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PT100081A - Uso de polimeros biologicamente activos, para a obtencao de um medicamento destinado ao tratamento de infeccoes provocadas por retrovirus e preparacao de composicoes farmaceuticas - Google Patents

Uso de polimeros biologicamente activos, para a obtencao de um medicamento destinado ao tratamento de infeccoes provocadas por retrovirus e preparacao de composicoes farmaceuticas Download PDF

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Publication number
PT100081A
PT100081A PT10008192A PT10008192A PT100081A PT 100081 A PT100081 A PT 100081A PT 10008192 A PT10008192 A PT 10008192A PT 10008192 A PT10008192 A PT 10008192A PT 100081 A PT100081 A PT 100081A
Authority
PT
Portugal
Prior art keywords
polymer
acid
use according
polymerization
mixture
Prior art date
Application number
PT10008192A
Other languages
English (en)
Inventor
Marc Lemaitre
Aurelio Zerial
Schmuel Ben-Sasson
Original Assignee
Rhone Poulenc Rorer Sa
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Rhone Poulenc Rorer Sa filed Critical Rhone Poulenc Rorer Sa
Publication of PT100081A publication Critical patent/PT100081A/pt

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Description

73 529 ST 91 005 -2-
MEMÓRIA DESCRITIVA O presente invento refere-se à obtenção de um medicamento útil para a profilaxia e para o tratamento terapêutico de infecções provocadas por retrovirus e mais especialmente para a profilaxia e tratamento terapêutico da SIDA (síndrome da Imunodeficiência Adquirida) e de síndromes associadas, ARC ("Aids related complex").
Por profilaxia entende-se o tratamento de sujeitos que tenham sido expostos aos vírus HIV (vírus da imunodeficiência humana), em particular os seropositivos assintomáticos que apresentam o risco de desenvolver a doença nos meses e anos subsequentes à primo-infecção.
De acordo com o invento, esse medicamento contém um ou mais produtos da classe dos polímeros aromáticos biologicamente activos.
Mais particularmente, esses polímeros têm uma estrutura alquilarilo e compreendem 5 a 50 unidades aromáticas repetitivas, capazes de formar um esqueleto linear possuindo uma estrutura secundária helicoidal, na qual o diâmetro dessa estrutura é inferior a 3 vezes o diâmetro máximo do grupo arilo que compõe o esqueleto. A actividade antitrombótica destes polímeros foi posta em evidência e descrita no pedido de patente WO 91 07 183.
Uma classe de polímeros que constituem o medicamento de acordo com o presente invento, é composta por um núcleo central aromático mononuclear, substituído, que forma as unidades repetitivas da cadeia. Estas unidades são denominadas "unidades monoméricas".
Uma outra classe corresponde aos polímeros substancialmente lineares, possuindo uma estrutura helicoidal, tal como mencionado acima, constituída por unidades repetitivas de 2 ciclos aro- 73 529 ST 91 005 3
máticos mononucleares, substituídos e ligados entre si por uma ponte alguileno. De preferência, as posições dos substituintes de cada ciclo têm a mesma orientação (orto, meta ou para), relativamente à ponte alquileno. Estes polímeros são obtidos por formação do dímero a partir da unidade monomérica, seguida de polimerização.. As unidades desta segunda classe de polímeros são denominadas "unidades diméricas". Os polímeros assim preparados contêm cerca de 3 a 25 unidades diméricas.
Uma terceira classe de polímeros substancialmente lineares, possuindo uma estrutura helicoidal tal como mencionado acima, é constituída por polímeros nos quais o motivo repetitivo contém pelo menos 3 ciclos aromáticos, substituídos de forma idêntica e ligados entre si por uma ponte alquileno. Estes polímeros são preparados, um primeiro passo, por formação do multímero (trí-mero, tetrâmero ... a partir da forma monomérica), seguida de polimerização do multímero. Em certos casos, uma simples dimerização do multímero será suficiente para produzir um polímero de acordo com o invento. As unidades desta terceira classe de polímeros são denominadas "unidades multiméricas". Na medida em que os polímeros de acordo com o invento contêm cerca de 5 a 50 motivos cíclicos aromáticos, os polímeros constituídos por unidades triméricas contêm cerça de 2 a 16 destas unidades e os polímeros constituídos por unidades tetraméricas contêm cerca de 2 a 12 motivos tetraméricos. 0 grupo arilo da estrutura alquilarilo do esqueleto dos polímeros está substituído com substituintes hidroxilo, carboxilo, carboxialquilo, cuja porção alquilo pode estar substituída com um radical hidroxilo ou carboxialquiloxilo.
Os motivos monoméricos de acordo com o presente invento, podem ser representados pela fórmula geral:
R
(D 73 529 ST 91 005 -4-
um sal ou um éster, na qual X é um radical hidroxilo, alquiloxilo (contendo 1 a 4 átomos de carbono) ou benziloxilo e Y é um átomo de hidrogénio, ou então X e Y representam radicais hidroxilo, situados respectivamente em posições meta, um relativamente ao outro, e R é um radical carboxilo, carboxialquilo (eventualmente substituído com um radical hidroxilo), carboxialquiloxilo, sulfo, sulfoalquilo, sulfoalquiloxilo, fosfono, fosfonoalquilo ou fosfo-noalquiloxilo, entendendo-se que as porções alquilo contêm a ou 2 átomos de carbono.
Os polímeros de acordo com a primeira classe citada acima poderão ser representados pela estrutura:
(II) sob a forma de sal ou de éster, na qual X, Y e R são definidos como anteriormente, R7 representa um átomo de hidrogénio ou um radical alquilo contendo 1 a 6 átomos de carbono e z é um número inteiro compreendido entre 3 e 48.
Os polímeros da segunda classe citada acima, poderão ser obtidos a partir da estrutura dímera:
z sob a forma de sal ou de éster, na qual X, Y, R e R7 são definidos como anteriormente e z é um número inteiro compreendido entre l e 23.
