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BRPI0706552A2 - processo para sinterização em uma máquina de sinterização - Google Patents

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BRPI0706552A2
BRPI0706552A2 BRPI0706552-3A BRPI0706552A BRPI0706552A2 BR PI0706552 A2 BRPI0706552 A2 BR PI0706552A2 BR PI0706552 A BRPI0706552 A BR PI0706552A BR PI0706552 A2 BRPI0706552 A2 BR PI0706552A2
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BR
Brazil
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sintering
gas
waste gas
segment
emitted
Prior art date
Application number
BRPI0706552-3A
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English (en)
Inventor
Karl Laaber
Oskar Pammer
Hans Herbert Stiasny
Anton Sebanz
Karl Zehetbauer
Original Assignee
Siemens Vai Metals Tech Gmbh & Co
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Siemens Vai Metals Tech Gmbh & Co filed Critical Siemens Vai Metals Tech Gmbh & Co
Publication of BRPI0706552A2 publication Critical patent/BRPI0706552A2/pt
Publication of BRPI0706552B1 publication Critical patent/BRPI0706552B1/pt
Publication of BRPI0706552B8 publication Critical patent/BRPI0706552B8/pt

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Abstract

PROCESSO PARA SINTERIZAçAO EM UMA MAQUINA DE SINTERIZAçAO. A seguir descreve-se um processo para a sinterização de materiais metalíferos, como, por exemplo, minérios de ferro ou minérios de manganês em uma máquina desinterização, na qual o gás emitido da sinterização do terceiro segmento é transportado para o gás emitido da sinterização do primeiro segmento e é unificado com este num campo de mistura, passando a gás misturado, onde a distância do transporte do gás emitido da sinterização do terceiro segmento para o campo de mistura é maior do que a distância do transporte do gás emitido da sinterização do primeiro segmento para o campo de mistura, assim como um dispositivo para a realização do processo.

Description

PROCESSO PARA SINTERIZAÇÃO EM UMA MÁQUINA DE SINTERIZAÇÃO
A invenção diz respeito a um processo e umaaparelhagem para sinterização de materiais metalíferos,como, por exemplo, minérios de ferro ou minérios demanganês, especialmente minérios óxidos ou carbonáticos, emuma máquina de sinterização com redução nos gases emitidos.
A sinterização de materiais metalíferos, como, porexemplo, minérios de ferro ou minérios de manganês,especialmente minérios óxidos ou carbonáticos, acontece pormeio de máquinas de sinterização. Após a tarefa da misturada sinterização, que consiste em material metalífero,material de qualidade, combustível sólido, fundentes, etc.,na grelha para aquecimento da máquina de sinterização, amistura da sinterização é acendida em sua superfície em umforno. Em seguida são conduzidos, como gás de processo,gases através da mistura da sinterização, através da qual asinterização frontal da superfície da mistura dasinterização move-se na direção da área da faixa desinterização. Os gases utilizados como gás de processo são,por exemplo, ar fresco, ar evacuado de um refrigerador dasinterização, ar utilizado para a secagem da mistura dasinterização, uma mistura de mais destes gases ou umamistura de um ou mais destes gases com oxigênio técnico.Com isso a faixa de sinterização da estação de trabalho deorigem ê movida na direção da estação de lançamento.Durante o transporte na faixa de sinterização a mistura dasinterização inteira é sinterizada e deixa faixa desinterização na estação de lançamento como sinterizaçãopronta quente. A sinterização pronta quente é resfriadaposteriormente em um refrigerador. Máquinas de sinterizaçãopodem ser realizadas, por exemplo, como grelha mecânicamóvel-máquinas de sinterização nas quais o gás de processoé aspirado através da mistura da sinterização enquanto que,por meio de ventiladores, uma depressão é instalada nascaixas de aspiração que se encontram abaixo da faixa desinterização.
Ao longo da faixa de sinterização alteram-se, emcondições normais, temperatura e teor de oxigênio do gásemitido da sinterização existente. A temperatura do gásemitido da sinterização cresce ao longo da faixa desinterização. O teor de oxigênio do gás emitido dasinterização, em primeiro lugar, diminui ao longo da faixade sinterização para subir novamente após o alcance de ummínimo. Habitualmente a temperatura do gás emitido dasinterização é inferior a 100°C no primeiro segmentodianteiro da faixa de sinterização e sobe acima de 300°Caté o segmento traseiro.
Por meio das caixas de aspiração posicionadas abaixoda faixa de sinterização o gás de processo é aspiradoatravés da mistura da sinterização e o gás emitido dasinterização resultante é reunido e desviado nestapassagem. Como o processo de sinterização requer grandesvolumes de gás de processo, resultam-se grandes volumes degás emitido da sinterização. 0 gás emitido da sinterizaçãocontém, entre outras coisas, água evaporada da mistura dasinterização, CO2 e CO da combustão incompleta docombustível, processos de calcinação, mais distante dacombustão do combustível ou minério de ferro, contémenxofre, dióxido de enxofre SOx' assim como nitrogêniooxidado total NOx', dioxina, furano e poeira orgânica.Antes que o gás emitido da sinterização possa ser despejadono meio ambiente como gás emitido da máquina desinterização, é necessário, antes disso, o afastamento desubstâncias nocivas para minimizar a carga ao meioambiente. Há uma redução no volume de gás emitidotransportado da máquina de sinterização, ou seja, umaredução na carga de substâncias nocivas contidas no gásemitido facilita o dispositivo anti-poluição.
