Exemplo de referência 85 k-k >15 >15 493,4 Exemplo de referência 66 k-k >15 >15 438,3 Exemplo de referência 3 k-k >15 >15 477,3 Exemplo de referência 53 -k-k >15 >15 491,3 Exemplo de referência 49 k-k >15 >15 463,3 Exemplo de referência 96 k-k >15 >15 507,3 Exemplo de referência 50 k-k >15 >15 505,5 Exemplo de referência 87 -k-k 13 >15 478,3 Exemplo de referência 41 -k-k-k 14,8 4,7 451,3 Exemplo de referência 6 -k-k-k >15 >15 477,3 Exemplo de referência 20 k-k >15 >15 450,3 Exemplo de referência 35 -k-k 4,7 2,9 478,3 Exemplo de referência 52 k-k >15 >15 434,3 Exemplo de referência 80 k-k >15 >15 476,3 208 ΡΕ2331547 (continuação)
Exemplo N2 CDK4 (pM) CDK1 (viM) CDK2 (viM) MS (MH+) Exemplo de referência 100 ** >15 >15 478,3 Exemplo de referência 45 * >15 20 536,3 Exemplo de referência 67 ** >15 >15 436,3 Exemplo de referência 70 ** >15 >15 478,3 Exemplo de referência 37 ** >15 >15 480,3 Exemplo de referência 48 * >15 >15 436,3 Exemplo de referência 15 * >15 >15 480,6 Exemplo de referência 40 * >15 >15 395,3 Exemplo de referência 47 -k-k-k 2,6 8,3 431,3 Exemplo de referência 58 k-k >15 >15 421,2 Exemplo de referência 51 k-k >15 >15 463,4 Exemplo de referência 11 -k-k-k 1,3 3,5 431,2 Exemplo de referência 18 -k-k-k 1,1 2,8 445,2 Exemplo de referência 109 k >15 >15 448,5 Exemplo de referência 110 k >15 >15 436,1 Chave Maior do que 0,1, e menor ou igual a 1,0 = * Maior do que 0,01, e menor ou igual a 0,1 = ** Maior do que 0,001, e menor ou igual a 0,01 = ***
Lisboa, 2 de outubro de 2014

Claims (17)

  1. ΡΕ2331547 1 REIVINDICAÇÕES 1. 0 composto que seja a dimetilamida do ácido 7-ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxílico com a seguinte fórmula
    ou um seu sal aceitável do ponto de vista farmacêutico.
  2. 2. 0 composto da reivindicação 1 que seja a dimetilamida do ácido 7-Ciclopentil-2-(5-piperazin-l-il-piridin-2-ilamino)-7H-pirrolo[2,3-d]pirimidino-6-carboxi-lico com a seguinte fórmula
  3. 3. Um composto ou um seu sal aceitável do ponto de vista farmacêutico de acordo com a reivindicação 1 para utilização como medicamento. 2 ΡΕ2331547
  4. 4. Uma composição farmacêutica que inclua um composto ou um seu sal aceitável do ponto de vista farmacêutico de acordo com a reivindicação 1 e um veiculo aceitável do ponto de vista farmacêutico.
  5. 5. Uma combinação que contenha um composto ou um seu sal aceitável do ponto de vista farmacêutico de acordo com a reivindicação 1 em conjunto com outro agente.
  6. 6. Um composto ou um seu sal aceitável do ponto de vista farmacêutico de acordo com a reivindicação 1 para utilização no tratamento do cancro.
  7. 7. Um composto para uma utilização de acordo com a reivindicação 6, em que o cancro seja seleccionado de entre o conjunto constituído por: cancro da mama, cancro pancreático, cancro colo-rectal, cancro do pulmão, e melanoma.
  8. 8. Um composto para utilização de acordo com a reivindicação 6, em que o cancro seja sarcoma, leucemia, glioma, melanoma familiar ou melanoma.
  9. 9. Um composto para utilização de acordo com a reivindicação 6, em que o cancro seja um carcinoma da bexiga, da mama, do cólon, do rim, da epiderme, hepático, pulmonar, do esófago, da vesícula, do ovário, pancreático, estomacal, da cérvix, da tiróide, do nariz, da cabeça e 3 ΡΕ2331547 pescoço, da próstata, ou da pele; um tumor hematopoiético de linhagem linfóide; um tumor hematopoiético de linhagem mielóide; cancro folicular da tiróide; um tumor com origem mesenquimal; um tumor do sistema nervoso central ou do periférico; melanoma; seminoma; teratocarcinoma; osteos-sarcoma; xeroderma pigmentosum; queratoctantoma; cancro folicular da tiróide; ou sarcoma de Kaposi.
  10. 10. Um composto para utilização de acordo com a reivindicação 9, em que o tumor hematopoiético de linhagem linfóide seja leucemia, leucemia linfocitica aguda, leucemia linfocitica crónica, linfoma de células B, linfoma de células T, mieloma múltiplo, linfoma de Hodgkin, linfoma não de Hodgkin, linfoma de células pilosas, ou linfoma de Burkitt.
  11. 11. Um composto para utilização de acordo com a reivindicação 6, em que o cancro seja cancro da mama, cancro do ovário, cancro do cólon, cancro da próstata, cancro do esófago, cancro escamoso e carcinomas pulmonares sem ser de células pequenas.
