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BRPI0718936A2 - Combinações de substância ativa inseticida (formononetina+inseticidas). - Google Patents

Combinações de substância ativa inseticida (formononetina+inseticidas). Download PDF

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Publication number
BRPI0718936A2
BRPI0718936A2 BRPI0718936-2A BRPI0718936A BRPI0718936A2 BR PI0718936 A2 BRPI0718936 A2 BR PI0718936A2 BR PI0718936 A BRPI0718936 A BR PI0718936A BR PI0718936 A2 BRPI0718936 A2 BR PI0718936A2
Authority
BR
Brazil
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group
active substance
spp
inhibitors
methyl
Prior art date
Application number
BRPI0718936-2A
Other languages
English (en)
Inventor
Wolfram Andersch
Heike Hungenberg
Darren Mansfield
Original Assignee
Bayer Cropscience Ag
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Bayer Cropscience Ag filed Critical Bayer Cropscience Ag
Publication of BRPI0718936A2 publication Critical patent/BRPI0718936A2/pt

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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "COMBINA- ÇÕES DE SUBSTÂNCIA ATIVA INSETICIDA (FORMONONETINA+INSE- TICIDAS)".
A presente invenção refere-se a novas combinações de subs- tância ativa, consistindo, primeiramente formononetina e, em segundo lugar, em substâncias inseticidamente ativas. Essas combinações de substância ativa são altamente adequadas para o controle de pestes animais indeseja- das, tais como insetos ou acarídeos, e também nemátodos fitoparasíticos.
Já é conhecido que a formononetina da fórmula (I):
0 ^OMe
no — o (|)
uma isoflavona produzida pelo trevo-dos-prados (Trifolium pra-
tens), aumenta o crescimento das raízes d eplantas úteis (patente americana 5.002.603).
Além disso, é conhecido que numerosos cloronicotinilas, éste- res fosfóricos, carbamatos, heterociclos, compostos de organotina, benzoilu- 15 reias e piretroides apresentam propriedades inseticidas, acaricidas e nemati- cidas (cf., por exemplo, documentos EP 0 192 060, US 2,758,115, US 3,309,266, GB 1,181,657, WO 93/22297 Al, WO 93/10083 Al, DE 26 41 343 Al, EP 347 488 Al, EP 210 487 Al, US 3,264,177 e EP 234 045 A2). Porém, a atividade desses compostos não é satisfatória em todos os aspec- 20 tos.
Surpreendentemente, verificou-se então que a formononetina aumenta a atividade de substâncias de ação inseticida, acaricida ou nemati- cida.
Além disso, verificou-se surpreendentemente que substâncias 25 de ação inseticida, acaricida e nematicida aumentam o rendimento ou o crescimento de plantas de cultura tratadas com formononetina, excedendo o efeito de um tratamento com formononetina somente ou um tratamento com as substâncias de ação inseticida, acaricida ou nematicida unicamente ou excedendo a soma de ambas as tividades individuais. Essa invenção agora prove novas combinações de substância ativa , que apresentam propriedades excelentes para o combate de insetos, aracnídeos ou nemátodos fitoparasíticos, combinações essas, adicionalmen- te à formononetina, que compreendem pelo menos uma substância ativa selecionada de grupos (2) a (24) abaixo.
grupo (2) agonistas/antagonistas do receptor de acetilcolina (como, por exemplo, cloronicotinilas/neonicotinoides);
grupo (3) inibidores de acetilcolinésterase (AChE) (como, por exemplo, carbamatos e organofosfatos);
grupo (4) moduladoresdo canal de sódio/bloqueadores de
canais de sódio voltagem-dependentes (tais como, por exemplo, piretroides e oxadiazinas);
grupo (5) moduladores do receptor de acetilcolina (tais co- mo, por exemplo, espinosinas);
grupo (6) antagonistas de canais de cloreto GABA-depen-
dentes (tais como, por exemplo, ciclodienos organociorados e fipróis);
grupo (7) ativadores do canal de cloreto (tais como,por e- xemplo, mectinas);
grupo (8) miméticos ao hormonio juvenil;
grupo (9) disruptores/agonistas de ecdisona (tais como, por
exemplo, diacil-hidrazinas);
grupo (10) inibidores de biosíntese de quitina (tais como, por exemplo, benzoilureias);
grupo (11) inibidores de fosforilação oxidativa, disruptores ATP (tais como, por exemplo, organotinas);
grupo (12) desacopladores da fosforilação oxidativa atuando mediante interrupção do gradiente H-próton (tais como, por exemplo, pirróis e dinitrofenóis);
grupo (13) inibidores do transporte de elétrons no sítio I (tais como, por exemplo, METIs);
grupo (14) inibidores do transporte de létrons no sítio II; grupo (15) inibidores do transporte de elétrons no sítio III; grupo (16) disruptores microbianos da membrana intestinal
de insetos;
grupo (17) inibidores da síntese de gordura (tais como, por exemplo, ácidos tetrônicos e ácidos tetrâmicos);
grupo (18) carboxamidas;
grupo (19) agonistas octopaminérgicos;
group (20) inibidores de ATPase magnésio-estimulada;
grupo (21) ftalamidas;
grupo (22) análogos de nereistoxina;
grupo (23) agentes biológicos, hormônios ou feromônios;
grupo (24) substâncias ativas com mecanismos de ação des- conhecidos ou não-específicos (tais como, por exemplo, fumigantes, antiali- mentadores seletivos e inibidores do crescimento de ácaro).
Surpreendentemente, a atividade inseticida ou acaricida da
combinação de substância ativa, de acordo com a invenção, é considera- velmente mais elevada do que a soma das atividades das substâncias ativas individuais. Correspondentemente, está presente um efeito sinergístico im- previsível, e não somente uma adição de atividades.
Além de pelo menos uma isopentilcarboxanilida da fórmula ge- ral (I), as combinações de substâncias ativas, de acordo com a invenção, compreendem pelo menos uma substância ativa selecionada dos grupos(2) a (24).
As substâncias ativas de grupos (2) a (24) compreendem uma vasta quantidade de possíveis pares de mistura listados abaixo. A maioria 25 dessas substâncias ativas estão comercialmente disponíveis e/ou listadas no Manual de Pesticidas (The Pesticide Manual, 13a edição, Editor: CDS To- mlin, British Crop Protection Council, ISBN 1 901396 13 4). As substâncias ativas não-normalmente disponíveis ou não-listadas no Manual de Pesticidas são distintamente identificadas por seu nome IUPAC.
Grupo (2) dos agonistas/antagonistas do receptor de acetilcoli-
na inclui especificamente as seguintes substâncias ativas:
(2.1) cloronicotinilas/neonicotinoides (por exemplo acetamiprida, clotianidina, dinotefuran, imidacloprida, nitenpiram, nitiazina, tiacloprida, tia- metoxam, imidaclotiz ((2E)-1-[(2-cloro-1,3-tiazol-5-il)metil]-N-nitroimidazo- lidin-2-imina), AKD 1022 ((2E)-1-[(2-cloro-1,3-tiazol-5-il)metil]-3,5-dimetil-N- nitro-1,3,5-triazinan-2-imina));
(2.2) nicotinas, bensultap, cartap.
As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, compreendem preferivelmente os seguintes agonistas/antagonistas do receptor de acetilcolina do grupo (2):
(2.1.1) clotianidina (2.1.2) imidacloprida (2.1.3) tiacloprida (2.1.4) tiametoxam (2.1.5) acetamiprida (2.1.6) dinotefuran (2.1.7) nitenpiram (2.1.8.) imidaclotiz As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, compreendem particularmente preferivelmente os seguintes agonis- tas/antagonistas do receptor de acetilcolina do grupo (2):
(2.1.1) clotianidina
(2.1.2) imidacloprida
(2.1.3) tiacloprida
(2.1.4) tiametoxam
(2.1.5) acetamiprida
Grupo (3) dos inibidores de acetilcolinésterase (AChE) inclui
especificamente as seguintes substâncias ativas:
(3.1) carbamatos (por exemplo alanicarb, aldicarb, aldoxicarb, alixicarb, aminocarb, bendiocarb, benfuracarb, bufencarb, butacarb, butocar- boxima, butoxicarboxima, carbaril, carbofuran, carbosulfan, cloetocarb, dime- 30 tilan, etiofencarb, fenobucarb, fenotiocarb, formetanato, furatiocarb, iso- procarb, metam-sódio, metiocarb, metomil, metolcarb, oxamil, fosfocarb, pi- rimicarb, promecarb, propoxur, tiodicarb, tiofanox, triazamato, trimetacarb, XMC1 xililcarb);
(3.2) Organofosfatos (por xemplo acefato, azametifos, azinfos (-metil, -etil), bromofos-etil, bromfenvinfos (-metil), butatiofos, cadusafos, car- bofenotion, cloretoxifos, clorfenvinfos, clormefos, clorpirifos (-metil/-etil), coumafos, cianofenfos, cianofos, clorfenvinfos, demeton-S-metil, demeton-S- metilsulfon, dialifos, diazinon, diclofention, diclorvos/DDVP, dicrotofos, dime- toato, dimetilvinfos, dioxabenzofos, disulfoton, EPN1 etion, etoprofos, etrim- fos, famfur, fenamifos, fenitrotion, fensulfotion, fention, flupirazofos, fonofos, formotion, fosmetilan, fostiazato, heptenofos, iodofenfos, iprobenfos, isazo- fos, isofenfos, O-salicilato de isopropila, isoxation, malation, mecarbam, me- tacrifos, metamidofos, metidation, mevinfos, monocrotofos, naled, ometoato, oxidemeton-metila, paration (-metil/-etil), fentoato, forato, fosalona, fosmet, fosfamidon, fosfocarb, foxim, pirimifos (-metil/-etil), profenofos, propafos, propetamfos, protiofos, protoato, piraclofos, piridafention, piridation, quinal- fos, sebufos, sulfotep, sulprofos, tebupirimfos, temefos, terbufos, tetraclorvin- fos, tiometon, triazofos, triclorfon, vamidotion).
