PT1788328E - Processo de alimentação e remoção de elemento de refrigeração para e de uma unidade consumidora geradora de perdas térmicas - Google Patents
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Description
DESCRIÇÃO
Processo de alimentação e remoção de elemento de refrigeração para e de uma unidade consumidora geradora de perdas térmicas 0 invento refere-se a um processo para alimentação e remoção de um agente de refrigeração para e de uma unidade consumidora a refrigerar geradora de perdas térmicas.
Os processos deste tipo têm utilização, por exemplo, no funcionamento de consumidores eléctricos, como electrónicas de alta potência, principalmente armários de servidores.
Neste caso as unidades consumidoras geradoras de perdas térmicas, principalmente as electrónicas de alta potência, como por exemplo armários de servidores, apresentam um sistema de refrigeração ou estão acopladas a um sistema de refrigeração prioritário, por exemplo, um sistema de refrigeração da domótica, por exemplo, através de uma unidade de interface, conforme proposto no requerimento alemão 102004046-791 AI publicado de novo. É além disso conhecido ligar várias unidades consumidoras geradoras de perdas térmicas a um sistema de refrigeração comum prioritário, conforme é mostrado em DE 10303827A1. Para isto podem, por exemplo, ser utilizados sistemas de distribuição que estão dispostos na ligação de alimentação central e na ligação de retorno central do sistema de refrigeração. Um processo de acordo com o preâmbulo da reivindicação 1 é proposto em EP0508766 A2. 1
Desvantajoso nesta situação da Técnica é o facto de principalmente na ligação de uma unidade consumidora a um sistema de refrigeração prioritário poder surgir o problema da temperatura do agente de refrigeração ser tão baixa que nas tubagens entre as ligações do sistema de refrigeração prioritário e a unidade consumidora a refrigerar ou até mesmo na própria unidade consumidora a temperatura do ar ambiente do ponto de orvalho ser ultrapassada em sentido negativo. Neste caso a humidade do ambiente poderia depositar-se nas ligações, o que em unidades consumidoras sensíveis poderia causar perturbações ou até danos ou mesmo a destruição ou este efeito teria que ser eliminado através de custos elevados de aparelhos (colector, tubo e bomba de condensação).
Ao invento coloca-se, por isso, a tarefa de conseguir um processo, bem como um dispositivo para execução do processo, o qual na refrigeração de uma unidade consumidora geradora de perdas térmicas evite a sua limitação ou até danos provocados pela condensação, mas que garanta uma boa refrigeração.
Esta tarefa será solucionada, de acordo com o invento, com um processo com as caracteristicas da reivindicação 1, bem como, com um dispositivo com as caracteristicas da reivindicação 7.
De acordo com o invento e por meio de um dispositivo de detecção do ponto de orvalho, por exemplo, um sensor comum do ponto de orvalho, o qual de forma vantajosa está disposto num local no qual um ponto de orvalho surge antes ou numa unidade consumidora, em cuja activação (portanto a ultrapassagem em sentido negativo do ponto de orvalho) é iniciada uma gestão do ponto de orvalho para um tempo de funcionamento predefinido. Nesta gestão do ponto de orvalho a temperatura 2 de entrada de um agente de refrigeração para refrigeração da unidade consumidora é aumentada num valor preestabelecido, de modo que pode ser evitada uma formação de condensação na unidade consumidora.
Num aperfeiçoamento preferido do invento é apurada e regulada uma temperatura de entrada reduzida o mais possível durante a gestão do ponto de orvalho, em que tanto se pode processar uma redução por fases e/ou aumento da temperatura de entrada de acordo com o resultado da consulta ao dispositivo de detecção do ponto de orvalho. Neste caso tanto a redução como o aumento da temperatura de entrada se pode processar em relação a valores predefinidos, sendo que estes valores também podem ser variáveis, por exemplo na dependência da quantidade de ciclos (reduzir, aumentar) ou no tempo de funcionamento da gestão do ponto de orvalho. Por exemplo, também é viável reduzir pouco a pouco a amplitude dos passos para manter uma temperatura de entrada optimizada durante a gestão do ponto de orvalho. Para se evitarem hipofunções ou afectações das funções podem, na continuação do aperfeiçoamento do invento, pelo menos um dos limites, ser previsto como limite superior e limite inferior da temperatura de entrada durante a gestão do ponto de orvalho. 0 limite inferior pode, neste caso, localizar-se numa distância preestabelecida acima da temperatura de activação do dispositivo de detecção do ponto de orvalho no início da gestão do ponto de orvalho, para simplificar o processo. Naturalmente que também é possível permitir um limite inferior abaixo desta temperatura de activação, para também compensar oscilações de curta duração dos parâmetros do meio ambiente.
Na continuação de aperfeiçoamento do invento pode, também durante a gestão do ponto de orvalho, ser possível uma 3 introdução manual da temperatura de valor teórico para se poder executar condições especiais, como por exemplo um teste de carga etc., sem atacar a gestão do ponto de orvalho.
