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PT907755E - Processo para o fabrico continuo de uma escoria de alto-forno vitrea ou vitrificada - Google Patents

Processo para o fabrico continuo de uma escoria de alto-forno vitrea ou vitrificada Download PDF

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Publication number
PT907755E
PT907755E PT97921517T PT97921517T PT907755E PT 907755 E PT907755 E PT 907755E PT 97921517 T PT97921517 T PT 97921517T PT 97921517 T PT97921517 T PT 97921517T PT 907755 E PT907755 E PT 907755E
Authority
PT
Portugal
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slag
cooling
plates
cooling plates
cooling cylinder
Prior art date
Application number
PT97921517T
Other languages
English (en)
Inventor
Hulek Dipl Ing Anton
Franz Ritzberger
Rainer Wawrina
Original Assignee
Voest Alpine Ind Services Gmbh
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
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Description

t
DESCRIÇÃO
PROCESSO PARA O FABRICO CONTÍNUO DE UMA ESCÓRIA DE ALTO-FORNO
VÍTREA OU VITRIFICADA A invenção refere-se a um processo para o fabrico contínuo de uma escória de alto-forno vítrea ou vitrificada, em que a escória é aplicada num cilindro de refrigeração ou em placas de refrigeração ligadas entre si por articulações que passam por rolos de desvio de modo a formar um tapete transportador sem fim, onde a refrigeração da escória se realiza a seco, e a um equipamento para a realização do processo. O objectivo principal da invenção é criar um processo racional que permita conseguir uma granulação a seco da escória de alto-forno, ao mesmo tempo que os custos operacionais e os estragos do ambiente sejam mantidos no nível mais baixo possível.
Os processos habituais para a granulação de escórias de alto-forno, destinadas, por exemplo, à utilização na indústria cimenteira, são constituídos, actualmente, por processos húmidos. A escória de alto-forno líquida é misturada com grandes quantidades de água e solidifica formando um granulado vítreo. Todo o conteúdo térmico é eliminado, e em regra é formado S02 e H2S, surgindo ainda por cima água residual contendo enxofre, cujo tratamento provoca despesas adicionais.
Da DE 29 50 974 A é conhecido um equipamento para o fabrico de uma escória de alto-forno vítrea ou vitrificada, onde um tapete transportador sem fim está equipado com ranhuras de refrigeração que se tornam mais estreitas no fundo. Por meio de um recipiente para a escória fundida esta é introduzida nas ranhuras de refrigeração e extraída das ranhuras de refrigeração num local predefinido, depois do arrefecimento e da solidificação, com a ajuda de um rascador que se encontra na face interior do tapete de transporte.
Da AT B 380 490 já consta um sistema para a obtenção do calor palpável de um produto quente a granel, permitindo, sobretudo, a refrigeração da escóna de alto-forno líquida com recuperação do calor palpável. 1 O sistema conhecido dispõe de um tapete de transporte sem fim formado por placas ligadas entre si por articulações e que passam por pelo menos dois rolos de desvio, onde à parte superior é aplicado o produto quente e a parte inferior vazia passa por uma zona de refrigeração. Este tipo de refrigeração a seco não facilita, normalmente, uma velocidade de arrefecimento elevada, tal como seria necessária para a vitrificação sem provocar o perigo de uma cristalização posterior ou recristalização. Por isso, este tipo de dispositivo conhecido é operado, geralmente, por forma a permitir, em primeiro lugar, que durante o arrefecimento seja recuperada tanta energia quanto possível, aceitando-se a cristalização posterior ou a recristalização. O equipamento conhecido é aplicável, sobretudo, também a produtos quentes que devem ser arrefecidos sem entrada de ar, como é o caso, por exemplo, no apagamento a seco do coque. O equipamento conhecido dispõe de um número múltiplo de placas de refrigeração, sendo que as placas de refrigeração sofrem o respectivo aquecimento na parte superior e na parte inferior actuam em conjunto com equipamentos de refrigeração, que podem ser constituídos, por exemplo, por contraplacas de refrigeração atravessadas por um meio de refrigeração. Nestes equipamentos, a transmissão do calor realiza-se por radiação ou por um contacto directo das contraplacas de refrigeração do tapete de transporte com as placas de refrigeração destinadas à refrigeração das placas de refrigeração do tapete de transporte. O sistema de arrefecimento também pode ser formado por contraplacas de refrigeração ocas dispostas de forma sucessiva, podendo as faces superiores destas contraplacas de refrigeração apresentar superfícies de deslize lisas que entram em contacto com as placas de refrigeração do tapete de transporte. O objectivo principal da invenção é a criação de um processo do tipo acima indicado, em que um sistema do tipo cujo princípio foi apresentado na AT B 380 490 possa ser usado com sucesso para a rápida solidificação de escórias, ao mesmo tempo que permite um débito elevado. Sobretudo pretende-se a formação directa de uma escória de alto-forno vitrlficada arrefecida que seja adequada a percorrer um trajecto seco, para ser levada à fragmentação ou granulação, e que possa ser retirada totalmente do tapete de refrigeração, com a ajuda de meios simples.