As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, compreendem preferivelmente os seguintes inibidores de acetilcolin- ésterase (AChE) do grupo (3):
(3.1.1) metiocarb (3.1.2) tiodicarb (3.1.3) etoprofos (3.1.4) a Idicarb (3.1.5) fenamifos (3-2.1) tebupirimfos (3.2.2) cadusafos (3.2.3) oxamil (3-2.4) fostiazato clorpirifos-(metil-/etil)
As combinações de substância ativa, de acordo com a inven-
ção, compreendem particularmente preferivelmente os seguintes nibidores de acetilcolinésterase (AChE) do grupo (3): (3.1.1) meíiocarb
(3.1.2) tiodicarb
(3.1.3) aldicarb
(3.2.1) etoprofos (3.2.2) fenamifos
Grupo (4) dos moduladores do canal de sódio /bloqueadores de canais de sódio voltagem-dependentes inclui especificamente as seguintes substâncias ativas:
(4.1) piretroideos [por exemplo acrinatrin, aletrin (d-cis-trans, d- trans), beta-ciflutrin, bifentrin, bioaletrin, bioaletrin-S-ciclopentil-isomero, bi-
oetanometrin, biopermetrin, bioresmetrin, clovaportrin, cis-cipermetrin, cis- resmetrin, cis-permetrin, clocitrin, cicloprotrin, ciflutrin, ci-halotrin, cipermetrin (alfa-, beta-, teta-, zeta-), cifenotrin, DDT, deltametrin, empentrin (1R- isomero), esfenvalerato, etofenprox, fenfiutrin, fenpropatrin, fenpiritrin, fen- 15 valerato, flubrocitrinato, flucitrinato, flufenprox, flumetrin, fluvalinato, fubfen- prox, gama-ci-halotrin, imiprotrin, kadetrin, lambda-ci-halotrin, metoflutrin, permetrin (cis-, trans-), fenotrin (1R-trans isomero), pralletrin, proflutrin, pro- trifenbuto, piresmetrin, resmetrin, RU 15525, silafluofen, tau-fluvalinato, teflu- trin, teralletrin, tetrametrin (1R-isomero), tralocitrin, tralometrin, transflutrin, 20 ZXI 8901, piretrinas (piretrum)];
(4.2) oxadiazinas (por exemplo indoxacarb).
As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, compreendem preferivelmente os seguintes moduladores do canal de sódio/bloqueadores de canais de sódio voltagem-dependentes do grupo (4):
(4.1.1) beta-ciflutrin (4.1.2) ciflutrin (4.1.3) deltametrin (4.1.4) teflutrin (4.1.5) bifentrin (4.2.1) indoxacarb As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, compreendem particularmente preferivelmente os seguintes modulado- res do canai de sódio/bioqueadores de canais de sódio voltagem- dependentes do grupo (4):
(4.1.1) beta-ciflutrin
(4.1.2) ciflutrin
(4.1.3) deltametrin
(4.1.4) teflutrin
(4.2.1) indoxacarb
Grupo (5) dos moduladores do receptor de acetilcolina inclui especificamente as seguintes substâncias ativas:
(5.1) espinosinas (por exemplo espinosad). Nova espinosina da
Dow
As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, compreendem preferivelmente os seguintes moduladores do receptor de acetilcolina do grupo (5):
(5.1.1) espinosad
(5.1.2) XDE-175,
Composto da fórmula (II) (conhecido a partir da publicação WO 97/00265 Al, US 6001981 e Pest Manag. Sei. 57, 177-185, 2001)
(II)
Grupo (6) dos antagonistas de canais de cloreto GABA- dependentes inclui especificamente as seguintes substâncias ativas:
(6.1) ciclodienos organoclorados (por exemplo canfecloro, clor- dano, gama-HCH, HCH, heptacloro, lindano, metóxicloro), excepto para en- dosulfan.
(6.2) fipróis (por exemplo acetopróis, etipróis, fipronila, vanili-
próis).
As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, compreendem preferivelmente os seguintes antagonistas de canais de cloreto GABA-dependentes do grupo(6):
(6.2.1) fipronila
(6.2.2) etipróis
Grupo (7) dos ativadores do canal de cloreto, inclui especifica- mente as seguintes substâncias ativas:
(7.1) mectinas (por exemplo abamectin, avermectin, emamectin, emamectin-benzoato, ivermectin, milbemectin, milbemicin)
As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, compreendem preferivelmente os seguintes ativadores do canal de clo- reto do grupo (7):
(7.1.1) emamectin-benzoato
(7.1.2) avermectin
Grupo (8) dos miméticos do hormônio juvenile inclui especifi- camente as seguintes substâncias ativas:
diofenolan, epofenonano, fenoxicarb, hidropreno, kinopreno,
metopreno, piriproxifen, tripreno.
As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, compreendem preferivelmente o seguinte mimético do hormônio juvenil do grupo (8):
(8.1.1) piriproxifen
Grupo (9) dos agonistas/disruptores de ecdisona inclui especifi- camente as seguintes substâncias ativas:
(9.1) diacil-hidrazinas (por exemplo cromafenozida, halofenozi- da, metóxifenozida, tebufenozida).
As combinações de substância ativa, de acordo com a inven-
ção, compreendem preferivelmente o seguintes agonista/disruptor da ecdi- sona, do grupo (9):
(9.1.1) metóxifenozida
Grupo (10) dos inibidores da biosíntese ds quitina, inclui preferi- velmente as seguintes substâncias ativas:
(10.1) benzoilureias (por exemplo bistrifluron, clofluazuron, di- flubenzuron, fluazuron, flucicloxuron, flufenoxuron, hexaflumuron, lufenuron, novaiuron, noviflumuron, penfluron, teflubenzuron, triflumuron);
(10.2) buprofezin;
(10.3) ciromazina.
As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, compreendem preferivelmente os seguintes inibidores da biosíntese da quitina do grupo (10):
(10.1.1) triflumuron
(10.1.2) flufenoxuron
Grupo (11) dos inibidores de fosforilação oxidativa, disruptores ATP1 inclui especificamente as seguintes substâncias ativas:
(11.1) diafentiuron;
(11.2) organotinas (por exemplo azociclotin, cihexatin, fenbuta-
tin-óxido).
Grupo (12) dos desacopladores de fosforilação oxidativa agindo mediante interrupção do gradiente H-proton, inclui especificamente as se- guntes substâncias ativas:
(12.1) pirróis (por exemplo clorfenapir);
(12.2) dinitrofenóis (por exemplo binapacirl, dinobuton, dinocap,
DNOC).
Grupo (13) dos inibidores do transporte de elétrons no sítio-l,
inclui especificamente as seguintes substâncias ativas:
(13.1) METIs (por exemplo fenazaquin, fenpiroximato, pirimidi- fen, piridaben, tebufenpirad, tolfenpirad);
(13.2) hidrametilnona;
(13.3) dicofol.
As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, compreendem preferivelmente os seguintes inibidores do transporte de elétrons no sítio-l do grupo (13):
(13.1.1) tebufenpirad (13.2.1) hydrametilona
Grupo (14) dos inibidores do transporte de elétrons no sítio-ll, inclui especificamente a seguinte substância ativa: (14.1.1) rotenona
Grupo (15) dos inibidores do transporte de elétrons no sítio-lll, inclui especificamente as seguintes substâncias ativas:
(15.1) acequinocil, fluacripirim.
Grupo (16) dos disruptores microbianos das membranas intesti-
nais do inseto, inclui especificamente as seguintes substâncias ativas:
(16.1) cepas Bacillus thuringiensis.
Grupo (17) dos inibidores da síntese de gordura, inclui especifi- camente as seguintes substâncias ativas:
(17.1) ácidos tetrônicos (por exemplo espirodiclofen, espirome-
sifen);
(17.2) ácidos tetrâmicos {por exemplo carbonato de 3-(2,5-di- metilfenil)-8-metóxi-2-oxo-1-azaspiro[4.5]dec-3-en-4-il etila (alias: ácido car- bônico, 3-(2,5-dimetilfenil)-8-metóxi-2-oxo-1 -azaspiro[4.5]dec-3-en-4-il etil
éster, CAS-Reg.-No.: 382608-10-8) e ácido carbônico, cis-3-(2,5-dime- tilfenil)-8-metóxi-2-oxo-1-azaspiro[4.5]dec-3-en-4-il etil éster (CAS-Reg.-No.: 203313-25-1)}.
As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, compreendem preferivelmente os seguintes inibidores da síntese do grupo (17):
(17.1.1) espirodiclofen
(17.1.2) espiromesifen
(17.2.1) carbonato de 3-(2,5-dimetilfenil)-8-metóxi-2-oxo-1- azaspiro[4.5]dec-3-en-4-il etila
Grupo (18) das carboxamidas, inclui especificamente a seguinte
substância ativa:
(18.1.1) flonicamid
Grupo (19) dos agonistas octopaminérgicos, inclui especifica- mente a segunte substância ativa:
(19.1.1) amitraz
Grupo (20) dos inibidores da ATPase magnésio-estimulada, in- clui especificamente a seguinte substância ativa: (20.1.1) propargita
Grupo (21) das ftalamidas, inclui especificamente as seguintes substâncias ativas:
(21.1.1) N2-[1,1-dimetil-2-(metilsulfonil)etil]-3-iodo-N1-[2-metil- 4-[1,2,2,2-tetrafluoro-1 -(trifluorometil)etil]fenil]-1,2-benzenodicarboxamida
(flubendiamida, CAS-Reg.-No.: 272451-65-7)
(21.1.2) rinaxipir da fórmula (III)
Cl
Cl-
O
CH3 (III)
Grupo (22) dos análogos a nereistoxina, inclui especificamente as seguintes substâncias ativas:
Tiociclam-oxilato de hidrogênio, tiosultap-sodio.