Já é conhecido que o volume de gás emitido e a cargade substâncias nocivas contidas no gás são reduzidasatravés disto, sendo uma parte do gás emitido dasinterização reconduzida à mistura da sinterização como gásde processo. Através disto, por um lado, o volume do gás deprocesso introduzido na máquina de sinterização é reduzidoe, por outro lado, o oxigênio contido neste é melhoraproveitado.
A JP-53-004-706 descreve, por exemplo, um retrocessoparcial dos gases emitidos da sinterização na mistura dasinterização, na qual o gás emitido da sinterização frio éconduzido do primeiro segmento dianteiro da faixa desinterização para gás emitido da sinterização quente doterceiro segmento traseiro da faixa de sinterização antesque ambos os gases se juntem. Isso significa, no entanto,que o espaço de transporte que o gás emitido dasinterização frio tem que percorrer até a união com o gásemitido da sinterização quente é muito longo. Issosignifica, ainda, que ele vem neste campo de condução paradescondensação dos nitrogênios oxidados totais NOx' , óxidosde enxofre SOx e vapor de água formado dos ácidos emconseqüência do não-alcance do ponto de condensação doácido contidos nos gases emitidos da sinterização. Osácidos descondensados são fortemente corrosivos.
É uma tarefa da presente invenção, se possível, manterbaixa a distância de transporte que o gás emitido dasinterização frio do primeiro segmento dianteiro tem quepercorrer até a união com o gás emitido da sinterizaçãoquente do terceiro segmento traseiro para que os problemasde corrosão sejam mantidos baixos. Está tarefa ésolucionada, visto que o gás emitido da sinterização quentedo terceiro segmento traseiro, que, em condições normais,não causa problemas de corrosão, se possível, sejaconduzido para perto do primeiro segmento antes que ele seunifique com o gás emitido da sinterização do primeirosegmento.
É tema da presente invenção, portanto, um processopara sinterização de materiais metalíferos, como, porexemplo, minérios de ferro ou minério de manganês,especialmente, minerais óxidos e carbonáticos, em umamáquina de sinterização, processo no qual o teor deoxigênio do gás de processo em três segmentos seguintes dafaixa de sinterização, das quais o primeiro segmento de umlado se liga a zona de tarefa e o terceiro segmento terminano lançamento da faixa de sinterização, através da qual amistura da sinterização e conduzida e o gás emitido dasinterização existente em cada um dos segmentos é juntadoem caixas aspiradoras separadas e desviado. 0 gás emitidoda sinterização do primeiro segmento e o gás emitido dasinterização do terceiro segmento como gás de processolevado ao segundo segmento; o gás emitido da sinterizaçãoexistente no segundo segmento como gás emitido da máquinade sinterização é transportado e a sinterização finalquente é resfriada após o lançamento da faixa desinterização, caracterizado pelo fato de o gás emitido dasinterização do terceiro segmento ser transportado para gásemitido da sinterização do primeiro segmento e unificado emum campo de mistura com este, passando a gás misturado,onde a distância do transporte do gás emitido dasinterização do terceiro segmento para o campo de mistura émaior do que a distância do gás emitido da sinterização doprimeiro segmento para o campo de mistura.
O comprimento da faixa de sinterização é ordenada emtrês segmentos que se seguem. O primeiro segmento começa,vista na direção de transporte da mistura da sinterização,subseqüentemente na zona de tarefa e o terceiro segmentotermina no lançamento da faixa de sinterização. 0 segundosegmento é delimitado através do primeiro segmento e dosegundo segmento.
A sistematização dos segmentos tem resultado sem que ovolume de gás emitido da máquina de sinterização sejaminimizado e o gás de processo para o segundo segmento, emcondições normais, dado o caso, acuse após o acréscimo dear evacuado do refrigerador, e/ou ar fresco, e/ou do arutilizado para a secagem da mistura da sinterização, e/ouoxigênio técnico para o gás misturado e uma temperaturacerta e um teor de oxigênio certo. A temperatura mínima é90°C, de preferência 100°C, e habitualmente a temperaturamais alta é de 150°C, de preferência de 130°C. 0 limitepara o teor de oxigênio é de 15 Vol%, de preferência de 17Vol%, são também os teores de oxigênio de até 20 Vol% ou omais alto possível.Com esta temperatura do gás de processo para o segundosegmento garante-se que o risco de corrosão nos segmentosque estão em contato com ele é mantido baixo. Com este teorde oxigênio garante-se que uma boa qualidade desinterização é alcançada. De preferência, se possível, oteor de oxigênio do gás de processo para o segundo segmentoé maior. Para cada parâmetro do processo, como, porexemplo, velocidade da faixa de sinterização, montagem damistura da sinterização, teor de oxigênio do gás deprocesso, espessura da camada do misturador de sinterizaçãona faixa de sinterização, porosidade do misturador,depressão nas caixas de aspiração, volume do gás deprocesso conduzido, varia a proporção de um segmento todono comprimento total da faixa de sinterização em uma esferasegura. O primeiro segmento da faixa de sinterização tomahabitualmente 5-25% do comprimento da faixa desinterização, de preferência 10-25%. O segundo segmento dafaixa de sinterização, seguinte ao primeiro segmento, tomahabitualmente 50-85% do comprimento da faixa desinterização, de preferência 55-75%. O terceiro segmento dafaixa de sinterização, seguinte ao segundo segmento, tomahabitualmente 10-25% do comprimento da faixa desinterização, de preferência 15-25%.