  12. 12. Um composto para utilização de acordo com a reivindicação 9, em que o tumor do sistema nervoso central ou do periférico seja astrocitoma, neuroblastoma, glioma ou schwannoma.
  13. 13. Um composto para utilização de acordo com a reivindicação 6, em que o cancro seja cancro do pulmão de 4 ΡΕ2331547 células pequenas, cancro do pulmão sem ser de células pequenas, cancro pancreático, cancro da mama, glioblastoma multiforme, ALL de células T e linfoma de células do manto.
  14. 14. Um composto de acordo com a reivindicação 2, para utilização como medicamento.
  15. 15. Uma composição farmacêutica que inclua um composto de acordo com a reivindicação 2 e um veiculo aceitável do ponto de vista farmacêutico.
  16. 16. Uma combinação incluindo um composto de acordo com a reivindicação 2 em conjunto com outro aqente.
  17. 17. Um composto de acordo com a reivindicação 2 para utilização no tratamento do cancro. Lisboa, 2 de outubro de 2014 1 ΡΕ2331547 REFERÊNCIAS CITADAS NA DESCRIÇÃO Esta lista de referências citadas pelo requerente é apenas para conveniência do leitor. A mesma não faz parte do documento da patente europeia. Ainda que tenha sido tomado o devido cuidado ao compilar as referências, podem não estar excluídos erros ou omissões e o IEP declina quaisquer responsabilidades a esse respeito. Documentos de Patente citados na descrição • US 4666828 A • US 4683202 A • US 4801531 A • US 5192859 A * US 527205? A * US 5882864 A * US 6218528 B * US 2007069595 W Literatura que não é de patentes citada na Descrição • HARDIE, G.; HANKS, S. The Protela Kinase Facis Book,! and íí. Aeademic Press. 1395 • HANKS, S. K.; HUNTER, T. FASEB J., 1995, vot. 9, 576-596 • KNIGHTON et af. Sctenoe, 1991, voi. 253, 407-414 • Ha.ES et ai. Ceii, 1932, voi. 70, 419-429 • KUNZ et a!. CeU, 1993, voi. 73, 58S-586 • GARCIA-BUSTOS et aí. EMBO J., 1994, voi. 13, 2352-2361 • SAUSVILLE, E. A. Trencis Mokc. Aferi., 2Q02, voi, 8, S32-S37 . • FISCHER, P. M. Curr. Qpin. Drug Disoov&y Oev.. 2001. vol. 4, 623-634 • HARWELL RM; MULL BB ; PORTER DC ; KEYO-MARSI K. J Bioi Cherm. 26 March 2004, voi. 279 {13}, 12695-705 • RAJAGOPALAN H; JALLEPALLI PV; RAGO C : VELCULESCU VE ; KINZLER KW; VOGELSTEÍN B : LENGAUER C. Nalure, 04 March 2004, voi. 426 (6978), 77-81 • RAJAGOPALAN et ai. Nature, 04 March 2004, yoi. 428 (6978), 77-81 • SPRUCK et at. Câncer f?es., 15 Augusi 2002, voi, 62 (16), 4535-9 • Current Proíocois in Mdecular Biofogy. John Wiíey & Sons ínc, 2004 • PCR Proiocofs: a gufcie to rnethods and appíiGatíons, Aeademic; Press, 1990 • Moíecuiar Cioning: A Laboraíory Manual Coid Spring Harbor Laboratorv Press, 2001 • ANGERER. Meih. EnzymoL 1967, vd. 152. 649 • Current Proíocois in Moiecuiar Biotogy. John Wiíey & Sons ínc • Fiuorescence ín Situ Hybridization: TechnicaS OverView. JOHN S. BARTLETT, Moiecuiar Diagnosis of Câncer, Meihods and Protacois. March 2004, 077-088 • RAJAGOPALAN H ; JALLEPALLI PV; RAGO C ; VELCULESCU VE ; KÍNZLER KW; VOGELSTEÍN B ; LENG AUER C. Nakim, 04 March 2004, vd. 428 (6978), 77-81 ♦ YATABE et af. Biood, 01 Aprii 2000, voi. 95 {?), 2253-61 ♦ JONES et ai. JMoíDiagn,, May 2004, vd. 6 (2). 84-9 ♦ HOWE et ai. Gfin Chenr, January 2004, voi. 50 (1), 80-7 ♦ HARWELL et ai. Câncer Res, 2000, voi. 60,481 -489 * Science of Synthesis: Houben-Weyi Methods of Mo-tecuiar Transformation. Georg Thieme Veríag, 2005. vd. 48,41627 * J. F. W. MCOMIE. Proíeciive Groups in Organíc Ghemisíry. Pienum Press, 1973 • T. W. GREENE; P. G. M. WUTS. Protedive Groups in Grganic Synthesis. Wãey, 1999 * The Peptides. Aeademic Press, 1981, voí. 3 « HOUBEN WEYL. Methoden der organischen Chemíe. Georg Thieme Veriag, 1974, voi. 15/i * H.-D. JAKUBKE; H. JESCHKEfT, Aminosauren, Pepiide, Proíeine. Veriag Chemie, 1S82 * JOCHEN LEHMANN. Chemie der Kohfenhydraie: Monosaccharide and Derivate. Georg Thieme Ver-iag, 1974 * Science of Synthesis; Houben-Weyi Methods of Molecular Transformation. Georg Thieme Veriag., 2005
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