Na continuação de aperfeiçoamento do invento pode, depois de terminada a gestão do ponto de orvalho, a temperatura de entrada (Tvl) actual da gestão do ponto de orvalho ser finalizada e/ou memorizada, para decidir sobre avaliações, por exemplo, através da performance da instalação. Naturalmente que também é viável, como nova temperatura de valor nominal para o processo normal assumir uma temperatura de valor nominal dependente da temperatura de entrada actual da gestão do ponto de orvalho. Este tipo de dependência também podia ser formado, abstraindo da tomada directa e simples, por exemplo na formação do valor médio de várias temperaturas de entrada memorizadas de várias gestões de ponto de orvalho efectuadas ou inclusão de um valor predefinido (por exemplo, distância de segurança).
Para execução do processo de acordo com o invento, o dispositivo de acordo com o invento apresenta um avanço para um agente de refrigeração no sentido da unidade consumidora geradora de perdas térmicas, um dispositivo, por exemplo uma válvula de mistura, uma bomba regulada por rotação etc., para alteração da temperatura de entrada e um dispositivo de activação do ponto de orvalho com uma unidade de exploração e de comando, para no arranque do dispositivo de activação do ponto de orvalho arrancar uma gestão do ponto de orvalho e aumentar num primeiro valor predefinido a temperatura de entrada do agente de refrigeração alimentado. Este dispositivo pode, neste caso, como dispositivo ligado directamente com a unidade consumidora, formar por exemplo, uma unidade. Naturalmente que também é viável formar o dispositivo como unidade de interface, de modo que com 4 vantagem no consumidor disponível o dispositivo de acordo com o invento pode ser acoplado, por exemplo, entre a domótica (refrigeração) e o consumidor.
Outras configurações vantajosas do invento são obtidas das reivindicações secundárias. 0 invento será em seguida esclarecido com o auxílio de um exemplo de execução apresentado no desenho. 0 desenho mostra:
Na Fig. 1 um organigrama de uma forma de execução preferida do processo de acordo com o invento. 0 fluxograma apresentado na Fig. 1 mostra acima da linha tracejada A um processo normal para regulação de uma temperatura de entrada Tvl e uma temperatura de valor nominal Tnominal, a qual pode ser normalmente inserida por um operador. A regulação contém uma consulta 1 se a temperatura de valor nominal Tnominai é superior à temperatura de entrada Tvl, sendo que em caso positivo no passo 5 a temperatura de entrada é aumentada. Em caso negativo tem lugar uma consulta 3, se a temperatura de valor nominal está abaixo da temperatura de entrada Tvl, sendo que em caso positivo a temperatura de entrada Tvl tem que ser reduzida. Em caso negativo da consulta 3 a temperatura Tvl corresponde, como se pretende, à temperatura Tnominai, de modo que não se executa qualquer alteração na temperatura de entrada Tvl.
Para aumentar ou reduzir a temperatura de entrada pode, por exemplo ser excitada uma válvula de mistura, a qual altera em conformidade a relação de mistura do agente de refrigeração localizado no avanço com outro agente de 5 refrigeração com outra temperatura, por exemplo, do retorno ou oriundo de outro sistema.
Porque, de acordo com o invento deve ser evitado que se forme humidade do ar como condensação, portanto humidade, principalmente em componentes eléctricos e esta, devido a isso, perturba o funcionamento destes ou eles até podem ser destruídos, na consulta 9 é perguntado a um dispositivo de detecção do ponto de orvalho TPW, se o ponto de orvalho é ultrapassado em sentido negativo e com isto se forma humidade ("molhado") ou a temperatura do ponto de orvalho não foi ultrapassada em sentido negativo e com isto não se pode formar condensação ("seco"). Um dispositivo de detecção do ponto de orvalho pode ser formado, por exemplo, como um sensor do ponto de orvalho simples e conhecido na situação da Técnica, o qual a partir de um determinado valor informa a situação de "molhado", porque no sensor se deposita condensação. Os sensores deste tipo são formados de modo vantajoso e em termos comparativos simples e de custo favorável em comparação com sensores, os quais possivelmente detectam de forma diferente a humidade do ar e a temperatura, para apurar um possível ponto de orvalho num ponto determinado.
Se for activado o dispositivo de detecção do ponto de orvalho TPW, é apresentado o resultado "molhado" da consulta 9, pelo que, de acordo com o invento, é iniciada uma gestão do ponto de orvalho, conforme é apresentado na Fig. 1 entre as linhas tracejadas A e B. Nesta gestão do ponto de orvalho, num primeiro passo 11 como temperatura do ponto de orvalho TPT ou temperatura de activação, é memorizada a temperatura de entrada Tvl apresentada neste momento. Além disso, é determinado um limite inferior TPT_UG para a temperatura de entrada Tvl durante a gestão do ponto de orvalho, a qual por 6 exemplo se situa a uma distância determinada, como por exemplo um Kelvin, acima da temperatura do ponto de orvalho TPT. Para não permitir durante a gestão do ponto de orvalho o surgimento de qualquer temperatura de entrada Tvl elevada não homologada, é determinado para isso um limite superior T_DK (por exemplo 17 graus Celsius, de modo que pode ser evitada uma subida da temperatura de entrada Tvl acima deste limite superior T_DK predefinido.