Os polímeros utilizados para a preparação de um medicamento
73 529 ST 91 005 de acordo com o presente invento, podem ser utilizados sob a forma livre ou sob a forma dos seus sais, dos seus ésteres ou dos seus hidratos que entram também no âmbito do presente invento. Os sais que podem ser utilizados são os sais farmaceuticamente aceitáveis. Os outros sais podem ser utilizados a como intermediários para a preparação do próprio produto ou de outro sal farmaceuticamente aceitável, por reacção de permuta. A título de exemplo refere-se que podem seleccionar-se sais farmaceuticamente aceitáveis, de entre os sais formados com as bases azotadas tais como, nomeadamente, o amoníaco, benzatina, procaína, dietanolamina, colina, N-metilglucamina ou derivados destas. Os sais farmaceuticamente aceitáveis podem igualmente ser escolhidos de entre os sais metálicos, por exemplo sais de alumínio, de cálcio, de lítio, de magnésio, de potássio, de sódio, de zinco ...
Os sais dos polímeros utilizados de acordo com o invento podem ser preparados por adição de uma solução aquosa da base a uma suspensão do polímero em água, seguida de eliminação da água sob pressão reduzida.
Quando o monómero de fórmula geral (I) é um éster, o resto do éster é um radical alquilo, linear ou ramificado, contendo 1 a 7 átomos de carbono.
De forma geral os polímeros constituídos por uma unidade cíclica aromática mononuclear podem ser preparados por polimeri-zação do composto monomérico de fórmula geral (I), com o formal-deído, um outro alquilaldeído ou um precursor sob a forma trimé-rica ou polimérica, num meio não oxidante em presença de um ácido inorgânico ou orgânico. A proporção molar do monómero relativamente ao aldeído pode ser da ordem de cerca de 5:1 a 1:10, de preferência de cerca de 2:1 a cerca de 1:3, sendo preferida uma proporção próxima de 10:9. A reacção efectua-se a uma temperatura próxima de 50 a 150“C, sob pressão atmosférica, durante um período de 10 minutos a cerca de 5 horas. Uma reacção deste tipo conduz geralmente a uma mistura de polímeros, podendo 73 529 ST 91 005 -6-
eventualmente compreender polímeros com mais de 50 ou menos de 5 ciclos aromáticos; mas predomina largamente a quantidade de polímeros com 5 a 50 motivos cíclicos aromáticos. Uma fracção determinada da mistura de polímeros pode agora ser separada por cromatografia.
Os polímeros que incluem na sua cadeia a unidade dimérica definida anteriormente, como motivo repetitivo, podem ser preparados por reacção do composto monomérico de fórmula geral (I) com o formaldeído, um outro alquilaldeído ou um precursor sob a forma trimérica ou polimérica, em meio não oxidante na presença de um ácido inorgânico ou orgânico, nas condições que favoreçam a formação do dímero. Um método para a preparação desse dímero encontra-se descrito por Smith & col., Anal. Chem., 21 f 11). 1334 (1949). Geralmente, opera-se em presença de um excesso do derivado aromático. A reacção efectua-se num tempo reduzido e o produto que não reagiu é eliminado, permitindo assim obter um dímero de estrutura homogénea. O dímero pode ser polimerizado por reacção com o formaldeí-do, um outro alquilaldeído ou um precursor sob a forma trímero ou polímero, em meio não oxidante em presença de um ácido inorgânico ou orgânico. A proporção molar do dímero em relação ao aldeído pode ser da ordem de cerca de 5:1 a 1:10, de preferência de cerca de 2:1 a cerca de 1:3, sendo preferida uma proporção próxima de 10:9. A reacção efectua-se a uma temperatura próxima de 50 a 150°C, sob pressão atmosférica, durante um período de 10 minutos a cerca de 5 horas. Uma reacção deste tipo conduz geralmente a uma mistura de polímeros podendo eventualmente compreender polímeros com mais de 25 ou menos de 3 motivos diméricos aromáticos; mas predomina largamente a quantidade de polímero com 3 a 25 motivos diméricos aromáticos. Uma fracção determinada da mistura de polímeros pode agora ser separada por cromatografia.
De acordo com um outro modo de preparação, o dímero pode também ser polimerizado por uma série sequencial de dimerizações permitindo obter por exemplo tetrâmeros, octâmeros, ... Utilizando assim condições controladas, é possível produzir polímeros «,1»
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SA Λ de estrutura homogénea com uma dimensão previsível e bem definida. Por exemplo, os dímeros podem ser novamente dimerizados para formar tetrâmeros; os dímeros e os tetrâmeros podem reagir para originar hexameros ...
Aplicando condições reaccionais controladas que produzam exclusivamente o dímero, é possível preparar as cadeias alquila-rilo dos polímeros. Por exemplo, por acção de um anião arílico sobre um halogeneto arílico. O dímero resultante pode então ser convertido num anião arílico que poderá ser feito reagir com um outro halogeneto arílico. Este processo pode ser empregue para a produção de polímeros possuindo um grau preciso de polimerização.
Os polímeros que incluem na sua cadeia a unidade multimérica definida anteriormente, como motivo repetitivo, podem ser preparados por reacção do composto monomérico de fórmula geral (I) com o formaldeído, um outro alquilaldeído ou um precursor sob a forma trimérica ou polimérica, em meio não oxidante em presença de um ácido inorgânico ou orgânico, em condições que favoreçam a formação do multímero desejado. Geralmente, opera-se em presença de um excesso do derivado aromático. A reacção efectua-se num período de tempo reduzido e o produto que não reagiu é eliminado, permitindo assim obter um multímero de estrutura heterogénea. O multímero desejado pode ser separado da mistura de multímeros por cromatograf ia. 0 multímero assim obtido pode ser polimerizado por reacção com o formaldeído, ou um outro alquilaldeído, em meio não oxidante em presença de um ácido inorgânico ou orgânico. A proporção molar do multímero relativamente ao aldeído pode ser da ordem de cerca de 5:1 a 1:10, de preferência de cerca de 2:1 a cerca de 1:3, sendo preferida uma proporção próxima de 10:9. A reacção efectua-se geralmente a uma temperatura próxima de 50 a 150°C, sob pressão atmosférica, durante um período de 10 minutos a cerca de 5 horas. Este tipo de reacção conduz geralmente a uma mistura de polímeros, podendo eventualmente compreender polímeros com mais de 50 ou menos de 5 motivos cíclicos aromáticos; mas predomina largamente a quantidade de polímeros com 5 a 50 motivos 73 529 ST 91 005 -8-
cíclicos aromáticos. Os polímeros desejados podem ser isolados da mistura de polímeros por cromatografia.
