PT894232E - Mecanismo para secar fardos de forragem humida com a forma cilindrica e/ou paralelipipeda - Google Patents
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Description
DESCRIÇÃO
Mecanismo para secar fardos de forragem húmida com a forma cilíndrica e/ou paralelipípeda
Esta invenção corresponde a um mecanismo para secar fardos de forragem húmida com a forma cilíndrica e/ou paralelipípeda, compreendendo as características da primeira parte da reivindicação 1. Tal mecanismo é conhecido por exemplo, do EP-A-0534382. É de conhecimento geral, que, antes de ser armazenada, uma grande parte da forragem actualmente produzida, é compactada e empacotada sob a forma de substanciais fardos cilíndricos ou prismáticos. Para evitar a fermentação, que iria alterar a forragem durante o seu armazenamento, antes dos fardos serem armazenados, devem ser sujeitos a secagem artificial, por um equipamento adequado.
As instalações de secagem artificial conhecidas abrangem substancialmente uma câmara de ventilação, que contem aberturas que introduzem o ar, e em cada uma destas aberturas, são posicionadas uma ou duas faces planas opostas do fardo para serem secas. Uma corrente de ar seco é conduzida pelas aberturas que introduzem o ar, para passar pela massa da forragem, assim secando-a. Esta corrente de ar seco é produzida por um ventilador centrífugo ligado à câmara de ventilação. A grande desvantagem destas instalações de secagem, é a distribuição irregular de ar quente pela massa do fardo. Isto leva a uma secagem não uniforme, da forragem devido à perda de ar causada por passagens preferenciais de circulação do ar que surgem no fardo devido à sua falta de uniformidade, causando consequente e considerável gasto de energia, e um alongamento do tempo de secagem.
Este fenómeno é ainda mais aparente em fardos de núcleo macio, já que a presença de regiões de forragem mais compactadas e periféricas significa que a circulação de ar de secagem é maior ao longo do eixo do fardQíe peias superfícies laterais inferiores. É assim,^riadã.:upia»PBglão crítica, localizada na região superior do fardo, o que significa mais tempo de secagem.
Foram propostas diversas soluções para resolver este problema, como; usar uma abertura de entrada de ar seco sob a forma anelar em vez de circular, ou impedir a saída de ar da parte superior do fardo através de uma espécie de cobertura. As soluções propostas no entanto não obtiveram resultados satisfatórios. A este respeito, pode-se dizer que a secagem.do fardo ainda não é uniforme, havendo ainda consequente risco de fermentação no caso dos fardos de conteúdo de humidade relativamente alto (por exemplo excedendo os 40%). Ainda mais, de forma a reduzir a região de fermentação a um mínimo, a secagem de todo o fardo é frequentemente prolongada, dando origem a um considerável gasto de energia. Mais uma desvantagem é o facto de que significativas quantidades de ar seco podem escapar entre a abertura de circulação de ar e a superfície do fardo, com subsequente perda de energia.
Outro sistema conhecido consiste em empilhar dois fardos de forragem húmida, pressionando-os entre duas câmaras de circulação de ar, e introduzir ar através de aberturas de circulação, sendo estas de forma circular. Esta solução também não obteve grandes resultados, sendo de eficiência limitada devido ao excessivo peso que actuava na extremidade inferior do fardo que se encontrava por debaixo.
Um outro sistema conhecido (veja EP-A-0534382), consiste em usar entre um fardo e outro tubos de distribuição ou tubos de comunicação, equipados com aberturas rodeados por anéis periféricos de projecção, que são inseridos no fardo atingindo assim uma certa selagem. No entanto estes tubos de comunicação não se suportam por si só, e são alimentados por canais mortos. Este facto melhorou substancialmente a eficiência do mecanismo, já que cada abertura de entrada de ar está destinada a secar, e de facto seca, apenas a parte especícica do fardo que deve secar. No entanto a eficiência é ainda muito penalizada em relação aos fardos inferiores, já que estes últimos são esmagados pelo peso dos fardos que se encontram por cima, e igualmente devido à circulação de ar preferencial que surge no fardo, devido por sua vez à energia cinética que o ar originado dos canais possue.