Para se evitar uma prejudicial e indesejada formação de condensação no consumidor eléctrico depois da activação do dispositivo de detecção do ponto de orvalho, a temperatura de entrada é aumentada num valor preestabelecido, 3 Kelvin. 0 dispositivo de detecção do ponto de orvalho TPW está disposto neste caso e de forma vantajosa num local, como por exemplo, na própria alimentação do avanço ou noutros locais, nos quais em comparação com o campo periférico directo dos consumidores eléctricos predomina uma temperatura (refrigeração) mais baixa.
Após um primeiro tempo de espera TPM_WT1 de por exemplo 30 minutos, para deixar secar uma formação de condensação possivelmente desenvolvida no sensor e/ou para esperar o efeito da medida implementada (p. ex., aumento de temperatura) é de novo consultado o dispositivo de detecção do ponto de orvalho TPW na consulta 15. Se este informar agora a situação "seco", é consultado na consulta 17 se ainda existe uma redução da temperatura de avanço Tvl num valor preestabelecido, por exemplo 1 Kelvin, acima do limite inferior TPT_UG antes definido.
Se ela se situar acima, no próximo passo 19 a temperatura de entrada é reduzida neste valor predeterminado, portanto, por exemplo 1 Kelvin e espera-se um segundo tempo 7 de espera TPM_WT2, por exemplo de 5 minutos, para regulação da temperatura pretendida. Se a redução executada de acordo com a consulta 17 não se situar nesta ou numa das outras passagens possíveis acima do limite inferior TPT_UG, a temperatura de entrada no passo 23 é colocada no limite inferior TPT_UG.
Numa outra consulta 25 é feita a consulta sobre um tempo de espera global para a gestão do ponto de orvalho, ou tempo de funcionamento TPM_WT de por exemplo 120 minutos e caso este ainda não tenha terminado, na consulta 27 opcionalmente possibilita uma introdução manual de uma temperatura de valor nominal Tnominai também para a gestão do ponto de orvalho, para evitar, por exemplo, que seja executado um teste de potência especial ou avisos periódicos, como por exemplo "Gestão do ponto de orvalho em funcionamento".
Caso não se verifique uma introdução manual opcional de uma temperatura de valor nominal Tnominai ou a introdução manual de temperatura de valor nominal Tnominai não se encontra acima da temperatura de valor nominal Tnominai antes da iniciação da gestão do ponto de orvalho, a gestão do ponto de orvalho é prosseguida com a consulta 15 anteriormente referida. Se o resultado da consulta 15 em vez de "seco" for "molhado" é feita a interrogação na consulta 31, se um aumento da temperatura de entrada Tvl se localiza ainda num valor preestabelecido, por exemplo 1 Kelvin, abaixo do limite superior T_DK predefinido. Se for este o caso, a temperatura de entrada Tvl é aumentada em 1 Kelvin no passo 33 e depois de uma espera de mais um tempo de espera TPM_WT3 de por exemplo 20 minutos, para deixar secar uma eventual condensação existente no dispositivo de detecção do ponto de orvalho, é executada novamente a consulta 25. 8
Enquanto a consulta 25 não comunicar o decorrer do tempo de espera TPM_WT para a gestão global do ponto de orvalho, podem, em consequência disso, os passos referidos ser percorridos de forma diferente várias vezes, dependendo do resultado da consulta, de modo que na gestão do ponto de orvalho predomine uma temperatura de entrada Tvl, a qual com posicionamento correspondente do dispositivo de detecção do ponto de orvalho TPW num local mais fresco (p. ex. directamente na parte exterior do tubo de alimentação), garante uma determinada distância de segurança para o não desejado alcançar do ponto de orvalho na própria unidade consumidora.
No entanto, através das consultas anteriores referidas e correspondentes aumentos ou reduções faseados da temperatura de entrada Tvl e de acordo com o resultado da consulta é proporcionada a continuação de uma refrigeração optimizada da unidade consumidora geradora de perdas térmicas. A consulta 27 opcional para uma introdução manual da temperatura de valor nominal Tnomínai existe neste caso só para excepções, como por exemplo testes de carga, etc. Em conformidade numa introdução manual autorizada, a qual se situa acima da temperatura de valor nominal Tnomínai antes do inicio da gestão do ponto de orvalho, na consulta 29 é novamente questionado o dispositivo de detecção do ponto de orvalho TPW e com o resultado "seco" da gestão do ponto de orvalho também antes de decorrido o tempo de espera TPM_WT para a gestão do ponto de orvalho global, separa-se deste e de novo com o comportamento de regulação normal acima da linha A, continua a operação com o valor nominal Tnomínai novamente introduzido. Se como resultado da consulta de segurança 29, em contrapartida for indicada a situação "molhado", a gestão do ponto de orvalho é continuada, sendo 9 que neste caso em contrapartida à Figura 1 se poderia prosseguir de imediato com a consulta 31 em vez da dupla consulta 15.
