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PT98279B - Processo para a producao de materiais flexiveis de proteccao, auxiliares e isoladores sobre uma base de fibra para finalidades electricas usando massas de impregnacao que sao endureciveis por accao de radiacoes de elevada energia - Google Patents

Processo para a producao de materiais flexiveis de proteccao, auxiliares e isoladores sobre uma base de fibra para finalidades electricas usando massas de impregnacao que sao endureciveis por accao de radiacoes de elevada energia Download PDF

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PT98279B
PT98279B PT98279A PT9827991A PT98279B PT 98279 B PT98279 B PT 98279B PT 98279 A PT98279 A PT 98279A PT 9827991 A PT9827991 A PT 9827991A PT 98279 B PT98279 B PT 98279B
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impregnated
high energy
radicals
mass
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PT98279A
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PT98279A (pt
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Udo Bastian
Rainer Krause
Gerhard Kiessling
Original Assignee
Herberts Gmbh
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Publication date
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Publication of PT98279B publication Critical patent/PT98279B/pt

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Description

DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DE PATENTES
FOLHA DO RESUMO (Continuação)
NAO PREENCHER AS ZONAS SOMBREADAS
DSM-5 — MOOREPSaaSXã
Processo para a produção de materiais flexíveis de protecção, auxiliares e isoladores sobre uma base de fibra, para finalidades eléctricas e condutores ópticos usando massas de impregnação que são endurecíveis por acção de radiações de elevada energia
A presente invenção refere-se ao campo da produção de materiais flexíveis de protecção, auxiliares e de isolamento impregnados sobre uma base de fibra, para finalidades eléctricas, em particular para a produção de tubos de tecido e de condutores elétricos rodeados por tecido.
Vários materiais de fibras são utilizados para finalidades de isolamento na electrotecnologia, tais como revestimentos em espiral, fios obtidos por fiação, fios entrançados e tecido urdido, por exemplo de fibra de vidro, de algodão ou de resinas sintéticas, tais como poliésteres. Para esta finalidade, pode produzir-se tubos de tecido de diferentes diâmetros, por exemplo, através dos quais é em seguida possível fazer passar os condutores elétricos ou ópticos ou feixes de fios podem ser directamente recobertos cim tecido para formar os assim chamados cordões de fios recobertos com tecido. Com finalidades de isolar e proteger contra a influência de humidade e de produtos químicos, estes tecidos são revestidos do lado de fora com compostos de revestimento e subsequentemente endurecidos. Na prática, por exemplo, os tecidos podem ser impregnados com vernizes que contêm dissolventes baseados em poliuretano. Quando essas massas de impregnação são endurecidas por acção de calor, verifica-se a emissão de vapores que não só originam problemas para o meio ambiente, tais
como cheiros desagradáveis e problemas de toxicidade, mas também originam perdas de material.
Um objectivo da presente invenção foi proporcionar um processo para a produção de materiais de protecção, auxiliares e de impregnação impregnados sobre uma base de fibra para finalidades eléctricas e para condutores ópticos por aplicação de um revestimento, seguido de endurecimento, de tal maneira que se evite a emissão de vapores.
A requerente descobriu que este problema pode ser resolvido aplicando uma massa de impregnação isenta de dissolvente que consiste em agentes ligantes olefinicamente insaturados, polimerizã veis por radicais livres, que contêm um ou mais monõmeros polimerizãveis por radicais livres como diluentes reactivos num material ã base de fibra e, em seguida, endurecendo a massa de impregnação com radiação de alta energia e/ou por aquecimento.
A massa de impregnação pode conter um ou mais agentes iniciadores por radicais livres, isentos de peróxido. Se o endurecimento se destina a ser realizado por meio de radiação de alta energia, por exemplo, radiação ultravioleta, é vantajoso adicionar um agente foto-iniciador apropriado â massa de impregnação. Esses agentes foto-iniciadores são desnecessários quando, por exemplo, o endurecimento se realiza por meio de irradiação de electrões, mas, mesmo nesse caso, é possível utilizar-se agentes foto-iniciadores. Se o endurecimento se deve fazer por aquecimento ou se se pretende realizar um pós-endurecimento por aquecimento depois de um endurecimento inicial com radiação de alta energia, é aconselhável adicionar agentes iniciadores por radicais livres que respondam ao calor.