Preparação de polímeros homogéneos particulares;
Podem preparar-se polímeros de dimensão muito específica por dimerização de dímeros e/ou de multímeros de dimensões diferentes, preparados segundo os métodos anteriores. Por exemplo, pode obter-se um polímero homogéneo de 15 unidades cíclicas aromáticas por dimerização de um octâmero de estrutura homogénea (ele próprio preparado por 3 dimerizações sucessivas do monómero) e de heptamero de estrutura homogénea (preparado por dimerização do trímero e do tetrâmero).
Comparativamente ao polímero obtido directamente a partir do monómero, entende-se que os polímeros preparados por intermédio do dímero e/ou dos multímeros possuem uma estrutura repetitiva mais regular que pode conduzir a uma estrutura helicoidal secundária, também mais regular. A regularidade da hélice aumenta com o número de unidades cíclicas compreendidas na unidade multimérica. A actividade anti-retrovírus dos polímeros definidos ante-riormente, foi posta em evidência nos testes que se seguem.
Foi posto em evidência que os polímeros utilizados de acordo com o processo do invento inibem o efeito citopatogénico e a multiplicação do vírus HIV, em culturas celulares, em concentrações desprovidas de efeito citostático.
Os testes foram realizados numa linha celular permissiva (células linfoblastóides humanas CEM).
Os produtos a testar são colocados em solução, numa concentração de 1 mg/ml em água destilada ou, eventualmente, numa mistura dimetilformamida (ou dimetilsulfóxido)-água [10-90 em volume] .
As soluções-mãe são diluídas até à concentração pretendida 73 529 ST 91 005 -9-
por meio de tampão fosfato isotónico (TPI). As actividades foram doseadas a concentrações compreendidas entre 100 e 0,03 jxg/ml. 0 teste é realizado sobre a linha linfoblastóide CEM clone 13. Numa microplaca de 96 cavidades depositam-se 25 μΐ/ /cavidade de uma solução de produto a testar ou de tampão fosfato isotónico (TPI), no caso dos controlos. Os produtos são estudados a diferentes concentrações (geralmente 8), à razão de 6 cavidades por concentração. Adicionam-se então 125 μΐ de uma suspensão de células CEM no meio RPMI (contendo 10% de soro bovino fetal, 100 U/ml de penicilina, 100 μ$/Ία1 de estreptomicina e 2 μπιοίβε/ιιιΐ de glutamina (8 x 104 células por ml)] e as microplacas são incubadas durante uma hora a 37eC, sob uma atmosfera contendo 5% de gás carbónico, o ensaio é realizado em duplicado: uma parte em células infectadas, para a determinação da actividade anti-viral e a outra parte em células não infectadas para determinar a citotoxicidade dos produtos. Infecta-se a primeira série de 3 cavidades com HIV (100 μΐ por cavidade, de uma suspensão de vírus LAV-l-BRU (Barré-Sinoussi e col., Science, 220. 868 (1983) contendo cerca de 200 TCID50), enquanto que a outra série de 3 cavidades recebe 100 μΐ de meio RPMI, tal como definido anteriormente. Após 7 dias de incubação, retiram-se 100 μΐ de sobrenadante, que serão utilizados em seguida para o doseamento da transcriptase inversa e do antiqénio p24. A viabilidade celular é determinada de acordo com uma modificação da técnica descrita por R. PAUWELS e col., J. Virol. Meth., 20., 309-321 (1988).
As cavidades, contendo ainda as células (infectadas ou não infectadas), recebem 20 μΐ de uma solução de MTT (brometo de 4,5--dimetiltiazol-2-il-2,5-difeniltetrazólio) a 7 mg/ml em tampão fosfato isotónico. Durante um período de incubação de 3 horas, o MTT é convertido num sal de formazan (azul) no interior das células vivas e proporcionalmente ao seu número, ao passo que não aparece nada nas cavidades que não contenham senão células mortas. Adicionam-se então 100 μΐ de isopropanol (contendo 0,04 mole/1 de ácido clorídrico) e as microplacas são agitadas até à solubilização do azul de formazan. A absorção a 540 nm é
73 529 ST 91 005 -10- lida com um leitor automático de reacções ELISA em microplacas.
Nestas condições, as células infectadas são lisadas a cerca de 60-70% em relação às células não infectadas. A formulai DO (cél. tratadas e inf.) - DO (cél. não tratadas e inf.)_ DO (cél. tratadas e não inf.) - DO (cél. não tratadas e inf.) permite calcular a taxa de protecção (%) de um determinado produto .
Os resultados são apresentados na tabela I. A multiplicação virai foi determinada por doseamento da transcriptase inversa do vírus HIV. A actividade da transcriptase inversa é medida directamente em 50 μΐ de sobrenadante de cultura. Adicionam-se 10 μΐ de tampão contendo KC1 0,5 M, ditiotreitol (DTT) 5 mM e 0,5% de Triton X-100, a todas as microcavidades contendo os 50 μΐ de sobrenadante a testar. Adicionam-se em seguida 40 μΐ de tampão contendo o etilenoglicol-bis(éter aminoetílico), (EGTA) 1,25 mM, Tris.HCl 0,125 mM, pH 7,8, MgCl2 12,5 mM, 3 /iCi de (3H)-trifosfato de timidina (TTP), 0,05 D026g de ácido poliadenílico-ácido timidílico (poli rA-oligo-dT). A microplaca é coberta com uma película plástica e incubada durante 60 minutos a 37°C. A reacção é terminada pela adição de 20 μΐ de uma solução gelada de Na4P207 120 mM em 60% de ácido tricloroacético e as amostras são colocadas durante 15 minutos sobre o leito de gelo.