Se a gestão do ponto de orvalho, em contrapartida, for terminada por meio da consulta 25 através do decorrer do tempo de espera TPM_WT, e no caso do resultado da consulta 41 ser "seco", é iniciado igualmente e de novo o processo de regulação normal acima linha A. Se o resultado da consulta 41, em contrapartida, indicar a situação "molhado", é emitida de acordo com o passo 43 uma comunicação de avaria, sobre a qual em opção com a consulta 15 ou de imediato directamente com a consulta 31 se pode prosseguir, para através de mais um aumento de temperatura de acordo com o passo 33 manter o processo de acordo com o invento em actuação e não tornar a função de refrigeração inadmissível e indesejada.
Depois do final ou saída da gestão do ponto de orvalho será, conforme apresentado, o comportamento de regulação continuado na temperatura nominal Tnominai original ou numa eventual temperatura nominal Tnominai nova introduzida manualmente na consulta 27. Naturalmente também é viável que a gestão do ponto de orvalho serve, não só para captação de condições especiais (dias ou horas do dia com diferentes parâmetros do ponto de orvalho, como humidade do ar absoluta alterada e/ou pressão atmosférica alterada), mas também a temperatura de entrada Tvl regulada durante uma destas gestões do ponto de orvalho ser memorizada para outras explorações, por exemplo, para servir como base para uma temperatura nominal Tnominai optimizada.
Além disso, também é viável, após uma frequente activação do dispositivo de detecção do ponto de orvalho TPW, de acordo com a consulta 9 e com isto, o frequente início da 10 gestão do ponto de orvalho, por exemplo a partir de um determinado valor limiar colocar a temperatura de valor nominal T nomina i do processo de regulaçao normal automaticamente mais elevada num valor determinado ou colocar a temperatura de valor nominal Tnominai na dependência da temperatura de entrada Tvl optimizada na gestão do ponto de orvalho. Isto pode acontecer, por exemplo, através da formação do valor médio de várias temperaturas de entrada Tvl memorizadas, de várias operações da gestão do ponto de orvalho ou optar-se pela temperatura de entrada Tvl da última gestão do ponto de orvalho executada.
Lisboa, 30 de Janeiro de 2012. 11 ΡΕ1774397 1
DESCRIÇÃO "SISTEMA DE EMPARELHAMENTO DE LENTES DE ÓCULOS SEM AROS" O presente invento diz respeito a um novo sistema de emparelhamento de lentes de óculos sem aros para a cor-recção das deficiências visuais ou para a protecção dos olhos.
Actualmente, nos oculistas é possível encontrar cada vez mais óculos do tipo chamado perfurado, cujas lentes não são circundadas por um aro, mas em vez disso ligadas por meio de uma ponte e fixadas por meio de parafusos. 0 documento FR-A-1 193 800 descreve óculos cujas lentes são ligadas sem a utilização de parafusos, com a ajuda de fios metálicos e compreendendo uma peça de ligação central que serve de ponte para as duas lentes.
Por sua vez, o documento US-A-5 771 086 descreve um tipo de óculos que compreende duas lentes independentes solidarizadas sem aro graças à ajuda de uma ponte constituída por um fio metálico. As lentes compreendem um entalhe formado no bordo da lente, no lado situado junto ao nariz, assim como um furo próprio para a passagem de um perno roscado . 2 ΡΕ1774397 A sua aparência estética faz com que esses artigos tenham um importante sucesso comercial. No entanto, eles apresentam um certo número de inconvenientes e, em particular: 0 campo visual nasal não é completo e é muitas vezes limitado na parte superior, lado nasal. 0 utente é muitas vezes incomodado pela presença dos pernos roscados de fixação no seu campo de visão no lado do nariz, perturbações essas que podem ser insuportáveis se a distância interpupilar do paciente for pequena (neste caso, o utente é muitas vezes obrigado a abandonar esse tipo de óculos).
As formas das lentes ainda se acham limitadas a formas clássicas e podem ser dificilmente ergonómicas.
