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PT2870847T - Um aparelho para transplantar plantas - Google Patents

Um aparelho para transplantar plantas Download PDF

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Publication number
PT2870847T
PT2870847T PT141923748T PT14192374T PT2870847T PT 2870847 T PT2870847 T PT 2870847T PT 141923748 T PT141923748 T PT 141923748T PT 14192374 T PT14192374 T PT 14192374T PT 2870847 T PT2870847 T PT 2870847T
Authority
PT
Portugal
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plant
groove
keel
soil
plants
Prior art date
Application number
PT141923748T
Other languages
English (en)
Inventor
Joaquin Gusi Gracia Carlos
Gerardus Stroot Bram
Original Assignee
Plant Tape Altea S L
Plant Tape Usa Inc
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
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Publication date
Application filed by Plant Tape Altea S L, Plant Tape Usa Inc filed Critical Plant Tape Altea S L
Publication of PT2870847T publication Critical patent/PT2870847T/pt

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  • Soil Sciences (AREA)
  • Environmental Sciences (AREA)
  • Transplanting Machines (AREA)

Description

DESCRIÇÃO "UM APARELHO PARA TRANSPLANTAR PLANTAS"
CAMPO TÉCNICO A presente divulgação dirige-se a um aparelho e um método para transplantar plantas compreendendo um módulo de transplante configurado para transplantar sequencialmente uma pluralidade de plantas.
ANTECEDENTES A transplantação de plantas e/ou plântulas de uma estufa, viveiro ou outros locais de crescimento para o solo é frequentemente uma operação que é realizada, de forma a melhorar a eficiência da colheita. As vantagens de transplantar plantas/plântulas para um campo ou um solo pode ser vista como uma extensão de um período vegetativo ao iniciar o crescimento das plantas no interior antes das condições exteriores serem favoráveis. É possível proteger plantas jovens de doenças e pragas e evitar problemas de germinação ao plantar plântulas em vez de semear diretamente. A operação de transplantação manual foi feita durante muito tempo e pode ser considerada um processo muito moroso, uma vez que as plantas têm de ser plantadas manualmente no solo, e o tempo para cada transplantação é longo. Como tal, em operações de agricultura a nível profissional a transplantação é frequentemente levada a cabo por aparelhos capazes de preparar o solo, bem como ajudar no posicionamento das plantas nas posições corretas. Tais transplantadores podem ser vistos como p. ex. Um transplantador rotacional, em que o aparelho prepara o solo numa fila única, enquanto as plântulas ou plantas são introduzidas manualmente num depósito rotativo de tal modo que o aparelho possa posicionar as plantas no solo, antes da próxima planta ser introduzida no solo. 0 problema dos transplantadores semiautomáticos de fila única é que é muito moroso transplantar um campo inteiro de culturas, uma vez que a velocidade de transplantação está dependente da velocidade do operador e apenas uma fila pode ser trabalhada de cada vez. Como tal, existe uma necessidade para um método mais rápido para transplantar plântulas/plantas. AU 2007100035 introduz um aparelho de transplantar para plantação de plântulas de alta intensidade num leito substancialmente plano e liso em várias filas, em que cada fila é munida de um tubo de queda de plântula, lâminas que se prolongam lateralmente abaixo de uma placa deslizante para cortar um sulco para cada fila, e possuindo elementos para libertar uma plântula disponibilizada pelo tubo de queda numa posição para ser plantada no sulco. Este aparelho é capaz de transplantar mais plântulas por vez, significando que um número mais elevado de plântulas é introduzido no solo numa direção transversal.
Contudo, um problema de tal aparelho é a velocidade de introdução de plântulas na direção de plantação, i.e. ao longo da fila, ser limitada, devida a limitações mecânicas do facto das lâminas não poderem ser arrastadas no solo a velocidades elevadas, devido às forças e impactos elevados que o solo transmitiria às lâminas. Para além disso, os sulcos são cortados no solo por lâminas em forma de cunha, o que significa que o material removido dos sulcos que são cortados deve ser movido para fora do sulco, o que causa uma pressão mecânica elevada nas lâminas. US 4106415 divulga um aparelho de acordo com o preâmbulo da reivindicação 1. Fornece uma máquina de plantação mecânica compreendendo dois elementos sem fim circulantes paralelos localizados acima do sulco com cabos flexíveis ligados a intervalos regulares. O dispositivo localiza-se acima do sulco de tal modo que os cabos ficam pendurados formando duas paredes de cabos paralelas que penetram o sulco e aí suportam a planta até o solo ser compactado. WO 2004/107843 fornece uma máquina para a extração de torrões de solo (e das plantas a crescerem neles) de tabuleiros de torrões de solo correspondentes, e a plantação de torrões de solo no solo. A invenção refere-se especialmente à transplantação de plântulas coníferas. EP 0137399 fornece um método para cultivo e plantação de bolbos numa banda. É igualmente fornecida uma máquina para plantar os bolbos. A máquina de plantar é munida de uma gaveta para plantas, com um membro para manipular linhas de plantas, uma calha de alimentação, um arado, rodas compactadoras, mecanismo operativo para o membro manipulador, e uma esteira movendo a gaveta das plantas na direção lateral. O membro manipulador manipula cada linha de bolbos em banda do ponto de origem e move-a, puxando pela extremidade, ao longo da calha de alimentação para o sulco aberto pelo arado. As rodas compactadoras fecham o sulco e pressionam os bolbos em contacto estreito com o solo circundante.
Como tal, existe uma necessidade de um aparelho para transplantação que seja capaz de transplantar plântulas para o solo a velocidades elevadas, com elevada consistência, de forma a minimizar a quantidade de tempo usado para cada plântula sequencial, de tal modo que a eficiência da operação de transplantação seja otimizada. A consistência da operação de transplante significa que é possível otimizar a utilização do solo de um campo para cultivo de plantas, de forma a assegurar que cada planta possui a área correta de solo de forma a crescer de forma eficiente.
BREVE RESUMO DA INVENÇÃO
De acordo com a invenção, é fornecido um aparelho para transplantar plantas compreendendo um módulo de transplante configurado para transplantar sequencialmente uma pluralidade de plantas, o módulo de transplante compreendendo: uma superfície de contacto do solo sendo substancialmente planar a um solo a ser plantado, um membro de quilha para criar um sulco no solo onde a quilha se prolonga por uma distância predefinida abaixo da superfície de contacto do solo, em que uma periferia externa do membro de quilha define a profundidade do sulco, um elemento portador configurado para suportar a planta por baixo, em que o elemento portador se prolonga a partir de uma posição acima da superfície de contacto do solo até uma posição abaixo da superfície de contacto do solo, e prolongando-se numa profundidade predefinida no sulco para transporte da planta do aparelho para o sulco em que o elemento portador possui uma extremidade distai para libertar a planta, um elemento de transporte para transportar a planta empurrando-a ao longo do elemento portador, sendo caracterizado por o elemento portador ser configurado para expor uma periferia externa da planta abaixo da superfície de contacto do solo de tal modo que pelo menos uma parede lateral do sulco entre em contacto com uma periferia externa da planta antes da planta ser libertada da extremidade distal do elemento portador, o elemento de transporte é configurado para transportar a planta ao longo de um eixo longitudinal que é substancialmente paralelo à direção de cultivo do aparelho, em que o elemento de transporte é configurado para libertar a planta, quando a planta atinja a sua profundidade predefinida no sulco.
