PT101157A - Sistema de suporte aplicavel como meio de entivacao na construcao de uma estrutura de betao - Google Patents
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Description
invenção de TATSUO 0N0, japonês, industrial, residente em 5-20--13, Matsugaoka, Funabashi, Chiba, Japao, (inventores: Akira Masuda e Kikuzo Kuramoto, residentes no Japão) para "SISTEMA DE SUPORTE APLICÁVEL COMO MEIO DE SUPORTE NA CONSTRUÇÃO DE UMA ESTRUTURA DE BETÃO"
DESCRIÇÃO A presente invenção refere-se a um sistema de suporte aperfeiçoado que pode ser aplicado de maneira apropriada como meio de entivaçao para a construção de uma estrutura de betão.
Na construção de uma estrutura de betão, utiliza-se amplamente como meio de entivaçao um suporte de tubos, embora nos últimos anos haja a tendência para usar um meio de entivação com uma estrutura de andaime, em resposta ao aparecimento de estruturas de betão de grandes dimensões.
Um tal meio de entivação com a estrutura de andaime é designada por estrutura de suporte ou sistema de suporte, tendo até hoje sido propostos vários sistemas de suporte.
No sistema de suporte apresentado na Publicação de Modelo de Utilidade japonesa Na 3-22 418, por exempo, componentes horizontais e diagonais sao ligados a componentes verticais, utilizando para isso parafusos, pernos, etc., para garantir uma autossuportabilidade do sistema de
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suporte. De acordo com o sistema de suporte da técnica anterior , um meio de entivaçao com as dimensões desejadas e com uma certa resistência pode ser proporcionado preparando componentes verticais, componentes horizontais e componentes diagonais e ligando de maneira apropriada estes elementos entre si.
Contudo, o sistema de suporte da técnica anterior tem os inconvenientes seguintes.
Neste tipo de sistema de suporte, os componentes diagonais, tais como os tirantes horizontais e os tirantes verticais, sao em geral ligados aos componentes verticais. Por conseguinte, é necessário definir preliminarmen-te um numero necessário de posiçoes de união em cada componente vertical para a ligaçao dos componentes diagonais aos componentes verticais, alem de um número necessário de posiçoes de união para a ligaçao dos componentes horizontais aos componentes verticais.
Por exemplo, as posiçoes de união para a igaçao dos componentes horizontais aos componentes verticais sao definidas proporcionando de maneira fixa componentes de flange ou similares com uma forma apropriada nas extremidades superior e inferior de cada componente vertical. Alem disso, as posiçoes de união para a ligaçao dos componentes diagonais aos componentes verticais sao definidas dispondo um componente de flange, ou similar, adicional entre o componente de flange superior do componente vertical inferior e o componente de flange inferior do componente vertical superior Ê assim necessário preparar esse componente de flange adicional em ligaçao com os componentes verticais entre si. Daí resulta que aumenta o número de peças para a construção do sistema de suporte, tornando—se o trabalho para a colocaçao do componente de flange adicional entre os componentes verticais a interligar verticalmente indispensável para a construção do sistema de suporte, reduzindo-se de maneira notável a viabilidade prática do sistema de suporte. 2 τ τ
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Por conseguinte, é ura objecto da presente invenção proporcionar um sistema de suporte, aplicável de maneira apropriada como meio de entivaçao para a construção de uma estrutura de betão, que pode reduzir o número de peças e aumentar enormemente a fiabilidade prática.
Segundo a presente invenção, proporciona-se um sistema de suporte que compreende uma pluralidade de componentes de macaco dispostos horizontalmente, espaçados uns dos outros, uma pluralidade de componentes inferiores que se estendem verticalmente a partir dos referidos componentes de macaco, uma pluralidade de componentes verticais que se estendem verticalmente a partir dos componentes inferiores, estando os referidos componentes verticais ligados entre si nas suas extremidades superiores e inferiores, uma pluralidade de segundos componentes de macaco que se estendem verticalmente a partir dos referidos componentes verticais, uma pluralidade de componentes horizontais que se estendem horizontalmente entre os referidos componentes verticais, uma pluralidade de componentes diagonais que se estendem diagonalmente entre os referidos componentes verticais; um primeiro flange horizontal proporcionado de maneira fixa numa circunferência exterior de cada um dos componentes verticais e um primeiro componente de união aplicado de maneira amovível ao referido primeiro flange horizontal para ligar cada um dos referidos componentes verticais aos referidos componentes horizontais e aos referidos componentes diagonais. .0 primeiro flange horizontal está de preferência situado na extremidade superior de cada um dos- referidos componentes verticais. 0 primeiro flange horizontal pode ser colocado na vizinhança da extremidade superior de cada um dos referidos componentes verticais. 0 primeiro componente de união é de preferência fixado de maneira amovível com cavilhas no 3
referido primeiro flange horizontal e os referidos componentes horizontais e os referidos componentes diagonais sao de preferência fixados de maneira amovível por cavilhas no referido componente de união. 0 sistema de suporte pode ainda compreender um segundo flange horizontal proporcionado de maneira fixa na circunferência exterior de cada um dos referidos componentes verticais numa sua parte intermédia, tendo 0 referido segundo flange horizontal a mesma forma que o referido primeiro flange horizontal de cada um dos componentes verticais, e um segundo componente de união aplicado de maneira amovível ao referido flange horizontal para ligar cada um dos referidos componentes verticais aos referidos componentes horizontais e aos referidos componentes diagonais. 0 segundo componente de união 1 de preferência fixado de maneira amovível com cavilhas ao referido segundo flange horizontal e os referidos componentes horizontais e os referidos componentes diagonais sao de preferência fixados de maneira amovível com cavilhas ao referido segundo componente de união. 0 sistema de suporte pode ainda compreender um par de terceiros flanges horizontais proporcionados fixos numa circunferência exterior de cada um dos componentes inferiores, tendo os referidos terceiros flanges horizontais a mesma forma que o referido primeiro flange horizontal, e um par de terceiros componentes de união aplicados de maneira amovível aos referidos terceiros flanges horizontais, respectivamente, para ligar cada um dos referidos componentes inferiores aos referidos componentes horizontais e aos referidos componentes diagonais.
Os terceiros flanges horizontais estão de preferência colocados nas extremidades superior e inferior de cada um dos referidos componentes inferiores.