Para cada segmento da faixa de sinterização estãocoordenadas as caixas de aspiração sob ela. Para ossegmentos da faixa de sinterização estão coordenadas,respectivamente, no mínimo, duas caixas de aspiração. O gásemitido da sinterização de cada segmento da faixa desinterização é, separadamente do gás emitido dasinterização dos outros segmentos, reunido nas caixas deaspiração coordenadas e desviado destas, onde o desvio dogás emitido da sinterização, de preferência, pode serregulado.
O gás emitido da sinterização do terceiro segmento étransportado para a faixa de sinterização do primeirosegmento e unificado com este em um campo de mistura,passando a gás misturado. Com isto a distância dotransporte do gás emitido da sinterização do terceirosegmento para o campo de mistura é maior do que a distânciado transporte do gás emitido da sinterização do primeirosegmento para o campo de mistura. Como o caminho que o gásemitido da sinterização do primeiro segmento deve percorreraté o campo de mistura deve ser, se possível, pequeno, ogás emitido da sinterização do terceiro segmento deve serjuntado, se possível, próximo ao primeiro segmento com ogás emitido da sinterização do primeiro segmento. Épreferencial que o gás emitido da sinterização do primeirosegmento seja juntado diretamente abaixo do primeirosegmento com o gás emitido da sinterização do terceirosegmento. Para cada uma das circunstâncias de construção damáquina de sinterização pode ser também necessário dispor ocampo de mistura um pouco mais afastado do primeirosegmento.
O gás misturado obtido através da união dos gasesemitidos da sinterização do primeiro e do terceiro segmentoé levado ao segundo segmento como gás de processo para osegundo segmento.
Para manter ótimos valores, tendo como objetivo umaboa qualidade de sinterização, para temperatura e teor deoxigênio do gás de processo para o segundo segmento, oscomprimentos dos segmentos nos campos variados podem variare, com isso, as propriedades do gás misturado, ou seja, dogás de processo para o segundo segmento, são alteradas.
Após um acabamento do processo todo o gás emitido dasinterização do terceiro segmento é unificado com todo ogás emitido da sinterização do primeiro segmento. Apósoutro acabamento uma parte do gás emitido da sinterizaçãode um segmento é levada ao gás emitido da sinterização deum segmento adjacente. De preferência, somente o gásemitido da sinterização existente nas delimitações dossegmentos é levado ao gás emitido da sinterização de umsegmento adjacente. Sob a delimitação está um campo para seentender, que estende-se por ambos os lados do limite entreos segmentos, respectivamente em um comprimento de até 30%do comprimento do segmento referido em ambos segmentosadjacentes. Além do mais, pode ser admitido ar residual deum refrigerador da sinterização, e/ou ar fresco na misturado gás para ajuste da temperatura e do teor de oxigênio dogás de processo, e/ou ar utilizado, e/ou oxigênio técnicopara a secagem da mistura da sinterização. Através destamedida, o volume, a temperatura e o teor de oxigênio dosgases emitidos da sinterização dos segmentos e, com isso,do gás misturado, podem ser variados.
0 teor de oxigênio do gás de processo para o primeirosegmento, e/ou terceiro segmento pode ser, por exemplo, arfresco, ar residual de um refrigerador da sinterização, arutilizado para a secagem da mistura da sinterização, umamistura de mais destes gases ou uma mistura de um ou maisdestes gases com oxigênio técnico. Preferencialmente sãoelas: utilização de ar fresco, a utilização de gás residualde um refrigerador da sinterização, a utilização de umamistura de ar fresco e ar residual de um refrigerador dasinterização, a utilização de uma mistura de oxigêniotécnico e ar fresco, a utilização de um mistura de oxigêniotécnico e ar residual de um refrigerador da sinterização,assim como a utilização de um mistura de oxigênio técnico,ar fresco e ar residual de um refrigerador da sinterização.Através da escolha do teor de oxigênio do gás de processopodem ser variados volume, temperatura e teor de oxigêniodos gases emitidos da sinterização de cada um dos segmentose, com isso, do gás misturado, ou seja, do gás de processopara o segundo segmento no modo desejado.
Segundo um acabamento preferencial do processo dainvenção, o gás emitido da sinterização do segundo segmentoé aquecido com ajuda do gás emitido da sinterização doterceiro segmento sem que ambos os gases se misturem.Através da elevação de temperatura o risco de corrosãoatravés da descondensação de ácidos de acordo com o não-alcance de seu ponto de condensação é diminuído nastubulações pelas quais passa o gás emitido da sinterizaçãodo segundo segmento. Isso acontece pelo fato de os gasesemitidos da sinterização dos três segmentos seremconduzidos dentro de uma condução total. A condução total édividida no seu campo interior através da direção docomprimento da divisória em cada canal de condução do gásque não pode misturar o gás emitido da sinterização quentedo terceiro segmento com o gás emitido da sinterização friodo segundo segmento, mas pode transportar uma parte do seucalor para o gás emitido da sinterização do segundosegmento. Além disso, as poeiras existentes dos gasesemitidos da sinterização de diferentes segmentos podem serseparadas, por exemplo, por meio de uma rampa com comportasde poeira de gás denso de onde os gases emitidos dasinterização são distribuídos em canais de condução do gás.