Grupo (23) dos agentes biológicos, hormônios ou feronômios, inclui especificamente as seguintes substâncias ativas:
azadiractina, Bacillus spec., Beauveria spec., codlemone, Me- tarrhizium spec., Paecilomyces spec., thuringiensin, Verticillium spec.
Grupo (24) das substâncias ativas com mecanismos de ação
desconhecidos e não-específicos, inclui especificamente as seguintes subs- tâncias ativas:
(24.1) fumigantes (por exemplo fosfeto de alumínio, brometo de metila, fluoreto de sulfurila);
(24.2) antialimentadores seletivos (por exemplo criolita, flonica-
mid, pimetrozina);
(24.3) inibidores do crescimento de ácaros (por exemplo clofen- tezina, etoxazóis, hexitiazox);
(24.4) amidoflumet, benclotiaz, benzoximato, bifenazato, bromo- propilato, buprofezin, quinometionat, clordimeform, clorobenzilato, cloro-
picrin, clotiazoben, ciclopreno, ciflumetofen, diciclanil, fenoxacrim, fentrifanil, fiubenzimina, fiufenerim, flutenzin, gossiplure, hidrametilnona, japonilure, metoxadiazona, petróleo, butóxido de piperonila, oleato de potássio, piraflu- próis, piridalila, piripróis, sulfluramid, tetradifon, tetrasul, triarateno, verbutin, além disso o composto 3-metilfenil propilcarbamato (tsumacida Z), o com- posto 3-(5-cloro-3-piridinil)-8-(2,2,2-trifluoroetil)-8-azabiciclo[3.2.1]octano-3- carbonitrila (CAS-Reg.-Nr. 185982-80-3) e os isômeros 3-endo correspon- dentes (CAS-Reg.-Nr. 185984-60-5) (cf. WO 96/37494, WO 98/25923), e também preparações compreendendo extratos de planta de ação inseticida, nemátodos, fungos ou virus.
Combinações particularmente preferidas, de acordo com a in-
venção, são mostradas na tabela 1 abaixo. Tabela 1
Substância ativa 1 Substância ativa dos grupos (2) a (24) formononetina (2.1.1) clotianidin formononetina (2.1.2) imidacloprid formononetina (2.1.3) tiacloprid formononetina (2.1.4) tiametoxam formononetina (3.1.1) metiocarb formononetina (3.1.2) tiodicarb formononetina (3.1.3) etoprofos formononetina (3.2.1) tebuprimofos formononetina (3.2.2) cadusafos formononetina (3.2.3) oxamila formononetina (4.1.1) beta-ciflutrin formononetina (4.1.2) ciflutrin formononetina (4.1.3) deltametrin formononetina (4.1.4) teflutrin formononetina (4.2.1) indoxacarb formononetina (5.1.1) espinosad formononetina (5.1.2) XDE-175 da fórmula (II) formononetina (6.2.1) fipronila formononetina (6.2.2) etipróis formononetina (7.1.1) emamectin-benzoato formononetina (8.1.1) piriproxifen formononetina (9.1.1) metóxifenozida formononetina (10.1.1) triflumuron formononetina (10.1.2) flufenoxuron formononetina (13.1.1) tebufenpirad formononetina (13.2.1) hidrametilona formononetina (17.1.1) espirodiclofen formononetina (17.1.2) espiromesifen formononetina (17.2.1) carbonato de 3-(2,5-dimetilfenil)-8-metóxi-2- oxo-1-azaspiro[4.5]dec-3-en-4-il etila formononetina (18.1.1) flonicamid formononetina (21.1.1) flubendiamida formononetina (21.1.2) rinaxipir Todas as substâncias ativas (cada linha da tabela 1) são vias independentes de se obter o objeto.
De acordo com a invenção, ao invés de formononetina, também é possível usar seus sais, em particular seus sais metálicos alcalinos.
Além disso, as combinações de substância ativa também po- dem compreender componentes de ação fungicida, acaricida ou inseticida para misturas.
Se as substânias ativas nas combinações de substância ativa, 10 de acordo com a invenção, estiverem presentes em certas razões de peso, o efeito sinergístico será particularmente pronunciado. Porém, as razões de peso das substâncias ativas nas combinações de substância ativa podem ser variadas dentro de uma faixa relativamente ampla. Em geral, as combi- nações, de acordo com a invenção, compreendem substâncias ativas da 15 fórmula (I) e os pares de mistura nas razões de mistura preferidas indicados na tabela abaixo, sendo que as razões de mistura são baseadas em razões de peso.
A razão deve ser entendida como sendo formononetina : com- ponente de mistura. ♦ · Tabela 2: Razões de mistura
Componente de mistura (grupo) Razão de mistura preferida Razão de mistura particularmente preferida (2.1) cloronicotinilas/Neonicotinoides 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (2.2) nicotinas, bensultap, cartap 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (3.1) carbamatos 500 1 para 1 1000 125 1 para 1 500 (3.2) organofosfatos 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (4.1) piretroides 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (4.2) oxadiazinas 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (5.1) espinosinas 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (6.1) ciclodienos organoclorados 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (6.2) fipróis 500 1 para 1 200 125 1 para 1 50 (7.1) mectinas 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (8) miméticos do hormônio juvenil 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (9.1) diacil-hidrazinas 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (10.1) benzoilureias 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (10.2) buprofezin 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (10.3) ciromazina 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (11.1) diafentiuron 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (11.2) organotinas 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (12.1) pirróis 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (12.2) dinitrofenóis 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (13.1) METIs 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (13.2) hidrametilnona 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (13.3) dicofol 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (14) rotenona 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (15.1) acequinocil, fluacripirim 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (16.1) cepas Bacillus thuringiensis 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 • · (17.1) ácidos tetrônicos 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (17.2) ácidos tetrâmicos 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (18) flonicamid 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (19) amitraz 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (20) propargito 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (21) ftalamida 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (22) análogos da nereistoxina 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (23) agentes biológicos, hormônios, feromônios 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (24.1) fumigantes 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (24.2) antialimentadores seletivos 500 1 para 1 50 125 1 para 1 25 (24.3) inibidores do crescimento de ácaro 500 1 para 1 50 125 : 1 para 1 25 cn As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, são adequadas para o controle de pestes animais, preferivelmente ar- trópodes e nemátodes, particularmente nemátodes e insetos encontrados na agricultura, em saúde animal, em florestas, na proteção de produtos e mate- 5 riais estocados no setor de higiene. Elas são normalmente ativas contra species sensíveis e resistentes, e contra todos ou contra estágios de desen- volvimento individual. As pestes acima mencionadas incluem:
Da ordem da Isopoda, por exemplo, Oniscus asellus, Armadilli- dium vulgare, Porcellio scaber.
Da ordem da Diplopoda, por exemplo, Blaniulus guttulatus.
Da ordem da Chilopoda, por exemplo, Geophilus carpophagus, Scutigera spp.
Da ordem da Symphyla, por exemplo, Scutigerella immaculata.
Da ordem da Thysanura, por exemplo, Lepisma saccharina.
Da ordem da Collembola, por exemplo, Onychiurus armafus.
Da ordem da Orthoptera, por exemplo, Aeheta domestieus, Gr- yllotalpa spp., Loeusta migratória migratorioides, Melanoplus spp., Sehisto- eerea gregaria.
Da ordem da Blattaria, por exemplo, Blatta orientalis, Periplane- ta americana, Leueophaea maderae, Blattella germaniea.
Da ordem da Dermaptera, por exemplo, Forfieula aurieularia.
Da ordem da Isoptera, por exemplo, Retieulitermes spp.
Da ordem da Phthiraptera, por exemplo, Pedieulus humanus eorporis, Haematopinus spp., Linognathus spp., Triehodeetes spp., Damali- nia spp.
Da ordem da Thysanoptera, por exemplo, Hereinothrips femora- lis, Thrips tabaei, Thrips palmi, Frankliniella aceidentalis.
Da ordem da Heteroptera, por exemplo, Eurygaster spp., Dys- dereus intermedius, Piesma quadrata, Cimex leetularíus, Rhodnius prolixus, Triatoma spp.
Da ordem da Homoptera, por exemplo, Aleurodes brassieae, Bemisia tabaei, Trialeurodes vaporariorum, Aphis gossypii, Brevieoryne brassicae, Cryptomyzus ribis, Aphis fabae, Aphis pomi, Eriosoma lanigerum, Hyalopterus arundinis, Phylloxera vastatrix, Pemphigus spp., Macrosiphum avenae, Myzus spp., Phorodon humuli, Rhopalosiphum padi, Empoasca spp., Euscelis bilobatus, Nephotettix einetieeps, Leeanium eorni, Saissetia 5 oleae, Laodelphax striatellus, Nilaparvata lugens, Aonidiella aurantii, Aspidio- tus hederae, Pseudoeoceus spp., Psylla spp.