Os terceiros flanges horizontais podem ser colocados na vizinhança das extremidades superior e inferior de cada um dos componentes inferiores. - k -
Os terceiros componentes de união são de preferência fixados de maneira amovível com cavilhas nos referidos componentes horizontais e os referidos componentes diagonais sao de preferência fixados de maneira amovível por cavilhas nos referidos terceiros componentes de união. 0 sistema de suporte pode além disso compreender um quarto flange horizontal, proporcionado fixo numa circunferência exterior de cada um dos referidos componentes de macaco, tendo o referido quarto flange a mesma forma que o referido primeiro flange horizontal, e um quarto componente de união aplicado de maneira amovível ao referido quarto componente horizontal para ligar cada um dos referidos componentes de macaco aos referidos componentes horizontais e aos referidos componentes diagonais. 0 quarto componente de união é de preferência fixado de maneira amovível por cavilhas no referido quarto flange horizontal e os referidos componentes horizontais e os referidos componentes diagonais sao de preferência fixados de maneira amovível por cavilhas no referido quarto componente de união. 0 sistema de suporte pode além disso compreender um quinto flange horizontal proporcionado fixo numa circunferência exterior de cada um dos segundos elementos de macaco, tendo o referido quinto flange horizontal a mesma forma que o referido primeiro flange horizontal, e um quinto componente de união aplicado de maneira amovível ao referido quinto flange horizontal para ligar cada um dos referidos segundos componentes de macaco aos referidos componentes horizontais e aos referidos componentes diagonais. 0 quinto componente de união é de preferência ligado de maneira amovível por cavilhas ao referido quinto flange horizontal e os referidos componentes horizontais e os referidos componentes diagonais sao de preferência fixados de maneira amovível com cavilhas ao referido quinto componente de união. 5
0 sistema de suporte pode ainda compreender uma pluralidade de componentes de alivio da pressão ligados as extremidades superiores dos referidos segundos componentes de macaco.
Os primeiros componentes de macaco são colocados sobre o solo, ou apoio análogo, e as extremidades inferiores dos componentes inferiores sao ligadas as extremidades superiores dos primeiros componentes de macaco. Os componeii tes inferiores são ligados entre si unindo os componentes horizontais e os componentes diagonais (isto e, os tirantes horizontais e os tirantes verticais) através dos componentes de união aos flanges horizontais proporcionados fixos na circunferência exterior de cada um dos elementos inferiores., nas suas extremidades superior e inferior.
Pode portanto construir-se de maneira resistente uma construção básica do sistema de suporte.
No caso de cada um dos primeiros componentes de macaco estar provido com um flange horizontal semelhante ao de cada um dos componentes inferiores, o primeiro componente de macaco e o componente inferior diagonalmente adjacente ao mesmo podem ser ligados entre si unindo o componen te diagonal através do componente de união ao flange horizontal. Por conseguinte, pode ainda reforçar-se mais a construção básica.
As extremidades inferiores dos componentes verticais sao ligadas às extremidades superiores dos componentes inferiores e as extremidades inferiores dos componentes verticais no andar superior sao ligadas as extremidades superiores dos componentes verticais no andar inferior. Deste modo, os componentes verticais podem ser prolongados para cima.
Os componentes verticais vizinhos uns dos outros no mesmo andar sao ligados entre si unindo os componentes horizontais e os componentes diagonais, através do componente de união, ao flange horizontal proporcionado fixo na circunferência exterior de cada componente vertical. Por conseguinte, pode garantir-se a autossuportabilidade do 6
sistema de suporte.
Finalmente, as extremidades inferiores dos segundos componentes de macaco, que devem ser proporcionados invertendo verticalmente os primeiros componentes de macaco, sao ligadas âs extremidades superiores dos componentes verticais no andar raais elevado, completando assim o sistema de suporte. Nesta condição, pode colocar-se um componente de suporte, tal como uma viga horizontal, para suportar uma superfície inferior de uma estrutura de pavimento, por exemplo, sobre as extremidades superiores dos segundos componentes de macaco. Assim, o sistema de suporte pode ser usado como meio de entivaçao.
Os segundos componentes de macaco sao ligados, nao necessariamente, a todos os componentes verticais no andar superior, podendo no entanto ser ligados selecti-vamente aos componentes verticais no andar superior.
No caso de cada um dos segundos componentes de macaco estar provido de um flange horizontal semelhante ao de cada um dos componentes verticais, os segundos componentes de macaco podem ser ligados entre si unindo os componentes horizontais e os componentes diagonais através do componente de união ao flange horizontal. Por conseguinte pode impedir-se o rolamento dos segundos componentes de macaco, por outras palavras, pode impedir-se o rolamento da parte superior do sistema de suporte.
Como atrás se descreveu, segundo a presente invenção pode fazer-se o prolongamento vertical dos componentes verticais simplesmente ligando os componentes verticais uns aos outros nas suas extremidades superiores e inferiores. Por conseguinte, ê desnecessário montar quaisquer componentes de flange ou similares ao ligar aos componentes verticais, como na técnica anterior, simplificando desse modo o trabalho de montagem do sistema de suporte. Em particular, como o componente de união é aplicado de maneira amovível ao flange horizontal de cada um dos elementos verticais, pode assegurar-se uma área de união para a barra vertical a unir ao flange horizontal para desse modo melhorar grandemente 7
a viabilidade prática do sistema de suporte. Além disso, como nao sao necessários os componentes de união para ligar a todos os flanges horizontais, pode reduzir-se o número de peças necessárias para a construção do sistema de suporte.
No caso de cada um dos primeiros componentes de componentes de macaco ter um flange horizontal, os primeiros componentes de macaco adjacentes entre si podem ser integrados pelos componentes horizontais e os tirantes horizontais. Além disso, os componentes inferiores adjacentes entre si podem também ser integrados pelos componentes horizontais e os tirantes horizontais. Além disso, os primeiros componentes de macaco e os componentes inferiores adjacentes aos mesmos podem ser integrados pelos tirantes verticais e os componentes inferiores e os componentes verticais adjacentes aos mesmos podem ser integrados pelos tirantes verticais. Por conseguinte pode realizar-se uma construção básica do sistema de suporte firme.
Além disso, no caso de cada um dos componentes verticais ser um componente reativamente comprido, proporciona-se de maneira fixa um flange horizontal adicional na circunferência exterior de cada componente vertical, numa sua parte intermédia, e ligam-se os componentes horizontais e os componentes diagonais entre os flanges horizontais intermédios dos componentes verticais, garantindo assim uma construção firme do sistema de suporte.
Outros objectos e características da presente invenção serão melhor compreendidos a partir da descrição pormenorizada seguinte e das reivindicações anexas, com referência aos desenhos anexos.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
As figuras dos desenhos representa: A fig. 1, uma vista esquemática em perspectiva de um sistema de suporte de acordo com uma forma de realizaçao preferida da presente invenção; A fig. 2, uma vista em alçado, 8 τ *
com arranque parcial, de um dos componentes verticais da fig. 1; A fig. 3, uma vista em planta, parcialmente em corte, de uma forma de realização preferida de uma cavilha para utilização em ligaçao com os componentes verticais; A fig. 4, uma vista em planta, parcialmente em corte, de outra forma de realizaçao preferida da cavilha; A fig. 5, uma vista em planta de um flange horizontal que deve ser fixado numa circunferência exterior do componente vertical numa sua extremidade superior; Á fig. 6, uma vista com corte vertical do flange horizontal representado na fig. 5; A fig. 7, uma vista em alçado com arranque parcial de uma forma de realização preferida de uma cavilha de união; A fig. 8, uma vista em alçado, com arranque parcial, de um componente horizontal representado na fig. 1; A fig. 9, uma vista em alçado, com arranque parcial, de um tiran te h· or izo ntal r epresentado na fig. 1; A fig· 10, uma vista em perspecti- va de um componente de un iao e outra f iorma de realizaçao da cav ilha de união a utili zar com i o me ismo; A fig. 11, uma vista em corte ver tical do c omponente de união aplicad o ao flange horizontal do componente vertical; A fig. 12, uma vista em planta, com arranque parcial, de um tirante vert: Leal r epresentado na fig. 1; A fig. 13, uma vista em alçado, com arranque parcial, de um compc • ente inferior r epresentado na fig. 1; A fig. 14, uma vista em alçado, 9 com corte parcial, de um componente de macaco representado na fig. 1; Â fig. 15, uma vista em perspecti-va de outra forma de realizaçao preferida da cavilha de união; e A fig. 16, uma corte vertical da cavilha de união representada na fig. 15.=
DESCRIÇÃO PORMENORIZADA DAS FORMAS DE REALIZAÇÃO PREFERIDAS
Vai agora descrever-se uma forma de realizaçao preferida da presente invenção, com referência aos desenhos.