Os precipitados são filtrados sobre fibra de vidro, utilizando um lavador de células (Skatron) e os filtros são lavados com uma solução de Na2P207 12 mM em 5% de ácido tricloroacético.
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Os filtros são secos e a radioactividade é medida após adição de um líquido cintilante. A actividade transcriptase inversa TI é proporcional à quantidade de radioactividade precipitável por ácido. A % de inibição da produção virai é calculada pela fórmula: 1 - com sobrenadantes de células tratadas e inf. cpm sobrenadantes de células não tratadas e inf.
Finalmente, foi também mostrado pelo doseamento do antigénio p24, que os polímeros utilizados de acordo com o presente invento inibem a replicação do vírus.
Os doseamentos da proteína p24 são efectuados por meio de um kit ELISA (Du Pont de Nemours), utilizado de acordo com as indicações do fabricante.
Os resultados obtidos nos doseamentos da transcriptase inversa e nos doseamentos da proteína p24 são apresentados abaixo na tabela I.
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Tabela 1 (continuação) (ti φ CM o a P •H 1 0 o\<> q -η «iti ΉΛΟ o\o o\° o\° o\° o\° o\* o\° o\° o\0 oc^cocooihcococ'' **>%ι***.Η**^»». Ο«ΰΜ«Μ»0\(η0\ Η Η M1 (MJ) 0\ 1 1 o\0 o\° o\o o\° oV> θ\° o\0 o\o o\o oaiincor-r-voior-' oincoHioincococn i cm h ri* oo cn o\ ai 1 K (o §) q g Ή -31 ooooMUioom oooonnninifl (ti d) CM H OOOOCOCMHHO OOOOCM^CMCMO <d -μ ag in«íhhhoooo >MHWO\CMOOO m o \ 0 P O o HHHHOOOOO HHCMHOOOOO p a < q 1 til 0 q xo (ti o o\o 0\o o\o o\« o\o o\<> o\» o\«> o\o o\o 0\o o\° o\o o\» o\» o\» o\° o\«> p (ti •H OHinHhtomuio OO«HCMM»C0O P m o\° Λ (MCOr"CM(7)CJ\mO ΜΌΦΡΗΟΟΙΟΙΟ P •H 1 1 1 1 H 1 Η 1 1 H (ti 0) c 1 •q > •H q U ·*π -μ q οι m d) ti) q COCOri«00<M<J\ri*C^CO «foconaiinoioin g (ti 0) • ^ H\ococoo>C''Hri*co cnoioiovoH^coc'' (ti P tnp q g >íhniflincoh(MN r^cocovoHcoc^r^c^ ai a <ti o *h a OCOCMC^COCOHH OHhCMCJhMM*) ω -η pago Η CO O CM iflio Η ο η o 0 P q Nw H CM 00 CO CM CM η IO M* (0 H Q 0 0 o d) 1 o\° o\° A° o\° o\° o\o o\o o\o o\° o\o o\o o\° o\° o\° o\P AO o\o o\o -q o o o OHONlOCOVOCMC^Cr» OvfmoMMVOCKO ρ oi <q Hri^^vottcoco co ιο ιο vo co ο σ» ov a-p o H O «q ui t'· q q b •0 ui q co^in^cninHincM ont^fOiooHCM (ti q q P cocMio^cocoininin inovocMCMioco^r^ 0 H 0 i>cooooot^t^vovoco VOC^t^t^VOCOlOlOVO UI •ri q <i> 0 P H p Φ a Ό) q (ti '0 O -H P οι #->» 1—1 q «q o ω id Q 01 o) q ^ q P4 -H Ti U) ui q OWVQCMHCDincOCM -ÍCMOCMVOCDCOOH q q P ot^rMcnincoHcrico HCOHCO^OOCM^ri* 0 H 0 CMCMin-MWlOVDWt·'' CMCMriW-tf^lOlOVQ Q q d) rH P o) q ϋ·Η < 3 1 1 Ti q i DO (ti co o o CO O O d) «q P Ti H Orlo O H CO o o- a o q g K *, C (0 P P \ OOOOHCOOOO OOOOHCOOOO o : π o q ω q> H CO O H CO O u p «q «q oi a. H H vo r-* 0 o «q 0 0 P (0 H rH q -q 8« a «q q g g O P d) d> Ή ti) X * a a» m w
73 529 ST 91 005
Tabela 1 (continuação)
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Tabela 1 f continuação)
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-19-
Estes resultados colocam em evidência, entre outros facto-res, a inibição total da produção de transcriptase inversa e de proteína p24 no caso dos produtos dos exemplos 3, 5, 6 e 7. Além disso, os polímeros utilizados de acordo com o invento apresentam um interesse considerável devido à ausência de toxicidade a concentrações elevadas.
Particularmente interessantes são, designadamente, os polímeros seguintes: polímero resultante da polimerização do ácido 2,4-di-hidro-xibenzoico; polímero resultante da polimerização do ácido 4-hidroxi-fenilacético; - polímero resultante da polimerização do ácido 3-(3-carboxi--4-hidroxi)benzil-2-hidroxibenzóico; polímero resultante da polimerização do ácido 3-(4-hidroxi-fenil)propiónico; polímero resultante da polimerização do ácido 4--hidroxifenoxiacético. 0 presente invento refere-se à obtenção de uma composição farmacêutica contendo pelo menos um polímero tal como definido anteriormente, no estado puro ou sob a forma de associação com um ou vários diluentes ou adjuvantes, compatíveis e farmaceuticamente aceitáveis.
As composições farmacêuticas de acordo com o invento possuem a capacidade de inibir a replicação dos retrovírus e, consequentemente, reduzir a progressão no sentido do desenvolvimento da doença ou diminuir a sua gravidade nos sujeitos infectados.
Nomeadamente, no caso das infecções provocadas pelo HIV, ao inibir a replicação deste vírus, as composições são capazes de reduzir a progressão no sentido da SIDA ou de diminuir a sua gravidade nos sujeitos infectados.
As composições farmacêuticas de acordo com o invento são susceptíveis de impedir ou retardar a evolução dos sujeitos in-
73 529 ST 91 005 -20- fectados por retrovírus, para um estado agravado da doença.