Da ordem da Lepidoptera1 por exemplo, Peetinophora gossypi- ella, Bupalus piniarius, Cheimatobia brumata, Lithocolletis blaneardella, Hy- ponomeuta padella, Plutella xylostella, Malaeosoma neustria, Euproetis ehry- 10 sorrhoea, Lymantria spp., Bueeulatrix thurberiella, Phyllocnistis eitrella, Agro- tis spp., Euxoa spp., Feltia spp., Earias insulana, Heliothis spp., Mamestra brassicae, Panolis IIammea, Spodoptera spp., Trichoplusia ni, Carpocapsa pomonella, Pieris spp., Chilo spp., Pyrausta nubilalis, Ephestia kuehniella, Galleria mellonella, Tineola bisselliella, Tinea pellionella, Hofmannophila 15 pseudospretella, Caeoeeia podana, Capua reticulana, Choristoneura fumife- rana, Clysia ambiguella, Homona magnanima, Tortrix viridana, Cnaphaloce- rus spp., Oulema oryzae.
Da ordem da Coleoptera, por exemplo, Anobium punctatum, Rhizopertha dominica, Bruchidius obtectus, Acanthoscelides obtectus, Hylo- 20 trupes bajulus, Agelastica alni, Leptinotarsa decemlineata, Phaedon cochlea- riae, Diabrotica spp., Psylliodes ehrysoeephala, Epilachna varivestis, Atoma- ria spp., Oryzaephilus surinamensis, Anthonomus spp., Sitophilus spp., Oti- orrhynchus sulcatus, Cosmopolites sordidus, Ceuthorrhynehus assimilis, Hy- pera postiça, Dermestes spp., Trogoderma spp., Anthrenus spp., Attagenus 25 spp., Lyctus spp., Meligethes aeneus, Ptinus spp., Niptus hololeucus, Gibbi- um psylloides, Tribolium spp., Tenebrio molitor, Agriotes spp., Conoderus spp., Melolontha melolontha, Amphimallon solstitialis, Costelytra zealandica, Lissorhoptrus oryzophilus.
Da ordem da Hymenoptera, por exemplo, Diprion spp., Hoplo- campa spp., Lasius spp., Monomorium pharaonis, Vespa spp.
Da ordem da Diptera, por exemplo, Aedes spp., Anopheles spp., Culex spp., Drosophila melanogaster, Musca spp., Fannia spp., Calli- phora erythrocephala, Luciiia spp., Chrysomyia spp., Cuterebra spp., Gas- trophilus spp., Hyppobosca spp., Stomoxys spp., Oestrus spp., Hypoderma spp., Tabanus spp., Tannia spp., Bibio hortuianus, Oseinella frit, Phorbia spp., Pegomyia hyoseyami, Ceratitis eapitata, Daeus oleae, Tipula paludosa, Hylemyia spp., Liriomyza spp.
Da ordem da Siphonaptera, por exemplo, Xenopsylla eheopis, Ceratophyllus spp.
Da ordem da Arachnida, por exemplo, Seorpio maurus, Latro- deetus maetans, Aearus siro, Argas spp., Ornithodoros spp., Dermanyssus 10 gallinae, Eriophyes ribis, Phyllocoptruta oleivora, Boophilus spp., Rhipieepha- Ius spp., Amblyomma spp., Hyalomma spp., Ixodes spp., Psoroptes spp., Chorioptes spp., Sareoptes spp., Tarsonemus spp., Bryobia praetiosa, Pa- nonyehus spp., Tetranyehus spp., Hemitarsonemus spp., Brevipalpus spp.
Os nemátodes fitoparasíticos incluem, por exemplo, Pratylen- ehus spp., Radopholus similis, Ditylenehus dipsaei, Tylenchulus semipene- trans, Heterodera spp., Globodera spp., Meloidogyne spp., Aphelenehoides spp., Longidorus spp., Xiphinema spp., Triehodorus spp., Bursaphelenchus spp.
As combinações de substância ativa podem ser convertidas nas formulações usuais tais como soluções, emulsões, pós molháveis, suspen- sões, pós, agentes pouvilhantes, pastas, pós solúveis, grânulos, concentra- dos de suspensão-emulsão, materiais naturais e sintéticos impregnados com composto ativo, e microencapsulações em materiais poliméricos.
Essas formulações são produzidas de maneira conhecida,por exemplo pela mistura de compostos ativos com extensores, isto é, solventes líquidos e/ou portadores sólidos, opcionalmente com o uso de surfactantes, isto é, emuIsificantes e/ou dispersantes, e/ou agentes antiespumantes.
Se o extensor usado for água, também é possível, por exemplo, usar solventes orgânicos como cossolventes. São especialmente adequados como solventes líquidos : aromáticos tais como xileno, tolueno ou alquilnafta- lenos, aromáticos aclorinatados ou hidrocarbonos alifáticos clorinatados, tais como clorobenzenos, cloroetilenos ou cloreto de metileno, hidrocarbonos alifáticos tais como ciclo-hexano ou parafinas, por exemplo frações de óleo mineral, óleos minerais e vegetais, alcoóis tais como butanol ou glicol e seus éteres e ésteres, cetonas tais como acetona, metil etil cetona, metil isobutil cetona ou ciclo-hexanona, solventes fortemente polares tais como dimetil- formamida e dimetil sulfoxida, ou mesmo água.
Veículos adequados são:
Por exemplo sais de amônia e pós de pedra naturais tais como caolinas, resinas, talco, gredas, quartzo, atapulgite, montmorilonite ou terra de diatomácea, pós de pedra sintéticos tais como ácido silícico finamente dividido, alumina e silicatos; portadores sólidos adequados para grânulos são: por exemplo pedras naturais trituradas e fracionadas tais como calcita, mármore, pedra-pomes, sepiolita e dolomita, ou ainda grânulos sintéticos de farinha de milho orgânica ou inorgânica, e grânulos de material orgânico tais como serragem, cascas de côco, sabugos de milho e talos de tabaco; emul- sificantes adequados e/ou formadores de espuma são: por exemplo emulsi- ficantes não-iônicos e aniônicos tais como ésteres de ácido graxo polioxieti- leno, éteres de ácido graxo polioxietileno, por exemplo alquilaril poliglicol éteres, alquilsulfonatos, alquil sulfatos, arilsulfonatos, ou ainda hidrolisatos de proteína; dispersantes adequados são: por exemplo líquidos residuais de Iignosulfito e metilcelulose.
Secantes tais como carboximetilcelulose e polímeros naturais e sintéticos na forma de pós, grânulos ou latices, tais como goma arábica, ál- cool polivinílico e acetato polivinílico, ou ainda fosfolipídios naturais tais co- mo cefalinas e Iecitinas e fosfolipídeos sintéticos podem ser usados nas fór- mulações. Outros possíveis aditivos são óleos minerais e vegetais.
É possível usar corantes tais como pigmentos inorgânicos, por exemplo óxido de ferro, óxido de titânio, azul da Prússia, e corantes orgâni- cos tais como corantes alizarina, corantes azo e corantes ftalocianina metáli- cos, traços de nutrientes tais como sais de ferro, manganês, boro, cobre, cobalto, molibdênio e zinco.
As formulações geralmente compreendem entre 0.1 e 95% em peso de composto ativo, preferivelmente entre 0.5 e 90%. As combinações de substância ativa, de acordo com a inven- ção, podem estar presentes em formulações comercialmente disponíveis, e nas formas de aplicação, preparadas a partir dessas formulações, como uma mistura com outras substâncias ativas, tais como inseticidas, atrativos, éste- 5 rilizantes, bactericidas, acaricidas, nematicidas, fungicidas, substâncias re- guladoras do crescimento, ou herbicidas. Os inseticidas incluem por exemplo fosfatos, carbamatos, carboxilatos, hidrocarbonos clorinatados, plenilureias e substâncias produzidas por micro-organismos.
Misturas com outras substâncias ativas também são possíveis tais como herbicidas ou com fertilizantes e reguladores do crescimento.
Quando usadas como inseticidas, as substâncias ativas, de a- cordo com a invenção podem, além disso, podem estar presentes em suas formulações comercialmente disponíveis e nas formas de aplicação prepa- radas a partir dessas formulações, como uma mistura com agentes sinergís- 15 ticos. Agentes sinergísticos são compostos que aumentam a ação das subs- tâncias ativas, sem que seja necessário que o agente sinergístico adicionado seja propriamente ativo.
O teor de substância ativa das formas de aplicação preparadas a partir das formulações comercialmente disponíveis pode variar dentro de amplos limites. A concentração de substância ativa das formas de aplicação podem ser de 0.00000001 a 95% em peso de substância ativa, preferivel- mente entre 0.00001 e 1% em peso.
Os compostos são empregados de modo usual para as formas de aplicação.
As combinações de substância ativa podem ser usadas tais
como na forma de concentrados ou fórmulaçoes geralmente usuais, tais co- mo pós, grânulos, soluções, suspensões, emulsões ou pastas.
As formulações acima mencionadas podem ser preparadas de maneira conhecida per se, por exemplo, mediante mistura das substâncias ativas com pelo menos um solvente ou diluente, emulsificante, dispersante e/ou Iigante ou fixadores, relente a água, se dejado dessecantes e estabili- zadores UV, e se desejado colorantes e pigmentos e outros auxiliares de processamento.
As composições inseticidas ou concentrados usados para pro- teger madeira e produtos de Madeira compreendem a substância ativa, de acordo com a invenção, em uma concentração de 0.0001 a 95% em peso, em particular 0.001 a 60% em peso.
A quantidade de composição ou concentrado empregada de- pende das espécies e da abundância dos insetos e do meio. A quantidade ideal a ser empregada pode ser determinada em cada caso, por séries de teste sobre aplicação. Em geral, porém, sera suficiente empregar 0.0001 a 10 20% em peso, preferivelmente 0.001 a 10% em peso, da substância ativa, com base no material a ser protegido.
Um solvente adequado e/ou diluente é um solvente organoquí- mico ou mistura de solvente e/ou um solventes organoquímico oleaginoso ou mistura de solvente de baixa volatilidade e/ou um solvente organoquímico polar ou mistura de solvente e/ou água e, se apropriado, um emulsificante e/ou agente molhante.