Um objectivo da presente invenção é resolver os problemas acima referidos apresentando para isso um mecanismo para a secagem de fardos de forragem de qualquer conteúdo inicial de humidade, que assegure uma secagem do fardo substancialmente uniforme e eficiente.
Note-se que o termo equilíbrio esobárico. assim como é usado na requerição 1 em referência às câmaras de ventilação significa câmaras em que a àrea da passagem da secção vertical para a corrente de ar seco, gerado por um aquecedor, é significativamente maior do que de uma abertura de circulá^o individual, isto é câmaras ligadas entre'si em: forma de anel, para que nas diferentes câmaras de ventilação e em cada local, exista substancialmente a mesma pressão quando o mecanismo está em funcionamento, e mais ainda embora existam vários níveis de circulação a, sair das aberturas de circulação individuais, (devido a possíveis e diferentes compactações dos vários fardos), a mesma pressão é mantida correspondendo com cada abertura de circulação. As câmaras de ventilação têm uma conveniente estrutura em metal, em particular de aço. A invenção será mais aparente através da seguinte descrição das encorporações. Esta descrição é realizada para acompanhar os desenhos, em que:
Figura 1 é uma esquemática elevação frontal do mecanismo de acordo com a invenção, apresentada nesta condição;
Figura 2 é uma elevação lateral do referido;
Figura 3 é uma visão plana por de cima do referido;
Figura 4 é também uma elevação frontal do referido, mas apresentada de forma fechada;
Figura 5 é uma elevação lateral do referido;
Figura 6 é uma elevação frontal do referido apresentada de forma aberta e com os fardos inseridos;
Figura 7 é uma elevação frontal de uma encorporação modificada da invenção, apresentada de forma fechada, sendo o mecanismo do tipo autopropulsionado;
Figura 8 é uma elevação frontal de uma outra encorporação da invenção, apresentada sob a forma fechada, tendo sido adicionado ao mecanismo um carro para permitir o seu reboque por um tractor;
Figura 9 é uma elevação frontal parcial do mecanismo de acordo com a invenção, apresentando de forma esquemática a passagem das linhas de circulação do ar seco durante o funcionamento do aparelho;
Figura 10 é uma visão plana esquemática de uma das câmaras de ventilação, equipada com adaptadores para secar fardos de forma paralelipípeda.
Da Figura 1 a 6, pode ser visto que o mecanismo de secagem dos fardos, indicada pela referência 1, compreende uma montagem 2 de três câmaras de ventilação 2a, 2b e 2c, que igualmente actua como um suporte para que os fardos 3 de forragem sejam secos.
Como pode ser visto pelas figuras, as três câmaras de ventilação são diferentes, no sentido em que a câmara de ventilação inferior 2a também actua como base para repouso no chão e/ou como um portador de carga, se no mecanismo estiver instalado ou autopropulsionado um carro, e compreende um conjunto de quatro tubos de comunicação de circulação, consistindo cada um de uma abertura circular 4 da qual sai o ar seco em circulação, e um correspondente anel a projectar para a parte superior, anel este que a rodea 4a, o qual na práctica ao ser inserido na forragem permite a obtenção de selagem quando um fardo de forma cilíndrica (na Figura 1 e 3, encontra-se um ihdicado por 3) é suportado por uma destas faces planas na câmara de ventilação, 2a em correspondência com um dos tubos de comunicação de circulação. (4, 4A) A câmara de ventilação superior 2b, além de englobar na sua parte inferior um conjunto de quatro tubos de comunicação de circulação alinhados, idênticos aos da câmara inferior 3a, também tem a função de suportar o aquecedor 5, e um telhado 9, que protege o aquecedor 5 e também cobre toda a instalação da câmara de ventilação 2. A câmara intermediária 2c é posicionada entre as câmaras 2a e 2b e compreende quatro tubos de comunicação de circulação alinhados, 4 tanto na sua parte superior como inferior, sendo estes tubos de comunicação idênticos aos das outras duas câmaras 2a e 2b, e sendo dispostos em posições correspondentes. A câmara intermédia 2c suporta o peso dos fardos 3 (Figura 6), que estão colocados nessa câmara em correspondência com os correspondentes tubos de comunicação de circulação superiores 4.