As composições podem ser usadas a título preventivo ou curativo. Por "preventivo" entende-se a prevenção da evolução em sujeitos que apresentem uma imunodeficiência e/ou estejam infectados por retrovírus.
Evidentemente, a constituição destas composições será adaptada ao caso particular do tracto digestivo dos imunodeprimidos.
As composições podem ser utilizadas por via oral, paren-térica ou rectal.
As composições estéreis para administração parentérica podem ser de preferência soluções aquosas ou não aquosas, suspensões ou emulsões. Como solvente ou veículo pode empregar-se água, propilenoglicol, um polietilenoglicol, óleos vegetais, em particular azeite, ésteres orgânicos injectáveis, por exemplo o oleato de etilo ou outros solventes orgânicos convenientes. Estas composições podem igualmente conter adjuvantes, em particular agentes molhantes, isotonisantes; emulsificantes, dispersantes e estabilizantes. A esterilização pode fazer-se de diversas formas, por exemplo por filtração asséptica, incorporando na composição agentes esterilizantes, por irradiação ou por aquecimento. As composições podem igualmente ser preparadas sob a forma de composições sólidas estéreis que podem ser dissolvidas, no momento de utilização, num meio estéril injectável.
Como composições sólidas para administração oral podem utilizar-se comprimidos, pílulas, pós ou granulados. Nestas composições, o produto activo de acordo com o invento (eventualmente associado a um outro produto farmaceuticamente compatível), é misturado com um ou vários diluentes ou adjuvantes inertes, tais como sacarose, lactose ou amido. Estas composições podem,igualmente, compreender outras substâncias, além dos diluentes, por exemplo um lubrificante tal como o estearato de magnésio.
Como composições líquidas para administração oral podem 73 529 ST 91 005 -21-
utilizar-se emulsões farmaceutlcamente aceitáveis, soluções, suspensões, xaropes e elixires contendo diluentes inertes tais como água ou óleo de parafina. Estas composições podem igualmente compreender outras substâncias além de diluentes, por exemplo produtos molhantes, edulcorantes ou aromatizantes.
As composições para administração rectal são os supositórios ou as cápsulas rectais que contêm, além do principio activo, excipientes tais como manteiga de cacau, glicéridos semi-sin-têticos ou polietilenoglicóis.
De maneira geral, o médico determinará a posologia que entenda mais apropriada em função da idade, do peso e de factores próprios do produto e do sujeito a tratar. Geralmente, no adulto, as doses encontram-se compreendidas entre 50 e 500 mg por injecção em 1 a 4 injecções por dia, por via intravenosa.
Os exemplos seguintes, apresentados a título não limitativo, ilustram a preparação dos produtos utilizados de acordo com o invento.
Exemplo 1.
Adiciona-se 1 cm3 de uma mistura 4-1 (em volume) de ácido acético/ácido sulfúrico (concentrado - 95-98% em peso), a 5 g (36,2 mmoles) de ácido salicílico (ácido 2-hidroxibenzóico) e 1,09 g (36,3 mmoles) de trioxano em 20 cm3 de ácido acético a 90°C. A mistura reaccional é aquecida durante 2 horas, arrefecida à temperatura ambiente, diluída com água e filtrada. 0 produto sólido obtido é lavado com água, dissolvido em amoníaco e concentrado até à secura, por meio de calor, sob pressão reduzida.
Exemplo 2
Aquecem-se 2,5 g de ácido 2,6-di-hidroxibenzóico (16,2 mmoles) em 10 cm3 de ácido acético, a 90°C até à obtenção de uma solução límpida. Ao abrigo do calor, adicionam-se 0,44 g de trioxano (14,61 mmoles) e agita-se a solução durante 2 minutos, adicionando-se seguidamente 0,5 cm3 de uma mistura 4-1 (em volume) 73 529 ST 91 005 -22-
de ácido acético/ácido sulfúrico (concentrado). A solução é aquecida a 90"C durante 1 hora, arrefecida, diluída com água e filtrada. O produto sólido é lavado com água, diluído com uma solução de amoníaco (3-1 em volume - H2o/NH4OH concentrado), filtrado e concentrado até à secura, sob pressão reduzida, a uma temperatura inferior ou igual a 40°C.
Exemplo 3.
Adicionam-se 0,44 g de trioxano (14,61 mmoles) a uma solução aquecida a 90°C, de 2,5 g de ácido 2,4-di-hidroxibenzóico (16,2 mmoles) em 10 cm3 de ácido acético e seguidamente agita-se a mistura durante 2 minutos. Adicionam-se 0,5 cm3 de ima mistura 4-1 (em volume) de ácido acético/ácido sulfúrico (concentrado) e a mistura reaccional é aquecida a 90°C durante 2 horas, arrefecida à temperatura ambiente, diluída com água e filtrada. 0 produto sólido é lavado com água, dissolvido numa solução aquosa diluída de amoníaco, filtrado e concentrado até à secura, sob pressão reduzida, a uma temperatura inferior ou igual a 40eC.
Exemplo 4.
Adicionam-se 0,49 g de trioxano (16,29 mmoles) a 2,5 g de ácido 4-hidroxibenzóico (18,1 mmoles) aquecidos a 90°C e seguidamente agita-se a mistura durante 2 minutos. Adicionam-se 0,5 cm3 de uma mistura 4-1 (em volume) de ácido acético/ácido sulfúrico (concentrado) e a mistura reaccional é aquecida durante 3 horas, seguidamente arrefecida à temperatura ambiente, vertida em água e filtrada. O produto sólido é dissolvido numa solução aquosa diluída de amoníaco, filtrado e concentrado até à secura sob pressão reduzida, a uma temperatura inferior ou igual a 40°C.
Exemplo 5.