Solventes organoquímicos, que são preferivelmente emprega- dos são solventes oleaginosos ou do tipo oleo com um índice de evaporação acima de 35 e um ponto de inflamação acima de 30°C, preferivelmente aci- 20 ma de 45°C. Como solventes oleaginosos ou do tipo óleo que são insolúveis em água e de baixa volatilidade, são usados óleos minerais adequados ou suas frações aromáticas ou misturas de solventes contendo óleo mineral, preferivelmente benzina, petróleo e/ou alquilbenzeno.
Óleos minerais com uma faixa de ebulição de 170 a 220°C, benzina com uma faixa de ebulição de 170 a 220°C, oleo de fuso com uma faixa de ebulição de 250 a 350°C, petróleo e aromáticos com uma faixa de ebulição de 160 a 280°C, óleo de turpentina, e similares são vantajosamente empregados.
Em uma concretização preferida, são empregados hidrocarbo- nos alifáticos líquidos com uma faixa de ebulição de 180 a 210°C ou mistu- ras de hidrocarbonos alifáticos ou aromáticos de alto ponto de ebulição com uma faixa de ebulição de 180 a 220°C e/ou óleo de fuso e/ou monocloronaf- taleno, preferivelmente □-monocioronaftaleno.
Os solventes oleaginosos ou do tipo óleo orgânicos de baixa volatilidade e com um índice de evaporação acima de 35 e um ponto de in- flamação acima de 30°C, preferivelmente acima de 45°C, podem ser substi- 5 tuídos em parte por solventes organoquímicos de alta ou média volatilidade, com a condição de que a mistura de solvente também apresente um índice de evaporação acima de 35 e um ponto de inflamação acima de 30°C, prefe- rivelmente acima de 45°C, e que a mistura seja solúvel ou emulsificável nes- sa mistura de solvente.
Em uma concretização preferida, é substituída uma parte do
solvente organoquímico ou mistura de solventes ou um solvente organoquí- mico polar alifático ou mistura de solventes. Solventes organoquímicos alifá- ticos, que contém grupos hidroxila e/ou éster e/ou eter são preferivelmente usados, tais como, por exemplo, glicol eteres, ésteres ou similares.
Ligantes organoquímicos usados para fins da presente inven-
ção, são as resinas sintéticas e/ou oleos secantes ligantes, que são conhe- cidos por si e que podem ser diluídos em água e/ou dissolvidos ou dispersos ou emulsificados nos solventes organoquímicos empregados, particularmen- te ligantes compostos de, ou compreendendo uma resina acrilato, uma resi- 20 na de vinila, por exemplo acetato de polivinila, resina de poliéster, resina de policondensação ou poliadição, resina de poliuretano, resina de alquid ou resina de alquid modificada,resina de fenol, resina de hidrocarboneto tais como resina de indeno/coumarona, resina de silicone, óleos vegetais secan- tes e/ou óleso secantes e/ou ligantes fisicamente secantes a base de uma 25 resina natural e/ou sintética.
A resina sintética empregada como Iigante pode ser utilizada na forma de uma emulsão, dispersão ou solução. Betumes ou substâncias be- tuminosas também podem ser usadas como ligantes, em quantidades de até 10% em peso. Além disso, podem ser empregados colorantes, pigmentos, 30 repelentes a água, agentes mascaradores de odor, e inibidores ou agentes anticorrosivos e similares, todos conhecidos por si.
De acordo com a invenção, a composição ou o concentrado compreende preferivelmente, como iigante organoquímico, pelo menos uma resina de alquid ou resina de alquid modificada e/ou um óleo vegetal secan- te. Resinas de alquid que são preferivelmente usadas de acordo com a in- venção são aquelas com um teor de óleo superior a 45% em peso, preferi- velmente 50 a 68% em peso.
O Iigante acima citado pode ser parcial ou totalmente substituí- do por um (mistura de) fixador ou um (mistura de)plastificante. Esses aditi- vos são planejados para prevenir a volatilização das substâncias ativas, e também a cristalização ou precipitação. Eles substituem preferivelmente 0.01 a 30% do Iigante (baseado em 100% de Iigante utilizado).
Os plastificantes são derivados das classes químicas dos éste- res alifáticos, tais como ftalato de dibutila, ftalato de dioctila ou ftalato de bu- tila e benzila, ésteres fosfóricos, tais como fosfato de tributila, ésteres adípi- cos tais como di(2-etil-hexil) adipato, estearatos tais como estearato de butila 15 ou estearato de amila, oleatos tais como oleato de butila, éteres de glicerina ou glicol éteres de elevado peso molecular, ésteres de glicerina e ésteres de p-toluenosulfônicos.
Fixadores são quimicamente baseados em éteres de polivinil alquila tais como, por exemplo, éter polivinil metila, ou cetonas tais como benzofenona e etilenobenzofenona.
Outros solventes adequados ou diluentes são, particularmente, água, se apropriado, como uma mistura com um ou vários dos solventes organoquímicos acima mencionados ou diluentes, emulsificantes ou disper- sa ntes.
As combinações de substância ativa também são adequadas
para o controle de pestes animais, particularmente insetos, araquinídeos e ácaros, que são encontrados em espaços fechados tais como, por exemplo, residências, galpões de fábricas, escritórios, cabines de veículos e similares. Elas podem ser empregadas em produtos inseticidas de uso domestic para o 30 controle dessas pestes. Elas são ativas contra species sensíveis e resisten- tes e contra todos os estágios de desenvolvimento. Essas pestes incluem:
Da ordem da Scorpionidea, por exemplo, Buthus occitanus. Da ordem da Acarina, por exemplo, Argas persicus, Argas re- flexus, Bryobia ssp., Dermanyssus gallinae, Glyciphagus domesticus, Orni- thodorus moubat, Rhipicephalus sanguineus, Trombicula alfreddugesi, Neu- trombicula autumnalis, Dermatophagoides pteronissimus, Dermatophagoides forinae.
Da ordem da Araneae, por exemplo, Aviculariidae, Araneidae.
Da ordem da Opiliones, por exemplo, Pseudoscorpiones cheli- fer, Pseudoscorpiones eheiridium, Opiliones phalangium.
Da ordem da Isopoda, por exemplo, Oniseus asellus, Porcellio
seaber.
Da ordem da Diplopoda, por exemplo, Blaniulus guttulatus, Polydesmus spp.
Da ordem da Chilopoda, por exemplo, Geophilus spp.
Da ordem da Zygentoma, por exemplo, Ctenolepisma spp., Le-
pisma saeeharina, Lepismodes inquilinus.
Da ordem da Blattaria, por exemplo, Blatta orientalies, Blattella germaniea, Blattella asahinai, Leueophaea maderae, Panehlora spp., Pareo- blatta spp., Periplaneta australasiae, Periplaneta americana, Periplaneta brunnea, Periplaneta fuliginosa, Supella longipalpa.
Da ordem da Saltatoria, por exemplo, Acheta domesticus.
Da ordem da Dermaptera, por exemplo, Forficula auricularia.
Da ordem da Isoptera, por exemplo, Kalotermes spp., Reticuli-
termes spp.
Da ordem da Psocoptera, por exemplo, Lepinatus spp., Lipos-
celis spp.
Da ordem da Coleptera, por exemplo, Anthrenus spp., Attage- nus spp., Dermestes spp., Latheticus oryzae, Necrobia spp., Ptinus spp., Rhizopertha dominiea, Sitophilus granarius, Sitophilus oryzae, Sitophilus ze- amais, Stegobium panieeum.
Da ordem da Diptera, por exemplo, Aedes aegypti, Aedes albo-
pietus, Aedes taeniorhynehus, Anopheles spp., Calliphora erythroeephala, Chrysozona pluvialis, Culex quinquefaseiatus, Culex pipiens, Culex tarsalis, DrosophHa spp., Fannia canicularis, Musca domestica, Phlebotomus spp., Sarcophaga carnaria, Simulium spp., Stomoxys calcitrans, Tipula paludosa.
Da ordem da Lepidoptera, por exemplo, Achroia grisella, Galle- ria mellonella, Plodia interpunctella, Tinea cloacella, Tinea pellionella, Tineo- 5 Ia bisselliella.
Da ordem da Siphonaptera, por exemplo, Ctenocephalides ca- nis, Ctenocephalides felis, Pulex irritans, Tunga penetrans, Xenopsylla cheo- pis.
Da ordem da Hymenoptera, por exemplo, Camponotus hercule- anus, Lasius fuliginosus, Lasius niger, Lasius umbratus, Monomorium phara- onis, Paravespula spp., Tetramorium caespitum.
Da ordem da Anoplura, por exemplo, Pediculus humanus capi- tis, Pedieulus humanus corporis, Phthirus pubis.
Da ordem da Heteroptera, por exemplo, Cimex hemipterus, Ci- mex lectularius, Rhodinus prolixus, Triatoma infestans.
Elas são usados em aerossóis, produtos atomizadores de livre pressão, por exemplo bomba ou sprays atomizadores, sistemas de nebuliza- ção automáticos, nebulizadores, espumas, géis, produtos evaporadores com pastilhas de evaporação feitas de celulose ou polímero, vaporizadores líqui- 20 dos, vaporizadores de gel e mamebrana, vaporizadores acionados por héli- ce, sistemas de evaporação livres de energia, ou passivos, papéis antitraça, sacos antitraça e géis antitraça, como grânulos ou pós, em iscas para dis- persão ou em estações de isca.