De acordo com a invenção o membro de quilha e o elemento portador podem ser peças/membros separados capazes de completar os objetivos de partes/membros. Em alternativa, as peças/membros integrais como um membro único capaz de completar todos os aspetos de peças/membros. 0 aparelho de acordo com a invenção é capaz de transplantar plantas a uma velocidade elevada e com uma precisão muito consistente, na distância entre cada planta/plântula transplantada. 0 aparelho pode ser ligado a um veiculo, tal como um trator, que é capaz de transportar o aparelho para o local de transplantação ou o campo. Em alternativa o aparelho pode ser autónomo, i.e., possuindo os componentes mecânicos necessários para se mover autonomamente ou que o aparelho seja uma parte integrante de um veiculo de transplantação. Quando a transplantação esteja para iniciar, o aparelho pode ser descido em direção ao solo ou à terra, de tal modo que a superfície de contacto do solo possa ficar em contacto com a superfície do solo.
Quando o aparelho tenha sido introduzido/descido para a posição de início da operação de transplantação, o veículo pode manobrar o aparelho na direção de transplantação, i.e. a direção da fila a ser transplantada. A superfície de contacto do solo assegura que o aparelho possui a posição vertical correta, relativamente à superfície do solo, assegurando que o membro de quilha e/ou o elemento portador se prolonga numa profundidade predefinida no solo/terra, criando um sulco com a profundidade pretendida, e assegurando que a planta é introduzida a uma determinada profundidade no sulco. A superfície de contacto do solo pode ajudar a compactar o solo, de tal modo que possa ser mais fácil criar o sulco e pode igualmente ajudar a controlar a profundidade de cultivo, ao assegurar que o aparelho não se afunda no solo. A superfície de contacto do solo pode ter a forma de uma placa deslizante, esqui, rodas ou qualquer tipo de superfície que seja capaz de controlar a profundidade de penetração do aparelho. 0 membro de quilha prolonga-se a partir da superfície de contacto do solo numa direção vertical em sentido descendente para o solo, permitindo que o aparelho penetre o solo durante a operação de cultivo, e enquanto está a ser transportado na direção de plantação criará um sulco que se prolonga na mesma direção que a direção de cultivo do aparelho/veículo. A quilha pode ter uma periferia externa, que pode definir o ponto mais inferior do aparelho, e em que a periferia externa define a profundidade do sulco a ser criado. Isto significa que a periferia externa da quilha cria pelo menos o fundo (parte inferior) do sulco. A quilha assegura que o sulco é munido de paredes laterais e um fundo, em que a quilha mantém pelo menos partes do sulco abertas durante a operação de transplantação pelo menos até a planta ser corretamente introduzida no sulco. Como tal, o membro de quilha pode igualmente funcionar como um membro de suporte ao sulco, assegurando que o sulco não colapsa antes da planta ser introduzida. A largura do sulco pode ser controlada pela largura transversal do membro de quilha, de tal modo que a periferia transversal do membro de quilha possa encostar-se à parede lateral do sulco, durante a operação de transplantação e assim assegurar que o solo é pressionado pelo volume criado pelo membro de quilha que define o sulco, em que o material pode ser empurrado para a frente ou para os lados. 0 aparelho pode ser carregado com uma pluralidade de plantas, que podem ser introduzidas p. ex. sob a forma de um tabuleiro ou numa tira de plântulas, em que cada planta é introduzida no elemento portador. 0 elemento portador pode ser capaz de transportar uma pluralidade de plantas, em que as plantas são alinhadas sequencialmente, uma após a outra, similar à função de um carregador ou uma correia transportadora. 0 elemento de transporte pode ser adaptado para agarrar a planta, enquanto a planta se encontre dentro do aparelho, e em que o elemento de transporte é adaptado para transportar a planta de dentro do aparelho e ao longo do elemento portador para dentro do sulco. 0 elemento de transporte introduz a planta no sulco numa direção que é paralela ao sulco, de tal modo que a planta é "deslizada" para dentro do sulco. A combinação de utilizar o elemento portador para suportar a planta e o elemento de transporte para transportar a planta assegura que a planta só é libertada no momento correto, de tal modo que é assegurado que a planta se prolonga a uma profundidade predefinida abaixo da superfície do solo. A profundidade predefinida abaixo da superfície do solo pode ser escolhida com base no tipo de planta a ser plantada, e pode ser ajustada para cada tipo de planta.
Quando a planta atinja a sua posição mais baixa a parede lateral do sulco prendeu os lados da planta, de tal modo que a orientação e profundidade da planta são definidas. Como tal, a planta é fixa ao solo e o movimento da planta relativamente ao aparelho é controlado pelo movimento do aparelho relativamente ao solo, e não há necessidade de suportar a planta. Como tal, o movimento do aparelho assegurará que o aparelho é recolhido para longe da planta.
Subsequentemente, a planta seguinte é introduzida no sulco numa posição longitudinal diferente da planta anterior, e é plantada pelo aparelho de acordo com o acima.
Numa forma de realização, o elemento de transporte liberta a planta quando uma parte distai da planta passe a extremidade distal do elemento portador. Tal significa que a planta passou a extremidade distai, e já não é ou é apenas parcialmente suportada pelo elemento portador.
Em algumas formas de realização, o elemento de transporte está fixo. 0 termo "fixo" significa que os calcadores não cedem em nenhum ponto ao longo do comprimento do braço.
Numa forma de realização, o elemento de transporte é retrátil. 0 termo "retrátil" como utilizado em relação aos calcadores significa que existe pelo menos um ponto de rotação ao longo do comprimento do braço, p. ex., entre o braço principal (52) e o braço inferior (53) como mostrado na figura 5A. A retração do elemento de transporte permite o ajustamento da distância entre as plantas transplantadas e uma taxa de transplantação elevada (i.e., o trator pode ser conduzido a uma velocidade mais elevada). Uma densidade mais elevada de plantas transplantadas numa parcela de terreno pode ser obtida usando o elemento de transporte retrátil. Adicionalmente, os membros de transporte retráteis permitem um cultivo mais rápido de uma unidade de terra. Numa forma de realização, a distância entre as plantas transplantadas pode variar entre 10 centímetros e 24 centímetros numa fila. A distância pode ser entre 8 centímetros e 65 centímetros, entre 4 polegadas e 24 polegadas. A distância entre as plantas é constante e não varia durante o cultivo.
Quando uma pluralidade de módulos está a ser utilizada as plantas podem ser plantadas em filas paralelas ou filas deslocadas. As plantas numa configuração deslocada são plantadas relativamente à fila vizinha para formar um formato em diamante como é conhecido de um perito na técnica. Tal permite uma densidade mais elevada de plantas por unidade de terra. Os módulos vizinhos são ajustados para fornecer este deslocamento com recurso à definição independente do momento em que os calcadores avançam a planta para o solo.