Também são conhecidos sistemas de emparelhamento para lentes de óculos, como descrito no documento WO 01/96935, que compreendem um elemento de ligação central instalado na parte da frente dos óculos e dotado de porta-sapatas de apoio nasal que são inseridos nuns entalhes formados no lado das lentes situado por cima do nariz. Mas as lentes têm tendência a rodar uma em relação à outra. 0 dispositivo de acordo com o presente invento elimina esses inconvenientes e faz com que as lentes se mantenham de maneira rígida, o que evita que as lentes possam rodar uma em relação à outra, ao mesmo tempo que irá fazer com que a montagem e desmontagem se tornem mais 3 ΡΕ1774397 fáceis. Os porta-sapatas de apoio nasal já não são parte integrante da face da frente e são independentes e afastados um do outro. Eles são colocados em cada um dos lados do nariz numa posição ergonómica e já não têm a sua origem em pleno centro, o que era irritante e desconfortável e que fazia com que os óculos ficassem numa posição muito avançada. Os porta-sapatas de apoio nasal têm a vantagem de poderem ser ajustados separadamente, sem o risco de tensão ou de deterioração das lentes, como poderia ser o caso num sistema monobloco. Do mesmo modo, eles podem ser substituídos de forma independente. A superfície em contacto com as lentes é bastante grande, o que confere ao conjunto uma maior rigidez. Finalmente, as lentes podem ser de diferentes espessuras, sem que haja o risco de ocorrência de problemas na montagem ou na desmontagem. É por isso que o presente pedido tem por objecto um par de óculos sem aros compreendendo duas lentes de óculos unidas na zona situada por cima do nariz e de preferência cada uma delas dotada de um entalhe praticado na zona de junção das duas lentes, achando-se as referidas lentes acopladas por meio de um elemento de ligação, caracterizado por o elemento de ligação entre as duas lentes compreender uma lingueta que constitui uma projecção de montagem (quer dizer, uma peça que posiciona uma outra peça) para as lentes ao cooperar com uns entalhes praticados em cada uma das lentes de óculos.
No presente invento, o termo "par de óculos" des- 4 ΡΕ1774397 tina-se a designar tanto a parte da frente compreendendo as lentes como a parte da frente, assim como as hastes laterais . 0 elemento de ligação é de preferência, na sua forma mais simples, uma pequena barra com um comprimento que pode ir em especial de 6 mm a 20 mm para uma largura de 1 a 3 mm dotada de uma lingueta vantajosamente instalada numa posição mediana. 0 elemento de ligação pode ter uma forma simples, como uma pequena barra alongada paralelepi-pédica ou elíptica achatada ou pode ter uma forma mais complexa, a fim de adicionar um carácter decorativo tal como uma estrela, uma caleche, etc..., dotado de uma lingueta. A sua largura será então maior. A espessura média de uma pequena barra acha-se de preferência compreendida entre 0,5 e 5 mm, excluindo a altura da lingueta, em especial compreendida entre 0,5 e 4 mm, muito particularmente compreendida entre 0,5 e 3 mm.
Uma lingueta única terá, por exemplo, um comprimento compreendido entre 2 e 8 mm, de preferência compreendido entre 2 e 6 mm, em especial compreendido entre 2 e 4 mm, muito particularmente compreendido entre 2 e 3 mm. A espessura média da lingueta achar-se-á, por exemplo, compreendida entre 0,5 e 5 mm, em especial compreendido entre 0,5 e 4 mm, muito particularmente compreendido entre 0,5 e 3 mm. A sua forma é de preferência paralelepipédica. 5 ΡΕ1774397
Uma lingueta única é vantajosamente instalada de maneira mediana no elemento de ligação, e em especial numa pequena barra. 0 elemento de ligação acha-se de preferência dotado de pernos roscados fixos próprios para a fixação das lentes com a ajuda de uma porca. Os pernos roscados do elemento de ligação vão passar através de uma furação praticada no lado das lentes que fica situado por cima do nariz. 0 elemento de ligação pode simplesmente compreender furações próprias para a fixação das lentes por meio de parafusos independentes do elemento de ligação. 0 elemento de ligação é destinado a ligar as duas lentes unidas lado a lado, quer dizer, instaladas bordo contra bordo, e vantajosamente para segurar firmemente as lentes, em especial de maneira a impedir que estas possam realizar qualquer movimento de rotação uma em relação à outra. A lingueta (ou as linguetas) do elemento de ligação é (são) concebida (s) de modo a irem cooperar com o entalhe praticado de preferência no lado de cada uma das lentes, a ser (serem) inserida(s) no referido entalhe, sendo este último de preferência praticado ao nivel em que as lentes são instaladas bordo contra bordo.
Em condições de preferenciais de realização, o entalhe é exactamente adaptado à largura da lingueta, indo 6 ΡΕ1774397 desse modo evitar o pivotamento das lentes.
Noutras condições preferenciais de realização do invento, o elemento de ligação compreende duas linguetas, quer dizer, uma lingueta única interrompida.
Ainda noutras condições preferenciais de realização do invento, o elemento de ligação compreende ainda duas varetas achatadas cada uma das quais compreendendo num dos seus lados uma lingueta de comprimento inferior ou igual a metade do comprimento da lingueta e de comprimento inferior ou igual ao comprimento do entalhe praticado no bordo da lente na zona situada por cima do nariz, e compreendendo também um furo próprio para a passagem de um perno roscado, assim como, de preferência no outro lado, uma haste porta-sapata de apoio nasal de conforto. A soma das espessuras das linguetas previstas na pequena barra e nas varetas deverá ser inferior ou igual à espessura da lente mais fina no bordo situado por cima do nariz. A lingueta das varetas também é concebida para cooperar com o entalhe praticado de preferência no lado de cada uma das lentes.