Para atingir este objectivo, este processo de invenção é constituído, sobretudo, pelo facto de a escória líquida ser conduzida a um reservatório intermédio e sair deste reservatório intermédio a temperaturas superiores a 1350BC, passar por uma calha de distribuição e ser depositada, de forma contínua e em correntes paralelas, no tapete formado por placas de refrigeração, de onde a escória arrefecida é removida sendo depois fragmentada ou granulada a seco numa britadeira.
Uma vez que a escória líquida é conduzida a um reservatório intermédio e depois sai deste reservatório intermédio a temperaturas superiores a 1350SC, passando por uma calha de distribuição, e sendo depositada continuamente no tapete formado por placas de refrigeração, é conseguido, por um lado, um modo de trabalho contínuo e, por outro, são asseguradas as condições reológicas exigidas, ou seja, a refrigeração a seco permite conseguir as velocidades de arrefecimento necessárias para obter um estado vítreo ou vitrificado do produto arrefecido. O depósito da escória no cilindro de refrigeração ou no tapete formado por placas de refrigeração em correntes paralelas entre si garante a aplicação de uma camada de escória fina e uniforme no cilindro de refrigeração ou no tapete formado por placas de refrigeração. As numerosas correntes individuais juntam-se e formam uma faixa fina e larga única. Assim, fica assegurada a aplicação de camadas muito finas no cilindro de refrigeração ou nas placas de refrigeração sobre uma largura extensa, o que permite garantir a velocidade de arrefecimento elevada que é necessária para a formação do estado vítreo, sem haver o perigo de uma recristalização. Uma vez que a escória líquida é depositada a temperaturas superiores a 1350SC, é assegurada uma distribuição uniforme nas placas de refrigeração, sem formação de aglomerações. Devido ao facto de o processo de invenção se realizar num cilindro de refrigeração ou num tapete de transporte sem fim constituído por placas de refrigeração ligadas entre si por articulações, é conseguida uma regulação ou um controlo simples das características de material ou do estado de vitrificação do produto arrefecido. A seguir, a escória vitrificada arrefecida pode ser directamente fragmentada ou granulada a seco numa britadeira, sendo assim oferecida a possibilidade de granular a escória de alto-fomo em estado seco, com custos operacionais muito reduzidos e a menor nocividade possível para o ambiente. Uma vez que a granulação da escória não necessita de água, também não se verifica a formação de hidrogénio sulfuroso ou de dióxido de enxofre em quantidades relevantes. Também não se verificam os problemas convencionais com o tratamento das águas residuais. A espessura de camada muito reduzida faz com que a escória solidifica rapidamente, pelo menos na superfície. Uma vez que a escória solidificada possui uma condutibilidade térmica muito mais elevada que a escória líquida, uma espessura de camada reduzida permite um arrefecimento rápido e eficiente, e equipamentos de pequenas dimensões trazem resultados satisfatórios.
