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PT2376318E - Cilindro de mola de travão com ventilação exterior - Google Patents

Cilindro de mola de travão com ventilação exterior Download PDF

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Publication number
PT2376318E
PT2376318E PT09764737T PT09764737T PT2376318E PT 2376318 E PT2376318 E PT 2376318E PT 09764737 T PT09764737 T PT 09764737T PT 09764737 T PT09764737 T PT 09764737T PT 2376318 E PT2376318 E PT 2376318E
Authority
PT
Portugal
Prior art keywords
spring
brake
cylinder
brake spring
chamber
Prior art date
Application number
PT09764737T
Other languages
English (en)
Inventor
Vincent Martin
Sylvain Derouault
Franck Voisin
Original Assignee
Knorr Bremse Systeme
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Knorr Bremse Systeme filed Critical Knorr Bremse Systeme
Publication of PT2376318E publication Critical patent/PT2376318E/pt

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    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B60VEHICLES IN GENERAL
    • B60TVEHICLE BRAKE CONTROL SYSTEMS OR PARTS THEREOF; BRAKE CONTROL SYSTEMS OR PARTS THEREOF, IN GENERAL; ARRANGEMENT OF BRAKING ELEMENTS ON VEHICLES IN GENERAL; PORTABLE DEVICES FOR PREVENTING UNWANTED MOVEMENT OF VEHICLES; VEHICLE MODIFICATIONS TO FACILITATE COOLING OF BRAKES
    • B60T17/00Component parts, details, or accessories of power brake systems not covered by groups B60T8/00, B60T13/00 or B60T15/00, or presenting other characteristic features
    • B60T17/08Brake cylinders other than ultimate actuators
    • B60T17/083Combination of service brake actuators with spring loaded brake actuators
    • FMECHANICAL ENGINEERING; LIGHTING; HEATING; WEAPONS; BLASTING
    • F16ENGINEERING ELEMENTS AND UNITS; GENERAL MEASURES FOR PRODUCING AND MAINTAINING EFFECTIVE FUNCTIONING OF MACHINES OR INSTALLATIONS; THERMAL INSULATION IN GENERAL
    • F16DCOUPLINGS FOR TRANSMITTING ROTATION; CLUTCHES; BRAKES
    • F16D65/00Parts or details
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Description

1
DESCRIÇÃO " CILINDRO DE MOLA DE TRAVÃO COM VENTILAÇÃO EXTERIOR "
Estado da técnica A invenção refere-se a um cilindro para a mola do travão, destinado a um sistema de travagem para veículos, com um embolo da mola do travão, que pode ser acionado por pelo menos uma mola de pressão, o qual separa a câmara da mola, que alberga a mola de pressão, de uma câmara do cilindro da mola do travão, que pode ser cheia ou esvaziada do ar, bem como com um dispositivo de libertação, destinado à libertação, manual ou por intermédio de um dispositivo motorizado, da mola do travão, em que o dispositivo de libertação compreende um fuso de libertação, que atua em cooperação com uma haste da mola do travão e está retido numa abertura do cilindro da mola do travão, o qual pode ser acionado do exterior do cilindro da mola do travão, de acordo com o conceito principal da reivindicação 1.
Um cilindro para mola de travão do mesmo tipo genérico é conhecido, por exemplo, da WO 97/07322. O dispositivo de libertação aí descrito serve para libertar uma mola de travão passiva, a qual atua, comprimindo-se ou distendendo-se, conforme esteja sob pressão do ar ou seja liberta com a descarga do ar, quando o cilindro da mola do travão é retirado do veículo, é nele instalado ou quando o veículo, deva ser rebocado com a mola do travão solta. Neste contexto fala-se também de uma chamada "não libertação" da mola do travão, nos casos em que, devido a falta de pressão na câmara da mola do travão, por exemplo devido a uma avaria na alimentação de pressão, não é possível soltar a mola do travão. É então provocada uma rotação do fuso de libertação, manualmente ou através de um dispositivo de 2 acionamento, por exemplo através de uma rosca, transformada num movimento de translação do embolo da mola do travão, a fim de soltar a mola do travão.