Adicionam-se 0,44 g de trioxano (14,61 mmol), a 2,5 g de ácido 3,5-di-hidroxibenzóico (16,2 mmol) em 14 cm3 de ácido acético aquecido a 90°C e seguidamente a mistura é agitada durante 5 minutos. Adicionam-se 0,5 cm3 de uma mistura 4-1 (em volume) de ácido acético/ácido sulfúrico (concentrado) e a mistura reaccional é agitada durante 3 horas, seguidamente arrefecida à temperatura ambiente, diluída com água e filtrada. 0 produto
73 529 ST 91 005 -23 sólido é dissolvido numa solução aquosa diluída de amoníaco, filtrado e concentrado até à secura sob pressão reduzida, a uma temperatura inferior ou igual a 40°C.
Exemplo 6.
Adicionam-se 0,44 g de trioxano (14,61 mmoles) a 2,5 g de ácido 4-hidroxifenilacético (16,4 mmoles) em 10 cm^ de ácido acético aquecido a 90 eC. Adicionam-se 0,5 cm3 de uma mistura 4-1 (em volume) de ácido acético/ácido sulfúrico (concentrado) e a mistura reaccional é aquecida durante 2 horas, seguidamente arrefecida à temperatura ambiente, diluída com água e filtrada. O produto sólido é dissolvido numa solução aquosa diluída de amoníaco e concentrado até à secura sob pressão reduzida, a uma temperatura inferior ou igual a 40“C.
Exemplo 7.
Adicionam-se 0,40 g de trioxano (13,38 mmol) a 2,5 g de ácido 4-hidroxifenoxiacético (14,79 mmol) em 10 cm3 de ácido acético aquecido a 90°C. Adicionam-se 0,5 cm3 de uma mistura 4-1 (em volume) de ácido acético/ácido sulfúrico (concentrado) e a mistura reaccional é aquecida durante 30 minutos, seguidamente arrefecida à temperatura ambiente, diluída com água e filtrada. 0 produto sólido é dissolvido numa solução aquosa diluída de amoníaco e concentrado até à secura sob pressão reduzida, a uma temperatura inferior ou igual a 40°C.
Exemplo 8.
Adicionam-se 0,40 g de trioxano (13,38 mmoles) a 2,5 g de ácido 4-hidroximandélico (14,88 mmoles) e 10 cm3 de ácido acético aquecido a 90°C. Adicionam-se 0,5 cm3 de uma mistura 4-1 (em volume) de ácido acético/ácido sulfúrico (concentrado) e a mistura reaccional é aquecida durante 20 minutos a 90'C, seguidamente arrefecida à temperatura ambiente, diluída com água e filtrada. O produto sólido é dissolvido numa solução aquosa diluída de amoníaco e concentrado até à secura sob pressão reduzida, a uma temperatura inferior ou igual a 40°C. 73 529 ST 91 005 -24-
Exemplo 9.
Etapa nQ. 1: formação do dímero
Aquecem-se 40 g de ácido salicílico (0,29 mmole) e 3,5 g de trioxano (0,1164 mole), em 50 cm3 de ácido acético, a 95°C até à dissolução total do ácido salicílico. Ao abrigo do calor, adicionam-se 0,5 g de ácido sulfúrico em 2,5 cm3 de ácido acético. Após 5 minutos, a mistura é vertida em 2 litros de água e agitada durante cerca de 30 minutos e seguidamente filtrada. O sólido obtido é diluído com 200 cm3 de uma mistura 1-1 de ácido acéti-co/água, filtrado, seguidamente diluído com água, filtrado novamente, lavado e seco sob pressão reduzida.
Etapa na. 2: polimerização do dímero
Adicionam-se 0,5 cm3 de uma mistura 4-1 (em volume) de ácido acético/ácido sulfúrico (concentrado), a 1,5 g do ácido dissalicílico obtido anteriormente [ácido 3-(3-carboxi-4-hidro-xi)benzil-2-hidroxibenzóico] (5,21 mole) e 0,47 g de trioxano (15,63 mole) em 10 cm3 de ácido acético. A mistura reaccional é aquecida durante cerca de 4 horas a 90°C, seguidamente arrefecida à temperatura ambiente, diluída com água e filtrada. O resíduo é diluído com uma solução aquosa diluída de amoníaco, concentrado em banho de óleo a 90°C e concentrado até à secura sob pressão reduzida.
Exemplo 10 A uma solução de 2,50 g de ácido 3-(4-hidroxifenil)propió-nico (15,1 mmol) e de 0,407 g de 1,3,5-trioxano (4,52 mmol) em 10 cm3 de ácido acético a 90°C, adicionam-se 0,5 cm3 de uma solução a 20% de ácido sulfúrico concentrado em ácido acético. A mistura é aquecida a 90°C durante 2 horas, vertida sobre água gelada e filtrada. 0 sólido obtido é lavado com água e dissolvido numa solução aquosa de amoníaco. 0 polímero pretendido é obtido após concentração até à secura sob pressão reduzida, a uma temperatura inferior ou igual a 45°C.
Exemplo 11
Uma solução de ácido 4-hidroxifenoxiacético e de ácido clorídrico concentrado (2 gotas), em 30 cm3 de metanol é agitada
73 529 ST 91 005 -25- durante 18 horas à temperatura ambiente. O 4-hidroxifenoxiacetato de metilo é obtido após concentração até à secura sob pressão reduzida e utilizado tal qual nas etapas posteriores.
Uma solução de 0,5 cm3 de uma solução a 20% de ácido sulfúrico concentrado em ácido acético, é adicionada a uma solução de 2,50 g de 4-hidroxifenoxiacetato de metilo (13,7 mmoles) e de 0,37 g de 1,3,5-trioxano (4,12 mmoles) em 10 cm3 de ácido acético a 90°C. A mistura é aquecida a 90eC durante 30 minutos, vertida sobre água gelada e filtrada. O sólido obtido é lavado abundantemente com água e seco sob pressão reduzida, para originar o polímero pretendido.
Exemplo 12
Uma solução de 3,45 g de ácido 4-hidroxifenoxiacético e de ácido clorídrico concentrado (2 gotas) em 25 cm3 de heptano-1--ol, é agitada durante 18 horas à temperatura ambiente. 0 4-hidroxifenoxiacetato de heptilo é obtido após concentração até à secura sob pressão reduzida e utilizado tal qual nas etapas posteriores.