Os gases emitidos da sinterização do segundo segmentounificados são levados como gás emitido da máquina desinterização. Na unificação dos gases emitidos dasinterização de cada uma das caixas de aspiração éintroduzido, respectivamente, um gás emitido dasinterização frio no gás emitido da sinterização quente, ouseja, nos gases emitidos da sinterização unificados.
De preferência, o gás misturado é desenpoeirado antesda sua utilização como gás de processo para o segundosegmento. De preferência, o gás emitido da sinterização dosegundo segmento é purificado durante o seu transporte comogás emitido da máquina de sinterização ao mesmo tempo queele é, por exemplo, desenpoeirado e são afastadosnitrogênio oxidado total NOx, óxido de enxofre SOx, assimcomo substâncias nocivas. A poeira obtida nestas operaçõesde desempoeiramento e purificação, assim como nadistribuição dos canais de condução do gás, são inseridas,quando tecnicamente possível, como material aditivo para arealização da mistura da sinterização.
Um outro tópico da invenção é um dispositivo parasinterização de materiais metalíferos, como, por exemplo,minérios de ferro ou minérios de manganês, especialmenteminerais óxidos ou carbonáticos, em uma máquina desinterização com uma organização para uma mistura dasinterização obtida em uma faixa de sinterização com umdispositivo de ignição para a queima da mistura dasinterização na superfície nos três segmentos seguintes dafaixa de sinterização, dos quais o primeiro segmento liga àorganização e o terceiro segmento é limitado através dolançamento da faixa de sinterização com uma tubulaçãocoletora para unificação e transferência do gás emitido dasinterização existente nas caixas de aspiração do terceirosegmento com uma tubulação exportadora para unificação etransferência do gás emitido da sinterização existente nascaixas de aspiração do segundo segmento com uma organizaçãopara a produção de um gás misturado do gás emitido dasinterização do primeiro segmento da faixa de sinterizaçãoe do gás emitido da sinterização do terceiro segmento dafaixa de sinterização com tubulações de ligação paraalimentação dos gases emitidos da sinterização das caixasde aspiração do segundo segmento na tubulação de exportaçãoe com tubulações de ligação para alimentação dos gasesemitidos da sinterização das caixas de aspiração doprimeiro segmento na organização para a produção de uma gásmisturado com uma organização para o transporte e paradivisão do gás misturado como gás de processo para osegundo segmento na mistura da sinterização no segundosegmento da faixa de sinterização com uma tubulação do gásemitido para transporte do gás da tubulação de exportaçãopara gás emitido da sinterização do segundo segmento dafaixa de sinterização da máquina de sinterização e com olançamento da faixa de sinterização em um refrigerador dasinterização, caracterizado pelo fato de a organização paraa produção de um gás misturado compreender a tubulaçãocoletora para os gases emitidos da sinterização do terceirosegmento da faixa de sinterização, na qual as tubulações deligação para a alimentação do gás emitido da sinterizaçãodas caixas aspiradoras do primeiro segmento da faixa desinterização deságuam em um campo de mistura, e na qual oespaço do terceiro segmento do campo de mistura ê maior doque o espaço do primeiro segmento do campo de mistura.
O gás de processo é conduzido através da mistura dasinterização ao mesmo tempo que, por meio de ventiladores,uma depressão é instalada nas caixas de aspiração que seencontram sob a faixa de sinterização. Através disto o gásde processo é aspirado através da mistura da sinterizaçãopara as caixas de aspiração. De maneira muito vantajosa sãoprojetados, no mínimo, dois, de preferência, regulados emRPM, ventiladores para aspiração dos gases processadoresatravés do primeiro e do terceiro segmentos, assim comoatravés do segundo segmentos.
O primeiro segmento da faixa de sinterização ocupahabitualmente 15-25% do comprimento da faixa desinterização, de preferência 20-25%. O seguimento seguinte,o segundo, da faixa de sinterização, que está no primeirosegmento, ocupa habitualmente 50-65% do comprimento dafaixa de sinterização, de preferência 55-65%. O seguimentoseguinte, o terceiro, da faixa de sinterização, que está nosegundo seguimento, ocupa habitualmente 10-2 5% docomprimento da faixa de sinterização, de preferência 15-25%. Na divisão correspondente, os gases emitidos dasinterização, o gás misturado e o gás de processo para osegundo segmento possuem, em condições normais, astemperaturas e teores de oxigênio desejados para arealização do processo da invenção.
Na tubulação coletora os gases emitidos dasinterização existentes que estão nas caixas de aspiraçãodo terceiro segmento são unificados e conduzidos para forado terceiro segmento. Através das tubulações de ligação ogás emitido da sinterização é transportado das caixas deaspiração correspondentes até a tubulação coletora.
Na tubulação de exportação os gases emitidosexistentes que estão nas caixas de aspiração do segundosegmento são unificados e conduzidos para fora do segundosegmento. Através das tubulações de ligação o gás emitidoda sinterização é transportado das caixas de aspiraçãocorrespondentes até a tubulação de exportação. Naunificação dos gases emitidos da sinterização de cada umdas caixas de aspiração, o gás emitido da sinterização frioé introduzido nos gases emitidos da sinterização unificadosquentes.