Do estado da técnica, por exemplo da DE 10 2006 005 031 AI são conhecidos êmbolos de travões de serviço e êmbolos de molas de travão combinados, os chamados cilindros combinados, nos quais os êmbolos das molas dos travões, no caso de travões de mão, em que o seu embolo da mola do travão aciona o embolo do travão de serviço, o qual apresenta também uma haste de embolo do travão de serviço, que coopera com um mecanismo de travagem do veiculo, particularmente com um travão de disco. O embolo da mola do travão apresenta uma haste do embolo da mola do travão a qual, na sua extremidade virada para o cilindro do travão de serviço, é portadora de uma válvula de ventilação, a qual fecha ou abre uma comunicação de fluxo entre a câmara da mola e a câmara do travão de serviço. A válvula de ventilação fica colocada na extremidade oca da haste do embolo da mola do travão do embolo da mola do travão, a qual, dependendo da posição de serviço, pode salientar-se para o interior da câmara do travão de serviço. A válvula de ventilação tem por objeto reduzir, ao ser solto o travão de mão, a pressão resultante da diminuição do volume da câmara da mola, dado que é comutada para a posição de abertura e estabelece uma comunicação de fluxo entre a câmara da mola e a câmara do travão de serviço. Ao deslocar-se no plano desse trajeto, a câmara do travão de serviço é esvaziada de ar e fica em comunicação com um módulo regulador da pressão através de uma abertura de saida do ar, uma vez que uma travagem de serviço já não é necessária depois da libertação do travão de mão. Portanto, pelo menos uma parte do excesso de volume de ar, que a partir dali não entra depois imediatamente na atmosfera, pode ser escoada, por exemplo através de uma válvula 3 colocada nas paredes da câmara da mola, mas ao longo do percurso de entrada e descarga do ar da câmara do travão de serviço. Por isso se fala também, neste contexto, de ventilação interna.
Ao arrancar num percurso de deslocação ascendente é no entanto necessário, com o primeiro acionamento do travão de mão, antes da libertação do travão de mão, acionar também, pelo menos durante um breve momento, o travão de serviço, a fim de impedir um recuo do veículo ao arrancar. Neste caso a câmara do travão de serviço é ventilada. Com uma solicitação suficiente dos travões da parte do condutor, a pressão na câmara do travão de serviço e igualmente no lado do embolo do travão de serviço é capaz de atuar contra a pressão, que se produz na câmara da mola sobre a sede da válvula e dessa maneira manter fechada a válvula de ventilação. Porém, devido a uma menor solicitação do travão de serviço por parte do condutor, verifica-se que a pressão do travão de serviço e/ou o gradiente da pressão do travão de serviço se situam abaixo de determinados limites, não sendo portanto suficiente a pressão, no lado do embolo dependente da pressão do travão de serviço, para manter fechada a válvula de saída do ar. Corre portanto ar sob pressão da câmara do travão de serviço, através da válvula aberta de saída do ar, para dentro da câmara da mola. Daí, o ar é comprimido, através da fenda de vedação, entre a superfície de trabalho do vedante do embolo da mola do travão e a superfície de deslizamento do cilindro da mola do travão, bem como a vedação do compartimento, para a atmosfera, o que produz um incómodo ruído de assobio. A presente invenção, em contrapartida, tem por objeto fundamental o maior desenvolvimento de um cilindro da mola do travão de acordo com a técnica referida, que ao 4 apresentarem-se determinadas condições de funcionamento, reduz ou impede ruidos originados pelos fluxos de ar.
Esse objeto é atingido, de acordo com a invenção, através das caracteristicas da reivindicação 1.