Favoravelmente, o processo segundo a invenção é realizado por forma a que a espessura de camada no cilindro de refrigeração ou no tapete de placas de refrigeração seja ajustada para 1 a 15 mm, de preferência, para 2 a 10 mm, a escória líquida no tapete de placas de refrigeração seja arrefecida pelo menos 300SC, com uma velocidade de arrefecimento superior a 10sC/s, e a escória arrefecida seja removida a temperaturas superiores a 600SC. Devido ao facto de a espessura de camada nas placas de refrigeração ser ajustada para 1 a 15 mm, de preferência para 2 a 10 mm, é possível obter a velocidade de arrefecimento necessária usando meios com uma construção simples. Devido ao facto de a escória líquida no tapete de placas de refrigeração ser arrefecida pelo menos 300eC, com uma velocidade de arrefecimento superior a 109C/s, é garantida, por um lado, a vitrificação e, por outro, realiza-se um arrefecimento para uma temperatura em que a velocidade de crescimento de cristais já diminui substancialmente, por forma a ser evitada uma recristalização, e devido ao facto de a escória arrefecida ser removida a temperaturas superiores a 600aC, é assegurada a remoção de uma faixa de escória inteira e, por conseguinte, uma remoção completa e simples do produto arrefecido das placas de refrigeração. Um arrefecimento mais acentuado pode criar tensões internas que provocam uma desintegração espontânea do produto arrefecido, o que pode ser evitado com temperaturas de remoção superiores a 600aC. O processo segundo a invenção é executado, favoravelmente, por forma a que a escória líquida seja depositada no tapete de placas de refrigeração, passando pela calha de distribuição, dividida em correntes paralelas com distâncias entre si inferiores a 300 mm, de preferência entre os 100 e os 200 mm, o que permite a formação de uma camada de escória fina sobre em toda a largura útil.
Para garantir que a escória líquida seja depositada uniformemente no tapete de placas de refrigeração, é favorável proceder de forma a que a calha de distribuição seja aquecida por pelo menos um elemento de aquecimento, sobretudo um queimador dirigido para a abertura de saída, próximo do canto de saída interior, e que a escória seja mantida a temperaturas superiores a 1350SC, sobretudo a 1400SC. Assim, são evitados sobrearrefecimentos locais em torno de focos de solidificação sendo conseguido um arrefecimento rápido e homogéneo. A utilização, segundo a invenção, de um cilindro de refrigeração ou de placas de refrigeração ligadas entre si por meio de articulações, conduzidas como tapete de transporte através de rolos de desvio, permite, como mencionado no início, uma regulação simples do processo. Do forma favorável, parte-se do princípio de que a sangria da escória do reservatório intermédio para as calhas de distribuição é regulada por um fecho regulável, sobretudo uma saída equipada com um bujão, em função da espessura da camada de escória depositada em cima das placas de refrigeração. A espessura de camada pode ser detectada por sensores habituais, e desta forma pode ser escolhido um ajuste base para a operação segura da instalação que pode ser adaptado às respectivas necessidades. Como medida para a espessura de camada também podem ser usados valores de medição da temperatura ou valores de medição da temperatura diferencial, uma vez que o arrefecimento no tapete de placas é proporcional à espessura da camada. Um outro melhoramento da regulação e do controlo das propriedades desejadas do material pode ser obtido pelo facto de a velocidade de transporte do cilindro de refrigeração ou das placas de refrigeração e/ou a sangria da escória do reservatório intermédio serem reguladas em função de um valor de medição para o estado de vitrificação à saída dos cilindros de refrigeração ou das placas de refrigeração. O estado de vitrificação pode ser determinado, com vantagem, por um sensor óptico destinado à transmissão e/ou reflexão do tapete de escória à saída das placas de refrigeração, o que permite, de uma maneira geral, uma regulação exacta para uma percentagem de vidro elevada. Sobretudo para a produção de cimento, a escória deve apresentar, pelo menos, 90 a 95 % em peso de material vítreo, o que não é possível, sem mais nem menos, sem uma regulação especial do processo. A regulação de acordo com a invenção permite, facilmente e com um trabalho de construção reduzido, uma granulação de escórias de alto-forno, por forma a apresentarem uma vitrificação entre os 90 e os 100%, sendo que a percentagem vítrea pode ser assegurada pelo facto de a velocidade de arrefecimento poder ser regulada entre os 109/s e os 208/s.
Para garantir a espessura desejada da camada, é preciso tomar as devidas providências, para que o cilindro de refrigeração ou as placas de refrigeração mantenham uma forma uniforme, apesar da elevada diferença de temperatura. Para esse efeito, o cilindro de refrigeração ou as placas de refrigeração planas são executadas por forma a poderem ser utilizadas com ranhuras reticulares na superfície das placas. Para manter uma elevada diferença de temperatura e conseguir, assim, um arrefecimento muito rápido com formação de uma elevada percentagem de vidro, é favorável proceder por forma a que o cilindro de refrigeração ou as placas de refrigeração sejam arrefecidas para temperaturas abaixo de 4009C, de preferência, abaixo de 3509C, na parte do tapete que está a regressar e que não está ocupada pela escória, por radiação e/ou contacto e/ou aplicação de um produto refrigerante.