Numa forma de realização da invenção, o aparelho pode ainda compreender um compactador para compactar o solo a ser plantado. Alguns tipos de solo podem ser relativamente soltos, especialmente se o solo estiver seco e pode ser necessário compactar o solo, antes de introduzir a quilha no solo para criar o sulco. Em algumas situações o solo pode estar tão solto que a quilha, por si só, não criará um sulco bem definido, uma vez que as paredes laterais podem desmoronar-se, colapsar ou desintegrar, uma vez que o solo está solto. Um exemplo de um solo solto pode p. ex. ser areia seca, que não consegue manter a sua forma quando é manipulada. Como tal, de forma a preparar o solo corretamente para criar um sulco bem definido, pode ser vantajoso compactar o solo antes da quilha entrar no solo, de tal modo que a densidade do solo seja aumentada e permita ser formado um sulco. Frequentemente o conteúdo de água do solo pode influenciar a maleabilidade do solo e a sua capacidade de manter a sua forma, mas a pressão compactadora é frequentemente suficiente assegurar a maleabilidade e as capacidades de retenção de forma do solo.
Numa forma de realização da invenção, a planta a ser transplantada pode ser uma plântula.
Numa forma de realização da invenção, a planta a ser transplantada pode compreender um compartimento para reter a plântula. Tal compartimento pode ser visto no EP0182263, em que o compartimento pode ser uma tira ou tira acondicionada fornecida ao longo do comprimento deste com bolsas contendo plantas ou plântulas. Quando a planta é fornecida numa tira, possuindo uma pluralidade de bolsas contendo plantas, o aparelho pode compreender um mecanismo de corte para separar as bolsas/compartimentos em elementos discretos a serem plantados. Os compartimentos podem ser introduzidos no elemento portador, e o elemento de transporte pode manobrar os compartimentos para o solo.
Numa forma de realização, o elemento portador pode ser configurado para fornecer suporte para a planta por baixo, pelo menos num lado e/ou por cima, assegurando que a orientação da planta é mantida de forma predeterminada durante o transporte e até à libertação da planta no solo. 0 elemento portador pode ser disposto para ter um perfil transversal que pode corresponder ao perfil transversal da planta, de tal modo que o elemento portador seja capaz de assegurar que a planta é alimentada em direção ao sulco durante a operação de transplantação de forma a assegurar que a posição final da planta antes e depois da libertação é ideal. 0 apoio por baixo assegura que a planta não é manobrada abaixo de um ponto predefinido no processo de mover a planta do aparelho e em direção à extremidade distal do elemento portador e minimiza a hipótese da planta não ser libertada numa posição no sulco que possa ser considerada demasiado profunda. 0 apoio lateral pode ser num lado, ou em ambos os lados, assegurando que a posição transversal da planta é correta durante o transporte da planta através do elemento portador. Tal assegura que a planta é introduzida na posição transversal correta no sulco, e assegurando assim que possa ser corretamente posicionada. 0 apoio por cima assegura que a planta é manobrada a uma profundidade correta no sulco, de tal modo que quando a planta é libertada dentro do sulco, o solo cobrirá suficientemente a planta para que as raízes cresçam no solo. Se a planta for posicionada demasiadamente alta dentro do sulco, existe um risco de as raízes não penetrarem no solo e assim transplantando incorretamente a planta e assim arriscando uma taxa de sucesso reduzida. A planta pode ser suportada em ambos por cima e por baixo durante a operação de transplantação. Tal pode assegurar que a planta seja incapaz de qirar ou manobrar para fora da sua posição predefinida pretendida durante o transporte. Se esta posição pretendida falhar, a planta pode girar, virar ou torcer de forma indesejável, o que pode não ter recuperação e resultar na libertação incorreta da planta para o solo, tornando assim a transplantação falhada.
Numa forma de realização, o elemento portador pode compreender uma abertura atravessada numa periferia transversal do elemento portador permitindo que uma parede lateral do sulco entre em contacto com a planta. A abertura atravessada pode estar disposta abaixo da superfície de contacto do solo, de tal modo que a abertura possa encostar à parede lateral do sulco. Ao permitir que a parede lateral do sulco entre em contacto com a parede lateral da planta, é possível reduzir as forças que são necessárias para transportar a planta em direção à parte distal do elemento portador, uma vez que o movimento da planta relativamente à parede lateral transferirá energia à planta devido à fricção entre as duas partes. A fricção ajuda a transportar a planta e assegura que a libertação da planta do elemento portador/aparelho é gradual em vez de repentina. A fricção entre a planta e a parede lateral do sulco pode ser aumentada da extremidade proximal em direção à extremidade distal do elemento portador, uma vez que a parede lateral do sulco pode começar gradualmente a cair em direção à planta. Como tal, a diferença de velocidade entre a planta e o sulco tornar-se-á cada vez menor até à libertação da planta do elemento portador, até a planta ser transplantada e a planta estar no solo.
Numa forma de realização, o elemento portador pode separar a planta do solo numa direção vertical antes da libertação. Ao possuir um elemento portador que separa a planta do solo numa direção vertical, o elemento portador pode ser colocado entre a planta e o solo assegurando que a planta não entra em contacto com o fundo do sulco, até ser libertada do elemento portador. Isto pode proteger as raizes da planta antes da libertação. Isto assegura ainda que a planta possa ser libertada à profundidade correta do sulco, uma vez que o elemento portador está disposto entre o fundo do sulco e a planta. 0 elemento portador pode igualmente assistir na prevenção de originar que o solo pressione em sentido ascendente a superfície do solo, durante a operação de transplantação, e assim assegurando que a planta é mantida de uma forma predefinida no sulco durante a transplantação.
Numa forma de realização, o elemento de transporte pode compreender pelo menos um membro de transporte possuindo uma extremidade proximal ligada a um mecanismo de direção e uma extremidade distai que se liga à planta a ser plantada. Pelo menos um membro de transporte pode ligar-se à planta a ser plantada, em que a ligação pode ser uma ligação mecânica libertável. 0 membro de transporte pode ligar-se à planta enquanto a planta está disposta no elemento portador dentro do aparelho, e pode ser usado para pressionar a planta ao longo do elemento portador em direção à extremidade distai para ser libertada do aparelho. A extremidade oposta do membro de transporte, i.e. a extremidade proximal, pode ser acionada por um mecanismo de direção que permite que a enerqia cinética do mecanismo de direção seja transferida do mecanismo de direção para a planta através do membro de transporte. 0 membro de transporte pode possuir um eixo longitudinal que se prolonga da extremidade proximal para a extremidade distai, em que o sentido da marcha do membro de transporte pode ser ortogonal ao eixo longitudinal do membro de transporte.