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ί (
processo de acordo com a presente invenção realiza-se usando massas de impregnação que estão isentas de dissolventes e que contêm poliésteres polimerizáveis por radicais livres.
Os poliésteres apropriados incluem resinas de poliéster olefinicamente insaturadas vulgarmente utilizadas nas composições de revestimento. As resinas de poliéster deste tipo são descritas, por exemplo, na memória descritiva da patente de invenção europeia EP-A-O- 134 513. Estes poliésteres insaturados podem ser, por exemplo, produtos da condensação de ácidos carboxílicos polipróticos insaturados, álcoois polifuncionais e, se contêm imida, compostos que contêm grupos amino, opcionalmente com uma proporção de compostos monofuncionais. São exemplos de ácidos carboxílicos poliprõticos os seguintes: ácidos dicarboxílicos como ácido maleico ou ácido fumárico, ácido citracõnico, ácido itacónico opcionalmente misturados com ácidos carboxílicos saturados ou aromáticos como ácido succínico ou ácido adípico, ácido ftálico, ácido isoftãlico, ácido tereftálico e semelhantes, assim como ácido tetra-hidroftálico, ácido endo-metileno-tetra-hidroftálico e os correspondentes compostos parcial ou completamente halogenados (que têm propriedades de retardamento de propagação das chamas). São exemplos de compostos que contêm diferentes grupos funcionais: ácido cítrico, monoetanolamina, ácido amino-etano-carboxílico e os correspondentes álooois aminados ou ácidos amino-carboxílicos contendo três ou quatro grupos CH2. Estes ácidos podem ser utilizados sob a forma de ésteres semiésteres ou anidrídos.
Os compostos que contêm grupos hidroxilo podem ser também os compostos convencionalmente utilizados na técnica para a preparação de poliésteres. Os exemplos de dióis apropriados incluem gliool, neopentil-gliool e propileno-glicol e os exemplos de polióis /
que têm três ou quatro grupos hidroxilo incluem glicerol, trimetilol-propano, trimetilol-etano, pentaeritritol , dipentaeritritol e tris-etil-isocianato .
£ particularmente apropriado empregar poliésteres insaturados que são os assim chamados poliésteres insaturados que contêm imida, como se descreve, por exemplo, nas memórias descritivas das patentes de invenção alemãs DE-A-15 70 273, DE-A-17 70 386 e DE-A-28 56 050 e da patente de invenção europeia EP—A—0 134 513. Estes poliésteres insaturados que contêm a função imida podem, ser preparados, por exemplo, por incorporação por condensação de- ácidos dicarboxílicos que comportam grupos amino capazes de formarem anidridos e de formarem imidas e de formar um núcleo de imida com grupos amino. Por exemplo, pode incorporar-se ãcido tetra-hidroftálico ou o seu anidrido que forma um núcleo de amida pentagonal com grupos amino mediante condensação na preparação dos poliésteres insaturados mencionados antes. Podem preparar-se poliésteres olefinicamente insaturados que contêm imida, por exemplo, de acordo com a memória descritiva da patente de invenção alemã DE-A-28 56 050 por meio de reacção de compostos que contêm o grupo imida que correspondem ã seguinte fórmula geral
II
O na qual o símbolo R representa um grupo aromático, cicloII ί '
-alifãtico e/ou alifático e os dois grupos carboxilo capazes de originarem a formação de anidrido estão nas posições 1,2 ou 1,3 em relação a ele;
o símbolo R-^ representa um grupo alifãtico simples que tem um a dez átomos de carbono; e o símbolo A representa um grupo hidroxi ou carboxilo; com ácidos carboxílicos polipróticos insaturados e opcionalmente também saturados ou os seus anidridos e compostos que contêm grupos hidroxilo. Os ácidos carboxílicos polipróticos saturados e olefinicamente insaturados e os compostos que contêm o grupo hidroxilo podem, por exemplo, ser os mesmos gue se mencionaram antes para a preparação dos poliésteres insaturados.
Os poliésteres insaturados tais como os poliésteres insaturados que contêm a função imida podem em geral também conter óleos saturados e insaturados, por exemplo, óleos com o grupo funcional hidroxi, como óleos de rícino, ou óleos com o grupo funcional carboxi, como os óleos de maleato. Quando se utilizam compostos que contêm grupos imida, é vantajoso utilizar óleos insaturados para a sua preparação, em quantidades compreendidas entre 5 e 50% em peso, com base no peso total do poliéster.