Tendo em conta a sua forma original, as lentes podem assentar directamente sobre o nariz. No entanto, em condições preferenciais de realização do invento, o elemen- 7 ΡΕ1774397 to de ligação compreende um órgão de apoio nasal que compreende duas hastes porta-sapatas de apoio nasal de conforto .
As varetas também podem ser dotadas de pernos roscados fixos próprios para a fixação das lentes com a ajuda de uma porca. Contudo, esta solução é geralmente a menos esteticamente agradável, uma vez que as porcas iriam ficar localizadas no exterior, dado que o elemento de ligação, por exemplo, a pequena barra, é normalmente instalada no lado exterior em relação às lentes e as varetas no lado do rosto.
De preferência, o elemento de ligação do invento compreende uma pequena barra e varetas de forma sensivelmente paralelepipédica.
Se as lentes puderem ser instaladas bordo contra bordo segundo uma linha com uma forma qualquer, noutras condições preferenciais de realização, as lentes podem ser montadas bordo contra bordo através de um troço rectilineo, de preferência previsto acima da posição do nariz.
Também se chama a atenção para o facto de que a lingueta pode ser constituída pela própria pequena barra. Para esse efeito, é possível fresar a face, de preferência a face da frente, das lentes, numa parte da espessura das lentes, a fim de aí inserir a própria pequena barra, que irá assim desempenhar uma dupla função. 8 ΡΕ1774397
Os pares de óculos objecto do presente invento possuem qualidades muito interessantes. 0 utilizador dos óculos de acordo com o invento tem uma visão próxima da realidade, mais natural e não tendo limite de campo ao nível interno, portanto uma visão mais confortável.
Além disso, as lentes podem ser substituídas de maneira independente muito facilmente, em caso de riscadu-ra, de fractura ou de modificação da visão ao longo do tempo.
Do mesmo modo, a armação pode ser substituída a qualquer momento pelo seu utilizador, que pode assim ter várias armações para um único conjunto de lentes. 0 dispositivo de acordo com o presente invento mantém as lentes de maneira rígida, o que evita que as lentes possam rodar uma em relação à outra, ao mesmo tempo que faz com que a montagem e desmontagem se tornem mais fáceis.
Os porta-sapatas de apoio nasal não são solidários com a parte da frente, são independentes e afastados um do outro. Eles podem ser instalados de cada lado do nariz numa posição ergonómica. Do mesmo modo, eles podem ser substituídos de forma independente. A superfície em contacto com as lentes é considerável, o que confere uma maior rigidez ao conjunto. Também se pode chamar a atenção 9 ΡΕ1774397 para o facto de que as lentes podem ser de espessuras diferentes, sem que haja o risco de ocorrência de problemas na montagem ou na desmontagem. 0 presente pedido de patente tem também por objecto um elemento de ligação que pode ser ligado a lentes de óculos dotadas de entalhes na zona situada por cima do nariz, o referido elemento de ligação compreendendo uma lingueta que constitui um projecção (quer dizer, uma peça que posiciona uma outra peça) de montagem para lentes, assim como dois pernos roscados ou dois orifícios de passagem .
Além disso, o elemento de ligação compreende de preferência duas varetas achatadas cada uma das quais compreendendo um furo próprio para a passagem de um perno roscado, ou compreendendo um perno roscado, e num dos seus lados uma lingueta de comprimento inferior ou igual a metade do comprimento da lingueta. As varetas compreendem também vantajosamente, de preferência no outro lado da sua lingueta, uma haste porta-sapata de apoio nasal de conforto .
Finalmente, o presente pedido de patente tem por objecto um conjunto (kit) para a realização de óculos, compreendendo : um elemento de ligação tal como aqui anteriormente descrito, e opcionalmente os seus acessórios, tais 10 ΡΕ1774397 como parafusos ou porcas, ou simplesmente porcas quando a pequena barra compreende pernos roscados. um gabarito próprio para o corte das lentes de acordo com uma forma que permita a sua montagem bordo contra bordo. O gabarito apresenta-se habitualmente sob a forma de um suporte físico de um programa de controlo do corte das lentes por um autómato.