A organização para a produção de um gás misturado deum gás emitido da sinterização do primeiro segmento e de umgás emitido da sinterização do terceiro segmento compreendea tubulação coletora na qual deságuam as tubulações deligação saídas das caixas de aspiração do primeirosegmento. O campo da tubulação coletora, no qual deságuamas tubulações de ligação saídas das caixas de aspiração doprimeiro segmento, é o campo de mistura. Através destastubulações de ligação o gás emitido do primeiro segmento éalimentado na tubulação coletora. De acordo com a invenção,a distância do terceiro segmento do campo de mistura émaior do que a distância do terceiro segmento do campo demistura. De preferência, o campo de mistura encontra-seabaixo do primeiro segmento. A organização para produção deum gás misturado é disposta abaixo ou ao lado da faixa desinterização. Ela decorre, de preferência, paralelamente àfaixa de sinterização. Um decorrer paralelo permite umaestrutura compacta do dispositivo da invenção.
Na tubulação do gás emitido da sinterização o gás éconduzido da tubulação de exportação da máquina desinterização.
Após uma forma de realização preferencial odispositivo de acordo com a invenção é disposto sob cadasegmento pelo menos duas caixas de aspiração
Após um acabamento do dispositivo da invenção éprojetado, no mínimo, um equipamento de regulação, porexemplo, uma tampa, em uma das tubulações de ligação desaída das caixas de aspiração do segmento 3. Por meio desteequipamento de regulação o transporte do gás emitido dasinterização da caixa de aspiração unificada com atubulação de ligação pode ser regulado.
Após um acabamento são dispostas a organização para aprodução de um gás misturado e a tubulação de exportaçãopara o gás emitido da sinterização do segundo segmento dafaixa de sinterização como através das placas divisóriasseparadas, os canais condutores do gás adjacentes abaixodas caixas de aspiração desviadas para a faixa desinterização. A disposição abaixo das caixas de aspiraçãoparalelamente à faixa de sinterização permite uma estruturaparticularmente compacta do dispositivo. Dentro de umatubulação coletiva realiza-se uma troca de calor entre oscanais condutores do gás adjacentes. Com isso, é aumentadaa temperatura do gás emitido da sinterização do segundosegmento da faixa de sinterização através do gás maisquente. Este aumento de temperatura minimiza o risco decorrosão na tubulação de exportação. De preferência, sãoestabelecidas rampas com represas de poeira com gás densonos canais de condução do gás da tubulação coletiva pararesolução das poeiras sedimentadas. Estas poeiras podem,quando tecnicamente possível, ser inseridas na produção damistura da sinterização.
Após um acabamento, a organização para o transporte epara divisão do gás misturado como gás de processo para osegundo segmento na mistura da sinterização no segundosegmento da faixa de sinterização compreende uma, no mínimouma, aparelhagem de desempoeiramento, uma tubulação deretrocesso, assim como uma divisória. A tubulação deretrocesso deságua em um fim no campo de mistura daorganização para a produção de um gás misturado e em outrofim na divisória. Na aparelhagem de desempoeiramento trata-se de um ciclone ou de uma aparelhagem de filtragemelétrico.
Após um acabamento é projetada uma aparelhagem dedesempoeiramento, e/ou uma aparelhagem de limpeza do gásemitido com, por exemplo, uma aparelhagem dedesempoeiramento e uma aparelhagem para afastamento de NOxe SOx.
A aparelhagem de desempoeiramento na tubulação deretrocesso, na tubulação do gás emitido e na aparelhagem delimpeza do gás emitido separa-se da poeira do gásmisturado, ou seja, do gás emitido. A poeira separada pode,quando tecnicamente possível, ser inserida na produção damistura da sinterização.
Após um acabamento as tubulações deságuam na tubulaçãode retrocesso para a retirada de gás residual dorefrigerador da sinterização, e/ou ar fresco, e/ou para asecagem da mistura da sinterização com gás utilizado, e/oucom oxigênio técnico. Os gases saídos destas tubulaçõespermitem que a temperatura e o teor de oxigênio do gásmisturado se alterem antes que o gás seja levado peladivisória como gás de processo para o segundo segmento damistura da sinterização no segundo segmento da faixa desinterização.
Após um acabamento um misturador estático é projetadona tubulação de retrocesso o qual se encontra antes dobocal final da tubulação de retrocesso na divisória.
Após um outro acabamento do dispositivo da invenção astubulações de ligação saídas das caixas de aspiração acusama cada dois bocais dos quais um se direciona à tubulaçãocoletora do dispositivo de produção de um gás misturado eou outro à tubulação de exportação.
De preferência as tubulações de ligação acusam somentea cada dois bocais, que saem das caixas de aspiração queencontram-se no campo de delimitação dos próximossegmentos. Os bocais podem ser abertos e fechados, onde depreferência um bocal esteja aberto e outro esteja fechado.Desta maneira pode ser conduzido se uma parte do gásemitido da sinterização de um seguimento é conduzido juntocom o resto do gás emitido da sinterização do segmentocorrespondente, ou se ele é conduzido junto com o gásemitido da sinterização do segmento seguinte.
Após um outro acabamento são projetadas tubulaçõespara condução de ar residual do refrigerador dasinterização no primeiro, e/ou terceiro segmento. Atravésdisto o ar residual do refrigerador da sinterização podeser utilizado como gás de processo, ou seja, como parteexistente do gás de processo, em cada um de ambossegmentos. Nas tubulações para condução do ar residual dorefrigerador da sinterização é projetado, de preferência,uma aparelhagem para desempoeiramento. A poeira separadanesta aparelhagem de desempoeiramento pode, quandotecnicamente possível, ser inserida na produção da misturada sinterização. Após um acabamento as tubulações paramistura de oxigênio técnico deságuam nas tubulações paratransporte de gás residual do refrigerador da sinterizaçãono primeiro, e/ou no terceiro segmento da faixa desinterização.