Os poliésteres insaturados polimerizáveis por radicais livres contêm monómeros olefinicamente insaturados polimerizáveis por radicais livres como diluentes reactivos.
Os monómeros olefinicamente insaturados podem ser do tipo conhecido dos especialistas na matéria como monómeros fotopolimerizãveis por meio de radicais livres; eles podem conter uma ou mais ligações duplas olefínicas, bem como outros grupos funcionais. São particularmente apropriados os ésteres de ácido acrílico e de ácido metacrílico e compostos que têm uma ou mais ligações duplas viní6
licas ou aiílicas. Os exemplos de monómeros monofuncionais são:
(met)acrilato de butilo, (met)acrilato de hidroxi-etilo, (met)acrilato de hidroxi-propilo e mono-(met)acrilato de butanodiol.
Os exemplos de monómeros bifuncionais incluem di-(met)acrilato de butanodiol, di-(met)acrilato de hexanodiol e di-(met)acrilato de dipropileno-glicol. Os exemplos de monómeros trifuncionais e tetrafuncionais incluem tri-(met)acrilato de trimetilol-propano e tri-(met)acrilato ou tetra-(met)acrilaro de pentaeritritol. 0 termo (met)acrilato é utilizado na presente memória descritiva para significar acrilatos e/ou metacrilatos.
estireno e os derivados de estireno tais como divinil-benzeno, p-metil-estireno e vinil-tolueno são exemplos de monómeros vinilicamente insaturados. 0 ftalato de dialilo e os ésteres de pentaeritritol tri-alilo ou tetra-alilo são exemplos de compostos de alilo.
Ãs massas de impregnação utilizadas de acordo com a presente invenção podem adicionar-se iniciadores por radicais livres isentos de peróxido tais como agentes foto-iniciadores e agentes iniciadores que respondem ao calor. Podem também adicionar-se agentes foto-iniciadores quando se utiliza radiação de elevada energia, especialmente quando se utiliza radiação ultravioleta.
Os agentes foto-iniciadores utilizados podem ser de qualquer tipo vulgarmente utilizado para composições que podem ser endurecidas por radiação de elevada energia. Por exemplo, neste caso podem ser utilizados como foto-iniciadores agentes iniciadores convenciona deste tipo que absorvem na região dos comprimentos de onda compreendida entre 190 e 400 nm. Os exemplos destes agentes foto-iniciadores incluem iniciadores que contêm cloro tais como compostos aromáticos
X___-7 ί ' contendo cloro, descritos, por exemplo, na memória descritiva da patente de invenção norte-americana US-A-4 089 815; cetonas aromáticas como se descreve nas memórias descritivas da patente de invenção norte-americana US-A-4 318 791 ou das patentes de invenção europeias EP-A-0 003 002 e EP-A-0 161 463; hidroxialquil-fenonas como se descreve na memória descritiva da patente de invenção norte-americana US-A-4 347 111; óxidos de fosfina como se descreve nas memórias descritivas das patentes de invenção europeias EP-A-0 007 086, EP-A-0 007 508 e EP-A-0 304 783; agentes iniciadores solúveis em água, por exemplo, os que se baseiam em hidroxialquil-fenonas como se descreve na memória descritiva da patente de invenção norte-americana US-A-4 602 097; agentes iniciadores insaturados tais como os compostos aromáticos com grupos funcionais OH esterifiçados, por exemplo, com ãcido acrílico, como se descreve nas memórias descritivas da patente de invenção norte-americana US-A-3 929 490 e das patentes de invenção europeias EP-A-0 143 201 e EP-A-0 341 560; e combinações desses agentes iniciadores como se descreve, por exemplo, na patente de invenção norte-americana US-A-4 017 652. São exemplos preferidos 2-metoxi-2-hidroxi-propiofenona, benzofenona, derivados de tioxantona, óxidos de acil-fosfina e cetona de Michler.
Os agentes foto-iniciadores mencionados antes podem ser utilizados individualmente ou sob a forma de misturas; por exemplo, preferem-se combinações de óxidos de fosfina com outros agentes foto-iniciadores convencionais.