As condições preferenciais de realização de pares de óculos tais como aqui anteriormente descritos aplicam-se igualmente aos outros objectos do invento aqui anteriormente visados e em particular aos elementos de ligação aqui anteriormente descritos. O invento será melhor compreendido se for feita referência aos desenhos anexos nos quais A Figura 1 representa a parte central de duas lentes unidas vista de frente. A Figura 2 é uma vista em corte lateral de um elemento de ligação constituído por uma pequena barra. A Figura 3 é uma vista em corte lateral de uma variante do elemento de ligação da Figura 2, em que os furos previstos para a passagem de pernos roscados são substituídos por pernos roscados solidários com a pequena barra. 11 ΡΕ1774397 A Figura 4 é uma vista em planta do elemento da Figura 2 ou da Figura 3 visto do lado dos pernos roscados. A Figura 5 é uma vista em planta de um par de elementos complementares de ligação. A Figura 6 é uma vista em corte realizada no plano dos pernos roscados da Figura 3 de um par de óculos montados com a ajuda de um elemento de ligação do presente invento compreendendo uma pequena barra e duas varetas suplementares. A Figura 7 representa, em corte, a parte central de duas lentes unidas vista pelo lado de cima. A Figura 8 é uma vista em corte lateral de uma variante do elemento de ligação da Figura 3, na qual existem duas pequenas barras ao nivel dos pernos roscados, os furos previstos para a passagem dos pernos roscados através das lentes e para a inserção das pequenas barras são oblongos. A Figura 9 é uma variante do elemento de ligação da Figura 8 destinado a lentes compreendendo um furo próprio para a passagem do perno roscado, ao qual se acha ligado um entalhe realizado por fresagem para a inserção da pequena barra.
Na Figura 1 é possivel ver a lente do lado direito 1 e a lente do lado esquerdo 2, representadas apenas em parte. Estas lentes são unidas uma à outra na zona situada por cima do nariz, achando-se cada uma delas dotada de um entalhe 3 à mesma altura, assim como uma perfuração 4 destinada a ser atravessada por pernos roscados. As perfura- 12 ΡΕ1774397 ções também estão situadas à mesma altura. Neste modo de realização, as perfurações estão alinhadas com os entalhes 3, a fim de minimizar a largura do elemento de ligação 5 representado a seguir.
Na Figura 2 é possível observar um elemento de ligação 5, que é constituído por uma pequena barra 6 dotado de uma lingueta 7, assim como de duas perfurações 8 destinadas a permitir a passagem de pernos roscados de óptica. A lingueta 7 é instalada de maneira mediana na pequena barra 6 .
Na Figura 3 é igualmente possível ver um elemento de ligação 5 compreendendo uma pequena barra 6, assim como uma lingueta 7, mas as perfurações 8 foram substituídas por pernos roscados 9, no presente caso fixos e realizados sob a forma de uma só peça com a pequena barra 6.
Na Figura 4, que é uma vista em planta, vista segundo uma direcção perpendicular à anterior, é possível observar a lingueta 7 que, nesta versão, não ocupa a totalidade da largura da pequena barra 6, assim como o alinhamento da lingueta 7, e das perfurações 8.
Na Figura 5, que representa um par de elementos complementares de ligação 10, é possível ver em cada um desses elementos uma vareta 11, também ela dotada de uma lingueta 12 cujo comprimento é aproximadamente igual a metade do comprimento de uma lingueta 7 de uma correspon- 13 ΡΕ1774397 dente pequena barra 6. A largura desta lingueta 12 é idêntica à da outra lingueta 7.
Na face oposta à face da vareta que compreende a lingueta 12, é prevista uma haste 14 (não representada na sua totalidade) destinada a suportar, na sua extremidade, uma sapata de apoio nasal de conforto. A Figura 6 representa um par de lentes acopladas graças a um sistema de ligação de acordo com o presente invento, que compreende um pequena barra e duas varetas complementares das fixações. Aqui voltamos a encontrar um par de lentes 1, 2. As furações praticadas nestas lentes são atravessadas por pernos roscados 9 formados de maneira integral, isto é, sob a forma de uma única peça, com uma pequena barra do tipo representado na Figura 3. A lingueta 7 de que esta pequena barra 6 se acha dotada é introduzida no espaço livre formado pelos entalhes 3 praticados nas lentes.
As lentes 1, 2 vão ficar ensanduichadas entre esta pequena barra 6, e dois elementos complementares de ligação 10 cada um dos quais é constituído por uma vareta 11 dotada na sua extremidade, na direcção do seu comprimento, de uma lingueta 12 cujo comprimento é aproximadamente igual a metade do comprimento da lingueta 7 de que a pequena barra 6 se acha dotada. Os pernos roscados 9 passam não só através das perfurações 4 previstas nas lentes 1 e 2, 14 ΡΕ1774397 mas igualmente das perfurações 8 previstas nas varetas, na extremidade oposta à que é portadora da lingueta 12. Pernos roscados, aqui não representados, instalados no lado das varetas 10, vão bloquear o conjunto.
Por fim, nesta vista em corte é possível ver o início das hastes 14 previstas para servir de suporte a sapatas de apoio nasal de conforto. Por razões de compreensão da figura, as folgas entre as diferentes peças foram exageradas. Para os entendidos na matéria será óbvio que estas folgas devem ser reduzidas ao mínimo, a fim de, por um lado, permitir a montagem e de, por outro lado, conferir uma excelente rigidez ao conjunto.