Com referência . a fig. 1, nela está representado um sistema de suporte de acordo com uma forma de realização preferida da presente invenção. 0 sistema de suporte inclui uma pluralidade de componentes verticais (1), uma pluralidade de componentes horizontais (2), uma pluralidade de componentes diagonais constituídos por tirantes horizontais (3) e tirantes verticais (4), uma pluralidade de componentes inferiores (5) e uma pluralidade de componentes de macaco (6).
Cada um dos componentes verticais (1) é formado por um componente tubular que tem um diâmetro exterior de cerca de 114 mm, nesta forma de realização preferida. Como se mostra na fig. 2, um flange horizontal (10), de forma anular, é proporcionado fixo numa circunferência exterior do componente vertical (1) numa sua extremidade superior e um batente com flange (11), de forma anular, á formado na circunferência do componente vertical (1) numa sua parte intermédia . 0 componente vertical (1) tem uma estrutura de união telescópica, de modo que outros componen tes verticais (1) estão adaptados para se unirem telescopicameji te a uma parte terminal superior (13) e a uma parte terminal inferior (12) do componente vertical (1). Isto é, a parte terminal inferior (12) é formada por baixo do batente com 10
flange (11) e tem um diâmetro exterior menor do que o da extremidade terminal superior (13). Por conseguinte, a parte terminal inferior (12) de outro componente vertical (1) está adaptada para ser introduzida na parte terminal superior do componente vertical (1), permitindo assim o alongamento do componente vertical (1). A parte terminal superior (13) e a parte terminal inferior (12) são formadas com um furo (13a) e um furo (12a), respectivamente, para a introdução de uma cavilha. Os furos (13a) e (12a) de introdução da cavilha estendem-se através das espessuras das paredes das partes terminais superior e inferior (13) . e (12) na sua direcção diametral.Os furos (13a) e (12a) de introdução das cavilhas, estão situados de modo que, quando a parte terminal inferior (12) de outro componente vertical (componente vertical superior) (1) for unida â parte terminal superior (13) do componente vertical (componente vertical inferior) (1), o furo (12a) de introdução da cavilha do componente vertical superior (1) fica alinhado com o furo (13a) de introdução da cavilha do componente vertical inferior (1).
Uma cavilha apropriada èstá adap-tadapara ser introduzida de maneira amovível nos furos (13a) e (12a), na condição de união dos componentes verticais superior e inferior (1), de modo que se impede o desprendimento entre os componentes verticais (1) superior e inferior. As fig. 3 e 4 mostram formas de realizaçao preferidas de uma tal cavilha.
Com referência á fig. 3, (7) designa genericamente uma cavilha que tem uma parte de haste (70) e uma parte de cabeça (72) formada numa extremidade da parte de haste (70). A parte de haste (70) está adaptada para ser introduzida através dos furos (13a) e (12a) de introdução da cavilha. A parte de haste (70) tem formado na sua outra extremidade (73) um. furo de passagem (74), que se estende diametralmente em relaçao a parte de haste (70). A referência (71) designa genericamente um batente formado por um componente de mola. 0 batente 11
(71) é genericamente dobrado em arco, de modo a estender-se ao longo da periferia exterior do componente vertical (1). 0 batente (71) tem uma parte terminal (71a) retida na parte de cabeça (72) da cavilha (7) e tem outra parte terminal (71b) introduzida através do furo de passagem (74) da cavilha (7). A outra parte terminal (71b) do batente (71) é dobrada substancialmente em ângulo recto para formar uma parte de espera (71c) que se estende ao longo da periferia exterior da cavilha (7) na sua direcção axial. 0 furo de passagem (74) da cavilha (7) tem uma largura que permite a passagem da parte de espera (71c).
Quando se retira a cavilha (8) dos furos (13a) e (12a) onde está introduzida, como se mostra a tracejado na fig. 3, a parte de espera (71c) do batente (71) é primeiramente empurrada pelo operador no sentido indicado por uma seta (X) e empurra-se depois a outra parte terminal (71b) do batente (71) no sentido indicado por uma seta (Y). Assim, pode remover-se a outra parte terminal (71b) do batente (71) do furo de passagem (74), podendo portanto remover-se a parte da haste (70) da cavilha (7) dos furos (12a) e (13a) onde está introduzida.
Com referência à fig. 4, (7') designa genericamente outro tipo de cavilha com uma parte de haste (70') e uma parte de cabeça (72') formada numa extremidade da parte de haste (70'). A parte de haste (70') está adaptada para ser introduzida através dos furos (13a) e (22a) de introdução da cavilha. A parte de haste (70') é formada na sua outra extremidade (73') com um furo de passagem (74') que se estende diametralmente em relaçao à parte de haste (70'). (71') designa genericamente um batente constituído por uma cadeia (75) e uma cavilha (77). A cadeia (75) é unida à parte de cabeça (72') da cavilha (7') através da sua extremidade, e é ligada na outra extremidade a uma parte terminal da cavilha (77). Uma parte intermédia (77b) da cavilha (77) e introduzida através do furo de passagem 12
(7-4’) da cavilha (7). A cavilha (77) é formada na sua outra extremidade com uma parte de espera (77a) adaptada para ser rodada em torno de um eixo, substancialmente de 90°. Na condição operativa do batente (71T), a parte de espera (77a) está dobrada substancialmente a 90° relativamente à parte intermédia (77b) para se estender na direcçao axial da cavilha (7’).
Ao retirar a cavilha (7') dos furos (13a) e (12a) nos quais está introduzida, como se representa a tracejado na fig. 4, a parte de batente (77a) é primeiramente rodada pelo operador no sentido indicado pela seta (X), de modo a ficar alinhada com a parte intermédia (77b), sendo depois a cavilha empurrada pelo operador no sentido da seta (Y1). À cavilha (77) do batente (71') pode assim ser retirada do furo de passagem (74r) e portanto a parte de haste (70*) da cavilha (7*) pode ser retirada dos furos (13a) e (12a) nos quais está introduzida. :No:v.ãiiiàn.t:é':e com referência á fig. 2, o componente vertical (1) tem um comprimento de ajustamento de cerca de 3,66 m (3*), sendo portanto o flange horizontal (14), com a mesma forma plana que o flange horizontal (10), proporcionado na parte intermédia do componente vertical (1). Porém, no caso de o componente vertical (1) ter um comprimento de ajustamento de cerca de 1,33 m (61), ou menos, o flange horizontal (14) nao é necessário, sendo o flange horizoii tal (10) apenas proporcionado na extremidade superior do compoii te vertical (1).