Se as massas de impregnação utilizadas de acordo com a presente invenção forem submetidas a endurecimento parcial ou total por aquecimento, é vantojoso adicionar agentes iniciadores gue res8
pondem ao calor. Caso assim se pretenda, estes agentes iniciadores podem ser usados em conjunto com acentes foto-iniciadores.
São exemplos de agentes iniciadores que respondem ao caior os compostos C-C-lábeis como se descreve na memória descritiva da patente de invenção alemã DE-PS-12 19 224. Eles são etanos 1,2-substituídos que correspondem à seguinte fórmula geral
R.
- C - R, na qual os símbolos e representam grupos aromáticos; o símbolo R2 representa um átomo de hidrogénio ou um grupo alifático ou aromático; o símbolo R^ representa um grupo alifãtico ou aromático; e os símbolos X e Y representam, cada um, um grupo hidroxilo opcionalmente bloqueado e/ou um átomo de halogéneo.
Outros exemplos de etanos 1,2-substituídos apropriados para utilização como iniciadores de polimerização por radicais livres mediante aplicação de calor são os que correspondem à seguinte fórmula gerai
na qual o símbolo R^representa um átomo de cloro ou um dos
uruoos de fórmulas OH, GCK-, , OC-H-, CH- , CN, NH~ ou OSi(CHO)-, J D 2 j Z 5 O como é descrito, por exemplo, por A. Bletzki e W. Krolikowski em Kunststoffe 70 (1980) 9, páginas 558 - 562.
Outros exemplos de agentes iniciadores que actuam por radicais livres com base em etanos 1,2-substítuidos são os que correspondem ãs seguintes fórmulas gerais
CR CH r\t
V H s- . .
nas quais os grupos representados pelo símbolo Rr podem conO sistir, independentemente uns dos outros, em átomo de hidrogénio ou em um ou mais grupos alquilo ou grupos alcoxi, tais como grupos metilo ou metoxi; e os grupos representados pelo símbolo R-, podem consistir, independentemente uns dos outros, em átomos de hidrogénio ou grupos alquilo, por exemplo com um a quatro átomos de carbono, como grupos metilo ou grupos etilo.
Compostos deste tipo foram descritos por exemplo, por H. Wolfers em Kunststoffe 69 (1979) 2, páginas 100 - 104. Estes compostos são agentes iniciadores comercialmente disponíveis. Outro grupo de agentes iniciadores por radicais termicamente activáveis são os agentes iniciadores bifuncionais do tipo de éteres de sililpinacol ο
cíclicos, como se descreve, por exemplo, em Plymer Buli, 16, 95 (1 986) .
Os gentes iniciadores termicamente activáveis podem também ser utilizados sob a forma de misturas, como já se descreveu relativamente aos agentes foto-iniciadores.
As massas de impregnação de acordo com a presente invenção contêm um ou mais agentes plastificantes .
Os agentes plastificantes podem, por exemplo, ser agentes plastificantes para plásticos como, por exemplo, polímeros tal como se encontram ã disposição no mercado. No entanto, é também possível usar poliésteres elásticos que não são polimerizáveis por meio de radicais livres. Além disso, poliésteres olefinicamente insaturados polimerizãveis por radicais livres que têm uma elasticidade maior do..que os poliésteres utilizados na massa de impregnação podem também ser utilizados como agentes plastificantes .
Os agentes plastificantes para polímeros são,por exemplo, ftalatos , como por exemplo ftalato de di-isodecil; fosfatos, como por exemplo fosfato de trifenilo; ésteres de ãcidos gordos tais como oleato de butilo ou estearato de butilo; e plastificantes poliméricos tais como poliésteres elásticos, por exemplo ã base da ácido adípico ou de ácido sebácico com dióis.
É também possível utilizar agentes plastificantes polimerizáveis por radicais livres, tais como ftalato de dialito ou produtos da reacção de alquilfenol-éter-álcoois, como por exemplo derivados de nonil-fenol-polietileno-glicol com ãcidos carboxílicos insaturados tal como ácido acrílico ou ácido metacrílico ou os seus derivados.