Como condição essencial para a formação da percentagem de vidro desejada e a aplicabilidade da escória de alto-forno seguidamente granulada na indústria cimenteira, é desejável que seja cumprida uma determinada basicidade. O procedimento favorável aqui é introduzir no reservatório intermédio, em função de análises realizadas na escória, aditivos ácidos, como, por exemplo, Si02, a fim de manter a desejada basicidade da escória.
Um outro melhoramento da qualidade do granulado de escória pode ser garantido pelo facto de se fazer sair do reservatório intermédio ferro em bruto sedimentado, através de um sangradouro localizado por baixo do sangradouro da escória.
Para garantir, como acima mencionado, uma remoção segura da faixa de escória arrefecida da superfície das placas, o processo realiza-se, favoravelmente, por forma a que a temperatura de remoção da escória do tapete seja ajustada entre os 7009C e os 8009C. Assim, fica assegurado que é levada à granulação seguinte uma faixa inteira, o que tem por consequência que a superfície do cilindro de refrigeração ou a superfície das placas de refrigeração isenta de resíduos possa ser refrigerada nas áreas do tapete de placas de refrigeração ou do cilindro de refrigeração onde não há escória, por um contacto directo com as contraplacas refrigeradas. As temperaturas entre os 8009C e os 10009C também permitem a formação de uma faixa de escória inteira com uma boa remoção, mas a seguir é necessário continuar a refrigerar rapidamente, a fim de afastar o perigo de uma recristalização. Além disso, a fragmentação de uma faixa ainda plástica é mais complicada, uma vez que a britagem só é conseguida ou possível a temperaturas abaixo de 8009C. A recuperação da energia nas áreas do tapete de placas de refrigeração ou do cilindro de refrigeração é, assim, extremamente eficiente. A recuperação da energia a uma temperatura de escória até cerca de 700SC em apenas um passo de refrigeração tem vantagens económicas e qualitativas. A recuperação da energia do processo ainda pode ser melhorada se o calor que sai da faixa de escória for recuperada à saída num poço de refrigeração ou numa calha vibratória.
Através dos equipamentos de aquecimento colocados na área das calhas de distribuição, nomeadamente, bicos de gás, pode ser evitada uma solidificação antecipada, por exemplo, em caso de eventuais paragens. Sobretudo quando a temperatura da escória de alto-forno cair, por exemplo, abaixo de 1350®0, devido a circunstâncias de serviço, ou quando a análise da escória não se situar na área ácida, a escória de alto-forno mostra uma tendência para a solidificação crislalina e a percentagem de vidro é substancialmente reduzida durante a solidificação. O aumento da velocidade de arrefecimento, bem como a adição eventualmente necessária de aditivos ácidos no reservatório intermédio permite também aqui o ajuste simples das condições mais favoráveis em cada situação.