As misturas, de acordo com a invenção, são particularmente 25 adequadas para tratamento de sementes. Neste caso, as combinações, de acordo com a invenção, acima mencionadas como preferidas ou particular- mente preferidas, podem ser mencionadas como sendo preferidas. Uma grande parte dos danos a plantas de culturas, causados por fungo fitopato- gênico, ocorre precocemente quando a semente é atacada durante o arma- 30 zenamento e depois ela é introduzida no solo, assim como durante e imedia- tamente depois da germinação das plantas. Essa fase é particularmente crí- tica, já que as raízes e brotos da planta em crescimento são particularmente sensíveis e mesmo o menor dano pode ievar a morte de toda a planta. Por isso, existem um grande interesse em proteger a semente e a planta em germinação pelo uso de composições adequadas.
O controle de fungos fitopatogênicos através do tratamento das sementes de plantas já é há muito tempo conhecido e é objeto de contínuas melhorias. No entanto, o tratamento de sementes impõe uma série de pro- blemas que não podem sempre ser solucionados de maneira satisfatória. Desse modo, é desejável desenvolver métodos para proteger a semente e a planta em germinação que tornam desnecessária ou pelo menos reduzem drasticamente a aplicação adicional de agentes fitoprotetores após semea- dura ou após a emergência das plantas. Além disso, é desejável otimizar a quantidade de composto ativo empregado provendo máxima proteção para a semente e a planta em germinação contra o ataque por fungos fitopatogêni- cos, mas sem danificar a planta propriamente dita pelo uso do composto ati- vo. Particularmente, métodos para o tratamento de sementes também de- vem levar em consideração as propriedades fungicidas intrínsecas de plan- tas transgênicas a fim de obter proteção ideal da semente e da planta em germinação com um mínimo de agentes fitoprotetores a serem empregados.
Correspondentemente, a presente invenção refere-se, particu- 20 larmente, também a um método para proteger sementes e plantas germinan- tes contra o ataque por pestes que compreende o tratamento da semente com uma composição de acordo com a invenção. A invenção também refe- re-se ao uso das composições, de acordo com a invenção, para o tratamen- to de sementes, para proteger as sementes e a planta assim emergente con- 25 tra pestes. Além disso, a invenção refere-se a sementes tratadas com uma composição de acordo com a invenção a fim de protegê-las do ataque de pestes.
Além disso, é preciso considerar como sendo vantajoso o fato de as misturas, de acordo com a invenção, também poderem ser emprega- das particularmente em semente transgênica, sendo que as plantas que germinam a partir dessa semente são capazes de expressar uma proteína direcionada contra pestes. Através do tratamento de tal semente com as composições de acordo com a invenção, determinadas pestes podem ser controladas meramente pela expressão de, por exemplo, proteína inseticida e adicionalmente ser protegida pelas composições de acordo com a inven- ção contra danificações.
5 Todas as plantas e partes de plantas podem ser tratadas de
acordo com a invenção. Entende-se por plantas neste caso todas as plantas e populações de plantas, tais como plantas selvagens desejadas ou indese- jadas ou plantas de cultivo (incluindo naturalmente plantas de cultura que surgirem). Plantas de cultivo podem ser plantas que podem ser obtidas por 10 reprodução convencional e métodos de otimização ou por métodos de enge- nharia biotecnológica ou genética ou combinações desses métodos, incluin- do as plantas transgênicas e incluindo cultivares de plantas que podem ou não ser protegidas por certificados de reprodutores de plantas. Entende-se por partes de plantas todas as partes e órgãos das plantas aéreos e subter- 15 râneos, tais como broto, folha, flor e raiz, podendo ser mencionados como exemplos folhas, hastes, caules, troncos, flores, polpas de fruta, frutas e se- mentes e também raízes, tubérculos e rizomas. Partes de plantas também incluem material cultivado e material vegetativo e generativo, por exemplo sementeiras, tubérculos, rizomas, entalhos e sementes.
O tratamento das plantas e partes de plantas, de acordo com a
invenção, com as combinações de substância ativa é feita diretamente ou permitindo que os compostos ajam em seu meio ambiente, habitat ou área de armazenagem, de acordo com métodos de tratamento usuais, por exem- plo, por imersão, pulverização, evaporação, atomização, dispersão, aplica- 25 ção de camada e, no caso de material de propagação, em particular no caso de sementes, também por meio de revestimento mono ou multicamada.
Conforme já acima mencionado, é possível tratar todas as plan- tas e suas partes de acordo com a invenção. Em uma concretização preferi- da, são tratadas espécies de planta selvagem e cultivares de plantas, ou 30 aquelas obtidas por métodos de reprodução biológica convencionais, tais como fusão de protoplasto ou de cruzamento, e partes do mesmo. Em uma outra concretização preferida são tratadas plantas transgências e cultivares de plantas obtidas por métodos de engenharia genética, opcionalmente em combinação com métodos convencionais (Organismo Modificado Genetica- mente), e partes das mesmas. Os termos "partes" e partes de plantas" foram acima esclarecidos.
5 Particularmente preferivelmente, plantas dos cultivares de plan-
ta, que se encontram disponíveis comercialmente ou emu so, são tratadas de acordo com a invenção.
Dependendo das espécies de planta ou cultivares de planta, sua localização e condiões de crescimento (solos, condições climáticas, pe- ríodo de vegetação, dieta), o tratamento de acordo com a invenção podem resultar também em efeitos superaditivos ("sinergísticos"). Assim, por exem- plo, taxas de aplicação reduzidas e/ou ampliação do espectro de atividade e/ou aumento na atividade de substâncias e composições que podem ser usadas, de acordo com a invenção, melhor crescimento da planta, tolerância aumentada a temperaturas elevadas e baixas, aumento de tolerância a esti- agem ou teor de água ou de sal no solo, desempenho maior de florescência, colheita mais fácil, maturação acelerada, aumento dos produtos de colheita, melhor qualidade e/ou um valor nutricional mais elevado dos produtos de colheita, melhor estabilidade de estocagem e/ou processabilidade dos pro- dutos colhidos, que ultrapassam os efeitos que atualmente eram de ser es- perar.
As plantas transgênicas preferidas ou cultivares de plantas (ob- tidas por engenharia genética), que serão tratadas de acordo com a inven- ção incluem todas as plantas pela eficácia da modificação genética, material 25 genético recebido que confere vantagens especiais, características úteis a essas plantas. Exemplos de tais características são crescimento melhor da planta, aumento de tolerância a temperaturas elevadas e baixas, tolerância aumentada a estiagem ou a água ou a teor de sal no solo, desempenho au- mentado de florescência, cultivo mais fácil, maturação aceleração, rendimen- 30 tos mais elevados de cultivo, qualidade mais elevada e/ou uma valor nutri- cional maior dos produtos cultivados, melhor estabilidade de armazenagem e/ou processabilidade dos produtos cultivados. Outros exemplos e especial- mente enfatizados de tais características são uma melhor defesa das plantas contra pestes animais e microbiais, tais como contra insetos, ácaros, fungos fitopatogênicos, bactérias e/ou vírus, e também tolerância aumentada das plantas a determinados compostos de ação herbicida. Exemplos de plantas 5 transgênicas que podem ser mencionados são as importantes plantas de cultura, tais como cereais (trigo, arroz) milho, feijão de soja, batatas, beter- raba sacarina, tomates, pêras e ervilhas e outras variedades de vegetais, algodão, tabaco, bagaço de semente oleaginosa e também plantas frutíferas (com as frutas maçãs, pêras, frutas cítricas e uvas), sendo dada especial 10 ênfase ao milho, feijão de soja batatas, algodão, tabaco e bagaço de semen- te oleaginosa. Características que são enfatizadas são particularmente defe- sa aumentada das plantas contra insetos araquinídeos, nemátodos e lesmas e caracóis pela eficácia de toxinas formadas nas plantas, particularmente aquelas formadas nas plantas pelo material genético a partir de Bacillus tu- 15 ringiensis (por exemplo pelos genes CrylA(a), CrylA(b), CrylA(c), CrylIA, Cr- ylllA, CrylllB2, Cry9c, Cry2Ab, Cry3Bb e CryIF e também combinações dos mesmos) (doravante designados de "plantas Bt"). Características que são também especialmente enfatizadas são defesa aumentada de plantas contra fungos, bactérias e vírus através da resistência adquirida sistêmica (SAR), 20 sistemina, fitoalexinas, elicitores e genes de resistência e proteínas e toxinas correspondentemente expressadas. Características que são além disso par- ticularmante enfatizadas são a tolerância aumentada das plantas a certos compostos de ação herbicida, por exemplo imidazolinonas, sulfonilureas, glifosato,ou fosfinotricina (por exemplo o gene "PAT"). Os genes que confe- 25 rem as características desejadas em questão também podem estar presen- tes em combinação com um outro nas plantas transgênicas. Exemplos de "plantas Bt", que podem ser mencionados são variedades de milho, varie- dades de algodão, variedades de feijão de soja, e variedades de batatas que são vendidos sob o nome comercial de YIELD GARD® (por exemplo milho, 30 algodão, feijão de soja), KnockOut® (por exemplo milho), StarLink® (por e- xemplo milho), Bollgard® (algodão), Nucotn® (algodão) e NewLeaf® (bata- ta). Exemplos de plantas herbicida-tolerantes , que podem ser mencionadas são variedades de milho, variedades de algodão e variedades de feijão de soja, que são vendidos sob os nomes comerciais Roundup Ready® (tolerân- cia a gliosato, por exemplo milho, algodão, feijão de soja), Liberty Link® (to- lerância a fosfinotricina, por exemplo bagaço de semente oleaginosa), IMI® 5 (tolerância a imidazolinonas) e STS® (tolerância a sulfonilureias, por exem- plo milho). Plantas herbicida-resistentes (plantas cultivadas de maneira con- vencional quanto a tolerância herbicida) que podemos citar também, incluem as variedades vendidas sob o nome comercial Clearfield® (por exemplo mi- lho). Naturalmente que essas declarações se aplicam a cultivares de plantas 10 que apresentam essas características genéticas ou características genéticas ainda a serem desenvolvidas,e que serão desenvolvidas e/ou comercializa- das no futuro.