Uma solução de 0,5 cm3 de uma solução a 20% de ácido sulfúrico concentrado em ácido acético, é adicionada a uma solução de 2,50 g de 4-hidroxifenoxiacetato de heptilo (9,39 mmol) e de 1,3,5-trioxano em 10 cm3 de ácido acético a 90'C, A mistura é aquecida a 90"C durante 30 minutos, vertida sobre água gelada e filtrada, o sólido obtido é lavado abundantemente com água e seco sob pressão reduzida. O resíduo obtido é triturado em éter etílico e seguidamente em hexano, para originar o polímero pretendido .
Exemplo 13
Misturam-se 0,045 g de trioxano (1,5 mmol) e 0,34 g de ácido 4-hidroxifenetilsulfónico em 1,5 cm3 de ácido acético submetido a uma corrente de gás clorídrico durante 10 segundos. A mistura é aquecida a 90°C durante 2 horas e concentrada até à secura sob pressão reduzida. 0 resíduo é dissolvido numa solução aquosa de amoníaco. A solução obtida é concentrada até à secura sob pressão
73 529 ST 91 005 -26- reduzida, para originar o polímero pretendido sob a forma de sal de amónio. O ácido 4-hidroxifenetilsulfónico pode ser preparado da maneira seguinte: uma mistura de 0,42 g de 4-hidroxifenetilsulfonato de etilo em 8 cm3 de uma solução aquosa de ácido clorídrico a 12%, é agitada à temperatura ambiente durante cerca de 18 horas, seguidamente aquecida a 100°C durante 5 horas e concentrada até à secura sob pressão reduzida para originar o ácido 4-hidroxifenetilsulfónico. 0 4-hidroxifenetilsulfonato de etilo pode ser obtido da maneira seguinte: uma solução de 1,43 g de 4-benziloxifenetilsulfonato de etilo em 25 cm3 de acetato de etilo, é adicionada de 0,25 g de paládio sobre carvão (a 10%) e a mistura é agitada durante 3 horas sob uma pressão de 203 kPa (2 atmosferas) de hidrogénio. A mistura é filtrada e concentrada até à secura sob pressão reduzida para originar o 4-hidroxifenetilsulfonato de etilo. 0 4-benziloxifenetilsulfonato de etilo pode ser obtido da maneira seguinte: a uma solução de 4,84 g de 4-benziloxifenetilsulfonato de sódio e de 0,5 cm3 de dimetilformamida em 40 cm3 de tolueno, adicionam-se, gota a gota, 1,35 cm3 de cloreto de tionilo e a mistura é aquecida a 90°C durante cerca de 5 horas. A mistura é arrefecida à temperatura ambiente e seguidamente adicionada, em porções, a uma solução de 30 cm3 de etanol absoluto e de 15 cm3 de piridina a -20°C. A mistura é agitada durante 5 horas e seguidamente a temperatura é deixada aumentar até 0°C. A mistura é diluída com acetato de etilo e uma solução de ácido clorídrico a 10%. A fase orgânica é separada e lavada com ácido clorídrico diluído, água, seguidamente com uma solução de bicarbonato de sódio, salmoura e seca sobre sulfato de magnésio, filtrada e concentrada até à secura sob pressão reduzida, para originar o 4-benziloxifenetilsulfonato de etilo. -27- -27- tz. 73 529 ST 91 005 O 4-benziloxifenetilsulfonato de sódio pode ser preparado da maneira seguinte: uma mistura de 11,8 g de brometo de 4-benziloxifenetilo e de 8,91 g de sulfito de sódio em 40 cm3 de álcool t-butílico e 80 cm3 de água, é aquecida em refluxo durante 40 horas, seguidamente arrefecida à temperatura ambiente e filtrada. 0 sólido é lavado com água e éter etílico para originar o 4-benziloxifenetilsulfonato de sódio. O brometo de 4-benziloxifenetilo pode ser obtida da maneira seguinte: a uma solução de 8,29 g de álcool 4-benziloxifenetilo e de 24,1 g de tetrabrometo de carbono em 150 cm3 de éter etílico, adicionam-se em pequenas porções, 19,0 g de trifenilfosfina e a mistura assim obtida é agitada durante cerca de 3 horas. 0 so-brenadante é decantado, o sólido é lavado com éter etílico e as fases orgânicas reunidas são concentradas até à secura sob pressão reduzida. 0 produto bruto é purificado por passagem sobre gel de sílica, para originar o brometo de 4-benziloxifenetilo. 0 álcool 4-benziloxifenetílico pode ser obtido da maneira seguinte: uma mistura de 15,02 g de álcool 4-hidroxifenetílico, de 13,6 cm3 de brometo de benzilo e de 75,1 g de carbonato de potássio em 250 cm3 de acetona, é aquecida em refluxo durante cerca 4 horas. A mistura reaccional é arrefecida e vertida numa mistura de éter etílico e água. A fase orgânica é lavada com água, com uma solução IN de soda, seguidamente com salmoura e seca sobre sulfato de magnésio. Após filtração e concentração até à secura sob pressão reduzida, obtém-se o álcool 4-benziloxifenetílico.