Além disso, embora o flange horizontal (10) seja proporcionado na extremidade superior do componente vertical (1), nesta forma de realizaçao, ele pode ser proporcionado fixo na circunferência exterior da parte terminal superior (13) do componente vertical (1), como se representa a tracejado na fig. 2.
Com referência às fig. 5 e 6, nelas está representada uma estrutura do flange horizontal (10). Como pode ver-se nas fig. 5 e 6, o flange horizontal (10) tem um furo central com um degrau axialmente, constituído por um furo superior (lOd) formado na superfície superior do flange horizontal (10), um furo inferior (10g) formado na superfície inferior do flange horizontal (10) e um furo intermédio (10a) formado entre o furo superior (lOd) e. o furo inferior (10c) de modo a comunicar com o mesmo. 0 furo intermédio (10a) tem um diâmetro menor do que o do furo inferior (10c) e o furo inferior (10c) tem um diâmetro menor do que o do furo superior (lOd). 0 diâmetro do furo intermédio (10a) i estabelecido de modo que a parte inferior (12) do componente vertical superior (1) possa ajustar-se ao furo intermédio (10a) e o diâmetro do furo superior (lOd) ê ajustado de modo que o batente com flange (11) do componente vertical superior (1) formado precisamente sobre a parte inferior (12) pode ajustar-se ao furo superior (lOd). Além disso, o diâmetro do furo inferior (10c) é estabelecido de modo que a extremidade superior da parte terminal superior (13) do componente vertical inferior (1) pode ajustar-se ao furo inferior (10c). 0 flange horizontal (10) é fixado na extremidade superior do componente vertical (1) de modo tal que uma saliência anular (lOe) em torno do furo inferior (10c) pode ser soldada numa parte (m) na circunferência exterior da extremidade superior (13) na condição em que a extremidade superior da parte terminal superior (13) se ajusta ao furo inferior (10c). 0 flange horizontal (10) tem ainda nele formada uma pluralidade de furos (10b) de introdução da cavilha estendendo-se através da espessura da parede do flange (10). os furos (10b) de introdução da cavilha dispoem--se em torno do furo central espaçados perifericamente uns dos outros. Nesta forma de realizaçao preferida, dispoe-se a 45° uns dos outros. Cavilhas ou peças análogas apropriadas estão adaptadas para ser introduzidas selectivamente através dos furos (10b) de introdução das cavilhas. A cavilha que se destina q ser introduzida de maneira amovível através do furo (10b) não tem uma estrutura especialmente limitativa, mas deve satisfazer à condição de garantir uma resistência determinada para manter de maneira permanente uma condição de união relativamente 14 τ
forma de realiza-a ser introduzida ao outro componente. A Fig. 7 representa uma çao preferida da cavilha de união destinada no furo (10b) .
Com referência à fig. 7, (8) designa genericamente uma cavilha de união com uma parte de haste (80), uma parte de cabeça (85) formada numa extremidade da parte de haste (80), uma parte bifurcada (81) formada na outra extremidade da parte de haste (80) de modo a proporcionar uma divisão diametral, definindo desse modo um espaço alongado axiamente, e um batente (82) retido de maneira móvel neste espaço. A parte de haste (80) da cavilha de união (8) esta adaptada para ser introduzida através do furo (10b), e a parte bifurcada (81) da cavilha de união (8) está adaptada para se projectar a partir do furo (10b) de introdução da cavilha. 0 batente (82) é formado com a configuração de uma placa substancialmente trapezoidal de modo a ser recebido de maneira movei no espaço da parte bifurcada (81). 0 batente (82) e suportado de maneira móvel em rotaçao em torno de um eixo numa sua extremidade numa primeira haste (83) que se estende através do espaço da parte bifurcada (81) junto da extremidade dianteira da cavilha (8). 0 batente (82) e formado na sua outra extremidade com uma cavilha alongada (82a) que se encaixa de maneira frouxa numã segunda haste (84) que se estende através do espaço da parte bifurcada (81) distante da extremidade dianteira da cavilha (8), paralelamente à primeira haste (83). Portanto, o batente (82) pode ser rodado em torno da primeira haste (83) sendo a zona do comprimento da cavidade alongada (82a) guiada pela segunda haste (84).
Ao remover a cavilha de união (8) do furo de inserção da cavilha (10b), o batente (82) é rodado pelo operador em torno da primeira haste (83) a partir da condição representada por uma linha a cheio para a condição representada a tracejado na fig. 7. Portanto, uma parte de espera (82b) do bantente (82) que se colocou em frente da superfície inferior do flange horizontal (10), é recolhida 15
para o interior do espaço da parte bifurcada (81). Como consequência disso, a parte de haste (80) da cavilha de união (8) pode ser retirada do furo (10b) de introdução da cavilha do flange horizontal (10).
Ao introduzir a cavilha de união (9) no furo (10b) de introdução da mesma no flange horizontal (10) , permite-se que a parte bifurcada (81) passe através do furo (10b) e fique saliente do mesmo. Nesta altura, o batente (82) oscia automaticamente devido ao seu próprio peso, em torno da primeira haste (83), realizando assim a condição operativa como se representa a cheio na fig. 7.
Assim, um elemento de união (9) (fig. 11) pode ser unido por meio da cavilha de união (8) ao flange horizontal (10) do componente vertical (1). Além disso, o componente horizontal (2) e o componente diagonal, incusivamente, do tirante horizontal (3) e o tirante (4) podem ser unidos por meio do componente de união (9) ao componente vertical (1).
Com referência â fig. 8, nela uma est rutura do component .e horizontal (2). izontal (2) é constituído por uma parte de partes d e união (21) que se estendem a partir opostas da par te de corpo (20). A parte de mada com a con Eiguraçao de uma peça tubular exterior de cerca de. 60 mm, nesta forma de rida. As partes terminais opostas da parte de corpo (20) sao achatadas para formar duas partes de orelha (20a), cada uma das quais define um espaço alongado para receber a parte de união (21) correspondente. Cada uma das partes de união (21) é formada com a configuração de uma peça alongada em forma de placa com uma espessura de parede apropriada e é mantida de maneira fixa na parte de orelha correspondente (20a) por meio de rebites (22).
Alem disso, cada uma das partes de união (21) é formada na sua parte terminal saliente (21a) com um furo (21b) de introdução da cavilha. 0 furo (21b) de introdução da cavilha tem um diâmetro que permite a introdução 16 da cavilha de união (8).