Plastificantes ã base de poliésteres olefinicamente insail z
saturados polinierizáveis por radicais livres são, por exemplo, os que podem ser utilizados para a massa de impregnação como se definiu antes (que são agentes ligantes). No entanto, esses agentes plastificantes têm maiores massas moleculares do que os poliésteres insaturados que são usados como ligantes·. A massa molecular média em número (Mn) dos poliésteres insaturados que são usados como ligantes está preferivelmente compreendida entre 1000 e 3000, de maneira especialmente preferida entre 1200 e 2500. A massa molecular média em número (Mn) dos poliésteres insaturados que são utilizados como plastificantes está preferivelmente compreendida entre valores 500 e 6000 maiores, de maneira especialmente preferida entre 1500 e 6000 maiores do que as massas moleculares dos poliésteres usados como ligantes. A massa molecular média em número (Mn) dos poliésteres insaturados que são utilizados como agentes ligantes está preferivelmente compreendida entre 1500 e 10000, de maneira especialmente preferida entre 3000 e 6000.
As diferentes massas moleculares dos poliésteres utilizados como agentes ligantes podem ser conseguidas mediante a escolha dos correspondentes materiais de partida tais como poliõis e ãcidos policarboxílicos (que têm diferentes massas moleculares).
Os exemplos preferidos para os poliésteres insaturados utilizados como agentes plastificantes são os poliésteres que contêm imida tal como foram definidos como agentes ligantes para a massa de impregnação.
£ também possível introduzir os poliésteres insaturados que são utilizados como agentes plastificantes nos poliésteres insaturados gue são usados como agentes ligantes durante a sua preparação por condensação. A fim de conseguir isso, os monõme- r.
ros de partida de ambos os poliésteres podem ser misturados e feitos reagir. Isso pode conseguir-se por exempio usando diferentes polióis e/ou ácidos policarboxílicos.
Os agentes plastificantes usuais para plásticos são usados, por exempio, em quantidades compreendidas entre 1 e 20% em peso com referência ao peso total da massa de impregnação. Os poliésteres insaturados que são utilizados como agentes plastificantes são usados de preferência em uma quantidade compreendida entre 1 e 50% em peso com referência à soma dos poliésteres insaturados usados como agentes ligantes e os poliésteres insaturados usados como agentes plastificantes.
As massas de impregnação usadas de acordo com a presente invenção podem conter outros agentes ligantes em conjunto com os poliésteres insaturados em quantidades inferiores a 50% em peso do poliéster insaturado usado como agente ligante.
Esses agentes ligantes podem ser agentes ligantes polimerizáveis por meio de radicais livres. Exemplos para esses agentes ligantes polimerizãveis por meio de radicais livres são: oligõmeros, pré-polímeros e polímeros que contêm ligações duplas nao saturadas tais como polímeros (met) acrílicos com funções (met) acrílicas, resina de epóxido de (met) acrilatos, por exemplo produtos da reacçao de 2 moles de ácido (met) acrílico e resinas de epóxido comerciais tais como, por exemplo, Epicote® 828, poliéster de (met)-acrilatos, poliéter de (met)-acrilatos, (met)-acrilatos de uretano, (met)-acrilatos de amina, poliésteres insaturados, poliuretanos insaturados, (met)-acrilatos de silicone e as suas combinações. Exemplos desses produtos endurecíveis são descritos nos seguintes doeu13 /
ι mentos: epoxi-(met)-acrilatos nas patentes de invenção europeias EP-A-0 033 896 e EP-A-0 049 922 e na patente norte-americana ES-A-4 485 123; (met) acrilatos de uretano nas patentes de invenção europeias EP-A-0 053 749 e EP-A-0 209 684 e na patente de invenção norte-americana US-A-4 162 274; poliéster-(met)-acrilatos na patente de invenção europeia EP-A-0 083 666, na patente de invenção alemã DE-A-38 10 140 e na patente de invenção alemã DE-A-38 20 294 .
Para a preparação das massas polimerizáveis por radiciais livres utilizadas de acordo com a presente invenção, misturam-se os componentes mencionados antes com agentes iniciadores por radicais. Âs massas polimerizáveis por radicais podem também adicionar-se os aditivos usuais, tais como pigmentos, agentes diluentes, componentes plastificantes, agentes aceleradores (por exemplo sais metálicos) e agentes estabilizantes (por exemplo hidroguinona, benzoquinona), como é do conhecimento dos especialistas na matéria.