Descrição da invenção A invenção baseia-se no conceito, de ser constituída no fuso de libertação uma comunicação de fluxo, que contém um dispositivo de válvula, entre a câmara da mola e o ambiente, em que o dispositivo de válvula, dependendo da pressão reinante na câmara da mola, abre ou fecha a comunicação de fluxo. Esse dispositivo de válvula serve então, especialmente num travão de mola passivo, que ao entrar o ar se solta e ao sair o ar fica sob tensão, para dissipar no ambiente a sobretensão produzida no interior da câmara da mola nas codições de funcionamento acima descritas, sem que isso dê origem a um fluxo, que produza um ruído perturbador no dispositivo de vedação do embolo da mola do travão, que é assim inibido ou atenuado. Por "ambiente" entende-se aqui o exterior do compartimento do cilindro da mola do travão e a zona que está sob a pressão ambiente. 0 técnico pode estabelecer de tal maneira o desenvolvimento ou a dimensão do canal de passsagem do fluxo, que uma coluna de ar, que flua através dele, produza pouco ou nenhum ruído audível, o que apenas com dificuldade é possível através de uma adaptação do dispositivo de vedação do embolo da mola do travão.
Uma outra vantagem em relação a uma ventilação interna do estado da técnica situa-se em que, o dispositivo de válvula é acionado independentemente da pressão no interior da câmara do travão de serviço e consequentemente, pode 5 desempenhar as funções desejadas mesmo na deslocação em montanhas ou declives. 0 canal de passagem do fluxo com o dispositivo de válvula para a realização de uma descarga de ar para o exterior pode, particularmente, ser previsto complementar ou em substituição da ventilação interna do estado da técnica acima descrita.
Particularmente vantajoso é aqui que, de qualquer modo, o cilindro da mola do travão não esteja geralmente munido de um dispositivo de libertação do tipo acima descrito e um tal dispositivo de libertação apenas sirva no sentido de uma vantajosa função dupla, por um lado para soltar o travão de mola em situações, nas quais não seja proporcionada qualquer alimentação em ar comprimido e por outro lado para despejar o ar presente na câmara da mola. Isso resulta num vantajoso menor número de elementos construtivos.
Através das medidas introduzidas pelas reivindicações subordinadas, são possíveis outros aperfeiçoamentos e melhorias vantajosos, da invenção fornecida nas reivindicações independentes.
Com particular preferência o dispositivo de válvula compreende pelo menos uma mola, que exerce tensão sobre um corpo de válvula , contra uma sede de válvula, o qual na posição fechada de partida, fecha um canal de passagem do fluxo constituído coaxialmente com o fuso de libertação e na posição de abertura abre o canal de passagem do fluxo, dependendo da pressão reinante no canal de passagem do fluxo. 6
De acordo com um outro aperfeiçoamento, um membro de válvula do dispositivo de válvula, que em relação à corrente vinda da câmara da mola está colocado numa secção do canal de passagem do fluxo, a montante do ambiente, está em ligação com a câmara da mola por intermédio de um canal perpendicular constituído no fuso de libertação.
Com particular preferência, o fuso de libertação atua de tal modo em colaboração com o embolo da mola do travão, que um movimento de rotação do fuso de libertação provoca um movimento de translação do embolo da mola do travão.
Para a realização disso o fuso de libertação está instalado, de preferência, axialmente fixo mas giratoriamente móvel em relação ao cilindro da mola do travão, em que o fuso de libertação, na sua extremidade livre virada para o ambiente está munido de uma superfície alvo, para uma ferramenta de rotação. Além disso o fuso de libertação pode ser inserido de forma giratória, por meio de uma união roscada, numa porca fêmea, a qual está unida rotativamente fixa à haste do embolo da mola do travão. Então, no seguimento, por exemplo, de uma rotação manualmente provocada do fuso de libertação numa determinada direção, é provocado um movimento de translação do embolo da mola do travão para uma posição de libertação. É ainda particularmente preferido que o cilindro da mola do travão seja conjugado com um cilindro do travão de serviço, para um combinado de cilindro de travão de serviço e cilindro de mola do travão, e que o cilindro do travão de serviço apresente um embolo do travão de serviço instalado no compartimento do cilindro do travão de serviço.
Mais pormenores retiram-se da descrição que se segue de um exemplo de forma de realização 7
Desenho A seguir é apresentado um exemplo de forma de realização, representado no desenho e descrito em mais pormenor na descrição que se segue. No desenho, vê-se, na
Fig.l uma representação em corte perpendicular de um cilindro combinado, com um dispositivo de vedação de acordo com uma forma de realização preferida da invenção;
Fig.2 uma secção ampliada do cilindro combinado da figura 1.