Numa forma de realização, o elemento de transporte pode compreender pelo menos um membro de transporte que entra no sulco numa posição inclinada da vertical e é adaptado para rodar ao longo do eixo longitudinal do aparelho em direção a uma posição substancialmente vertical em que a extremidade distai atinja a sua profundidade final no sulco e em que a rotação continua erga a extremidade distai para fora do sulco. 0 membro de transporte pode estar disposto para apoiar a planta de modo a que quando a planta esteja ligada ao membro de transporte, o ângulo entre o membro de transporte e a planta permaneça o mesmo durante o transporte, e até a planta ser libertada do membro de transporte para ser libertada do aparelho. Como tal, o membro de transporte pode contribuir para assegurar que a planta é orientada numa posição correta dentro do sulco, uma vez que a libertação da planta do elemento portador pode ser sincronizada com a libertação da ligação entre o membro de transporte e a planta. Como tal o membro de transporte não libertará a planta até a planta ter sido girada para a sua posição correta dentro do sulco.
Numa forma de realização, uma extremidade distal do elemento de transporte pode ser configurada para libertar a planta numa posição substancialmente vertical. Uma posição vertical da planta pode ser vista em que as raizes apontam substancialmente no sentido descendente e as folhas, caule ou a parte superior da planta, aponta substancialmente no sentido ascendente, de tal modo que a planta possa crescer numa posição vertical a partir do solo. 0 eixo vertical da planta pode prolongar-se da raiz e em direção à parte superior da planta, para que quando a planta esteja numa posição vertical, o eixo vertical da planta esteja substancialmente paralelo à vertical. A planta pode ser transportada através do aparelho em qualquer ângulo adequado, em que o eixo vertical da planta possa ser inclinado afastando-se da vertical durante o transporte da planta e em direção à libertação da planta do aparelho. 0 ângulo da planta durante o transporte pode não ser relevante, e a planta pode estar a um ângulo em relação à vertical quando o membro de transporte esteja ligado à planta. Contudo, pode ser vantajoso que quando o membro de transporte liberte a planta, a planta se encontre numa posição vertical, de tal modo que quando a planta seja libertada do aparelho permaneça numa posição vertical. 0 elemento de transporte pode ser configurado para colaborar com o elemento portador de tal modo que a rotação da planta seja suportada pelo elemento portador e pelo membro de transporte.
Numa forma de realização, a periferia externa do membro de quilha pode possuir uma parte proximal e uma parte distai, em que a parte distai se prolonga a uma distância maior sob a superfície de contacto do solo que a parte proximal. Como tal a quilha pode criar gradualmente a profundidade total do sulco e a força total do solo em contacto com a quilha pode ser distribuída por uma área maior, uma vez que a parte distai da quilha é mais profunda que a parte proximal. Como tal, quando o sulco é criado, a extremidade frontal do sulco é mais superficial que uma extremidade traseira do sulco. A quilha pode possuir um rebordo frontal que pode ser inclinado afastando-se da vertical, de tal modo que a área da periferia externa da quilha, i.e. o rebordo frontal, que penetra no solo tenha uma área aumentada, comparada com uma quilha possuindo um rebordo frontal vertical. I.e. ao aumentar o comprimento do rebordo frontal da quilha, a força requerida para criar o sulco é distribuída por uma área superior, o que reduz o desqaste da quilha e permite que a quilha seja conduzida a uma velocidade maior no solo, com um risco minimizado de danificar a quilha.
Numa forma de realização, o aumento da distância abaixo da superfície de contacto do solo pode ser gradual ao longo do eixo longitudinal do membro de quilha. 0 rebordo frontal da quilha pode apresentar um aumento gradual de profundidade, de tal modo que o rebordo frontal seja curvado. 0 ângulo do rebordo frontal na extremidade proximal da quilha pode ter um ângulo positivo da horizontal (horizontal sendo 0 graus), em que o ângulo da curva converge gradualmente na direção horizontal.
Numa forma de realização, pelo menos dois módulos de transplante estão posicionados lado a lado de forma a transplantar pelo menos duas filas (uma pluralidade). Dispondo pelo menos dois módulos de transplante lado a lado é possível transplantar mais de uma fila de cada vez, e assim aumentar consideravelmente a eficiência do aparelho. Em formas de realização alternativas, o número de módulos de transplantação pode ser aumentado, para três, quatro, cinco, seis, sete ou mais módulos que são colocados lado a lado, para fornecer o mesmo número de filas a serem transplantadas. 0 aumento no número de módulos não influencia as forças que são transmitidas do solo em direção ao módulo, uma vez que cada módulo cria a sua própria fila, e está em contacto com o solo separadamente dos outros módulos.
Quando o aparelho é munido de mais de um módulo, a superfície de contacto do solo de um dos módulos pode ser usada para todos os outros módulos, ou a superfície de contacto do solo dos módulos pode ser junta, agregada ou adicionada, de tal modo que o ajustamento da posição da superfície de contacto do solo relativamente à quilha, i.e. a profundidade dos sulcos, pode ser ajustado para todas as filas num ajustamento da superfície de contacto do solo. Em alternativa, a profundidade do sulco pode ser controlada ajustando a distância de cada membro de quilha, em que a distância entre a periferia externa da quilha pode ser ajustada relativamente à superfície de contacto do solo do aparelho. Tal movimento pode ser realizado individualmente para cada módulo, ou coletivamente para todos os módulos.
Numa forma de realização, o eixo vertical da planta a ser plantada pode ser paralelo a um plano longitudinal do membro de quilha, que pode ser o plano vertical do membro de quilha. Como tal, a planta a ser posicionada no sulco será disposta diretamente distai ao membro de quilha, subsequente à planta ser libertada do membro portador. Tal assegura que a planta seja posicionada diretamente no sulco criado pelo membro de quilha e se o plano longitudinal do membro de quilha for substancialmente vertical quando o sulco é criado, a planta pode ser facilmente posicionada no sulco, no mesmo ângulo do plano longitudinal da quilha. A quilha pode ser fornecida possuindo um plano longitudinal que seja substancialmente vertical, criando um sulco substancialmente vertical, durante as operações de transplantação. A invenção pode igualmente incluir um método para transplantar sequencialmente uma pluralidade de plantas, de acordo com os passos aqui divulgados.
Outros objetos, características e vantagens da presente invenção tornar-se-ão evidentes a partir da descrição detalhada seguinte. Deve ser entendido, contudo, que a descrição detalhada e exemplos específicos, embora indicando formas preferidas de realização da invenção, são fornecidos a título ilustrativo.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Figura 1 mostra uma vista lateral de um módulo de transplante de acordo com a invenção. 0 membro de transporte (9) na figura IA é de configuração fixa.
Figura 1B mostra um membro de transporte retrátil sobreposto no módulo de transplante.
Figura 2 mostra partes do módulo de transplante de acordo com um aspeto da invenção.
Figura 3 mostra um corte transversal da parte do módulo de transplante que está em contacto com o solo, visto ao longo do eixo III-III.
Figuras 4A e 4B mostram uma forma de realização de um elemento de corte. Nesta figura, o elemento de corte (40) está ligado a uma peça circular (41). A tira de planta (não mostrada) é alimentada através da fenda (43) e as bolsas de plantas individuais são impelidas em frente pelos calcadores dos membros de transporte (ver figura 5, abaixo) . A peça circular rodará 360 graus em torno de um eixo central cortando a tira de planta entre cada bolsa de planta/unidade de germinação. O elemento de corte pode ter a forma mostrada na figura ou qualquer outra configuração que corte a tira de planta. Como mostrado, o elemento de corte é autolimpante devido à sua configuração "em forma de V". Figura 4B é idêntica à 4A exceto quanto à seta amarela indicar a direção de rotação da peça circular (41) e seu elemento de corte ligado (40) . Figura 4C mostra diversos rebordos adequados para utilização no elemento de corte. As lâminas são as seguintes: 1- oca; 2 -plana; 3 -sabre; 4 -cisei; 5 -bisel duplo; e 6 - convexa.