Na Figura 7 é possível ver os mesmos elementos que se acham representados na Figura 1, mas o entalhe 3 que passa totalmente através das lentes é substituído por um entalhe realizado por fresagem apenas numa parte da espessura das lentes 1, 2. Ά pequena barra pode ser instalada neste entalhe 3 e assim ela irá desempenhar o duplo papel de pequena barra e de lingueta.
Na Figura 8 é possível observar que a lingueta não é formada por apenas uma única peça, mas sim por duas peças, ou seja, é uma peça dupla. As duas meias-linguetas acham-se situadas nas extremidades do elemento de ligação 5. De acordo com a forma destas linguetas 7 é possível prever a existência de furos oblongos ou rectangulares nas lentes de óculos. 15 ΡΕ1774397
Do mesmo modo, na Figura 9, as linguetas 7 são instaladas de um e de outro lado dos pernos roscados 9 de montagem. E possível prever a existência de entalhes, por exemplo rectangulares, realizados de maneira a ficarem colocados ao lado dos furos previstos nas lentes de óculos, próprios para a instalação das linguetas. Vários dos elementos de ligação aqui anteriormen-te referidos foram realizados tanto em versão rectilinea como em versão curva.
Lisboa, 27 de Janeiro de 2012
Claims (13)
- ΡΕ1774397 1 REIVINDICAÇÕES 1. Par de óculos sem aros compreendendo duas lentes de óculos (1, 2) unidas na zona situada por cima do nariz, as referidas lentes sendo acopladas por meio de um elemento de ligação (5), caracterizado por o elemento de ligação (5) entre as duas lentes (1, 2) compreender uma lingueta (7) que constitui uma projecção de montagem para as lentes (1, 2) ao cooperar com uns entalhes (3) praticados em cada uma das lentes de óculos (1, 2).
- 2. Par de óculos, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por cada uma das duas lentes de óculos (1, 2) se achar dotada de um entalhe (3) disposto na zona de junção das referidas duas lentes de óculos (1, 2).
- 3. Par de óculos, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado por o elemento de ligação ser uma pequena barra com um comprimento de 6 mm a 2 0 mm para uma largura de 1 a 3 mm.
- 4. Par de óculos, de acordo com uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado por a lingueta (7) ser instalada numa posição mediana no elemento de ligação (5).
- 5. Par de óculos, de acordo com uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado por a lingueta (7) ter um comprimento compreendido entre 2 e 8 mm. 2 ΡΕ1774397
- 6. Par de óculos, de acordo com uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado por a lingueta (7) ter uma espessura média compreendida entre 0,5 e 5 mm.
- 7. Par de óculos, de acordo com uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado por o elemento de ligação (5) se achar dotado de pernos roscados fixos (9) próprios para a fixação das lentes com a ajuda de uma porca.
- 8. Par de óculos, de acordo com uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado por os entalhes (3) serem exactamente adaptados à largura da lingueta (7), evitando assim o pivotamento das lentes.
- 9. Par de óculos, de acordo com uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado por o elemento de ligação (5) compreender ainda duas varetas achatadas (11) cada uma das quais compreendendo num dos seus lados uma lingueta (12) de comprimento inferior ou igual a metade do comprimento da lingueta (7) e de comprimento inferior ou igual ao comprimento do entalhe (3) praticado no bordo da lente na zona situada por cima do nariz, e compreendendo também um furo próprio para a passagem de um perno roscado (9), assim como uma haste (14) porta-sapata de apoio nasal de conforto.
- 10. Elemento de ligação (5) que pode ser ligado a lentes de óculos (1, 2) dotadas de entalhes (3) na zona situada por cima do nariz, caracterizado por o referido elemento de ligação (5) compreender uma lingueta (7) que 3 ΡΕ1774397 constitui uma projecção de montagem para as lentes (1, 2), assim como dois pernos roscados (9) ou dois orifícios de passagem (8).
- 11. Elemento de ligação (5) para lentes de óculos, de acordo com a reivindicação 10, caracterizado por, no caso em que o elemento de ligação (5) também compreende os dois pernos roscados (9), o elemento de ligação (5) compreender ainda duas varetas achatadas (11) cada uma das quais compreendendo um furo (13) próprio para a passagem de um perno roscado (9), ou compreendendo um perno roscado, e num dos seus lados uma lingueta (12) de comprimento inferior ou igual a metade do comprimento da lingueta (7) do elemento de ligação (5).
- 12. Elemento de ligação (5) para lentes de óculos, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado por as varetas achatadas (11) compreenderem ainda uma haste (14) porta-sapata de apoio nasal de conforto.
- 13. Conjunto para a realização de óculos, compreendendo : um elemento de ligação de acordo com a reivindicação 10, 11 ou 12 e opcionalmente os seus acessórios tais como parafusos ou porcas, um gabarito próprio para o corte das lentes de acordo com uma forma que permita a sua montagem bordo contra bordo.
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