Descrição do exemplo de forma de realização
Na figura 1 está representado um cilindro combinado de travão de serviço e mola do travão 1, daqui em diante denominado cilindro combinado. 0 cilindro combinado 1 é constituido por um cilindro de travão de serviço 2 e por um cilindro da mola do travão 4, a ele ligado em termos de construção e de funcionamento. 0 cilindro do travão de serviço 2 e o cilindro da mola do travão 4 estão separados um do outro por uma parede intermédia 6. No interior do cilindro da mola do travão 4 encontra-se instalado de forma deslizante um embolo da mola do travão 8, em que num dos lados do embolo da mola do travão 8 encosta uma mola de pressão 10. A mola de pressão 10 encosta, pelo seu lado oposto, no fundo do cilindro da mola do travão 4. Entre o embolo da mola do travão 8 e a parede intermédia 6 é constituída uma câmara da mola do travão 12, a qual está em ligação com um módulo de regulação da pressão, que não se encontra representado por uma questão de escala, destinado a introduzir e retirar o ar. Com a introdução do ar o embolo da mola do travão 8 é empurrado, sob tensão da mola de pressão 10, na direção axial, para a posição de 8 libertação do travão de mão. Com essa deslocação do embolo da mola do travão 8 o ar, presente no interior da câmara da mola 14, que recebe a mola de pressão 10, é comprimido, em algumas posições de serviço, através de uma válvula de descarga 16 para dentro de uma câmara do travão de serviço 20. Se, pelo contrário, com a finalidade de execução de um abrandamento, a câmara da mola do travão 12 for ventilada, a mola de pressão 10 empurra o embolo da mola do travão 8 para a posição de expansão. O embolo da mola do travão 8 está unido a uma haste oca do embolo da mola do travão 18, a qual se projeta, através da parede intermédia 6 para o interior da câmara do travão de serviço 20 do cilindro do travão de serviço 2. Um dispositivo de vedação 22, inserido no furo central 21 da parede intermédia 6, veda contra a parede exterior a haste do embolo da mola do travão 18, aquando do movimento longitudinal. Na câmara do travão de serviço 20 desemboca uma abertura de entrada, não representada, através da qual ar sob pressão, para acionamento do cilindro do travão de serviço 2, é introduzido e é retirado. O ar comprimido atua sobre uma membrana 24, colocada no interior do cilindro do travão de serviço 2, em cujo lado oposto está prevista uma peça de pressão, com a forma de um prato membranoso rigido 26. Mais precisamente, a membrana 24 separa a câmara do travão de serviço 20, que pode ser cheia ou despejada de meio de pressão, do cilindro do travão de serviço 2, de uma câmara de mola 31 que contém uma mola de retorno 30 encostada ao prato membranoso 26. O prato membranoso 26 está unido a uma haste de pressão 28, a qual coopera com um mecanismo de acionamento do travão, externo ao cilindro combinado 1. Aqui pode tratar-se, por exemplo, de um elemento de acionamento de um travão de disco para uma viatura automóvel. O cilindro do travão de 9 serviço 2 é um cilindro de travão ativo, isto é, que expande o travão de serviço através da ventilação positiva da câmara do travão de serviço 20 e que é solto por meio da ventilação negativa. A mola de retorno 30, que por um lado encosta no prato membranoso 26 e por outro no fundo do cilindro do travão de serviço 2, vela para que a haste de pressão 28, com o esvaziamento da câmara do travão de serviço 20, seja feita voltar à posição de libertação.
Uma borda radial de fixação exterior 32 da membrana 24 apresenta um corte perpendicular em forma de cunha, que estreita radialmente em direção ao interior. Essa borda radial de fixação exterior 32 da membrana 24, com o corte perpndicular em forma de cunha, que estreita radialmente em direção ao interior, é recebida por aperto numa cavidade de receção 34 de formato complementar, com um corte perpendicular em forma de cunha, que se alarga radialmente para o exterior, formada pela parede intermédia 6 e pelo fundo do cilindro do travão de serviço 2. A parede intermédia 6 e o cilindro do travão de serviço 2 constituem as suas bordas exteriores como uma flange radialmente encurvada para o exterior 36, 38, cujas faces internas opostas constituem entre si a cavidade de receção 34 com o corte perpendicular em forma de cunha.