Com referência à fig. 9, nela esta representada uma estrutura de um tirante horizontal (3), como componente diagonal. Q tirante horizontal (3) e constituído por uma manga exterior (30) com um comprimento apropriado, uma manga interior (31) com um comprimento apropriado de modo a ser introduzido telescopicamente no interior da manga exterior (30), um primeiro suporte de fixação exterior (30) bifurcado, ligado a uma extremidade da manga exterior (30) de modo a poder rodar em torno do eixo da manga exterior (30) e um segundo suporte de fixaçao bifuracado (33) ligado a uma extremidade da manga interior (31) de modo a poder deslocar-se na direcção axial relativamente à manga interior (31) por meio de uma ligaçao de rosca. Os primeiro e segundo suportes de fixaçao bifurcados (32) e (33) são formados com furos (32a) e (33a) de introdução da cavilha para receber as cavilhas de união (8) respectivas. A manga exterior (30) I formada com uma pluralidade de furos (30a) de introdução da cavilha espaçados axialmente a intervalos iguais. Cada um dos furos (30a) de introdução da cavilha é formado por forma a passar na direcção diametral da manga exterior (30) , de modo a receber a cavilha de união (8). Analogamente, a manga interior (31) e formada com uma pluralidade de furos (31a) de introdução da cavilha espaçados axialmente a intervalos iguais. Cada um dos furos (31a) de introdução da cavilha ê formado para passar na direcção diametral da manga interior (31) de modo a receber a cavilha de união (8). 0 intervalo entre os furos (30a) de introdução da cavilha adjacentes da manga exterior (30) e ajustado para ser igual ao que existe entre os furos (31a) de introdução da cavilha da manga interior (31).
Alem disso, um componente cilíndrico de guia (34) está montado na manga interior (31) de modo a ligar os furos (31a) de introdução da cavilha opostos entre si na direcção diametral da manga interior (31). 0 componente cilindrico de guia (34) serve para efectuar a introdução simples da cavilha de união (8). 17
esteja adaptada para ser introduzida através dos furos (30a) e (31a) respectivos e do componente cilíndrico de guia (34), nesta forma de realizaçao, qualquer outra cavilha apropriada pode ser introduzida em vez da cavilha de união (8).
Com esta construção do tirante horizontal (3), a manga interior (31) é deslocada axialmente em relaçao â manga exterior (30) com uma profundidade de inserção desejada de modo que os furos (31a) de introdução da cavilha e os componentes cilíndricos de guia (34) fiquem alinhados com os furos (30a) de inserção da cavilha, sendo depois a cavilha de união (8) introduzida através de um qualquer dos conjuntos de furos (30a) e (31a) de introdução das cavilhas alinhados um com o outro por meio do guia cilíndrico (34). Assim, o comprimento do tirante horizontal (3) pode variar--se como for desejado.
Os suportes de fixação (32) e (33) estão adaptados para ser ligados por meio das cavilhas de união (8) aos flanges horizontais (10). No caso de o furo (33a) de introdução da cavilha do suporte de fixaçao (33) nao estar alinhado com o furo (10b) de introdução da cavilha no flange horizontal (10), ao unir o suporte de fixação (33) ao flange horizontal (10), o suporte de ligaçao (33) e rodado relativamente à manga interior (31) para o deslocar para a frente ou para trás na direcçao axial da manga interior (31), de modo que o furo (33a) de introdução da cavilha pode alinhar--se com o furo (10b) de introdução da cavilha, efectuando assim o ajustamento fino das posições dos furos (33a) e (10b) de introdução da cavilha. Embora o ajustamento fino seja efec-tuado por rotaçao do suporte de fixaçao (33), nesta forma de realizaçao, ele pode ser feito por rotaçao do suporte (32).
Com referência ás fig. 10 e 11, nelas está representada uma estrutura do elemento de união (9). 0 componente de união (9) ê constituído por uma parte de união (90) adaptada para ser ligada, por meio da cavilha de união (8) ao flange horizontal (10), e uma parte de montagem (91) ligada de maneira fixa à parte de união (90) para montagem 18
do componente horizontal (2) e os componentes diagonais, tais como o tirante horizontal (3) e o tirante vertical (4). A parte de união (90) tem uma estrutura bifuracada adaptada para receber uma parte do flange horizontal (10), tendo a parte de montagem (91) também uma estrutura bifurcada adaptada para receber as partes terminais do componente horizontal (2) e os componentes diagonais (3) e (4). A parte de união (90) é formada com um furo (90a) de introdução da cavilha (90a) para receber a cavilha de união (8). Por conseguinte, quando se aplica a parte de união (90) ao flange horizontal (10), o furo (90a) de introdução da caviha da parte de união (90) fica alinhado com o furo (10b) de introdução da cavilha do flange horizontal (10). Nesta condição, a cavilha de união (8) é introduzida através dos furos (90a) e (10b) de introdução da cavilha para desse modo unir a parte de união (90) ao flange horizontal (10). A parte de montagem (91) é formada com uma pluralidade de (por exemplo três) furos (91a) de introdução da caviha, cada um dos quais recebe uma cavilha de união (92), como se mostra na fig. 10. Os furos (91a) de introdução da cavilha estão dispostos verticalmente a intervalos apropriados de modo que o componente horizontal (2) e os componentes diagonais (3) e (4) podem ser unidos através de cavilhas de união (92) à parte de montagem (91).
Assim, o componente horizontal (2) e os componentes diagonais (3) e (4) podem ser unidos por meio do componente de união (9) ao componente vertical (D.
Embora forma de realizaçao as cavilhas de união (92) sejam inseridas através dos furos (91a) de introdução da cavilha ao componente de união (9), pode usar-se a cavilha (8) em vez da cavilha de união (92). A cavilha de união (92) tem um comprimento maior do que a distância entre superfícies laterais exteriores da parte de montagem (91), e tem um diâmetro exte- 19 -
rior que permite a introdução fácil através do furo (91a) de introdução da cavilha. A cavilha de união (92) ê formada numa das suas extremidades (92a) com uma ranhura periférica (92c). A parte de montagem (91) está provida de uma pluralidade de batentes (93) adaptados para se aplicar às cavilhas de união respectivas (92) introduzidas através dos furos (91a) de introdução das cavilhas. Isto é, cada um dos batentes (93) é formado como lâmina de mola e está fixado na sua extremidade inferior (93a) à superfície lateral exterior da parte de montagem (91) e uma paríe de extremidade livre (93b) do batente (93) estende-se de modo a sobrepor-se ao furo (91a) de introdução da cavilha.
Na introdução da cavilha de união (92) através do furo (91a) respectivo, introduz-se a parte terminal dianteira (92b) da cavilha de união (92) no furo (91a) de introdução da cavilha, em sobreposição com o batente (93) . Como a parte terminal dianteira (93b) do batente (93) é ligeiramente inclinada, a parte terminal livre (93b) do batente (93) e impelida gradualmente para cima pela parte terminal dianteira (92b), à medida que progride a introdução. Depois disso, quando a ranhura periférica (92c) formada na parte de cabeça (92a) da cavilha de união (92) atingir o batente (93), o batente (93) é reposto na sua condição normal para se encaixar na ranhura periférica (92c), impedindo assim que a cavilha de união (92) se escape para fora do furo (91a) de introdução da cavilha. (92) do furo livre (93b) a desengatar (92). Nesta para fora do
Na remoção da cavilha de união (91a) de introdução da cavilha, a parte terminal do batente (93) é levantada pelo operador para da ranhura periférica (92c) da cavilha de união condição, a cavilha de união (92) é empurrada furo (91a) de introdução da cavilha, pelo operador
Com referência à fig. 12, nela está representada uma estrutura de tirante vertical (4) como componente diagonal. 0 tirante vertical (4) é geralmente construído com duas partes de corpo (40) formadas por componentes 20 tubulares com o mesmo diâmetro. As duas partes de corpo (40) sao unidas entre si, rotativamente, nas suas partes centrais (41) por meio de um parafuso e uma porca. Assim, as duas partes de corpo (40) podem ser rodadas em torno do parafuso para formar a configuração de um X.