As câmaras de ventilação superior e intermédia 2b e 2c respectivamente, são suportadas por um correspondente êmbolo hidráulico e telescópico de cilindro 6, formando parte do mecanimo 1, que permite-lhes serem elevados e baixados de modo a mover o mecanismo de secagem da sua chamada condição aberta para a sua condição fechada (Figura 4 e 5) e vice-versa, e para permitir um posicionamento correcto dos fardos 3 para serem secos.
Como pode ser visto pelas figuras, as câmaras de ventilação 2a, 2b e 2c estão ligadas por canais inferiores 7 de diâmetro adequado, que permitem que uma corrente de ar seco gerada pelo aquecedor 5 alimente cada câmara 2a, 2b e 2c, e consequentemente uma ligação em anel entre as câmaras, o que significa que a pressão dinâmica da corrente de ar que deixa o aquecedor 5 é convertido substancialmente em uma pressão uniforme e estática em todas as câmaras de ventilação 2a, 2b e 2c, para que a pressão seja a mesma em correpondência com cada aquecedor 4, não esquecendo o facto de que o nível de circulação de ar que deixa cada aquecedor 4 pode ser diferente (devido à possível e diferente compactação da forragem nos vários fardos 3 a serem secos).
Desta forma, são obtidas câmaras de equilíbrio esobárico dando um óptimo resultado a nível do alto consumo de energia.
Como se pode ver pelas Figuras 1 e 3 os canais inferiores 7 estão localizados na parte traseira do mecanismo 1, para que quando o mecanismo for aberto (Figuras 1 e 2), o carregamento de fardos 3 a serem secos não seja impedido. . Os êmbolos hidráulicos e telescópicos de cilindro 6 são três neste caso específico ( mas podiam ser de número diferente, por exemplo um, se forem fornecidos guias de movimento -àdequádcs), localizados numa tal posição, de modo a não impedir o carregamento dos fardos.
As Figuras 4 e 5 mostram o mesmo mecanismo de secagem fechado (indicada por 1’), sendo de considerável compactação e volume mínimo. A Figura 6 apresenta o mesmo mecanismo 1 em funcionamento, o mecanismo 1 ” sendo já apresentado carregado com três fardos a serem secos. Para alcançar esta condição (Figura 6) a partir do momento em que o mecanismo está fechado (Figuras 4 e 5), os êmbolos hidráulicos e telescópicos de cilindro 6 são operados de forma a ascender as câmaras de ventilação 2b e 2c a um nível mais alto do que o da Figura 6, igualmente para permitir um posicionamento confortável dos réspectivos fardos 3 a serem secos na câmara inferior 2a e câmara intermédia 2c, em correspondência cóm os respectivos tubos de comunicação de circulação 4, e de seguida descer as câmaras 2b e 2c, para que a roda motriz ( sobre o eixo do volante) anelar projectória 4A dos respectivos tubos de comunicação inferiores 4 seja inserida na forragem, para obter selagem.
Nesta altura, o aquecedor 5 pode ser operado de forma a que quando condições normais de funcionamento forem atingidas, uma corrente de ar substancialmente à mesma, pressão, circule de cada tubo de comunicação de circulação 4 , sendo apresentadas na Figura 9 as respectivas linhas de circulação.
Ajustando o aquecedor a um tempo adequado, a forragem que está a formar um fardo individual 3, pode ser seco à temperatura adequada e de forma substancialmente uniforme e contínua, com um consumo de energia siginificativamente menor do que os actuais mecanismos de secagem. A Figura 7 mostra uma encorporação do mecanismo (Figuras 1 até 6) modificada 1A’, fechada, numa versão autopropulsionada, formando basicamente o mecanismo de secagem parte de um camião.
Na versão 1B’ da Figura 8, o mecanimo de secagem, quando está fechado faz parte de um reboque que pode ser rebocado por um tractor 21.