Figura 5 mostra uma parte de um membro de transporte retrátil. Os membros de transporte retráteis permitem o ajustamento da colocação da plântula, i.e., espaçamento, a uma taxa de velocidade mais elevada. Figura 5A é um desenho de uma forma de realização de um membro de transporte retrátil. O membro de transporte retrátil compreende um braço principal (52) e um braço calcador (53) que é uma unidade única. O braço calcador compreende uma secção de ligação (54) e um calcador (55) . Igualmente visível é o dente (56) que ajuda a empurrar uma planta/bolsa de sementes, e um rebordo biselado (59) que ajuda a mover a terra do braço calcador. O rolamento (58) engrena num carne ou outro elemento de condução (não mostrado) para manter o braço retrátil numa posição estendida. Uma vez a pressão seja removida a mola (51) exerce uma força suficiente para retrair a baixas velocidades de plantação o braço de volta para o braço principal 52. As velocidades de cultivo superiores, um segundo carne (não mostrado) engrenará no acostamento (57) para pressionar o braço inferior de volta para a posição retraída. A seta azul indica um rolamento (58) que funciona não apenas para reduzir a fricção mais igualmente ajuda o braço calcador a engrenar num canal no interior do módulo de transplantação que resulta no prolongamento radial do braço retrátil para fora. Esta extensão também assegura que os calcadores possuam o alinhamento correto para mover as bolsas de plantas e a tira de planta através do módulo de transplante. 0 trator move-se na direção indicada pela seta A na figura 2. Figura 5B é uma fotografia de uma segunda forma de realização do membro de transporte retrátil. Esta vista é reta e como tal muitos dos detalhes visíveis na figura 5A ou 5C não são visíveis. Por exemplo, o dente (56) no verso não é visível. Figura 5C é uma vista do verso do membro de transporte retrátil; o rolamento (58) não é visível nesta vista uma vez que se situa na face frontal. Esta vista mostra claramente que o braço calcador inferior é uma peça única. (Notar que pode ser feito de múltiplas peças mas é preferível fabricá-lo como uma peça única.)
Figura 6 é uma fotografia da ponta distal do membro de transporte (da ponta do braço calcador inferior em direção ao braço de ligação). 0 dente (56) está em primeiro plano. Igualmente visível é o ângulo 63 no qual a parte inferior do calcador está definida. Se o membro de transporte for colocado numa superfície plana de tal modo que o dente (56) se encontre no lado virado para cima e o verso (mostrado na figura 5C) fique na superfície plana) o rebordo frontal contactaria a superfície plana enquanto o rebordo traseiro não. 0 punho (64) do calcador inferior é igualmente visível.
Figura 7 é uma vista esquemática da transversal (ou rebordo) do membro de transporte retrátil como visto no rebordo da esquerda da figura 5A. 0 acostamento (57) e o rolamento (58) são importantes para manter a devida posição do braço durante a transplantação.
Figura 8 é um esquema do calcador assistindo à colocação de uma bolsa de planta (unidade de germinação) no solo. A bolsa de planta (quadrado branco) está a ser empurrada por um membro de transporte (55) com a força do solo sendo indicada pela seta (curvada) . 0 dente no calcador (retângulo pontilhado) está ligeiramente abaixo do ponto médio da bolsa (linha vermelha tracejada indicada por "m"). 0 calcador mantém a posição adequada devido ao rolamento (não mostrado) estar engrenado num canal (não mostrado). Não mostrado: a mola e um carne agindo no acostamento do calcador retrairão o calcador. A força do carne é aplicada na seta castanha. A mola exerce força suficiente (i.e., torque) de tal modo que o calcador seja mantido na posição retraída se nenhuma outra força for aplicada ao braço. Contudo, a mola é insuficiente para fazer regressar o calcador à sua posição retraída e requer a ajuda do carne quando o trator se move a uma velocidade mais elevada. A medida que o calcador é erguido de volta para a posição retraída pelo came, a ponta do braço (onde o dente se localiza) passa sobre a planta. Se o dente estiver acima da linha média (m) existe então uma tendência para empurrar a bolsa de planta e não colocar a planta numa posição vertical.
Figura 9 é uma imagem aproximada do braço calcador (com referência à figura 5, acima). 0 dente (56) no braço calcador ajuda a posicionar e pressionar a planta/bolsa de sementes. 0 comprimento da ponta do braço calcador ao dente é o comprimento d. 0 comprimento da ponta do braço calcador ao punho é o comprimento L. 0 valor de d situa-se entre 3/8L e 1/3L.
DESCRIÇÃO DETALHADA A invenção será agora descrita em detalhe apenas a título de referência usando as seguintes definições e exemplos.
Salvo diferentemente aqui definido, todos os termos técnicos e científicos aqui utilizados possuem o mesmo significado vulgarmente entendido por peritos na técnica à qual esta invenção pertence. Embora possam ser utilizados quaisquer métodos e materiais similares ou equivalentes aos aqui descritos na prática ou avaliação da presente invenção, os métodos e materiais preferidos são os descritos. Deve ser entendido que esta invenção não se limita à metodologia específica, protocolos e reagentes descritos, uma vez que estes podem variar.
Os intervalos numéricos incluem números definindo o intervalo. 0 termo cerca é aqui utilizado para significar mais ou menos dez por cento (10%) de um valor. Por exemplo, "cerca de 100" refere-se a qualquer número entre 90 e 110.
Os títulos aqui fornecidos não são limitações aos vários aspetos ou formas de realização da invenção que possam existir por referência à descrição como um todo. Assim os termos definidos logo abaixo são melhor definidos por referência à descrição como um todo.
Definições
Como aqui utilizada, "planta" significa qualquer parte ou etapa de desenvolvimento de uma planta que seja adequada para cultivo utilizando o aparelho aqui descrito. Exemplos incluem, mas não se limitam a, rizomas, sementes ou plântulas. Preferencialmente, as plantas são recentemente germinadas. Numa forma de realização, a planta projeta-se a menos de 2 polegadas acima do solo (ou topo da unidade de germinação).
Uma "unidade de germinação" é um torrão de meio de cultivo (p. ex., solo) compreendendo semente(s) ou plântula(s) e um portador (ou mistura portadora). Nalguns casos, a unidade de germinação é rodeada por um material biodegradável. Duas ou mais unidades de germinação rodeadas por um material biodegradável podem formar uma tira de planta. É feita referência a US7213366, US7356964 e US7614181.