Cada uma das partes de corpo (40) é achatada nas suas extremidades opostas (40a), definindo aí cada uma delas um espaço alongado para receber um suporte de fixaçao (43). 0 suporte de fixação (43) é mantido fixo neste espaço alongado de cada uma das partes terminais achatadas (40a) por meio de rebites (42). Uma parte de união (43a) do suporte de fixaçao (43) que se projecta a partir da parte terminal achatada (40a) está adaptada para ser introduzida na parte de montagem bifurcada (91) do componente de união (9) . A parte de união (43a) do suporte (43) é formada com um furo (43b) de introdução da cavilha com um diâmetro que permite a introdução da cavilha de união (92).
Com referência à fig. 13, nela está representada uma estrutura do componente inferior (5). 0 componente inferior (5) é formado por um elemento tubular com o mesmo diâmetro que o componente vertical (1). A parte extrema inferior (12) do componente vertical (1) está adaptada para ser unida a uma parte terminal superior (50) do componente inferior (5), e uma parte extrema inferior (51) do componente inferior (5) está unida ao componente de macaco (6). As partes extremas superior e inferior (50) e (51) do componente inferior (5) têm uma estrutura semelhante à da parte extrema superior (13) do componente vertica (1).
Um par de flanges horizontais superior e inferior (52) com a mesma forma que o flange horizontal (10) do componente vertical (1) e proporcionado fixo nas extremidades superior e inferior do componente inferior (5).
As partes estremas superior e inferior(50) e (51) do componente inferior (5) sao formadas respectivamente com furos superior e inferior (50a) e (51a) de introdução das 21
cavilhas semelhantes ao furo (13a) de introdução da cavilha da parte extrema superior (13) do componente vertical (1). 0 furo superior (50a) de introdução da cavilha está adaptado para ser alinhado com o furo (13a) de introdução da cavilha do componente vertical (1) e o furo inferior (51a) de introdução da cavihá está adaptado para se alinhar com o furo (não representado) de introdução da cavilha do componente de macaco (6). 0 comprimento do componente inferior (5) nao á particularmente limitativo, tendo de preferência no entanto o valor de cerca de 1 200 mm. Além disso, embora nesta forma de realizaçao, os flanges horizontais (52) sejam proporcionados nas extremidades superior e inferior do componente inferior (5), eles podem ser proporcionados nas perife rias exteriores das partes extremas superior e inferior (50) e (51) .
Com referência a fi8· 14, nela está representada uma estrutura de componente de macaco (6). Nesta forma de realizaçao, o componente de macaco (6) é do tipo de parafuso, incluindo uma parte inferior (60), adaptada para ser colocada no chao ou num suporte análogo, uma parte de haste roscada (61) que se estende para cima a partir da parte inferior (60) e um manipulo de operação (62), enroscado na parte de haste roscado (61). A parte inferior (60) é formada ‘na sua parte extrema inferior com uma placa inferior (60a), adaptada para ser colocada de madeira estável no solo ou suporte análogo, Além disso, a parte inferior (60) ê formada na usa parte terminal superior com um flange horizontal (63) com a mesma forma que o flange horizontal (10) do componente verti-ca (1). 0 flange horizontal (63) é formado com uma pluralidade de furos (63a) de introdução da cavilha, cada um para receber a cavilha de união (8), de modo que o componente de união (9) está adaptado para ser unido por meio da cavilha de união (8) ao flange horizontal (63). A parte inferior (60a) ê formada com uma pluralidade de furos (60b) de introdução de uma âncora, 22
receber uma âncora apropriada para ser suporte análogo. cada um deles para da no solo ou num f ixa- A parte de haste roscada (61) está fixada na sua extremidade inferior na parte inferior (60) e tem ua rosca exterior (61a) em todo o seu comprimento. 0 diâmetro exterior da parte de haste roscada (61) é determinado de modo que uma parte extrema superior (61b) da parte de haste roscada (61) possa ser introduzida na parte extrema inferior (51) do componente inferior (5). 0 manipulo de operação (62) inclui uma parte de guia (62a) que tem uma rosca interior (62c) enroscada na rosca exterior (61a) da parte de haste roscada (61) e uma porção de pega (62b) que se estende horizontalmente para fora a partir da parte de guia (62a). A parte de guia (62a) tem uma extremidade superior adaptada para encosto da extremidade inferior do componente inferior (5). A parte de pega (62b) está adaptada para ser rodada para permitir o movimento vertical do manipulo de operaçao (62) na direcção vertical da parte de haste roscada (61).
Por conseguinte, quando se encaixa, de maneira frouxa, a parte extrema inferior (51) do componente inferior (5) com a parte extrema superior (61b) da parte de haste roscada (61), o flange horizontal inferior (52) do componente inferior (5) estará encostado de maneira ajustada à extremidade superior do manipulo de operaçao. Quando se roda o manipulo de operação (62) a partir desta posição, o componente inferior (5) é levantado pelo manipulo de operação (62) para desse modo fazer variar a altura do componente inferior (5) relativamente ao solo ou similar e modificar portanto a altura do componente vertical (1) a unir à extremidade superior do componente inferior (5) relativamente ao solo ou similar. Por conseguinte, pode ajustar-se a altura de referência do componente vertical (1) de modo a ficar igual â dos componentes verticais (1) vizinhos. componente de macaco
Devido (6), os aO flange componentes horizontal horizontais (63) do (2) podem 23
ser unidos entre o componente de macaco (6) e os componentes de macaco (6) adjacentes, os tirantes horizontais (3) podem ser unidos por meio dos componentes de união (9) entre o componente de macaco (6) e os componentes de macaco (6) adjacentes e os tirantes verticais (4) podem ser unidos entre o componente de macaco (6) e os componentes inferiores (5) vizinhos.
Além disso, o flange horizontal (14) do componente vertical (1) e o flange horizontal (63) do componente de macaco (6) têm a mesma forma que o flange horizontal (10), omitindo-se portanto a sua descrição pormenorizada.
Como se mostra na fig. 1, um componente de macaco (6) é além disso montado na extremidade superior do componente vertical mais elevado, numa posição invertida, de modo a suportar uma superfície inferior de um componente de suporte (A), tal como uma viga de suporte horizontal através de um componente (B) de alívio da pressão, utilizando uma pressão hidráulica ou similar.
Com referência às fig. 15 e 16, nelas está representada a estrutura de uma outra forma de realizaçao preferida da cavilha de união, a usar em vez das cavilhas de união (8) e (92). A referência (100) designa genericamente uma cavilha de união que inclui uma parte de haste cilíndrica (101) com um espaço alongado (103), uma parte de parede com flange (102) formada numa extremidade da parte de haste (101) e um batente (105) em forma de placa substancialmente rectangu-lar, recebido rotativamente no espaço alongado (103). 0 espaço alongado (103) é definido na outra extremidade da parte de haste (101) de modo a estender-se através do diâmetro da parte de haste (101) e ser alongada na direcção axial da parte de haste (101). 0 batente rectangular (105) e suportado rotativamente na sua parte central por um eixo (104) que se estende através do diâmetro da parte de haste (101) e da espessura do batente (105).