Além disso está construído na membrana 24 pelo menos um anel de centragem 40, que se estende na direção axial e radialmente desviado para o interior em relação à borda de fixação 32, através do qual ela pode ser centrada em relação a uma superfície periférica interna 42 de uma parede 44 do cilindro do travão de serviço 2. De forma particularmenet preferida o anel de centragem 40 é essencialmente perpendicular ao plano médio da borda de fixação 32 e salienta-se, por exemplo, unilateralmente, em afastamento da membrana 24. Pode também considerar-se que, 10 em vez deste anel de centragem 40, ou complementarmente a ele, esteja previsto um outro anel de centragem, que se projete na direção do cilindro da mola do travão 4 e em oposição à superfície radial interna da parede daquele. Não menos importante é que a superfície periférica radial interna 42 do cilindro do travão de serviço 2, em relação à qual o anel de centragem 4 0 desempenha a sua função de centragem, se situa, de preferência, sobre um cilindro virtual, cujo eixo médio é coaxial com o eixo do cilindro 46. O anel de centragem 40 pode ser construído, visto na direção periférica, como um aro completo, ou ser constituído por seções anulares. A membrana 24 é, de preferência, feita de borracha e o anel de centragem 40 é construído numa peça única com ela.
Portanto, uma força de aperto com uma componente axial da parede intermédia 6 e do cilindro do travão de serviço 2, apertados uma contra o outro, contribui para que o anel de centragem 40 da membrana 24 seja comprimido contra a superfície radial periférica interna 42 da parede 44 do cilindro do travão de serviço 2. Por outras palavras, as componentes axiais da força de aperto contribuem para que a borda de fixação 32, devido à ação de cunha, seja empurrada radialmente para o exterior, e desse modo o anel de centragem 40 seja pressionado com uma força radial mais elevada, contra a superfície periférica interna 42 da parede 44 do cilindro do travão de serviço 2, no sentido de um auto-reforço da centragem.
Uma tal componente axial de força de aperto é também realizável, por exemplo, quando a borda, que constitui a flange 36 do cilindro do travão de serviço 2, bem como a borda 38 da parede intermédia 6, são encaixadas por uma borda 48 da parede do cilindro da mola do travão 4 à 11 maneira de um rebordo flangeado, o qual é constituído, por exemplo, por meio de um processo de deformação. Esse rebordo flangeado fornece então a componente axial da força de aperto. 0 embolo da mola do travão 8 é portador, na sua superfície periférica radial exterior, mais precisamente na sua extremidade de embolo 50, de um dispositivo de vedação 52, para a vedação da câmara da mola 14, que contém a mola de pressão 10, em relação à câmara da mola do travão 12, que pode ser cheia ou esvaziada de ar do cilindro da mola do travão 4. 0 dispositivo de vedação 52 apresenta, em oposição ao embolo da mola do travão 8, uma superfície de deslizamento 54 do cilindro da mola do travão 4, com o seu anel de guia 58 a guiar a sua superfície de trabalho radial exterior 56 e pelo menos um elemento de vedação 62 com uma secção de vedação 60, que veda contra a superfície de deslize 54 do cilindro da mola do travão 4, em que a superfície de trabalho 56 do anel de guia 58 se encontra instalada na secção de vedação 60 a montante do elemento de vedação 62, vista na direção do fluxo, da câmara da mola 14 para a câmara da mola do travão 12 e o anel de guia 58 é constituído por um material mais rígido em comparação com o material do pelo menos um elemento de vedação 62. 0 anel de guia 58 é particularmente constituído por um plástico rígido, como seja um acetal e o elemento de vedação 62 por um elastómero mais flexível em comparação com aquele. A haste do embolo da mola do travão 18, o embolo da mola do travão 8 e a parede intermédia 6 são, de preferência, constituídos por alumínio. O cilindro da mola do travão 4 apresenta um dispositivo de libertação 64, de preferência para acionar manualmente a libertação da mola do travão, para o que o dispositivo de 12 libertação 64 compreende um fuso de libertação 72, que coopera com a haste do embolo da mola do travão 18 do embolo da mola do travão 8 e é retido numa abertura 66 de um compartimento 68 do cilindro da mola do travão 4, acionável do exterior do compartimento 68 e que é em si conhecido, por exemplo da DE 10 2006 005 031 AI.