Uma "tira de planta" é uma fita contínua de material biodegradável rodeando unidades de germinação dispostas em sucessão. A tira de planta pode ser cortada em unidades individuais (também referidas como bolsas de plantas ou unidades de germinação) quando usada com o aparelho aqui descrito. 0 termo "portador" deve aqui ser entendido como um material incluindo pelo menos uma das seguintes substâncias: vermiculite granulada expandida, perlite, zeólito, materiais celulósicos, tais como fibras de madeira e esfagno, argila queimada, lã de rocha ou substâncias similares, através das quais é possivel obter um grau pretendido de capacidade de transmissão de água, propriedades de troca iónica etc. Uma "mistura portadora" é pelo menos duas das substâncias acima. 0 termo "aditivo" deve aqui ser principalmente entendido como materiais absorventes de água, tais como materiais superabsorventes, i.e. absorção de H20 de forma a obter um tampão de humidade, tais como por exemplo superabsorventes polímeros (SAP). A expressão "adjuvante" deve aqui ser entendida como abrangendo uma ou mais substâncias selecionadas de entre nutrientes para plantas, protetores para plantas, tais como pesticidas, incluindo herbicidas, inseticidas, especialmente inseticidas sistémicos, fungicidas, virae, culturas de bactérias, culturas de fungos, tais como Trichoderma, esporos fúngicos, fungicidas microencapsulados, ovos de insetos úteis, tais como nemátodos predadores, fertilizantes, repelentes animais, hormonas, agentes de ajustamento do pH, carvão ativado, partículas de argila, oligoelementos, tais como molibdénio, fibras de madeira ou pó de madeira, terra de diatomáceas, surfactantes ou outras substâncias com um efeito favorável na germinação e crescimento das plantas, em que diversas substâncias estão disponíveis na forma microencapsulada. A expressão material "biodegradável" deve aqui ser entendida como um material que se desintegra gradualmente e/ou fazendo parte da cadeia alimentar biológica comum dentro de um período mensurável quando deixado no seu estado natural. A expressão "elemento de corte" refere-se a qualquer meio físico de separar as unidades de germinação de uma tira de planta. Arrancar ou rasgar as unidades de germinação não está abrangido por este termo. Formas específicas de realização incluem tesoura, rebordos dentados ou lâminas. Em algumas formas de realização, as lâminas podem ser ocas, planas, em sabre (por vezes referido como "em V"), em cinzel, de bisel duplo ou compostas ou convexas. A Fig. 1 mostra uma vista lateral de um módulo de transplante 1 para transplantar uma pluralidade de plantas 2. 0 módulo 1 compreende uma placa deslizante 3, que é configurada para estar em contacto com a superfície do solo durante a transplantação. A placa deslizante 3 possui a funcionalidade de compactar o solo a ser transplantado, uma vez que a placa deslizante transporta uma parte do peso do módulo 1 durante a transplantação, e assim exerce pressão no solo ou na terra. A placa deslizante 3 possui igualmente a funcionalidade de evitar que o módulo se afunde no solo, de tal modo que as partes do módulo de transplante 1 que se localizam abaixo da placa deslizante penetram o solo/terra a uma distância predefinida. 0 módulo 1 compreende ainda uma quilha 4 adaptada a penetrar o solo, e criar um sulco no solo, como mostrado na Fig. 3. A quilha possui um rebordo superior 5 e um rebordo inferior 6, em que o rebordo inferior da quilha define a profundidade do sulco a ser criado pelo módulo. A quilha 4 pode igualmente funcionar como um elemento portador para a planta 2 ser transplantada, em que a planta 2 pode ser deslizada no rebordo superior 5 da quilha, numa direção em direção à extremidade distal 7 do módulo, de tal modo que a planta 2 entre no sulco no mesmo plano que o plano da quilha 4. Distai à quilha, o módulo 1 pode ser munido de elementos compactadores 8, dispostos para entrar em contacto com o solo nos lados do sulco, que podem ser adaptados a compactar os lados do sulco, e assim fechando o sulco após a planta 2 ter sido introduzida no sulco. Os elementos compactadores 8 podem estar dispostos para exercer pressão no solo dos lados do sulco, causando o colapso das paredes laterais do sulco, de tal modo que as paredes laterais do sulco cerquem as paredes laterais da planta 2. A planta pode ser transportada de dentro do aparelho e no sentido descendente em direção ao rebordo superior 5 da quilha, em que o movimento de transporte pode ser facilitado por um membro de transporte 9, que se liga à planta, e pressiona a planta ao longo do elemento portador e ao longo do rebordo superior 5 da quilha 4, até a planta passar a extremidade distai 10 da quilha. O membro de transporte 9 pode ser fornecido como um membro de transporte rotativo adaptado a rodar dentro do módulo num disco rotativo 11 que aciona o membro de transporte 9. O elemento de transporte pode ser fornecido sob a forma de uma pluralidade de membros de transporte dispostos sequencialmente ao longo do disco rotativo 11, em que cada membro de transporte pode ser adaptado para transportar uma planta e o membro de transporte 9 subsequente pode transportar a planta seguinte do aparelho para o sulco. O módulo 1 pode ser ligado a um veiculo através de meios de acoplamento 12 que podem ser adaptados para serem ligados à traseira de um veiculo, e permitirem que o módulo seja erguido e/ou descido, e permitirem que o veiculo puxe o módulo 1 ao longo do solo, durante a operação de transplantação, proporcionando movimento na direção de transplantação. A Fig. 2 mostra uma vista lateral de partes do módulo de transplante 1, em que algumas partes do módulo foram removidas, de forma a mostrar o mecanismo de transplantação de acordo com a invenção. 0 mecanismo de direção 11 pode acionar uma corrente 17 que está disposta em torno de uma primeira roda dentada 18 e de uma segunda roda dentada 19 em que o poder impulsionador é transferido para a corrente através da primeira 18 ou da segunda roda dentada 19 e aciona a corrente na direção D em loop. As rodas dentadas 18 e 19 estão separadas por uma distância, de tal modo que a corrente 17 tem dois lados longitudinais, em que a corrente é substancialmente direita e duas áreas, em que a corrente é girada 180 graus ao longo da roda dentada, de um lado longitudinal para o outro. A corrente pode ser munida de uma pluralidade de membros de transporte 9, que possuem uma extremidade proximal 15 ligada à corrente 17 e uma extremidade distai que está adaptada a ligar-se a uma planta 2.
Quando o módulo 1 está a ser utilizado para a operação de transplantação, os membros de transporte giram na direção D, em que os membros de transporte 9A estão dispostos para se ligarem a uma planta 2 enquanto a planta se encontra num elemento portador 13 dentro do aparelho. A rotação continuada origina que a planta 2 seja pressionada substancialmente a direito em direção à extremidade inferior do módulo numa direção em direção ao solo 14. Quando a planta 2B atinge a extremidade proximal da quilha 4, o elemento de transporte 9B começa a ser girado juntamente com a corrente ao longo da roda dentada 18, causando a deslocação da extremidade distai 16 do elemento de transporte a uma velocidade mais elevada que a extremidade proximal 15, uma vez que a extremidade distai se deslocará a uma distância superior E em simultâneo à rotação perto da roda dentada. Durante este aumento de velocidade, a planta 2A é introduzida abaixo da placa deslizante 3, a partir de acima do solo, mostrado como uma seta B para abaixo do solo, mostrado como seta C. A planta pode ser deslizada ao longo do rebordo superior 5 da quilha 4, em direção à extremidade distai 10 da quilha 4, em que a curva da extremidade distai do membro de transporte 9C é substancialmente a mesma que a curva do elemento portador, abaixo do solo, i.e. o rebordo superior 5 da quilha. A curva da extremidade distai 16 do membro de transporte 9 pode ser substancialmente a mesma que a curva do elemento portador 13 dentro do aparelho, e o elemento portador abaixo do solo, de tal modo que a planta possa ser manobrada de forma segura pelo membro de transporte ao longo do elemento portador 13 e 5.