Os mecanimos acima descritos são particularmente adequados para secar.fardos cilíndricos.
Se fardos paralelipípedos vão ser secos, é conveniente fornecer tubos de comunicação adequados.
Em particular, a Figura 10 mostra adaptadores 10 aplicavéis às câmaras de ventilação para modificar a forma da entrada (circular) dos tubos de comunicação de circulação. Os adaptadores 10 são aplicados nos tubos de comunicação individuais superiores 4 da câmara intermédia 2c para converter a entrada dos tubos de comunicação de circulação 4 da forma circular em duas entradas de comunicação 11 de forma duplo Y, cada um equipado de uma roda motriz projectória e direccionada para cima 11A para formar selagem. Em correspondência com cada tubo de comunicação com forma duplo Y, pode ser colocado um fardo de forma paralelipípeda (não é visível), posicionada de tal forma, que á sua correia (que passa por entre quatro das suas faces consecutivas laterais, formando pares opostos) não estão alinhados em correspondência com os tubos de comunicação 11.
Através dos adaptadores 10 da Figura 10, o respectivo mecanismo de secagem 1C pode ser usado tanto para fardos cilíndricos como para paralelipípedos.
Obviamente, se na sua maioria serão secos fardos paralelipípedos, as câmaras de ventilação 2a, 2b e 2c serão directamente equipadas com tubos de comunicação de circulação duplo Y 11, com a oportunidade de equipar adaptadores para converter um par de tubos de comunicação duplo Y 11 num tubo de comunicação circular 4.
Desde a Figura 1 à 6, pode ser visto que o respectivo mecanismo 1 pode ser pré-instalado na oficina e estar pronto para funcionar, sem que seja necessário trabalho de montagem nas instalações do utlizador. O mecanismo pode também ser equipado com rodas ou ser autopropulsionado (Figuras 7 e 8) para haver sequência com a ceifa e com a preparação do fardo.
Em todos os casos, o mecanismo tem uma estrutura que é de simples construção e instalação, para que os custos da respectiva produção sejam particularmente baixos.
Mais ainda na práctica, o mecanismo da invenção evita que a forragem seca seja esmagada, o que pode evitar a obtenção de um óptimo resultado.
De novo, o facto de que o ar de secagem é fornecido simultaneamente a duas faces opostas do fardo, evita na práctica a formação de aberturas preferenciais no fardo para o ar de secagem (o ar sendo compelido a sair da superfície lateral do fardo), com consequente e significativa poupança de energia, e optimização de resultados.
Como já foi verificado, por virtude da presente invenção é também possível, ao fornecer tubos de comunicação de circulação com uma entrada de forma adequada, secar fardos cilíndricos ou paralelipípedos, ou até fardos dos dois tipos se forem fornecidos adequados adaptadores removíveis. O mecanismo da presente invenção pode ser equipado com um gerador eléctrico e um depósito de combustível para o tornar independente. Neste caso, fornecendo igualmente motores eléctricos adequados e operados pela electricidade produzida pelo gerador, e ao adaptar o mecanismo de secagem corn rodas ou carris adequados operados pelos ditos motores, o mecanismo pode ser construído de formâ a ser autopropulsionado.