As plantas relacionadas podem ser tratadas de acordo com a invenção, de maneira particularmente vantajosa, com os compostos da fór- 15 mula geral I e/ou as misturas de composto ativode acordo com a invenção. As faixas preferida citadas acima para so compostos ativos ou misturas tam- bém se aplicam ao tratamento dessas plantas. É dada particular ênfase ao tratamento de plantas com os compostos ou misturas especificamente men- cionadas no presente texto.
A satisfatória ação inseticida, acaricida e nematicida das com-
binações de substância ativa, de acordo com a invenção, pode ser determi- nada, por exemplo, utilizando os métodos descritos no documento WO 2005/102056. Visto que as substâncias ativas individuais mostram uma ati- vidade frágil, as combinações mostram uma atividade que excede uma sim- pies adição de atividades.
Um efeito sinergístico em inseticidas, acaricidas e nematicidas está sempre presente, quando a atividade inseticida, acaricida ou nematicida das combinações de substância ativa excede o total das atividades das substâncias ativas quando individualmente aplicadas.
A atividade esperada insecticida. acaricida ou nematicida para
uma determinada combinação de duas substâncias ativas pode ser calcula- da de acordo com S.R. Colby ("Calculating Synergistic and Antagonistic Responses of Herbicide Combinations", Weeds 1967. 15, 20-22)como se- gue:
Se
X for uma taxa de eliminação, expressada em % do controle não submetido a tratamento, quando uma substância ativa A é aplicada a uma taxa de aplicação de m g/ha ou a uma concentração de m ppm,
Y for uma taxa de eliminação, expressada em % do controle não submetido a tratamento, quando a substância ativa B é aplicada a uma taxa de aplicação de n g/ha ou a uma concentração de n ppm e E for uma taxa de eliminação, expressada em % do controle
não submetido a tratamento, quando uma substância ativa AeB são aplica- das a taxas de aplicação demen g/ha ou a uma concentração de m e n ppm,
então
E=X+ Y- 100
Se a atual taxa de eliminação inseticida for superior à calculada, então a combinação quanto à eliminação será superaditiva, isto é, haverá um efeito sinergístico. Neste caso, a taxa atual de eliminação observada tem que ser maior do que o valor para a taxa de eliminação esperada (E) calcu- lado a partir da fórmula acima indicada.
Exemplo A
Teste Meloidogine incógnita (MELGIN)
Para produzir uma preparação adequada de composto ativo, 1 parte em peso de composto ativo é misturada com as quantidades indicadas de solvente e emulsificantes, e o concentrado é diluído com água contendo emulsificante para a concentração desejada.
Sementes de alface são tratadas com a quantidade desejada de formononetina. Vasos são preenchidos com solo infectado com mycorrhi- za, soluação de substância ativa, suspensão de Meloidogyne incógnita o- vo/larvas e as sementes de alface tratadas. As sementes de alface germi- nam e as plantas crescem. Nas raízes se formaram galhas.
Após o intervalo desejado, a ação nematicida é determinada em
x Y % com base na formação de galhas. 100% significa que não foram encon- tradas galhas; 0% significa que o número de galhas nas plantas tratadas corresponde àquele do controle não submetido a tratamento.
Nesse teste, a combinação de substância ativa a seguir, de a- cordo com o presente pedido de patente mostrou uma atividade sinergica- mente aumentada comparada às substâncias ativas aplicadas individual- mente:
Tabela A
Nemátodes nocivos a plantas TesteMeIoidogyneincognita
Substância ativa Concentracão Efeito em % após 21a Formononetina da fórmula (I) 0,5 mg ai/semente 3,3 Nemacur CS 240 0,03 ppm 0 Formononetina + Nemacur CS 240 0,5 mg ai/semente + encontrado* cale.** de acordo com a invenção 0,03 ppm 43,3 3,3 * encontrado = atividade encontrada
** calc. = atividade-calculada utilizando a fórmula de Colby
Exemplo B
Teste de concentração limite/insetos de solo(tratamento de
semente)
Teste Inseto de Diabrotica balteata/larvas no solo Planta de Teste: ZEAMI (milho)
Dependendo da quantidade a ser aplicada, é introduzida cor- respondentemente a quantidade calculada da formulação na quantidade de sementes pessada e preparada. Sob adição de aproximadamente 200ul de água a semente de milho é tratada no agitador com auxílio de uma espátula descartável e novamente secada.
A sementeira de milho é feita em potes (pelo menos 2 potes por variante), que são preenchidos com 300 ml de greda arenosa infectada com Mycorrhiza com uma espécie de selo, o solo é marcado e cerca de 30 m de água é derramado sobre o dito solo. Foram plantadas 5 sementes de milho 25 tratadas por pote. As sementes de milho germinam e as sementeiras cres- cem.
Após 10 dias 15 larvas da vaquinha(Diabrotica balteata) são co- locadas por pote no solo. Após decorrido o tempo desejado de infecção da planta, o resultado é determinado em % abbott.
De acordo com o presente pedido de patente nesse teste, a combinação seguinte mostra um efeito sinergístico em comparação com as substâncias ativas empregadas individualmente:Tabela B Insetos que danificam plantas Teste Diabrotica balteata
atividade encontrada
** atividade calculada de acordo com a fórmula de Colby *** a.i = substância ativa
Substâncias ativas concentracão atividade ma a.i***/semente em % mortalidade aoós 10c* Myconate (formononetina) 0,5 0 FS 500 Imidacloprid 0,015 72,3 FS 600 Myconate + Imidaeloprid 0,5 + 0,015 mg encontrado* calculado** a.i***/semente 95,7 72,3 #

Claims (18)

1. Combinações de substância ativa, compreendendo formono- netina da fórmula (I) ou seus sais <formula>formula see original document page 35</formula> (1) e pelo menos uma substância ativa dos grupos (2) a (24) abai- xo: grupo (2) agonistasantagonistas do receptor de acetilcolina (preferivelmente cloronicotinilas/ neonicotinoides); grupo (3)inibidores de acetilcolinésterase (AChE) (preferivelmen- te carbamatos e organofosfatos); grupo (4) moduladores do canal de sódio/bloqueadores de canais de sódio voltagem-dependentes (preferivelmente piretroides e oxadi- azinas); grupo (5) moduladores do receptor de acetilcolina (preferi- velmente espinosinas); grupo (6) antagonistas de canais de cloreto GABA-depen- dentes (preferivelmente ciclodienos organoclorados e fipróis); grupo (7) ativadores do canal de cloreto (preferivelmente mectinas); grupo (8) miméticos ao hormonio juvenil; grupo (9) disruptores/agonistas de ecdisona (preferivelmente diacil-hidrazinas); grupo (10) inibidores de biosíntese de quitina (preferivelmente benzoilureias); grupo (11) inibidores de fosforilação oxidativa, disruptores ATP (preferivelmente organotinas); grupo (12) desacopladores da fosforilação oxidativa atuando mediante interrupção do gradiente H-próton (preferivelmente pirróis e dini- trofenóis); grupo (13) inibidores do transporte de elétrons no sítio I (prefe- riveimente METIs); grupo (14) inibidores do transporte de létrons no sítio II; grupo (15) inibidores do transporte de elétrons no sítio III; grupo (16) disruptores microbianos da membrana intestinal de insetos; grupo (17) inibidores da síntese de gordura (preferivelmente ácidos tetrônicos e ácidos tetrâmicos); grupo (18) carboxamidas; grupo (19) agonistas octopaminérgicos; group (20) inibidores de ATPase magnésio-estimulada; grupo (21) ftalamidas; grupo (22) análogos de nereistoxina; grupo (23) agentes biológicos, hormônios ou feromônios; grupo (24) substâncias ativas com mecanismos de ação des- conhecidos ou não-específicos (preferivelmente fumigantes, antialimentado- res seletivos e inibidores do crescimento de ácaro).