Como se pode ver melhor com a ajuda da Fig. 2, diferentemente do estado da técnica, é constituida no fuso de libertação 72 uma comunicação de fluxo, de preferência com a forma de um canal de passagem do fluxo 82, que compreende um dispositivo de válvula 74, entre a câmara da mola 14 e o ambiente, em que o dispositivo de válvula 74 abre ou fecha o canal de passagem do fluxo 82, dependendo da pressão reinante no interior da câmara da mola 14. Esse dispositivo de válvula 74 serve portanto para, especialmente com uma mola de travão passiva do exemplo de forma de realização preferido, que ventilada positivamente se solta e ventilada negativamente fica sob tensão, dissipar para o ambiente uma sobrepressão eventualmente presente na câmara da mola 14, sem que isso deixe que um fluxo vindo da câmara da mola 14 para o dispositivo de vedação 52 do embolo da mola do travão 8 passe para o ambiente.
De forma particularmente preferida o dispositivo de válvula 74 compreende pelo menos um corpo de válvula 80, pressionado por meio de pelo menos uma mola 76 contra pelo menos uma sede de válvula 78, o qual, na posição fechada de partida, fecha o canal de passagem do fluxo 82 construído coaxialmente no fuso de libertação 72 e na posição de abertura, dependente da pressão reinante no canal de passagem do fluxo 82, a abre. O técnico adapta para isso a tensão de mola, da mola 7 6, bem como as dimensões e a geometria do canal de passagem do fluxo 82, ao 13 comportamento desejado de abertura e de fecho do dispositivo de válvula 74 ou ao desejado limite de pressão de abertura.
De modo particularmente preferido, uma secção 84 do canal de passagem do fluxo 82, colocada no corpo da válvula 80 do dispositivo de válvula 74, a montante relativamente à corrente vinda da câmara da mola 14 para o ambiente, está em ligação, através de pelo menos um canal perpendicular 86 construído no fuso de libertação 72 e de uma cavidade 87 no embolo da mola do travão 8, com a câmara da mola 14.
Particularmente preferido é ainda que o fuso de libertação 72 seja axialmente fixado em relação ao compartimento 68 por meio de uma chumaceira 8 9, mas no entanto esteja instalado rotativamente móvel, para o que o fuso de libertação 72, nas suas extremidades livres viradas para o ambiente 88, está munido não só de uma superfície de encaixe 90 para uma ferramenta de rotação , como também com um bocal aberto 91 do canal de passagem do fluxo 82.
Quando, além disso, o fuso de libertação 72 é instalado por meio de uma rosca 93, de modo rotativo, numa porca 92, a qual se encontra rotativamente fixa na haste do embolo da mola 18, pode então, de acordo com, por exemplo, uma rotação manualmente provocada do fuso de libertação 72 numa determinada direção, ser criado um movimento de translação do embolo da mola do travão 8 para a posição de libertação. Alternativamente, o dispositivo de libertação 64 pode ser também constituído de modo a ser acionado por um dispositivo motorizado de acionamento. 14
Lista de referências 1 Travão de serviço e mola de travão 2 Cilindro do travão de serviço 4 Cilindro da mola do travão 6 Parede intermédia 8 Embolo da mola do travão 10 Mola de pressão 12 Câmara da mola do travão 14 Câmara da mola 16 Válvula de ventilação 18 Haste do embolo da mola do travão 20 Câmara do travão de serviço 21 Furo 22 Dispositivo de vedação 24 Membrana 26 Prato membranoso 28 Haste de pressão 30 Mola de retorno 31 Câmara da mola 32 Borda de fixação 34 Cavidade de receção 36 Flange 38 Flange 40 Anel de centragem 42 Superfície periférica radial internaa 44 Parede 46 Eixo do cilindro 48 Borda 50 Contorno do cilindro 52 Dispositivo de vedação 54 Superfície de deslizamento 56 Superfície de trabalho 15 58 Anel de guia 60 Secção de vedação 62 Elemento de vedação 64 Dispositivo de libertação 66 Abertura 68 Compartimento 72 Fuso de libertação 74 Dispositivo de ventilação 76 Mo la 78 Sede de válvula 80 Corpo de válvula 82 Canal de passagem do fluxo 84 Secção 86 Canal perpendicular 87 Cavidade de receção 88 Extremidade 89 Chumaceira 90 Superfície de encaixe 91 Bocal 92 Porca .sboa, 14 de Novembro de 2012