Após um outro acabamento são projetadas tubulaçõespara mistura de oxigênio técnico em gases processadorespara o primeiro, e/ou terceiro segmento da faixa desinterização.
Figura 1: Quadro esquemático de uma máquina desinterização em funcionamento.
Figura 2: Recorte esquemático no campo de delimitaçãode dois segmentos através de uma máquina de sinterizaçãocom tubulação coletiva.
A figura 1 mostra um quadro esquemático de uma máquinade sinterização em funcionamento. Por meio de um regulador1, a mistura de sinterização 2 na faixa de sinterização 3 édeixada de lado. A faixa de sinterização 3 carregada demistura de sinterização 2 parte da organização 1 na direçãodo lançamento 4 da faixa de sinterização e transporta amistura da sinterização 2 da organização 1.
A direção da partida é reconhecida através de uma seta5. Na ignição 6 a mistura da sinterização é acendida nasuperfície. Por meio das caixas aspiradoras 7 dispostas soba faixa de sinterização 3 é conduzido gás de processo 8através da mistura da sinterização 2 no primeiro segmento 9da faixa de sinterização, gás de processo 10 através dasmistura da sinterização 2 no segundo segmento 11 da faixade sinterização e gás de processo 12 através da mistura dasinterização 2 no terceiro segmento 13 da faixa desinterização. As tubulações de ligação 14a, 14b e 14cdesviam o gás emitido da sinterização das caixas deaspiração 7. O gás emitido da sinterização existente nascaixas de aspiração 7 sob o primeiro segmento 9 éalimentado através das tubulações de ligação 14a no campode mistura até a tubulação coletora 15 da organização daprodução de um gás misturado. O gás emitido da sinterizaçãoexistente nas caixas de aspiração sob o segundo segmento 11é alimentado através das tubulações de ligação 14b até atubulação de exportação 16. O gás emitido da sinterizaçãoexistente nas caixas de aspiração sob o terceiro segmento13 é alimentada através das tubulações de ligação 14c até atubulação coletora 15. Um refrigerador da sinterização 17 éavançado ao lançamento 4 da faixa de sinterização. Atravésde uma tubulação de retrocesso 18 e uma divisória 19 o gásmisturado da organização para produção de um gás misturadocomo gás de processo 10 é conduzido até a mistura dasinterização 2 no segundo segmento 11. Antes da divisória19 encontra-se um misturador estático 20 na tubulação deretrocesso. Através de uma tubulação de gás emitidos 21 ogás emitido da sinterização do segundo segmento 11 éconduzido a uma aparelhagem de purificação 22 do gásemitido, antes que ele seja despejado no meio ambiente. Umdegelador 23 preocupa-se com o transporte do gás misturadona tubulação de retrocesso 18. Um degelador 24 preocupa-secom o transporte do gás emitido da sinterização do segundosegmento 11 na tubulação de exportação 16 e na tubulação dogás emitido 21. Na tubulação de retrocesso 18 está presenteuma aparelhagem de desempoeiramento 25. Na tubulação de gásemitido 21 está presente uma aparelhagem dedesempoeiramento 26. Na tubulação de retrocesso 18 deságuamuma tubulação 27 para retirada do gás residual dorefrigerador da sinterização, uma tubulação 28 pararetirada do ar fresco, uma tubulação 29 para retirada dasecagem da mistura da sinterização do ar utilizado e umatubulação 3 0 para retirada do oxigênio técnico. Astubulações de ligação 14a, as tubulações de ligação 14b eas tubulações de ligação 14c, as quais saem das caixas deaspiração 7 no campo de delimitação do primeiro segmento 9e segundo segmento 11, ou seja, das caixas de aspiração 7no campo de delimitação do segundo segmento 11 e terceirosegmento 13, deságuam tanto na tubulação coletora 15 daorganização para produção de um gás misturado como tambémna tubulação de exportação 16. As tubulações 31 e 32conduzem o ar residual do refrigerador da sinterização 17ao primeiro segmento 9 e ao segundo segmento 17. Com isso oar residual do refrigerador da sinterização é desenpoeiradopor meio de uma aparelhagem de desempoeiramento 3 3 etransportado por meio de um degelador 34.
Tampas reguladoras regulam o fluxo de gás nastubulações 27, 31 e 32 para condução do ar residual dorefrigerador da sinterização. O fluxo de gás na tubulaçãode retrocesso 18 é regulado por meio de uma tampareguladora 36. Uma unificação da tubulação 3 7 liga atubulação de retrocesso 18 com a tubulação de gás emitido21. Através desta unificação da tubulação 37 o gásmisturado pode, por exemplo por meio da aparelhagem, seralimentado na tubulação de gás emitido 21 da máquina desinterização. O fluxo de gás na unificação da tubulação 37é regulado por meio de uma válvula de travamento 38. Tampas39 em duas tubulações de ligação 14a possibilitam aregulagem do fluxo de gás através de ambas as tubulações deligação 14a.