Os materiais que se destinam a ser impregnados de acordo com a presente invenção são impregnados com a massa de impregnação a ser utilizada. Esta pode ser aplicada ã escova pelo lado de fora, por pulverização ou por imersão. Materiais tubulares ou materiais com a forma de feixes de fios, por exemplo, podem ser impregnados fazendo-os passar através de um banho de impregnação de modo que fiquem impregnados pelo lado de fora.
A impregnação é seguida pelo endurecimento da massa polimerizável por acção de radicais livres pelo menos sobre a superfície do substrato impregnado, por exemplo por meio
de uma fonte de radiação que emita radiação de elevada energia, por exemplo uma fonte de radiação de luz ultravioleta ou uma fonte de radiação de electrões.
As fontes convencionais apropriadas para a radiação ultravioleta ou de electrões podem ser utilizadas como fontes de radiação. Por exemplo, são fontes apropriadas de radiação ultravioleta as lâmpadas de radiação de mercúrio scb alta pressão e as lâmpadas de radiação de ultravioleta de mercúrio sob média pressão.
Para o endurecimento por acção da radiação, o tecido impregnado é feito passar por baixo da superfície da fonte de radiação de tal maneira que o processo se pode realizar continuamente.
Se isso for necessário, pode realizar-se o endurecimento par energia térmica por meio dos dispositivos de endurecimento usuais tais como uma estufa aquecida ou por radiação de infravermelhos. As temperaturas empregadas podem estar compreendidas, por exemplo, .dentro do intervalo entre cerca de 80 e ±80°C, para tempos de reacção que variam de acordo com o sistema a ser endurecido, por exemplo entre um minuto e cento e oitenta minutos.
processo é geralmente realizado submetendo massas de resina de impregnação que contam materiais que são voláteis a elevadas temperaturas a endurecimento por radiacção de alta energia. Isto aplica-se particularmente a materiais que contêm monómeros voláteis de baixa massa molecular, tais como estireno, divinil-estireno ou vinil-tolueno.
Os substratos apropriados para a impregnação de acor1 5
do com a presente invenção baseiam-se em fibras e são usados para fins eléctricos ou para condutores ópticos, por exemplo, substratos baseados em fibras de vidro, fibras de algodão ou fibras de resina sintética, tais como fibras de poliéster. Estes materiais de fibra podem encontrar-se presentes sob várias formas, por exemplo sob a forma de tecidos urdidos, tecidos entrançados, material sob a forma de laços ou de malha, fio obtido por fiação ou fio torcido. A assim chamada fibra de vidro E é um exemplo de um tecido urdido. Estes tecidos são frequentemente utilizados sob a forma de tubos, no interior dos quais é estirado um material electricamente condutor ou um material opticamente condutor como fibras de vidro. Também é possível utilizar-se feixes que já contêm um condutor eléctrico ou óptico revestido com o material das fi-.bras. Este material de fibras pode ser um tecido urdido ou um tecido entrelaçado ou pode ter a forma de uma ou mais espiras. 0 condutor elétrico ou o condutor óptico podem também conter uma camada de protecção intermédia, por exemplo de borracha de silicone. Os materiais de fibras podem assim ser utilizados para a protecção ou o isolamento, por exemplo, de condutores eléctricos ou ópticos, mas podem também ter a forma de cabo ou de corda, por exemplo, para aumentar a resistência ã tracção dos feixes do cabo.
Estes materiais podem, por exemplo, ser flexíveis ou rígidos.
Obtêm-se impregnações perfeitas pela maneira de proceder de acordo com a presente invenção. Evitam-se desta forma em larga medida as emissões de gases. 0 consumo de material para uma /
ciada qualidade de impregnação é dessa forma fortemente reduzido ou obtém-se uma melhor qualidade de impregnação para um dado consumo de material. 0 processo pode assim realizar-se economicamente .
Exemplo 1
Preparação de um poliéster insaturado elástico como agente plastificante
Mistura
30 partes em peso de trietileno-glicol
35 partes em peso de anidrido do ácido tetra-hidroftálico
22 partes em peso de anidrido do ácido trimelítico
21 partes em peso de etanolamina
Fazem-se reagir os componentes mencionados antes por agitação a uma temperatura compreendida entre 126 e 160°C sob uma atmosfera de gás inerte durante três horas.