Forma-se uma pluralidade de cavidades (108) nas duas superfícies laterais do batente (105) em torno do eixo (104) de modo que ficam espaçadas perifericamente umas 24
das outras a uma distância apropriada.
Formam-se dois furos opostos (109) através da parte de haste (101) na sua direcçao diametral de modo que se estendem paralelamente ao eixo (104) e comunicam com o espaço alongado (103).
Em cada um dos furos (109) é recebida uma esfera (106), adaptada para se encaixar numa das cavidades (108), uma mola(107) para dar ã esfera (106) a tendência para se deslocar para o lado do batente (105) e um tampao (110) para reter a mola (107).
Forma-se um par de recortes semicirculares (111) em posiçoes diametralmente opostas da parte de haste (101) de modo a sobrepor-se a uma parte terminal inferior do espaço alongado (103).
Com esta construção, quando o batente (105) estiver numa posição, em rotaçao, na qual fica completa-mente contido no espaço alongado (103), como está representado a cheio na fig. 15, o batente (105) esta bloqueado na sua posição pela aplicaçao das esferas (106) que se encaixam nas cavidades (108). Nesta condição, introduz-se a cavilha de união (100) através dos furos (90a) e 10b) de introdução da cavilha, como se mostra na fig. 11 e roda-se depois o batente (105) para uma posição a 90°, para se projectar a partir do espaço alongado (103) como se mostra a tracejado no fig. 15. Nesta condição, o batente (105) fica bloqueado na sua posição pelo encaixe das esferas (106) nas cavidades (108) opostas e encosta-se contra a superfície exterior da parte de união (90), impedindo assim que a cavilha de união (100) se escape dos furos de introdução (90a) e (10b). Ao rodar o batente (105) da posição completamente contido no espaço alongado para a condição saliente do mesmo, os recortes (111) formados na parte de haste (101) de modo a sobrepor-se ao espaço alongado (103) permitem ao operador rodar facilmente o batente (105) e colocá-lo na condição saliente do espaço alongado (103). 0 sistema de suporte segundo esta forma de realizaçao preferida é construído e operado da seguinte 25 maneira
Em primeiro lugar, dispoe-se um certo número de componentes de macaco ordenados no solo ou suporte análogo.
Ligam-se entre si os componentes de macaco vizinhos uns dos outros, unindo os componentes horizontais (2) e os tirantes horizontais (3), por meio de componentes de união (9), aos flanges horizontais (63) dos componentes de macaco (6), impedindo assim que os elementos de macaco (6) tombem ou se desloquem, para impedir a deformação do conjunto dos componentes de macaco (6) interligados. inferior a parte à parte (61) do
Depois, une-se ' o elemento a cada um dos componentes de macaco (6), aplicando terminal inferior (51) do componente inferior (5) terminal superior (61b) da parte de haste roscada componente de macaco (6).
Alem disso, ligam-se entre si os componentes inferiores (5) adjacentes unindo os componentes horizontais (2) e os componentes diagonais (3) e (A) por meio de componentes de união (9) aos flanges horizontais superiores e inferiores (52) dos componentes inferiores (5), impedindo desse modo a deformação do conjunto dos componentes inferiores (5) interligados. caso da ligaçao dos de tirantes verticais pode ainda reforçar-se rte.
Além disso, no componentes inferiores (5) por meio (4) aos componentes de macaco (6), a construção da base do sistema de supo
Introduz-se depois a parte terminal inferior (12) do componente vertical (1) na parte terminal superior (50) de cada um dos componentes inferiores (5) e unem-se depois entre si por meio da cavilha de união (7), por exemplo, erigindo assim o componente vertical (1) sobre o componente inferior (5), alinhado com o mesmo. Introduz--se sucessivamente a parte terminal inferior (12) do componente vertical superior (1) seguinte na parte terminal superior (13) de cada um dos componentes verticais inferiores (1), unindo-se 26
entre si por meio de uma cavilha de união (7), por exemplo, erigindo assim o componente vertical superior (1) sobre o componente vertical inferior (1) alinhado com o mesmo. Deste modo sao montados os componentes verticais (X) seguintes sobre os componentes verticais (1) anteriores, alinhados com os mesmos. Neste estádio, ligam-se entre si os componentes verticais (1) adjacentes uns dos outros unindo os componentes horizontais (2) e os componentes diagonais (3) e (4) por meio de cavilhas de união (9) aos flanges horizontais (10) (e aos flanges horizontais (14), se existirem).
Alem disso ligam-se entre si os componentes verticais (1) mais elevados e os componentes inferiores (5) por meio de componentes de união (9) aos flanges horizontais (10) e aos flanges horizontais (52)., garantindo assim a autossuportabilidade do sistema de suporte.
Finalmente, introduz-se a parte terminal superior (61b) da parte de haste roscada (61) do componente de macaco (6), invertido verticalmente, na parte terminal superior (13) de cada um dos componentes verticais mais elevados (1), unindo-as entre si por meio da cavilha de união (7), por exemplo, erigindo assim o componente de macaco (6) invertido sobre o componente vertical mais elevado (1), alinhado com o mesmo.
Nesta fase, interligam-se os componentes de macaco (6) invertidos vizinhos, unindo os componentes horizontais (2) e os tirantes horizontais (3) por meio de componentes de união (9) aos flanges horizontais (63), impedindo desse modo que os componentes de macaco (6) invertidos rodem.
Alem disso, no caso da ligaçao dos componentes de macaco invertidos (6) através de tirantes verticais aos componentes verticais (1) mais elevados, pode dispor--se de maneira estável o conjunto dos componentes de macaco (6) invertidos verticalmente na extremidade superior do sistema de suporte.