Finalmente ao fornecer o mecanismo com painéis de encerramento removivéis ou dobráveis ou com panos alcatroados extensíveis, do tipo usado em camiões, a forragem a ser seca fica imune à chuva que pode ocorrer durante a operação. CARLOS EUGÊNIO REIS NOBRE Mand.itório Autorizado Junto do LN.P.j. (Instituto NacíonaJ <to Prc-prâdade Industriai) Av- Almirante' Ftets, 122-1®
Claims (15)
- REIVINDICAÇÕES 1 - Um mecanismo (1, 1 A’, 1B’, C) para secagem de fardos de forragem húmida, com a forma cilíndrica (3) e/ou paralelipípeda, que compreende uma montagem (2) de câmaras de ventilação extendidas horizontalmente (2a, 2b , 2c) e colocadas umas sob as outras, a câmara de ventilação inferior (2a) apresenta uma pluralidade de aberturas de circulação (4, 11) na sua face superior, os fardos (3) são posicionados na câmara de ventilação inferior 2a em correspondência com as respectivas aberturas de circulação (4, 11), a câmara de ventilação superior (2b) apresenta uma pluralidade correspondente de aberturas de circulação (4, 11) na sua face inferior, as câmaras de ventilação intermédias (2c) apresentam uma correspondente pluralidade de aberturas de circulação (4, 11) tanto na sua face superior como na sua face inferior, os fardos (3) são posicionados na câmara de ventilação intermédia (2c) em correspondência com as suas aberturas de circulação superiores, meios (6) fornecidos para mover verticalmente e mutualmente as câmaras de ventilação (2a, 2b, 2c) nas duas posições, isto é caracterizado pelo facto que as câmaras estão em equilíbrio isobárico e podem sustentar o peso dos fardos (3) posicionados directamente nestas.
- 2 - Um mecanismo de secagem (1, 1A’, 1B’) como reivindicado em 1, no qual as aberturas de circulação (4) são rodeadas de uma roda motriz projectória exterior (4A, 11 A).
- 3 - Um mecanismo de secagem (1, 1A’, 1B) como reivindicado em 2 para secar fardos Cilíndricos (3), no qual as aberturas de circulação são circulares (4).
- 4 - Um mecanismo de secagem (11A’, 1B’) como reivindicado em 2 para fardos paralelipípedos, no qua! as aberturas,de circulação (11) têm a froma de dupo Y.
- 5 - Um mecanismo de secagem (1C) como reivindicado em 2, no qual os adaptadores (10) têm a capacidade de transformar a forma das aberturas de circulação (4) parâ permitir. também a secagem de fardos paralelipípedos, se o mecanismo estiver equipado de aberturas adequadas para fardos cilíndricos e vice-versa.
- 6 - Um mecanismo de secagem (1, 1 A’, 1B’, 1C) como reivindicado em 1, no qual só existe uma única câmara de ventilação intermédia.
- 7 - Um mecanismo de secagem (1, 1A\ 1B’, 1C), como reivindicado em 1, no qual o movimento vertical da câmara de ventilação superior (2b) e da câmara de ventilação intermédia(2c) nas duas direcções, é obtido pelos êmbolos telescópicos de cilindro (6).
- 8 - Um mecanismo de secagem (1, 1A’, 1B, 1C) como reivindicado em 6, no qual quatro aberturas de circulação alinhadas são colocadas nessas faces das câmaras de ventilação (2a, 2b, 2c), que estão viradas para os fardos.
- 9 - Um mecanismo de secagem (1A’, 1B’, 1C) como reivindicado em 1, no qual a câmara de ventilação superior (2b) também engloba um aquecedor (5).
- 10 - Um mecanismo de secagem como reivindicado em 1, no qual as câmaras de ventilação estão ligadas entre si por conductas inferiores (7).
- 11 - Um mecanismo de secagem (1B’) como reivindicado em 6, equipado de um carro (12), que permite o seu transporte através de reboque.
- 12 - Um mecanismo de secagem (1A’) como reivindicado em 6 equipado com rodas (13), um motor (14), e uma posição de arranque (15), para se tornar autopropulsionado.
- 13 - Um mecanismo de secagem como reivindicado em 6, equipado com um gerador eléctrico e respectivo depósito de combustível.
- 14 - Um mecanismo de secagem com reivindicado em 13, equipado de um ou mais motores eléctricos gerados pelo gerador eléctrico e de rodas ou carris adequados operados pelos ditos motores, para tomar o mecanismo autopropulsionado.
- 15 - Um mecanismo de secagem (1, 1 A’, 1B’, 1C) como reivindicado em 1, equipado com painéis removíveis ou dobráveis ou panos alcatroados extensíveis para evitar que a forragem seja molhada em caso de chuva durante a operação. CARLOS EUGÊNIO REIS NOBRE Mandatário Autorizado Junto do l.N.P.I. (Instituto Nacional da Propriedade tndustríal) Avs Almirante Reis, Ί23-15,
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