Quando a planta foi empurrada em direção à extremidade distai 10 da quilha 4, as paredes laterais do sulco entraram em contacto com as paredes laterais da planta 2B, e a fricção entre a parede lateral do sulco e a planta origina que a planta se mova na direção oposta ao sentido da marcha A, e o membro de transporte pode libertar a planta. Quando o membro de transporte 9C tenha libertado a planta, o membro de transporte será girado ao longo da corrente para a posição do membro de transporte 9D, erguendo a extremidade distal do membro de transporte do sulco e para longe do solo 14.
Quando o membro de transporte 9C tenha libertado a planta 2, o membro de transporte seguinte continuará a operação continua de cultivo pressionando a planta subsequente da mesma maneira que a planta anterior, e planta a planta seguinte no sulco criado pela quilha 4.
As plantas 2 que estão presentes no elemento portador podem ser continuamente reabastecidas durante o funcionamento, assegurando que existam plantas suficientes para transplantar continuamente as plantas de forma continua sequencial. A forma de reabastecer o elemento portador 13 pode ser feita de uma série de formas diferentes, e pode ser vista como ao alcance de um perito na técnica com base na presente descrição. A Fig. 3 é um diagrama transversal visto ao longo do eixo III-III na Fig. 2, em que este diagrama mostra o funcionamento do módulo durante a transplantação e a
interação com o solo 20 vista no sentido da marcha A mostrado na Fig. 2. A placa deslizante 3 encosta à superfície 14 do solo 20, assegurando que o módulo não afunda no solo abaixo da superfície de contacto do solo da placa deslizante 3. A placa deslizante 3 pode ter a forma de um esqui, possuindo uma extremidade proximal 21 que se curva afastando-se da superfície do solo 14. A placa deslizante pode ser construída com duas camadas, uma camada inferior 22 destinada a ser desgastada e substituída e uma camada superior 23 que é protegida pela camada inferior substituível 22. Quando a camada inferior 22 está gasta, pode ser removida da camada superior 23 e substituída por uma nova camada inferior 22, assegurando que apenas partes da placa deslizante 3 são gastas, enquanto as outras partes são passíveis de serem reutilizadas. A placa deslizante 3 pode ser munida de uma calha atravessada 23, criando uma passagem da área superior da placa deslizante para a área inferior da placa deslizante 3, e criando assim uma passagem em direção ao solo 20.
Durante a operação de transplantação, a quilha 4 penetra o solo 20, criando um sulco 24 no solo 20, em que a profundidade do sulco é definida pelo rebordo inferior 6 da quilha 4, e que cria um fundo 30 do sulco. A largura do sulco 24 é controlada pelas paredes laterais 26 e, 27 da quilha 4, de tal modo que o sulco é munido de paredes laterais 28 e 29 correspondentes. O rebordo superior 5 da quilha 4 pode ser usado para transportar a planta 2 para o sulco, e separando assim a planta 2 do fundo 30 do sulco. A altura da quilha 4 define a distância à qual o fundo 30 do sulco é separado da planta 2, em que esta distância pode ser controlada pela escolha do tamanho da quilha, dependendo do tipo de planta a ser introduzido no sulco 24. O rebordo superior da quilha suporta a planta por baixo, e assegura que a planta não cai no sulco, antes da libertação. O módulo pode ainda ser munido de um elemento de suporte 31 que possui um rebordo 32 adaptado a suportar a planta por cima, evitando o movimento da planta 2 numa direção vertical em sentido ascendente durante a transplantação, assegurando que a planta não sai do sulco durante a transplantação. O módulo 1 pode ainda ser munido de um primeiro membro de suporte lateral 33 e um segundo membro de suporte lateral 34, que asseguram que a planta é impedida de se mover numa direção transversal (lateral) durante a transplantação, e mantendo a planta no rebordo superior 5 da quilha 4. O membro de suporte 34 pode ser aplicado apenas em partes do comprimento da quilha 4, em que o apoio lateral da planta deste lado pode apenas ser necessário durante a entrada da planta no sulco 24. O elemento portador 5, 31, 32, 33 e 34 dentro do solo, pode ser munido de uma abertura 35 permitindo que as paredes laterais 28 e 29 do sulco entrem em contacto com a planta enquanto esta está a ser transportada na direção oposta ao sentido da marca, permitindo que o impulso do solo ajuste no transporte ao longo do elemento portador, e alivie a pressão exercida no membro de transporte 9 pela planta durante o transplante. A abertura pode ainda ajudar a manter a posição transversal da planta no rebordo superior 5 da quilha, durante e até à libertação, à medida que as paredes laterais do sulco pressionam a planta. Como tal, pode ser possivel limitar o comprimento dos membros de suporte laterais, na direção distal do módulo, em que a parede lateral pode p. ex. assumir o apoio lateral da planta 2 quando a planta atinja um certo ponto ao longo do rebordo superior 5 da quilha 4.
Ao permitir que a parede lateral entre em contacto com a planta, a planta 2 obterá uma velocidade que é igual à do solo, o que significa que quando a planta é libertada, as paredes laterais não originarão que seja aplicado um choque ou uma força repentina na planta, em que tal choque poderia danificar a planta durante a operação de transplante ou perturbar a posição da planta após libertação. A profundidade da quilha 4, e o rebordo periférico inferior 6 da quilha podem ser ajustados de acordo com a profundidade pretendida de sulco para uma planta específica, de tal modo que a distância em que a quilha se prolonga abaixo do solo possa ser modificada. Da mesma forma, a distância entre o rebordo superior 5 da quilha 4 e o membro de suporte 34 e membro 31, pode ser ajustada de acordo com a altura da planta, assegurando que o perfil transversal do elemento portador corresponda ao perfil transversal da planta.
Para além disso, aquando da utilização de uma tira de planta para acamar plantas um elemento de corte, p. ex., tesoura ou lâmina, pode ser montado para cortar a tira de planta em pequenas peças ou unidades de tira, em que cada peça de tira inclui uma ou mais plantas. 0 procedimento de separação resultante é muito fácil de executar quando se pretenda dividir a tira de planta em unidades de germinação. A figura 4A mostra uma forma de realização do elemento de corte. Especificamente, é retratada uma lâmina autolimpante em forma de sabre. 0 elemento de corte removerá qualquer terra ou resíduos que tenham aderido à lâmina à medida que corta a tira de planta. Por outras palavras, o fabrico da tira de planta limpa a terra mantendo a quantidade de terra, lama e/ou resíduos na lâmina a um mínimo. 0 elemento de corte está ligado a um elemento circular que roda como mostrado na figura 4B pela seta amarela. A rotação é em torno do eixo central perpendicular à face da peça circular. Uma alternativa é o elemento de corte poder alternar para frente e para trás em vez de rodar a totalidade dos 360 graus. Contudo, esta alternativa pode resultar no elemento de corte embater nos calcadores. A figura 5A-C é uma parte de um membro de transporte retrátil com uma vista de perto dos calcadores do membro de transporte.