Então, adicionam-se 11 partes em peso de anidrido de ácido maleico e 25 partes em peso de ácido adípico e faz-se reagir durante 4 horas a 160 a 210°C. A água obtida durante a reacção é retirada continuamente.
Remove-se a água residual com 6 partes em peso de xileno (sete horas a 190 a 200°C). Depois de se destilar o xileno sob vazio a 160°C, adiciona-se 0,5 parte em peso de tolu-hidroquinona (agente estabilizador) e depois de se arrefecer a cerca de 100°C adicionam-se 60 partes em peso de estireno (diluente reactivo). Obtém-se uma solução límpida que tem uma viscosidade de 290 mPa.s (a 25°C) .
Preparação de um poliéster insaturaao utilizado como agente ligante e que tem incorporado o agente plastificante de poliéster insaturad
Exemplo 2
Repete-se o Exemplo 1 mas a partir dos seguintes componentes :
partes em peso de anidrido do ãcido tetra-hidroftálico 5 partes em peso de anidrido do ãcido trimelítico 12 partes em peso de trietileno-glicol partes em peso de monoetanolamina partes em peso de anidrido do ãcido maleico
partes em peso de ãcido adípico
partes em peso de trimetilol-propano
partes em peso de neopentil-glicol
0,2 parte em peso de tolu-hidroquinona (agente estabilizador) partes em peso de estireno (diluente reactivo)
Obtém-se uma solução transparente da mesma maneira que no Exemplo 1.
Exemplo 3
Preparação de uma massa de impregnação
Adiciona-se a solução em estireno de uma mistura de poliéster de ãcido isoftãlico com um imida-poliéster (obtido de acordo com a patente de invenção europeia EP-A-0 134 513) a um poliéster insaturado (que actua como plastificante) (de acordo com o Exemplo 1) e um foto-iniciador de acordo com a seguinte composição:
partes em peso de imida-poliéster partes em peso de poliéster de ácido isoftálico
100 partes em peso do poliéster insaturado do Exemplo 1 partes em peso de estireno
0,05 parte em peso de hidroquinona (agente estabilizante) partes em peso de foto-iniciador: 1-fenil-l-hidroxipropiofenona
Faz-se passar um tubo de tecido com um diâmetro interno igual a 8 mm com uma velocidade de 2 metros/minuto através da massa de impregnação mencionada antes a fim de impregnar a sua superfície exterior. Para se conseguir uma camada uniforme, remove-se o excesso de massa de impregnação com um cunho gue tem a forma do tubo. 0 tubo de plástico assim revestido ê feito passar em frente de uma fonte de radiação ultravioleta (3 lâmpadas de mercúrio sob média pressão, 100 W/cm) com a mesma velocidade. Obtém-se um tubo de tecido de vidro uniformemente impregnado com o revestimento flexível.
Exemplo 4
Utiliza-se a mesma composição e a mesma maneira de proceder que se descreveram no Exemplo 3. No entanto, a composição contém ainda 7 partes em peso de um agente que responde ao calor, um derivado de fenil-etano de acordo com a patente de invenção alemã DE-A-212 19 224. A velocidade de impregnação e endurecimento pôde ser aumentada para 6 metros/minuto, visto que depois do dispositivo de endurecimento pelo calor se realizou um põs-tratamento num forno de endurecimento a uma temperatura de 200°C.
!
Exemclo 5
Repetiu-se o Exemplo 4, mas não de adicionou poliéster insaturado como agente plastificante. Em vez do poliéster insaturado, utilizaram-se 20 partes em peso de um agente plastificante de polímeros existente ã venda no comércio, isto é, ftalato de dimetilo. Obteve-se um tubo de tecido de vidro flexível uniformemente revestido.
Exemplo 6
Composição:
100 partes em peso do poliéster insaturado do Exemplo 2 partes em peso de triacrilato de trimetilol-propano
0,05 parte em peso de hidroquinona (agente estabilizador) partes em peso de agente foto-iniciador como no Exemplo 3 2 partes em peso do agente iniciador que responde ao calor do Exemplo 4
Utilizou-se a massa de impregnação obtida a partir da composição referida antes para a impregnação de um tubo de tecido como se descreveu nos exemplos anteriores. Obteve-se um tubo flexível uniformemente revestido.