Deste modo fica completada a construção do sistema de transporte. Nesta condição, pode colocar-se 27
Claims (1)
- ?o suporte (A), tal como uma viga de suporte horizontal para suportar uma superfície inferior de uma estrutura de pavimento (não representada) em placas de suporte (60a) dos componentes de macaco (6) invertidos verticalmente, através de componentes (B) de alívio da pressão. Embora, nesta forma de realizaçao preferida, os componentes de macaco (66 invertidos verticalmente sejam unidos a todos os componentes verticais (1) mais elevados, não é necessário fazer a ligaçao dos componentes de macaco (6) invertidos verticalmente a todos os componentes verticais (1) mais elevados, sendo sim essa ligaçao facultativa. Além disso, os componentes de união (9) nao são necessariamente ligados a todos os flanges horizontais (10),(14), e (63). Isto é, os componentes de união (9) podem ser usados seectivamente como for necessário. Embora a presente invenção tenha sido descrita com referência a formas de realização preferidas, a descrição é ilustrativa nao sendo considerada como limitativa dos objectivos da presente invenção. Podem ocorrer aos especialistas da matéria modificações e alterações sem que nos afastemos do espírito e dos objectivos da presente invenção, tal como se definem nas reivindicações anexas. REIVINDICAÇÕES _ lã _ Sistema de suporte aplicável na entiva-çao de uma estrutura de betão em construção, caracterizado por compreender: uma pluralidade de primeiros componentes de macaco dispostos horizontalmente numa relaçao de espaçamento mútuo; uma pluralidade de componentes inferiores que se estendem 28verticalmente a partir dos referidos primeiros componentes de macaco; uma pluralidade de componente verticais que se estendem verticalmente a partir dos referidos componentes inferiores, estando os referidos componentes verticais ligados entre si nas suas extremidades superiores e inferiores; uma pluralidade de segundos componentes de macaco que se estendem verticalmente a partir dos referidos componentes verticais; uma pluralidade de componentes horizontais que se estendem entre os referidos componentes verticais; uma pluralidade de componentes diagonais que se estendem diagonalmente entre os referidos componentes verticias; um primeiro flange horizontal proporcionado de maneira fixa numa circunferência' exterior de cada um dos componentes verticais referidos; e um primeiro componente de ligaçao encaixado no referido primeiro flange horizontal para ligar cada componente vertical aos referidos componentes horizontais e aos referidos componentes diagonais. - 2* -- Sistema de suporte de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por.o referido flange horizontal estar situado na extremidade superior de cada um dos referidos componentes verticais. - 3» - Sistema de suporte de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o referido flange horizontal estar situado na vizinhança da extremidade superior do referido componente vertical. - 4ã - Sistema de suporte de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por.o« referido primeiro compo- 29nente de ligaçao ser fixado de maneira amovível por cavilhas no referido primeiro flange horizontal e os referidos componentes horizontais e os referidos componentes, diagonais serem fixados de maneira amovível por cavilhas no referido primeiro componente de ligaçao. Sistema de suporte de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender além disso: um segundo flange horizontal proporcionado de maneira fixa na periferia exterior de cada um dos referidos componentes verticais numa sua parte intermédia, possuindo o referido segundo flange horizontal a mesma forma que o referido primeiro flange horizontal de cada um dos referidos componentes verticais; e um segundo componente de ligaçao encaixado de maneira amovível com 0 referido segundo flange horizontal para ligar cada um dos componentes verticais aos referidos componentes horizontais e aos referidos componentes diagonais. - 6a - Sistema de suporte de acordo com a reivindicação 5, caracterizado por o referido segundo componente de ligaçao ser fixado de maneira amovível por cavilhas no referido segundo flange horizontal e os referidos componentes horizontais e os referidos componentes diagonais serem fixados de maneira amovível ao referido segundo componente de ligação. _ 7a _ Sistema de suporte de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender além disso: um par de terceiros flanges proporcionados de maneira fixa numa circunferência exterior de cada um dos componentes inferiores referidos, tendo os referidos terceiros flanges horizontais a mesma forma que o referido primeiro flange horizontal; e 30de maneira amovível nos referidos terceiros flanges horizontais, respectivamente, para ligar cada um dos referidos componentes inferiores aos referidos componentes horizontais e aos referidos componentes diagonais. - 8» - Sistema de suporte de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por os referidos terceiros flanges horizontais estarem colocados nas extremidades superior e inferior de cada um dos referidos componentes inferior. _ 9a _ Sistema de suporte de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por os referidos terceiros flanges horizontais estarem colocados na vizinhança das extremidades superior e inferior de cada um dos referidos componentes inferiores. - 10â - Sistema de suporte de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por os referidos terceiros componentes de ligaçao serem ligados de maneira amovível por cavilhas aos referidos terceiros flanges horizontais, respectivamente, e os referidos componentes horizontais e os referidos componentes diagonais serem ligados de maneira amovível por cavilhas aos referidos terceiros componentes de ligação. - 11§ - Sistema de suporte de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender além disso: um quatro flange horizontal proporcionado de maneira fixa numa circunferência exterior de cada um dos primeiros componentes de macaco, tendo o referido quarto flange horizontal a mesma forma que 0 referido primeiro flange horizontal; e 31um quarto componente de ligaçao encaixado de maneira amovível no referido quarto flange horizontal para ligar cada um dos referidos primeiros componentes de macaco aos referidos componentes horizontais e aos referidos componentes diagonais. 12ã - Sistema reivindicação 11, caracterizado te de ligaçao ser ligado de ao referido quarto componente componentes horizontais e os serem fixados de quarto componente maneira de s por o manei hor iz referi amovível por uporte de acord referido quarto ra amovível por ontal e por os dos componentes cavilhas ao o com a componen-cavilhas referidos diagonais referido de ligaçao. - 13â - Sistema de suporte de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender além disso: um quinto flange horizontal proporcionado de maneira fixa numa circunferência exterior de cada um dos referidos segundos componentes de macaco, tendo o referido quinto flange horizontal a mesma forma que o primeiro flange horizontal; e um quinto componente de ligaçao encaixado de maneira amovível no referido quinto flange horizontal para ligar cada um dos referidos segundo componentes de macaco aos referidos componentes horizontais e aos referidos componentes diagonais. - I4â - Sistema de suporte de acordo com a reivindicação 13, caracterizado por o referido quinto componente de ligaçao ser fixado de maneira amovível por cavilhas ao referido quinto flange horizontal e por os referidos componentes horizontais e os referidos componentes diagonais serem fixados de maneira amovível por cavilhas ao referido quinto componente de ligação. / 32 - 15ã - Sistema de suporte de acordo com a rei vindicaçao 1 , caracterizadc i po r compr een der além disso uma pluralidad e de componentes de alívio da pressão 1 igados às extremidade s superiores de cada um dos r ej feridos se gundos componentes de macaco. A requer •ente reivin dic a a prio ridade do pedido de patente japonês apresentado em 27 de De zembro de 1991, sob o N a. 358923/1991. Lisboa, 23 de Dezembro de 1992 0 ACEITE OEICIAL BA 3PÉ0BSISBA1E MBESTMAL·- 33 - RESUMO "SISTEMA DE SUPORTE APLICÁVEL COMO MEIO DE ENTIVAÇÂO NA CONSTRUÇÃO DE UMA.ESTRUTURA DE BETÃO" A presente invenção refere-se a ura sistema de suporte aplicável como meio de entivaçio para a construção de uma estrutura de betão, que pode reduzir o número de peças a melhorar grandemente a sua aplicabilidade. 0 sistema de suporte inclui uma pluralidade de componentes de macaco (6), colocados sobre o solo ou superfície análoga, uma pluralidade de componentes inferiores (5) ligados às extremidades superiores dos componentes de macaco (6), uma pluralidade de componentes verticais (1) ligados às extremidades superiores dos componentes inferiores (5), estando os componentes verticais ligados uns aos outros nas suas extremidades superiores e inferiores, uma pluralidade de componentes de macaco (6) invertidos, ligados às extremidades superiores dos componentes verticais (1) mais elevados, uma pluralidade de componentes horizontais (2), que se estendem horizontalmente entre os componentes verticais (1) e uma pluralidade de componentes diagonais (3) e (4), que se estendem diagonalmente entre os componentes verticais (1). Cada um dos componentes verticais (1) tem um flange anual horizontal (10) na extremidade superior. 0 flange horizontal (10) está ligado através de um componente de ligaçao (9) a uma extremidade de cada componente horizontal (2) e a cada componente diagonal (3) e (4). 0 componente de ligaçao (9) é encaixado de maneira amovível no flange horizontal (10). F i g .1
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