De uma maneira geral é criado um processo construtivamente simples e fácil de regular que permite optimizar a percentagem de vidro desejada e também o débito de material, ao mesmo tempo que os estragos para o ambiente são mantidos num nível reduzido. Sobretudo quando for usado o respectivo material de saída com boas características de vitrificação, o processo segundo a invenção permite aumentar o débito através do aumento da espessura de camada podendo para esse efeito ser aberto o sangradouro de escória regulável do reservatório intermédio. Para compensar pequenas oscilações e reduzir a espessura de camada em caso de uma vitrificação insuficiente, basta aumentar simplesmente a velocidade de transporte do cilindro de refrigeração ou das placas de refrigeração, por forma a conseguir, com o mesmo débito de material, uma espessura de camada mais reduzida e, por conseguinte, um arrefecimento mais rápido. A saída tipo bujão do reservatório intermédio permite, em primeiro lugar, um ajuste prévio aproximado e uma regulação aproximada, sendo a regulação precisa garantida pela velocidade regulável do tapete de placas. O processo segundo a invenção pode ser realizado, como acima mencionado, com pelo menos um cilindro de refrigeração ou um tapete formado por placas de refrigeração, sendo o equipamento segundo a invenção executado favoravelmente por estar previsto um reservatório intermédio para a escória líquida, por existir a seguir ao reservatório intermédio uma calha de distribuição e por a calha de distribuição apresentar um número múltiplo de saídas ou vertedouros adjacentes para a saída da escória fundida em correntes paralelas entre si que então são depositadas no cilindro de refrigeração ou nas placas de refrigeração que se encontram a seguir. Mas só pelo facto de existir um reservatório intermédio para a escória líquida, é proporcionado um processo simples e contínuo, uma vez que uma escória vazada descontinuamente pode ser armazenada neste reservatório intermédio sem perda de calor. Devido ao facto de haver a seguir ao. reservatório intermédio uma calha de distribuição e esta calha de distribuição apresentar um número múltiplo de saídas ou vertedouros adjacentes para a saída da escória fundida em correntes paralelas entre si que então são depositadas sobre o cilindro de refrigeração ou as placas de refrigeração, é conseguido, de forma simples, uma aplicação extremamente uniforme da escória no cilindro de refrigeração ou no tapete formado pelas placas de refrigeração. Desta forma, pode ser obtida uma espessura de camada extremamente fina da escória com uma largura relativamente grande da faixa de escória, sem que surjam, simultaneamente, incrustações ou que se faça notar um arrefecimento antecipado da escória o que impediria uma distribuição líquida.
Com grande vantagem, o equipamento está executado por forma a que a calha de distribuição seja montada de forma basculante, sendo a primeira posição basculante a posição de saída, em que as correntes paralelas entre si são depositadas sobre o cilindro de refrigeração ou as placas de refrigeração e a outra posição basculante a posição oposta em que o conteúdo da calha de distribuição é introduzido num recipiente colector. Isto é vantajoso, sobretudo, no caso de ser necessário desactivar o equipamento devido a uma situação de emergência, uma vez que este procedimento permite conduzir a corrente de escória da calha de distribuição para um recipiente colector evitando que a escória seja depositada no cilindro de refrigeração ou no tapete de placas de refrigeração de forma descontrolada, o que aumenta a segurança de serviço.
Com grande vantagem encontram-se na área do jacto livre, entre a calha de distribuição e o cilindro de refrigeração ou as placas de refrigeração, chapas de irradiação que afastam o calor. Desta forma, é evitado um arrefecimento antecipado da escória, ou seja, antes da aplicação no cilindro de refrigeração ou no tapete de placas de refrigeração, o que provocaria uma distribuição irregular da escória no cilindro de refrigeração ou no tapete formado por placas de refrigeração. O calor da escória a arrefecer pode ser recuperado de forma simples, colocando em pelo menos uma parte do perímetro do cilindro de refrigeração ou ao longo de pelo menos uma parte do trajecto das placas de refrigeração ou do tapete formado por placas de refrigeração placas para a recuperação do calor irradiado. Com principal vantagem, o equipamento segundo a invenção é executado por forma a que nas áreas isentas de escória do tapete formado por placas de refrigeração ou do cilindro de refrigeração sejam colocadas contraplacas ou placas de refrigeração e/ou injectoree para a pulverização de produtos refrigerantes. Adicionalmente à emissão de calor do cilindro de refrigeração ou do tapete de placas de refrigeração através da irradiação ou do contacto é conseguido um arrefecimento que garante que o cilindro de refrigeração ou o.tapete de placas de refrigeração apresente na área onde é depositada a escória, uma diferença de temperatura que é necessária para o arrefecimento da escória. A seguir, o processo é descrito mais pormenorizadamente com a ajuda de um exemplo de execução representado esquematicamente nos desenhos. Nestes mostram a Fig. 1 um equipamento para o fabrico contínuo de uma escória de alto-forno vítrea ou vitrificada, em que a escória é aplicada a um cilindro de refrigeração, a Fig. 2 um equipamento para o fabrico contínuo de uma escória vítrea ou vitrificada, em que a escória é depositada num tapete formado por placas de refrigeração, e a Fig. 3 um corte ao longo da linha A-A do equipamento representado na Fig. 2.
