BRPI0613701A2 - recurso ortopédico técnico, em particular uma prótese para uma extremidade - Google Patents
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Abstract
RECURSO ORTOPéDICO TéCNICO, EM PARTICULAR UMA PRóTESE PARA UMA EXTREMIDADE. A presente invenção refere-se a um meio auxiliar técnico ortopédico, em particular, a uma prótese para uma extremidade com, pelo menos, um elemento ajustável para a produção de um alinhamento teórico, o alinhamento teórico pode ser verificado, sem um equipamento de medição externo, por meio de uma disposição do detector, que está posicionada e executada, de tal modo que, uma seção está no alinhamento teórico e, durante uma posição de carga estática estável, está em um plano de medição isenta de momento de torção e, no caso de pequenos desvios da posição de carga estática estável, produz momentos de torção no plano de medição, e apresenta os indicadores (15, 16; 26, 27, 28) para a indicação de momentos de torção que surgem no plano de medição em duas direções que estão opostas uma à outra.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "RECURSOORTOPÉDICO TÉCNICO, EM PARTICULAR UMA PRÓTESE PARA UMAEXTREMIDADE".
A presente invenção refere-se a um meio auxiliar técnico orto-pédico, em particular, a uma prótese para uma extremidade com, pelo me-nos, uma ligação ajustável para a produção de um alinhamento teórico.
A adaptação de meios auxiliares ortopédicos como ortoses epróteses exige um cuidado especial, em particular, quando são concernen-tes às extremidades inferiores. As próteses não ajustadas corretamente po-dem causar consideráveis inseguranças no portador da prótese, e na piordas hipóteses, pode até mesmo causar quedas e ferimentos resultantes delas.
Para a adaptação de ortoses e, em particular, de próteses, sãoconhecidos aparelhos de medição que determinam o assento dos meiosauxiliares técnicos ortopédicos durante uma posição de carga estática está-vel, pelo que as forças que atuam sobre uma superfície estacionária sãoavaliadas e são trazidas a um indicador adequado. Um sistema deste tipoda requerente é conhecido como LASAR Posture e está em uso. Contudo, éproblemático o fato de que, nem todo mecânico de ortopedia tem um apare-Iho deste tipo à disposição.
Portanto, à presente invenção cabe a tarefa de possibilitar cer-tos ajustes durante a adaptação de um meio auxiliar técnico ortopédico tam-bém sem um dispendioso sistema de medição.
Essa tarefa é solucionada com um meio auxiliar técnico ortopé-dico do tipo mencionado no início caracterizado por uma disposição do de-tectar que está posicionada e executada, de tal modo que, uma seção estáno alinhamento teórico e, durante uma posição de carga estática estável,está em um plano de medição isenta de momento de torção e, no caso depequenos desvios da posição de carga estática, produz momentos de torçãono plano de medição, e apresenta os indicadores para a indicação de mo-mentos de torção que surgem no plano de medição em duas direções queestão opostas uma à outra.O meio auxiliar técnico ortopédico de acordo com a invençãopermite uma verificação do alinhamento teórico no paciente individual, pelofato de que, a isenção de momento de torção no plano de medição é deter-minada nos indicadores, pelo fato de que, em ambas as direções situadasopostas um à outra não é produzido nenhum momento de torção e, pelo fatode que, em eventuais movimentos de oscilação fora da posição de cargaestática estável são produzidos momentos de torção em ambas as direções.
Em uma forma de execução preferida da invenção, a disposiçãodo detector apresenta, pelo menos, uma alavanca que pode ser girada emtorno de um ponto de giro, sendo que, o ponto de giro está situado em umalinha de carga da posição de carga estável. De preferência, em uma extre-midade, a alavanca apresenta o ponto de giro e uma extremidade livre gira-tória, que forma a seção.
A disposição do detector pode ser incorporada fixamente em ummeio auxiliar técnico ortopédico. Nese caso, é preferido se, durante o uso domeio auxiliar, a extremidade livre estiver ligada firmemente com uma estrutu-ra do meio auxiliar técnico ortopédico, por meio de um meio de fixação, depreferência, de um parafuso de fixação, e para a verificação do alinhamentoteórico puder ser solta em torno de uma medida pequena para possibilitarum giro da seção da alavanca no plano de medição em ambas as direções.A verificação do alinhamento teórico do meio auxiliar técnico ortopédico o-corre através da soltura do meio de fixação, pelo que, no alinhamento corre-to, a extremidade livre da alavanca não se movimenta nem para cima nempara baixo no plano de medição que, de preferência, forma o plano sagital,porém enrosca em uma posição de equilíbrio entre encostos do meio de fi-xação solto. No caso de movimentos de equilíbrio insignificantes do pacien-te, portanto, de desvios insignificantes da posição de carga estática estável,como os que resultam devido aos movimentos de equilíbrio ao ficar de pé,resulta um movimento correspondente da extremidade livre da alavanca nasduas direções opostas. Se no entanto existir um desvio nítido do alinhamen-to teórico, portanto, um ajuste errado do meio auxiliar técnico ortopédico,então, durante a soltura do meio de ajuste fixo, a alavanca encosta firme-mente em um encosto, pelo que pode ser reconhecido o ajuste errado. De-pois de uma correção do ajuste do meio auxiliar técnico ortopédico pode serrealizada a verificação de novo. Se1 então, o alinhamento teórico for produ-zido, o meio de fixação pode ser acionado e o meio auxiliar técnico ortopé-dico pode ser usado em um ajuste correto.