2. Combinações de substâncias ativas, de acordo com a reivin- dicação 1, sendo que as substâncias ativas dos grupos (2) a (24) são sele- cionadas da seguinte relação: (2.1) cloronicotinilas/neonicotinoides (preferivelmente aceta- miprid, clotianidin, dinotefuran, imidacloprid, nitenpiram, nitiazina, tiacloprid, tiametoxam); (2.2) nicotinas, bensultap, cartap; (3.1) carbamatos (preferivelmente alanicarb, aldicarb, aldoxi- carb, alixicarb, aminocarb, bendiocarb, benfuracarb, bufencarb, butacarb, butocarboxim, butoxicarboxim, carbarila, carbofuran, carbosulfan, cloetocarb, dimetilan, etiofencarb, fenobucarb, fenotiocarb, formetanato, furatiocarb, iso- procarb, metam-sódio, metiocarb, metomila, metolcarb, oxamila, fosfocarb, pirimicarb, promecarb, propoxur, tiodicarb, tiofanox, triazamato, trimetacarb, XMC, xililcarb); (3.2) organofosfatos (preferivelmente acefato, azametifos, a- zinfos (-metil, -etil), bromofos-etil, bromfenvinfos (-metil), butatiofos, cadusa- fos, carbofenotion, cloretoxifos, clorofenvinfos, clormefos, clorpirifos (-metil/- etil), coumafos, cianofenfos, cianofos, clorofenvinfos, demeton-S-metil, de- meton-S-metilsulfon, dialifos, diazinon, diclofention, diclorvos/DDVP, dicroto- fos, dimetoato, dimetilvinfos, dioxabenzofos, disulfoton, EPN, etion, etopro- fos, etrimfos, famfur, fenamifos, fenitrotion, fensulfotion, fention, flupirazofos, fonofos, formotion, fosmetilan, fostiazato, heptenofos, iodofenfos, iprobenfos, isazofos, isofenfos, isopropil O-salicilato, isoxation, malation, mecarbam, me- tacrifos, metamidofos, metidation, mevinfos, monocrotofos, naled, ometoato, oxidemeton-metil, paration (-metil/-etil), fentoato, forato, fosalona, fosmet, fosfamidon, fosfocarb, foxim, pirimifos (-metil/-etil), profenofos, propafos, propetamfos, protiofos, protoato, piraclofos, piridafention, piridation, quinal- fos, sebufos, sulfotep, sulprofos, tebupirimfos, temefos, terbufos, tetraclorvin- fos, tiometon, triazofos, triclorfon, vamidotion); (4.1) piretroides [preferivelmente acrinatrin, aletrin (d-cis- trans, d-trans), beta-ciflutrin, bifentrin, bioaletrin, bioaletrin-S-ciclopentil- isomero, bioetanometrin, biopermetrin, bioresmetrin, clovaportrin, cis- cipermetrin, cis-resmetrin, cis-permetrin, clocitrin, cicloprotrin, ciflutrin, ci- halotrin, cipermetrin (alfa-, beta-, teta-, zeta-), cifenotrin, DDT, deltametrin, empentrin (1R-isomero), esfenvalerato, etofenprox, fenflutrin, fenpropatrin, fenpiritrin, fenvalerato, flubrocitrinato, flucitrinato, flufenprox, flumetrin, fluva- linato, fubfenprox, gama-ci-halotrin, imiprotrin, kadetrin, lambda-ci-halotrin, metoflutrin, permetrin (cis-, trans-), fenotrin (1R-trans isomero), praletrin, pro- flutrin, protrifenbuto, piresmetrin, resmetrin, RU 15525, silafluofen, tau- fluvalinato, teflutrin, teraletrin, tetrametrin (1R-isomero), tralocitrin, tralome- trin, transflutrin, ZXI 8901, piretrinas (piretrum)]; (4.2) oxadiazinas (preferivelmente indoxacarb); (5.1) espinosinas (preferivelmente espinosad e XE-175 da fórmula (II): (6.1) ciclodienos organoclorados (preferivelmente canfecloro, clordano, gama-HCH, HCH, heptacloro, lindano, metóxicloro), exceto para endosulfan, (6.2) fipróis (preferivelmente acetopróis, etipróis, fipronila, vanilipróis (7.1) mectinas (preferivelmente abamectin, avermectin, e- mamectin, emamectin-benzoato, ivermectin, milbemectin, milbemicin); (8) miméticos do hormônio juvenil (preferivelmente diofeno- lan, epofenonano, fenoxicarb, hidropreno, quinopreno, metopreno, piriproxi- fen, tripreno); (9.1) diacil-hidrazina (preferivelmente cromafenozida, halofe- nozida, metóxifenozida, tebufenozida); (10.1) benzoilureias (preferivelmente bistrifluron, clofluazuron, diflubenzuron, fluazuron, flucicloxuron, flufenoxuron, hexaflumuron, Iufenu- ron, novaluron, noviflumuron, penfluron, teflubenzuron, triflumuron); (10.2 buprofezin; (10.3 ciromazina; (11.1 diafentiuron; (11.2 organotinas (preferivelmente azociclotin, cihexatin, fen- butatin-óxido); (12.1 pirróis (preferivelmente clorofenapir); (12.2 dinitrofenóis (preferivelmente binapacirl, dinobuton, di- nocap, DNOC), (13.1 METIs (preferivelmente fenazaquin, fenpiroximato, piri- midifen, piridaben: (13.2 hidrametilnona; (13.3 dicofol; (14.1 1)rotenona; (15.1 acequinocil, fluacripirim; (16.1 cepas Bacillus thuringiensis; (17.1 ácidos tetrônicos (preferivelmente espirodiclofen, espi- romesifen); (17.2) ácidos tetrâmicos {preferivelmente carbonato de 3-(2,5- dimetilfenil)-8-metóxi-2-oxo-1-azaspiro[4.5]dec-3-en-4-il etila}; (18.1.1) flonicamid; (19.1.1) amitraz; (20.1.1) propargito; (21.1.1) Ν2-[1,1 -dimetil-2-(metilsulfonil)etil]-3-iodo-N1-[2-metil- 4-[1,2,2,2-tetrafluoro-1-(trifluorometil)etil]fenil]-1,2-benzenodicarboxamida (rinaxipir) (22) tiociclam-oxalato de hidrogênio, tiosultap-sódio; (23) azadiractin, Bacillus spec., Beauveria spec., codlemo- ne, Metarrhizium spec., Paecilomyces spec., thuringiensin, Verticillium spec.] (24.1) fumigantes (preferivelmente fosfeto de alumínio, bro- meto de metila, fluoreto de sulfurila); (24.2) antialimentadores seletivos (preferivelmente criolita, flonicamid, pimetrozina); (24.3) inibidores do crescimento de ácaros (preferivelmente clofentezina, etoxazóis, hexitiazox) (24.4)amidoflumet, benclotiaz, benzoximato, bifenazato, bro- mopropilato, buprofezin, quinometionat, clorodimeform, clorobenzilato, cloro- picrin, clotiazoben, ciclopreno, ciflumetofen, diciclanil, fenoxacrim, fentrifanii, flubenzimina, flufenerim, flutenzin, gossiplure, hidrametilnona, japonilure, metoxadiazona, petroleo, butóxido de piperonila, oleato de potássio, piraflu- próis, piridalila, piripróis, sulfluramid, tetradifon, tetrasul, triarateno, verbutin, além disso o composto 3-metilfenil propilcarbamato (tsumacida Z), o com- posto 3-(5-cloro-3-piridinil)-8-(2l2,2-trifluoroetil)-8-azabiciclo[3.2.1]octano-3- carbonitrila, e também preparações compreendendo extratos de planta de ação inseticida, nemátodes, fungos ou vírus.
3. Combinações de substância ativa, de acordo com a reivindi- cação 1 ou 2, sendo que as substâncias ativas dos grupos (2) a (24) são selecionadas da relação abaixo: (2.1.1) clotianidin (2.1.2) imidacloprid (2.1.3) tiacloprid (2.14) tiametoxam (2.1.5) acetamiprid (2.1.6) dinotefuran (2.1.7) nitenpiram (3.1.1) metiocarb (3.1.2) tiodicarb (3.1.4) aldicarb (3.1.5) propoxur (3.2.3) foxim (4.1.1) beta-ciflutrin (4.1.2) ciflutrin (4.1.3) deltametrin (4.1.4) tau-fluvalinato (4.1.5) eflusilanato (4.2.1) indoxacarb (5.1.1) espinosad (5.1.2) XDE-175 da fórmula (II) (6.2.1) fipronila (6.2.2) etipróis (7.1.1) emamectin-benzoato (8.1.1) piriproxifen (9.1.1) metóxifenozida (10.1.1) triflumuron (10.1.2) flufenoxuron (13.1.1) tebufenpirad (13.2.1) hidrametilona (14.1.1) rotenona (17.1.1) espirodiclofen (17.1.2) espiromesifen (17.2.1) carbonato de 3-(2 azaspiro[4.5]dec-3-en-4-il etila (18.1.1) flonicamid (19.1.1) amitraz (20.1.1) propargito (21.1.1) flubendiamida (21.1.2) rinaxipi
4. Combinações de substância ativa, de acordo com a reivindi- cação 1, 2 ou 3, compreendendo formononetina e clotianidin.
5. Combinações de substância ativa, de acordo com a reivindi- cação 1, 2 ou 3 compreendendo formononetina e imidacloprid.
6. Combinações de substância ativa, de acordo com a reivindi- cação 1, 2 ou 3, compreendendo formononetina e tiametoxam.
7. Combinações de substância ativa, de acordo com a reivindi- cação 1, 2 ou 3, compreendendo formononetina e fipronila.
8. Combinações de substância ativa, de acordo com a reivindi- cação 1, 2 ou 3, compreendendo formononetina e rinaxipir.
9. Combinações de substância ativa, de acordo com a reivindi- cação 1, 2 ou 3, compreendendo formononetina e espinosad.
10. Combinações de substância ativa sinergística compreen- dendo uma combinação de substância ativa, como definidas em qualquer uma das reivindicações 1 a 9.
11. Uso de combinações de substância ativa, como definidos em qualquer uma das reivindicações 1 a 9 para o combate de pestes ani- mais.
12. Método para o combate de pestes animais indesejadas, ca- racterizado pelo fato de que combinações de substância ativa, como defini- das em qualquer uma das reivindicações 1 a 9 podem agir sobre pestes e/ou seu habitat.
13. Processo para fabricação de pesticidas, caracterizado pelo fato de que uma combinação de substância ativa, como definida em qual- quer uma das reivindicações 1 a 9, é misturada com surfactantes e/ou pro- longadores.
14. Uso de combinações de substância ativa, como definidas em qualquer uma das reivindicações 1 a 9 para o tratamento de sementes.
15. Uso de combinações de substância ativa, como defini- das em qualquer uma das reivindicações 1 a 9 para o tratamento de plantas transgênicas.
16. Uso de combinações de substância ativa, como definidas em qualquer uma das reivindicações 1 a 9, para o tratamento de sementes de plantas transgênicas.
17. Semente tratada com uma combinação de substância ativa, como definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 9.
18. Método para combater pestes animais indesejadas, caracte- rizado pelo fato de que combinações de substância ativa, como definida na reivindicação 1, são aplicadas para pestes animais indesejadas e/ou seu habitat e/ou semente.
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