Na Fig. 1 o número 1 designa um reservatório intermédio que é alimentado, periodicamente, com escória de alto-forno 2 que também contém restos de ferro em bruto líquido 3, por meio de um sistema de alimentação não representado em pormenor. O reservatório intermédio apresenta uma cavidade 33 onde pode ser acumulado o ferro em bruto líquido depositado 3. Além disso, o reservatório intermédio 1 está equipado com um sangrador 4 acima da cavidade 33 para a saída da escória 2 e com um sangrador 5 na cavidade 33 para a saída do ferro em bruto líquido 3. Os sangradores 4 e 5 podem ser fechados com os bujões 6 e 7, sendo que a saída da escória 2 se realiza pelo bujão 6 regulado através do comando de bujão 8 e que a regulação do bujão 8 corresponde à forma de utilização seguinte da escória. O ferro em bruto líquido 3 pode ser removido através do sangrador 5 no reservatório intermédio 1 pelo levantamento do bujão 7. Para o ajuste da basicidade desejada da escória podem ser introduzidos no reservatório intermédio 1 aditivos ácidos, em função da análise da escória. Para o aquecimento prévio do reservatório intermédio antes da introdução da escória 2 e para a manutenção da temperatura da escória durante a operação do equipamento, o reservatório intermédio 1 está equipado com um queimador 9. A escória de alto-forno 2 retirada através do sangrador 4 passa por um tubo intermédio horizontal ou vertical 10 sendo depois conduzida a uma calha de distribuição 11 equipada com tijolos refractârios 12. Para a manutenção da temperatura da escória, o tubo intermédio 10 e a calha de distribuição 11 estão equipados com queimadores 13, 14. O queimador 13 no tubo intermédio 10 é executado como queimador circular, o que também impede a “congelação” do bujão 6 durante uma paragem de serviço. Devido à formação de um tipo de cova, a calha de distribuição 11 dispõe de uma capacidade de armazenamento que compensa turbulências que podem surgir, eventualmente, aquando da introdução da escória 2 através do tubo intermédio. Do lado da saída, a calha de distribuição 11 dispõe de vários tubos de saída 15, por forma a saírem pequenas correntes de escória 16 que então são aplicadas no cilindro de refrigeração 17 que se encontra a uma pequena distância abaixo destes. Para garantir a liquidez da escória e evitar um arrefecimento antecipado da escória, encontram-se na área das correntes de escória livres chapas de irradiação 18 que se destinam a reduzir as perdas de calor. Além disso, a calha de distribuição está equipada com uma tampa isolante 19. Ao embater no cilindro de refrigeração, as correntes de escória 16 espalham-se formando depois uma faixa de escória 20 com a respectiva largura e com uma camada uniformemente fina. Esta camada fina solidifica rapidamente, devido à transmissão do calor ao cilindro de refrigeração 17 e à irradiação, sendo medida a seguir a espessura de camada com uma roda de sensor 21. O valor de medição da espessura de camada é utilizado como grandeza de regulação para o comando do bujão 8. Ao longo do cilindro de refrigeração 17 encontram-se painéis de irradiação 34 que permitem recuperar pelo menos uma parte do calor irradiado da faixa de escória 20. Durante o seu movimento na direcção da seta 22, a escória arrefece ainda mais devido à transmissão do calor ao cilindro de refrigeração 17, sendo aproveitado o calor retirado pela refrigeração interior por um sistema de caldeiras de vapor não representado em pormenor. A escória vítrea ou vitrificada é removida do cilindro de refrigeração 17 com a ajuda de um rascador 23 e fragmentada numa britadeira não representada em pormenor. O calor residual da escória ainda pode ser recuperado depois da fragmentação. Para detectar se a escória de alto-forno apresenta à saída uma estrutura vítrea ou vitrificada, encontra-se no reservatório intermédio 1 um aparelho de medida óptico 24 que actua em conjunto com a regulação do accionamento do cilindro de refrigeração 17 ou a regulação da saída de bujão 8. Como outra grandeza de medição para a regulação da quantidade de saída da escória é usada, como já mencionado acima, a medição da espessura da escória por um aparelho de medida da espessura 21 a caminho da saída. Nas áreas isentas de escória, o cilindro de refrigeração pode ser arrefecido por um produto refrigerante aplicado por meio de injectores 32. A calha de distribuição está apoiada de forma móvel numa chumaceira 25 e pode ser levantada ou abaixada com a ajuda de um agregado de êmbolo e cilindro 26, ligado à calha de distribuição articuladamente por um olhai de suporte 35. Assim, em caso de uma paragem de serviço, a calha de distribuição 11 pode ser baixada por forma a que todo o conteúdo da calha de distribuição 11 passe aos tubos de saída 15jb. a calha de distribuição 11 seja esvaziada. Além disso, é possível, por exemplo, em caso de alguma desactivação repentina, necessária devido a uma situação de emergência, levantar a calha de distribuição 11 juntamente com o agregado de êmbolo e cilindro 26, por forma a que a corrente de escória não passe pelos tubos de saída 15 mas sim pelos tubos de saída 27 sendo a escória introduzida num recipiente colector não representado em pormenor.