Em uma forma de execução alternativa, a disposição do detectorpode abranger duas alavancas com extremidades livres ligadas entre si pormeio do ponto de giro que, durante a posição de carga estável, formam se-ções isentas de momento de torção entre si no alinhamento teórico. Nestecaso, os indicadores podem ser formados pelos encostos, que atuam contrao movimento relativo das extremidades livres.
A fim de evitar um movimento perceptível das duas alavancasuma contra a outra, os indicadores podem ser captadores de força eletrôni-cos, com os quais podem ser medidos os momentos de torção surgidos.
O evitar de componentes eletrônicos e sua alimentação de e-nergia é conseguido pelo fato de que, os indicadores são amortecedoreselásticos, que podem ser deformados através do movimento relativo dasextremidades livres. Esses indicadores pressupõem, sem dúvida, um movi-mento perceptível das alavancas entre si, de tal modo que de forma apropri-ada, a disposição do detector é executada como adaptador intercambiável,e que pode ser inserida no auxiliar técnico ortopédico só para a verificaçãodo alinhamento teórico ao invés de um componente do mesmo tamanho. Oadaptador, então, pode ser inserido no meio auxiliar técnico ortopédico emum alinhamento fixo, a fim de verificar o alinhamento teórico. Para o uso domeio auxiliar técnico ortopédico, então o componente do mesmo tamanho éinserido no lugar do adaptador, uma vez que o uso do meio auxiliar técnicoortopédico com o adaptador, em virtude do amortecimento elástico iria levara uma ocorrência de movimento inseguro para o paciente.
De preferência, o emprego dessa forma de execução é parauma prótese com uma articulação do joelho. Certamente também é possíveluma execução como outra articulação, em particular, articulação de quadril.
A seguir, a invenção deverá ser esclarecida, em detalhes, comauxílio de exemplos de execução representados no desenho. São mostrados:
figura 1 um corte longitudinal esquemático através de um péartificial com uma disposição do detector fixada por um parafuso de fixação;
figura 2 uma representação de acordo com a figura 1, com para-fuso de fixação solto;
figura 3 uma representação esquemática de uma prótese comuma disposição do detector acima da articulação do joelho;
figura 4 uma representação em detalhe da disposição do detec-tor de acordo com a figura 3.
Nas figuras 1 e 2 está representada uma prótese de pé, cujamontagem funcional está acomodada em um invólucro 1 cosmético queforma o contorno do pé. Em essência, ao longo de todo o comprimento dopé se estende uma estrutura da sola, de uma mola da sola 2 inferior emformato de tira e de uma mola de controle 3 que se estende, do mesmo mo-do, ao longo do pé. As duas molas 2, 3 podem ser constituídas de um mate-rial elástico apropriado, por exemplo, de um material sintético reforçado porfibras de carbono. Acima da estrutura da sola formada pelas duas molas,encontra-se uma parte superior do pé, em forma de uma alavanca 4. emcujo lado superior está disposto um adaptador (não representado), atravésdo qual se projeta um revestimento de ajuste 5 de uma parte tubular da par-te inferior da perna 6. Na extremidade inferior do invólucro de ajuste 5 en-contram-se quatro parafusos de ajuste J, com os quais pode ser ajustada aposição do invólucro de ajuste 5 e, com isso, da parte tubular da parte infe-rior da perna 6 em relação à estrutura do pé, pelo que os parafusos de ajus-te J atuam em conjunto com superfícies de tronco de pirâmide (reconhecívelno adaptador de acordo com a figura 4).
A alavanca da parte superior do pé se estende de uma extremi-dade do calcanhar para uma extremidade dianteira que fica aproximada-mente no meio do pé, na qual a alavanca 4 com a mola de controle 3 e amola da sola 2 está ligada mediante intercalação de um amortecedor 7, 8respectivamente plano. A ligação por meio de um pino 9 ocorre de tal modoque, a alavanca 4 pode executar um movimento de giro em relação à molade controle 3 e em relação à mola da sola 2, e a mola de controle 3 podeexecutar um movimento de giro no plano sagital em relação à mola da sola2, enquanto no plano frontal que fica perpendicular a ela, é dada uma Iiber-dade de movimento, pelo menos, reduzida.