Exemplo 14 A uma mistura de 0,446 g de ácido 4-hidroxibenzilfosfónico e de 0,0641 g (2,1 mmol) de trioxano em 4 cm3 de ácido acético a 90eC, adicionam-se 0,5 cm3 de uma solução saturada de ácido clorídrico em ácido acético. A mistura é agitada a 90°C durante 2 horas. 0 gás clorídrico é introduzido rapidamente e o aquecimento
73 529 ST 91 005 -28-é continuado durante 1 hora. A mistura é concentrada até à secura sob pressão reduzida. O resíduo é dissolvido numa solução aquosa de hidróxido de amónio e a solução assim obtida é concentrada até à secura sob pressão reduzida, para originar o polímero pretendido sob a forma do seu sal de amónio. 0 ácido 4-hidroxibenzilfosfónico pode ser obtido da maneira seguinte: aquece-se uma mistura de 1,77 g de 4-hidroxibenzilfosfonato de dibutilo em 30 cm3 de ácido clorídrico a 18%, sob refluxo durante cerca de 18 horas e seguidamente concentra-se até à secura sob pressão reduzida. Após trituração em hexano obtém-se o ácido 4-hidroxibenzilfosfónico. 0 4-hidroxibenzilfosfonato de dibutilo pode ser obtido da maneira seguinte: a uma solução de 4,07 g de 4-benziloxibenzilfosfonato de dibutilo em 60 cm3 de acetato de etilo, adicionam-se 0,41 g de paládio sobre carvão (a 10%) e a mistura é agitada sob uma pressão de hidrogénio de 172 kPa (1,7 atmosferas), durante cerca de 20 horas. A mistura é filtrada, concentrada até à secura sob pressão reduzida e o resíduo é purificado por cromatografia líquida de Alta Eficiência HPLC, eluíndo com um gradiente de 50-65% de acetato de etilo em hexano, para originar o 4-hidroxibenzilfosfonato de dibutilo. 0 4-benziloxibenzilfosfonato de dibutilo pode ser obtido da maneira seguinte: aquece-se uma mistura de 4,99 de cloreto de 4-benziloxiben-zilo e de fosfito de tri-n-butilo a 50°C durante cerca de 4 horas, eliminando totalmente o cloreto de butilo. A mistura é arrefecida à temperatura ambiente e o produto bruto é purificado por HPLC sobre sílica, eluíndo com acetato de etilo a 25% em hexano para originar o 4-benziloxibenzilfosfonato de dibutilo.
Exemplo 15
Operando como descrito nos exemplos anteriores, preparam-se os polímeros seguintes:
73 529 ST 91 005 -29- polímero resultante da polimerização do ácido 3-(4-metoxi-fenil)propiónico; polímero resultante da polimerização do ácido 3-(4-benzilo-xifenil)propiónico; polímero resultante da polimerização do ácido 4-metoxife-noxiacético; polímero resultante da polimerização do ácido 4-benzilo-xifenoxiacético. O exemplo seguinte descreve uma composição farmacêutica de acordo com o processo do presente invento.
Exemplo;
Prepara-se de acordo com a técnica habitual, uma solução injectável contendo; polímero obtido por polimerização do ácido 4-hidroxifenoxiacêtico ..................... 100 mg água para preparação injectável, q.b.p...... 3 ml

Claims (12)

  1. 73 529 ST 91 005 -30- REIVINDICACÕES 1 - Uso de polímeros aromáticos biologicamente activos, possuindo uma estrutura alquilarilo compreendendo 5 a 50 unidades aromáticas repetitivas, capazes de formar um esqueleto linear de estrutura secundária helicoidal, no qual o diâmetro da dita estrutura é inferior a 3 vezes o diâmetro máximo do grupo arilo, para a obtenção de um medicamento destinado ao tratamento preventivo e/ou curativo de infecções provocadas por retrovírus.
  2. 2 - Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o polímero ser definido pela fórmula geral:
    na qual X é um radical hidroxi, alquiloxi (contendo 1 a 4 átomos de carbono) ou benziloxi e Y é um átomo de hidrogénio ou então X e Y são idênticos e representam radicais hidroxi situados res-pectivamente em posições meta, um em relação ao outro, R é um radical carboxi, carboxialquilo (eventualmente substituído com um radical hidroxi), carboxialquiloxi, sulfo, sulfoalquilo, sul-foalquiloxi, fosfono, fosfonoalquilo ou fosfonoalquiloxi, contendo as porções alquilo 1 ou 2 átomos de carbono, R' representa um átomo de hidrogénio ou um radical alquilo contendo 1 a 6 átomos de carbono e z é um número inteiro compreendido entre 3 e 48, bem como os seus sais, os seus hidratos e os seus ésteres cujo resto é um radical alquilo linear ou ramificado, contendo 1 a 7 átomos de carbono.
  3. 3 - Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o polímero ser constituído por um motivo repetitivo de estrutura dímera, representado pela fórmula geral: 73 529 ST 91 005 -31-
    R R X -CR' R '-1|-
    Y CR 1R' Y z na qual X, Y, R e R' são definidos como na reivindicação 2 e z é um número inteiro compreendido entre 1 e 23, bem como os seus sais, os seus hidratos e os seus ésteres cujo resto é um radical alquilo linear ou ramificado contendo 1 a 7 átomos de carbono.
  4. 4 - Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o polímero ser constituído por um motivo repetitivo contendo pelo menos 3 ciclos aromáticos de estrutura geral: R
    na qual X, Y e R são definidos como na reivindicação 2, bem como os seus ésteres tal como definidos na reivindicação 2, encontrando-se esses ciclos ligados entre si por uma ponte alquileno -CR'R'- na qual R' é definido como na reivindicação 2, bem como os seus sais e os seus hidratos.
  5. 5 - Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o polímero resultar da polimerização do ácido 2,4-di-hidroxibenzói-co.
  6. 6 - Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o polímero resultar da polimerização do ácido 4-hidroxifenilacéti-CO.
  7. 7 - Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o polímero resultar da polimerização do ácido 3-(3-carboxi-4-hidro-xi)benzil-2-hidroxibenzóico.
  8. 8 - Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o 32- 73 529 ST 91 005 polímero resultar da polimerização do ácido 3-(4-hidroxifenil)-propiónico.
  9. 9 - Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o polímero resultar da polimerização do ácido 4-hidroxifenoxiacéti-co.
  10. 10 - Uso de um polímero de acordo com uma das reividicações 1 a 9/ para obter um medicamento destinado ao tratamento preventivo e/ou curativo da SIDA ou de síndromes análogas.
  11. 11 - Preparação de uma composição farmacêutica destinada ao tratamento preventivo e/ou curativo de infecções provocadas por retrovírus, caracterizada por conter pelo menos um polímero definido numa das reivindicações 1 a 9.
  12. 12 - Preparação de uma composição farmacêutica destinada ao tratamento preventivo e/ou curativo da SIDA ou de síndromes análogas, caracterizada por conter pelo menos um polímero definido numa das reivindicações 1 a 9. Lisboa 31 M 1992 Por RHÔNE-POULENC RORER S.A =0 AGENTE 0FICIAL=
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