Claims (8)

1 REIVINDICAÇÕES 1. Cilindro de mola de travão (1) para sistemas de travagem de veiculos, com um embolo de mola de travão (8) acionável por meio de pelo menos uma mola de pressão (10), instalado no cilindro da mola do travão (4), o qual separa uma câmara da mola (14) que recebe a mola de pressão (10), de uma câmara da mola do travão (12) do cilindro da mola do travão (4), que pode ser cheia e esvaziada de ar, bem como com um dispositivo de libertação (64), que pode ser acionado manualmente ou através de um dispositivo motorizado, para soltar a mola do travão, em que o dispositivo de libertação (64) compreende um fuso de libertação (72), que coopera com uma haste do embolo da mola do travão (18) do embolo da mola do travão (8) e está retido numa abertura (66) do cilindro da mola do travão (4) e pode ser acionado do exterior do cilindro da mola do travão (4), caracterizado por, no fuso de libertação (72) se constituir uma comunicação de fluxo (82), que compreende um dispositivo de válvula (74) , entre a câmara da mola (14) e o ambiente, na qual o dispositivo de válvula (74) , dependendo da pressão reinante no interior da câmara da mola (14) , abre ou fecha a comunicação de fluxo (82) .
2. Cilindro de mola de travão de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por o dispositivo de válvula (74) compreender pelo menos um corpo de válvula (80), que é pressionado por meio de pelo menos uma mola (76) contra pelo menos uma sede de válvula (78), o qual, na posição fechada de partida fecha um canal de passagem do fluxo (82) coaxialmente construído no fuso de libertação (72) e na posição de abertura, dependente da pressão reinante no interior do canal de passagem do fluxo (82), o abre. 2
3. Cilindro da mola do travão de acordo com a reivindicação 2, caracterizado por uma secção (84), pressionada pela mola, do corpo da válvula (80) do dispositivo de válvula (74), estar colocada a montante do canal de passagem do fluxo (82), relativamente ao fluxo vindo da câmara da mola (14) para o ambiente e estar em ligação com a câmara da mola (14) através de pelo menos um canal perpendicular (86) construído no fuso de libertação 72 .
4. Cilindro da mola do travão de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado por, o fuso de libertação (72) cooperar de tal modo com o embolo da mola do travão (8), que o movimento de rotação do fuso de libertação (72) é transformado num movimento de translação do embolo da mola do travão (8).
5. Cilindro da mola do travão de acordo com a reivindicação 4, caracterizado por o fuso de libertação (72) poder ser colocado giratoriamente por meio de uma união roscada numa porca (92), a qual se encontra fixada contra rotação na haste do embolo da mola do travão (18) .
6. Cilindro da mola do travão de acordo com uma das reivindicações anteriores , caracterizado por 0 fuso de libertação (72) estar colocado axialmente fixo, mas rotativamente móvel, em relação ao cilindro da mola do travão (4).
7. Cilindro da mola do travão de acordo com uma das reivindicações anteriores , caracterizado por 0 fuso de libertação (72) estar munido, nas suas extremidades livres (88), viradas para o ambiente, de superfícies de encaixe (90) para uma ferramenta rotativa. 3
8. Cilindro da mola do travão de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado por ser conjugado com um cilindro do travão de serviço (2) para formar um cilindro combinado de travão de serviço e cilindro da mola do travão (1) e o cilindro do travão de serviço (2) apresentar um embolo do travão de serviço (26) instalado de forma deslizante no cilindro do travão de serviço (2). Lisboa, 14 de Novembro de 2012
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