Na representação de acordo com a Fig. 2, foram mantidos os números de referência da forma de execução semelhante à da Fig. 1, quando se trata de peças equivalentes. Também nesta forma de execução, a escória 2 passa por um tubo intermédio 3 e é conduzida a uma calha de distribuição 17, de onde a escória passa em correntes parciais por vários tubos de vertedouro 5 para ser depositada em placas de refrigeração 27 montadas num tapete de transporte contínuo sem fim 29 que passa por rolos de desvio 28. Durante o seu movimento na direcção da seta 30, a escória arrefece e é removida do tapete de transporte no estado vítreo ou vitrificado, à saída do tapete de transporte, com a ajuda de um rascador não representado em pormenor. Depois de inverter a direcção, as placas de refrigeração 31 vazias também podem ser arrefecidas por dispositivos de pulverização 32 montadas ao longo da parte do tapete que está a fazer o trajecto de regresso.
Na Fig. 3 é visível um corte A-A através da forma de execução mostrada na Fig. 2 tendo sido mantido os números de referência da Fig. 2.
Lisboa, ·~'2 0UJ. 2001
Por VOEST-ALPINE INDUSTRIAL SERVICES GmbH
Arco da Conceição, 3.15 - 1100 LSBQA 12

Claims (18)

  1. REIVINDICAÇÕES 1. Processo para o fabrico contínuo de uma escória de alto-forno vítrea ou vltrlflcada, em que a escória é aplicada num cilindro de refrigeração (17) ou em placas de refrigeração ligadas entre si por articulações (27) que passam por rolos de desvio de modo a formar um tapete transportador sem fim, onde a refrigeração da escória se realiza a seco, caracterizado por a escória líquida ser conduzida a um reservatório intermédio (1) e sair deste reservatório intermédio (1) a temperaturas superiores a 135(^0, passar por uma calha de distribuição (11) e ser depositada, de forma continua e em correntes paralelas (16), no tapete formado por placas de refrigeração (29) ou no cilindro de refrigeração (17), de onde a escória é removida sendo depois fragmentada ou granulada a seco numa britadeira.
  2. 2. Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por a espessura de camada no cilindro de refrigeração ou no tapete formado por placas de refrigeração ser ajustada para 1 a 15 mm, de preferência para 2 a 10 mm, por a escória líquida no tapete de placas de refrigeração ser arrefecida pelo menos 3001 2 3 4C com uma velocidade de arrefecimento acima de 10sC/s e por a escória arrefecida ser removida a temperaturas superiores a 600aC.
  3. 3. Processo de acordo com as reivindicações 1 e 2, caracterizado por a escória líquida ser depositada no cilindro de refrigeração ou no tapete de placas de refrigeração, passando pela calha de distribuição, dividida em correntes paralelas com distâncias entre si inferiores a 300 mm, de preferência entre os 100 e os 200 mm.
  4. 4. Processo de acordo com as reivindicações 1, 2 ou 3, caracterizado por as calhas de distribuição serem aquecidas por pelo menos um elemento de aquecimento, sobretudo um queimador dirigido para a abertura de saída, próximo do (canto de saída interior, e por a escória ser mantida) a temperaturas superiores a 13505C, sobretudo a 14001C. 1 Processo de acordo com uma das reivindicações de 1 a 4, caracterizado por a 2 sangria da escória do reservatório intermédio para as calhas de distribuição ser regulada 3 por um fecho regulável, sobretudo uma saída equipada com um bujão, em função da 4 espessura da camada de escória depositada em cima do cilindro de refrigeração ou das 5 placas de refrigeração.