A figura 2 mostra um recorte no campo de delimitaçãodo primeiro e segundo segmentos através de uma máquina desinterização com tubulação coletiva. O teor de oxigênio dogás de processo 8 é conduzido por meio de caixas deaspiração 7 através da mistura da sinterização 2 localizadana faixa de sinterização 3. O gás emitido existente éintroduzido através da tubulação de ligação 14a natubulação coletora 15 da organização para produção de umgás misturado. A tubulação de ligação 14a possui umaabertura que deságua na tubulação coletora 15, e umaabertura que deságua na tubulação de exportação 16. Antesdo bocal encontram válvulas de travamento 40. O bocal natubulação coletora 15 está aberto, o bocal na tubulação deexportação 16 é fechado através da válvula de travamento40. Tubulação coletora 15 e tubulação de exportação 16 sãodispostas dentro de uma tubulação coletiva 41 como atravésde divisórias 4 2 separadas uma da outra e canais paracondução do gás. Para a resolução da poeira existente natubulação coletora 15 é colocada uma rampa 4 3 com comportasde gás denso 44 na tubulação coletora.

Claims (27)

1. Processo para sinterização de materiaismetalíferos, como por exemplo, minérios de ferro ouminérios de manganês, em particular minérios óxidos oucarbonáceos, na máquina de sinterização, em que o processocontendo oxigênio é passado através do misturador desíntese em 3.porções sucessivas da esteira de sinterização,da qual a primeira une a zona de carregamento em um lado ea terceira extremidade na extremidade de descarga daesteira de sinterização, e o gás de resíduo de sinterizaçãoocorrendo em cada uma das porções é separadamente coletadoem caixas de sucção e conduzido para fora, e o gás deresíduo de sinterização da primeira porção e o gás deresíduo de sinterização da terceira porção são alimentadoscomo gás de processo a segunda porção, e o gás de resíduode sinterização ocorrendo na segunda porção é descarregadocomo gás de resíduo da máquina de sinterização, e osinterizador terminado à quente é resfriado após descargada esteira de sinterização, caracterizado pelo fato de queo gás de resíduo de sinterização da terceira porção estátransportado ao gás de resíduo de sinterização da primeiraporção e combinado dentro de uma escala da mistura com oeste a um gás de resíduo, por meio de que a distância dotransporte do gás de resíduo de sinterização da terceiraporção é maior à escala da mistura do que a distância dotransporte do gás de resíduo de sinterização da primeiraporção ã escala da mistura.
2. Processo, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o gás de resíduo desinterização da primeira porção está combinado diretamenteabaixo da primeira porção com o gás de resíduo desinterização da terceira porção.
3. Processo, de acordo com a reivindicação 1 ou 2,caracterizado pelo fato de que o gás de resíduo desinterização da segunda porção é aquecido pelo gás deresíduo de sinterização da terceira porção, sem ambosmisturam-se.
4. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2 ou 3, caracterizado pelo fato de que ogás do processo para a segunda porção na operação normaluma temperatura mínima de 90°C, de preferência 100°C.
5. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2, 3 ou 4, caracterizado pelo fato de queo gás do processo para a segunda porção na operação normalde preferência o índice de oxigênio pelo menos de 15% Vol,pelo menos de 17% Vol.
6. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2, 3, 4 ou 5, caracterizado pelo fato deque o ar de resíduo do resfriado de sinterização e/ou um arfresco e/ou ar usado para pré-secagem a mistura dasinterização é adicionada ao gás misturado antes de serusado como o gás do processo.
7. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2, 3, 4, 5 ou 6, caracterizado pelo fatode que uma parte do gás de resíduo de sinterização de umaporção é fornecida ao gás de resíduo de sinterização de umaporção vizinha.
8. Processo, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado pelo fato que somente o gás de resíduo desinterização tendo por resultado as fronteiras das porçõesé fornecido ao gás de resíduo de sinterização de uma porçãovizinha.
9. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 ou 8, caracterizado pelofato de que o gás de processo contendo oxigênio passadopelo misturador de sinterização na terceira porção daesteira de sinterização compreende ar de resíduo doresfriador de sinterização.
10. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 ou 9, caracterizadopelo fato de que o gás de mistura é limpo antes que sejausado na segunda porção como o gás do processo.
11. Processo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 ou 10,caracterizado pelo fato de que as poeiras que resultam dosgases de resíduo de sinterização das porções diferentesestão descarregados separadamente por meio de calhas comrepresas da poeira das densidades do gás.