Claims (10)

  1. Reivindicações
    1.- Processo para a produção de materiais flexíveis de protecção, auxiliares e de isolamento.impregnados sobre uma base de fibra para finalidades eléctricas por aplicação de um agente de impregnação ao material a ser impregnado, seguida pelo endurecimento, caracterizado pelo facto de ao material a ser impregnado se aplicar uma massa de impregnação isenta de dissolvente de um ou mais poliésteres olefinicamente insaturados e polimerizáveis por radicais contendo um ou mais monómeros polimerizáveis por radicais como diluentes reactivos, um ou mais agentes plastificantes e, eventualmente, um ou mais iniciadores por radicais isentos de peróxido e de em seguida se realizar o endure cimento com radiação de elevada energia e eventualmente por aquecimento ulterior.
  2. 2.- Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de o poliéster olefinicamente insaturado utilizado ser um poliéster olefinicamente insaturado que contém um grupo imida.
  3. 3. - Processo de acordo com uma. das reivindicações 1 ou 2, caracterizado pelo.facto de a massa de impregnação utilizada ser uma massa que contém um ou mais compostos de vinilo e/ou compostos derivados de ácido (met)acrílico e/ou compostos de alilo como monómeros polimerizáveis por radicais.
  4. 4. - Processo de acordo com uma qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo facto de os iniciadores por radicais livres utilizados serem fotoiniciadores isentos de peróxido e de o endurecimento se realizar com radiação de elevada energia.
  5. 5. - Processo de acordo com uma qualquer das reivindi_ cações 1 a 3, caracterizado pelo facto de os agentes iniciadores por radicais livres utilizados responderem termicamente e o endurecimento se efectuar por aquecimento.
  6. 6. - Processo de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo facto de o agente iniciador por radicais livres utilizado responder tanto a radiação de ele vada energia como também ao fornecimento de calor ou consistir em misturas de iniciadores por radicais livres que respondem a radiação de elevada energia e iniciadores por radicais livres que respondem ao fornecimento de calor e de se efectuar o endurecimento por meio de radiação de elevada energia seguida por aqueci.
    mento.
  7. 7. - Processo para a produção de materiais de protecção e de isolamento impregnados sobre uma fibra de base para fi. nalidades eléctricas por aplicação de um agente de impregnação ao material a ser impregnado, seguida por endurecimento, caracteriza do pelo facto de se aplicar ao material a ser impregnado uma massa de impregnação, isenta de dissolventes de um ou mais poliésteres olefinicamente insaturados, polimerizãveis por radicais livres, um ou mais agentes plastificantes e contendo eventualmente um ou mais agentes iniciadores por radicais livres isentos de pe róxido que respondem ao calor e de se efectuar em seguida o endu recimento por radiação com um feixe de electrões opcionalmente seguida de aquecimento.
  8. 8. - Processo de acordo com uma qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado pelo facto de se realizar com uma massa de impregnação que contém adicionalmente oligáneros e/ou polímeros acrílicos e/ou metacrílicos insaturados polinerizáveis por radicais em uma quantidade de até 50%, em peso, do poliéster insaturado.
  9. 9.- Processo de acordo com uma qualquer das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo facto de se realizar com uma massa de impregnação que contém como agente plastificante:
    a) um agente plastificante usual para polímeros,b) um agente plastificante usual para polímeros que seja polimerizavel por radicais;
    c) um poliéster elástico de peso molecular elevado,
    1: e/ou
    d) um poliéster olefinicamente insaturado polimerizável por radicais com um peso molecular médio em número cujo valor é superior de 500 a 6000, e de preferência de 15 00 a 6 000, ao peso molecular médio em número do poliéster insaturado da massa de impregnação
  10. 10Processo de acordo com a reivindicação 9, alínea d), caracterizado pelo facto de o poliéster insaturado da massa de impregnação ser copolimerizado com o poliéster insaturado que serve de agente plastificante.
PT98279A 1990-07-12 1991-07-10 Processo para a producao de materiais flexiveis de proteccao, auxiliares e isoladores sobre uma base de fibra para finalidades electricas usando massas de impregnacao que sao endureciveis por accao de radiacoes de elevada energia PT98279B (pt)

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