  5. 6. Processo de acordo com uma das reivindicações de 1 a 4, caracterizado por a velocidade de transporte do cilindro de refrigeração ou das placas de refrigeração e/ou a sangria da escória do reservatório intermédio serem reguladas em função de um valor de medição para o estado de vitrificação à saída das placas de refrigeração.
  6. 7. Processo de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por o estado de vitrificação ser averiguado por um sensor óptico para a determinação da transmissão e/ou da reflexão do tapete de escória à saída do cilindro de refrigeração ou das placas de refrigeração.
  7. 8. Processo de acordo com uma das reivindicações de 1 a 7, caracterizado por a temperatura de remoção da escória do tapete ser regulada entre os 700fiC e os 800SC.
  8. 9. Processo de acordo com uma das reivindicações de 1 a 8, caracterizado por a velocidade de arrefecimento ser ajustada para valores entre os 108/s e os 209/s.
  9. 10. Processo de acordo com uma das reivindicações de 1 a 9, caracterizado por o calor perdido do tapete de escória ser recuperado à saída da remoção, num poço de refrigeração ou numa calha de vibração.
  10. 11. Processo de acordo com uma das reivindicações de 1 a 10, caracterizado por sair do reservatório intermédio ferro em bruto sedimentado, através de um sangradouro localizado por baixo do sangradouro da escória.
  11. 12. Processo de acordo com uma das reivindicações de 1 a 11, caracterizado por ser introduzido no reservatório intermédio, em função das análises realizadas na escória, aditivos ácidos, como, por exemplo, Si02, a fim de manter a desejada basicidade da escória.
  12. 13. Processo de acordo com uma das reivindicações de 1 a 12, caracterizado por o cilindro de refrigeração ou as placas de refrigeração planas serem utilizados com ranhuras reticulares na superfície das placas.
  13. 14. Processo de acordo com uma das reivindicações de 1 a 13, caracterizado por o cilindro de refrigeração ou as placas de refrigeração serem arrefecidos para temperaturas abaixo de 400eC, de preferência, abaixo de 350SC, na parte do tapete que não está ocupada pela escória, por radiação e/ou contacto e/ou aplicação de um produto refrigerante.
  14. 15. Equipamento para a realização do processo de acordo com uma das reivindicações de 1 a 14, com pelo menos um cilindro de refrigeração (17) ou placas de refrigeração (27), caracterizado por estar previsto um reservatório intermédio para a escória líquida, por existir a seguir ao reservatório intermédio (1) uma calha de distribuição (11) e por a calha de distribuição (11) apresentar um número múltiplo de saídas ou vertedouros (15) adjacentes para a saída da escória fundida em correntes paralelas entre si (16) que então são depositadas no cilindro de refrigeração (17) ou nas placas de refrigeração (27) que se encontram a seguir.
  15. 16. Equipamento de acordo com a reivindicação 15, caracterizado por a calha de distribuição ser montada de forma basculante, sendo a primeira posição basculante a posição de saída, em que as correntes paralelas entre si são depositadas sobre o cilindro de refrigeração ou as placas de refrigeração e a outra posição basculante a posição oposta em que o conteúdo da calha de distribuição é introduzido num recipiente colector.
  16. 17. Equipamento de acordo com a reivindicação 15 ou 16, caracterizado por estarem colocadas entre a calha de distribuição e o cilindro de refrigeração ou as placas de refrigeração, na área das correntes livres, chapas de irradiação para afastar o calor.
  17. 18. Equipamento de acordo com as reivindicações 15,16 ou 17, caracterizado por ser colocado em pelo menos uma parte do perímetro do cilindro de refrigeração ou ao longo de pelo menos uma parte do trajecto das placas de refrigeração ou do tapete formado por placas de refrigeração placas para a recuperação do calor irradiado pela escória.
  18. 19. Equipamento de acordo com uma das reivindicações de 15 a 16, caracterizado por nas áreas isentas de escória do tapete formado por placas de refrigeração ou do cilindro de refrigeração serem colocadas contraplacas ou placas de refrigeração e/ou injectores para a pulverização de produtos refrigerantes. Lisboa, !~ Ϊ OUT. 2001 Por VOEST-ALPINE INDUSTRIAL SERVICES GmbH
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