12. Dispositivo para sinterização de materiaiscontendo metais, como por exemplo, minérios de ferro ouminérios do manganês, em particular minérios de óxidos oucarbonáceos, em uma máquina de sinterização com umequipamento de alimentação (1) para o misturador desinterização (2) contendo o combustível sólido em umaesteira de sinterização (3), com um dispositivo doacendimento (6) para a inflamação da mistura desinterização na superfície, com caixas de sucção (7) àtransmissão de gás de processo contendo oxigênio (8.10.12)pela mistura de sinterização em três porções sucessivas(9.11, 13) da esteira de sinterização, de que a primeiraporção (9) une ao equipamento de alimentação (1) e aterceira porção (13) é limitada pela extremidade deliberação (4) da esteira de sinterização, com uma linha decoleção (15) para a combinação e a transmissão nas caixasde sucção (7) da terceira porção (13) do gás de resíduoresultante do sinterização, com uma linha da descarga (16)para a combinação e a transmissão nas caixas de sucção (7)do gás de resíduo do sinterização da segunda porção (11) ,com um mecanismo para a produção de um gás de mistura dogás de resíduo de sinterização da primeira porção (9) daesteira de sinterização e do gás de resíduo de sinterizaçãoda terceira porção (13) da esteira de sinterização, comlinhas de conexão (14c) para alimentação dos gases deresíduo de sinterização das caixas de sucção (7) daterceira porção (13) na linha de coleta (15), com linhas decoleta (14b) para alimentação dos gases de resíduo desinterização das caixas de sucção (7) da segunda porção(11) na linha da exportação (16) , e com linhas de conexão(14a) para a alimentação dos gás de resíduo de sinterizaçãodas caixas de sucção (7) da primeira porção (9) nomecanismo para a produção de um gás de mistura, com ummecanismo para transportar e para a distribuição do gás demistura como gás de processo (10) para a segunda porção namistura do sinterização (2) na segunda porção (11) daesteira de sinterização, com uma linha de gás da saída (21)para descarregar o gás da linha da exportação (16) para ogás de resíduo de sinterização da segunda porção da esteirade sinterização da máquina do sinterização, e com umresfriador de sinterização (17), disposto a montante daaextremidade da liberação (4) da esteira de sinterização,caracterizado pelo fato de que o mecanismo para a produçãode um gás de mistura aqueles que coletam a linha (15) paragás de resíduo de sinterização das terceira esteiras desinterização da porção (13), em que dentro de uma escala damistura as linhas de alimentador (14a) à alimentação do gásde resíduo de sinterização das caixas de sucção (7) daprimeira porção (9) da esteira de sinterização fluem, e emqual a distância da terceira porção (13) da escala damistura é maior do que a distância da primeira porção (9)da escala da mistura.
13. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 12,caracterizado pelo fato de que a região de mistura ficaabaixo da primeira porção (9) .
14. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 12 ou 13, caracterizado pelo fato de que a linha de coleta (15)do mecanismo para produção de um gás de mistura correparalelo a esteira de sinterização (3).
15. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 12, 13 ou 14, caracterizado pelo fato de quepelo menos duas caixas de sucção (7) são arranjadas sobcada porção (9.11, 13) da esteira de sinterização (3).
16. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 12, 13, 14 ou 15, caracterizado pelo fato deque o mecanismo para a produção de um gás de mistura e dalinha da exportação (16) para o gás de resíduo desinterização da segunda porção da esteira de sinterizaçãocomo de se separou as canaletas do gás dentro de umadebaixo das caixas de sucção (7) arranjadas, de preferênciaa paralela do corredor da esteira de sinterização (3), alinha total (41) são arranjados.
17. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado pelo fato de que as canaletas (43) comcoletores de poeira (44) são fornecidos para descarregar apoeira ocorrendo nos dutos do gás (44).
18. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 12, 13, 14, 15, 16 ou 17, caracterizado pelofato de que a primeira porção (9) da esteira desinterização pega de 15-25%, de preferência 20-25%, docomprimento da esteira de sinterização, a segunda porção(11) pega 50-65%, preferencialmente 55-65%, do comprimentoda esteira de sinterização, e a terceira porção (13) pega-10-25%, preferencialmente 15-25%, do comprimento da esteirade sinterização.
19. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 12, 13, 14, 15, 16, 17 ou 18, caracterizadopelo fato de que aquele mecanismo para transportar e para adistribuição do gás de mistura na mistura de sinterizaçãona segunda porção (11) da esteira de sinterizaçãocompreendendo uma linha do retorno (18) contendo pelo menosuma instalação que extrai poeira (25) e uma capa dedistribuição.
20. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 19,caracterizado pelo fato de que as linhas (27, 28, 29, 30)para alimentação no ar de resíduo do resfriador desinterização e/ou ar fresco e/ou ar usado para pré-secagemna mistura do sinterização e/ou o oxigênio aberto na linhade retorno (18).
21. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 19 ou-20, caracterizado pelo fato de que o misturador de estática(20)na é fornecido na linha do retorno (18).
22. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20 ou 21,caracterizado pelo fato de que uma instalação que extraipoeira (26) e/ou instalação de limpeza de gás de resíduo(22) é fornecida na linha de gás de resíduo (21).
23. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21 ou 22, caracterizado pelo fato de que linhas de alimentador(14a, 14b, 14c) que parte das caixas de sucção (das 7) cadauma tendo duas aberturas, uma que leva a linha de coleta(15) do dispositivo para a produção de um gás de mistura ea outra que leva a linha da exportação (16).
24. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21 ou 22, caracterizado pelo fato de que somente aquelas linhasde alimentador (14a, 14b, 14c) que se estendem das caixasde sucção (7) fica na fronteira de regiões vizinhas dasporções (9, 11, 13) tem duas aberturas cada.
25. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23 ou 24, caracterizado pelo fato de que as linhas (31, 32)para a alimentação do ar de resíduo do resfriador desinterização na primeira porção (9) e/ou na terceira porção(13) da esteira de sinterização são fornecidas.
26. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22, 23 ou 24, caracterizado pelo fato de que dois ventiladores(23, 24) são fornecidos completamente pelo menos sugandoisso através dos gases do processo pela primeira porção(11) e pela terceira porção (13) assim como pela segundaporção (11).
27. Dispositivo, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, 21, 22,-23, 24, 2 5 ou 26, caracterizado pelo fato de que ummecanismo do regulador de pressão (39) está pretendido empelo menos uma das linhas de alimentador (14a, 14b, 14c).
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