Os calcadores retráteis do elemento de transporte permitem um espaçamento mais próximo de plantas e funcionamento a uma velocidade superior de transplantação. Os calcadores retráteis começam a retrair quando o elemento de transporte está substancialmente perpendicular à superfície do solo.
A mola e o carne agindo no acostamento do calcador retrairá o calcador. A força do carne é aplicada na seta castanha. A mola exerce força suficiente (i.e., torque) de tal modo que o calcador seja mantido na posição retraída se não for aplicada outra força no braço. Contudo, a mola é insuficiente para fazer regressar o calcador à sua posição retraída e requer o apoio do carne. À medida que o calcador é reerguido para a posição retraída pelo came, a ponta do braço (onde o dente se localiza) passa sobre a planta.
Se o dente estiver acima da linha média (m) verifica-se então uma tendência para pressionar a cavidade da planta e não colocar a planta numa posição vertical.
Diversas culturas requerem distâncias diferentes entre plantas uma vez transplantadas. Como tal, é recomendável poder aumentar/diminuir a densidade de semeadura de cultura uma vez que são plantadas diferentes culturas. Por exemplo, brócolos são tipicamente plantados com 3 polegadas entre plantas enquanto couve-flor é plantada com 18-24 polegadas entre plantas. Alface é tipicamente plantada com 6-12 polegadas entre plantas. De forma a conciliar estas diferenças é usada uma caixa de engrenagem.
LISTA DE CITAÇÕES
Literatura de Patentes [1] US7421960 - Máquina para acamar tiras de sementes ou plantas [2] US7213366 - Mistura de um portador e aditivos para utilização em unidades de germinação contendo sementes ou partes similares adequadas para crescimento de uma planta bem como um método para produzir a mistura [3] US7356964 - Tira de semente incluindo unidades de germinação dispostas sucessivamente bem como um método para germinar a tira de semente [4] US7614181 - Tira de semente incluindo unidades de germinação dispostas sucessivamente

Claims (15)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Um aparelho para transplantar plantas compreendendo um módulo de transplante (1) configurado para transplantar sequencialmente uma pluralidade de plantas, o módulo de transplante (1) compreendendo: uma superfície de contacto do solo (3) substancialmente planar a um solo a ser plantado, - um membro de quilha (4) para criar um sulco (24) no solo em que a quilha (4) se prolonga numa distância predefinida abaixo da superfície de contacto do solo (3) , em que uma periferia externa do membro de quilha (4) define a profundidade do sulco (24), um elemento portador (13) configurado para suportar a planta (2) por baixo, em que o elemento portador (13) se prolonga a partir de uma posição acima da superfície de contacto do solo (3) até uma posição abaixo da superfície de contacto do solo (3), e prolongando-se até uma profundidade predefinida no sulco (24) para transporte da planta (2) do aparelho e para o sulco (24) em que o elemento portador (13) possui uma extremidade distai para descarregar a planta (2), - um elemento de transporte (9) para transporte da planta (2) pressionando-a ao longo do elemento portador (13), sendo caracterizado por, o elemento portador (13) ser configurado para expor uma periferia externa da planta (2) abaixo da superfície de contacto do solo (3) de tal modo que pelo menos uma parede lateral do sulco (24) entre em contacto com uma periferia externa da planta (2) antes da planta (2) ser libertada a partir da extremidade distal do elemento portador (13), - o elemento de transporte (9) ser configurado para transporte da planta (2) ao longo de um eixo longitudinal gue é substancialmente paralelo à direção de semeadura do aparelho, em gue o elemento de transporte (9) é configurado para libertar a planta (2), guando a planta (2) atinja a sua profundidade predefinida no sulco (24).
  2. 2. Um aparelho de acordo com a reivindicação 1 compreendendo ainda um compactador (8) para compactar o solo a ser plantado.
  3. 3. Um aparelho de acordo com gualguer uma das reivindicações precedentes em que a planta (2) a ser transplantada é uma plântula; e preferencialmente em que o aparelho compreende ainda um compartimento para reter a plântula.
  4. 4. Um aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes em que o elemento portador (13) é configurado para fornecer apoio à planta (2) por baixo, pelo menos um lado e/ou de cima, assegurando que a orientação da planta (2) é mantida de forma predeterminada durante o transporte e até à descarga da planta (2) no solo.
  5. 5. Um aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes em que o elemento portador (13) compreende abertura atravessada (35) numa periferia transversal do elemento portador (13) permitindo que uma parede lateral (28 e 29) do sulco (24) entre em contacto com a planta (2).
  6. 6. Um aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes em que o elemento portador (13) separa a planta (2) do solo numa direção vertical da descarga.
  7. 7. Um aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes em que o elemento de transporte (9) compreende pelo menos um membro de transporte possuindo uma extremidade proximal ligada a um mecanismo de direção e uma extremidade distai que se liga à planta (2) a ser plantada.
  8. 8. Um aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes em que o elemento de transporte (9) compreende pelo menos um membro de transporte que entra no sulco (24) numa posição inclinada a partir da vertical e está adaptado a rodar ao longo do eixo longitudinal do aparelho em direção a uma posição substancialmente vertical em que a extremidade distai atinge a sua profundidade final no sulco (24) e em que a rotação continuada ergue a extremidade distal para fora do sulco (24).
  9. 9. Um aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes em que uma extremidade distal do elemento de transporte (9) é configurada para libertar a planta (2) numa posição substancialmente vertical.
  10. 10. Um aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes em que a periferia externa do membro de quilha (4) possui uma parte proximal e uma parte distai, em que a parte distai se prolonga a uma distância maior abaixo da superfície de contacto do solo (3) do que a parte proximal; e preferencialmente em que o aumento na distância é gradual ao longo do eixo longitudinal do membro de quilha (4).
  11. 11. Um aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes em que pelo menos dois módulos de transplante estão posicionados lado a lado de forma a transplantar pelo menos duas filas.
  12. 12. Um aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações precedentes em que o eixo vertical da planta (2) a ser plantada é paralelo a um plano longitudinal do membro de quilha (4).
  13. 13. Um aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 12 em que o membro de transporte compreende um braço calcador retrátil.
  14. 14. Um aparelho de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 13, compreendendo ainda uma caixa de engrenagem que está ligada operacionalmente ao(s) módulo(s) de transplante, em que a caixa de engrenagem permite o ajustamento na distância entre as plantas transplantadas; e preferencialmente em que a distância entre as plantas transplantadas varia entre cerca de 8 centímetros e cerca de 26 centímetros.
  15. 15. Um método para transplantar sequencialmente uma pluralidade de plantas usando um aparelho de acordo com as reivindicações 1 a 14.
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