Na extremidade do calcanhar, a alavanca 4 está ligada com aextremidade traseira da mola de controle 3 por meio de um parafuso de fi-xação 10. Entre a extremidade traseira da mola de controle 3 e a extremida-de traseira da mola da sola 2 está inserido um amortecedor do calcanhar 11,em forma de um bloco de espuma elástico, que durante a pisada do calca-nhar é solicitado por pressão, e durante o desenrolar do pé através da áreados dedos é solicitado por tração. A solicitação por tração é limitada por umcinto 12 que enlaça a mola da sola 2 e a mola de controle 3, respectivamen-te externamente, o qual não impede a compressão do amortecedor do cal-canhar 11, contudo, limita o alongamento do amortecedor do calcanhar sobo efeito da tração.
Na extremidade dianteira, na área dos dedos, a mola da sola ea mola de controle 3 estão ligadas entre si através de um outro amortecedor 13.
Durante uma pisada do calcanhar, o amortecedor do calcanhar11 é comprimido, pelo que a posição do tubo da parte inferior da perna 6 deuma prótese da parte inferior da perna gira para trás em relação à estruturada sola 2, 3, pelo que surge uma desejada flexão da planta do pé em rela-ção ao tubo da parte inferior da perna. Neste caso, a mola de controle 3 a-tua como alavanca de dois braços, cuja seção do calcanhar é pressionadapara baixo em relação à seção do calcanhar da mola da sola 2, pelo que amola de controle 3 levanta a mola da sola 2 na área da frente do pé que a-ponta para a área do calcanhar, e assim, imita um movimento dos dedosnatural durante a pisada do calcanhar, que facilita o desenrolar do pé. Du-rante o rastejar do pé através da fase estacionária, a mola da sola moldadaconvexa abaulada para o lado inferior é solicitada na área da frente do pé,de tal modo que a mola da sola 2 na área do calcanhar é pressionada parabaixo, em relação à alavanca 4, pelo que o amortecedor do calcanhar 11 éaliviado ou solicitado por tração. Essa solicitação é limitada pelo cinto 12flexível, mas não elástico.
A construção do pé representado se baseia no fato de que, aestrutura da articulação formada pelos amortecedores 7, 8 e pelo pino 9 eque forma um ponto de giro entre a alavanca 4 e a estrutura da sola 2, 3 seencontra na linha de carga 14 perpendicular do paciente ao ficar de pé, co-mo representado na figura 2. Por isso, o centro de gravidade do paciente seencontra perpendicular acima do ponto de giro 7, 8, 9. Se não for esse ocaso, porque, em virtude do ajuste da prótese, o centro de gravidade do pa-ciente, não se encontra perpendicular por acima do ponto de giro 7,8, 9,mas forma, com esse, um ângulo, como o que está ilustrado na figura 2 coma linha de carga 14', então, sobre a alavanca 4 é exercido um momento detorção, de tal modo que a alavanca 4, com sua extremidade livre, é pressio-nada contra a cabeça superior do parafuso 10. Se pelo contrário, a linha decarga 14 se encontrar perpendicular acima do ponto de giro 7,8, 9, a extre-midade do calcanhar da alavanca 4 está aliviada, portanto, a 4 está isentade momento de torção em relação ao ponto de giro 7, 8, 9.
A fim de verificar o ajuste correto da parte tubular da parte infe-rior da perna 6 em relação à alavanca 4, o parafuso de fixação 10 é afrou-xado, de tal modo quepara a extremidade do calcanhar da alavanca 4 resul-ta uma área de movimento vertical, que é limitada por um encosto 15 supe-rior formado pela cabeça do parafuso, e por um encosto 16 inferior formadopela extremidade do calcanhar da mola de controle 3. Se a linha de carga14 perpendicular se encontrar perpendicular acima do ponto de giro 7,8, 9, aextremidade do calcanhar está aliviada e, por isso, pode assumir uma posi-ção de equilíbrio dentro da área de movimento limitada pelos encostos 15,16. Se pelo contrário, a linha de carga 14' desembocar sob um ângulo emrelação à perpendicular no ponto de giro 7,8, 9, então, sobre a alavanca 4 éexercido um momento de torção, que no caso da linha de carga 14' pressio-na a extremidade do calcanhar da alavanca 4 contra o encosto 15 superior.Por isso, durante um ajuste errado correspondente a extremidade do calca-nhar livre da alavanca 4 permanece no encosto 15 superior, mesmo se opaciente ao ficar de pé realize os movimentos de nivelamento do equilíbriousuais.
Se, pelo contrário, o ajuste for correto, de tal modo que o centrode gravidade se encontrar dentro da linha de carga 14 perpendicular, osmovimentos de nivelamento do equilíbrio do paciente levam a um movimen-to da extremidade do calcanhar da alavanca 4 entre o encosto superior e oencosto inferior, como é conhecida de uma balança de alavancas. Os mo-vimentos de nivelamento do equilíbrio, que resultam no plano sagital parafrente e para trás, podem ser reconhecidos através de um movimento cor-respondente da extremidade do calcanhar da alavanca 4 na área de movi-mento para cima e para baixo, se o ajuste ocorre de modo correto. De outraforma, a extremidade livre da alavanca 4 permanece em um dos encostos15, 16, devido ao ajuste errado.
Se foi constatado o ajuste correto, o parafuso de fixação podeser apertado, a fim de produzir uma ligação firme da alavanca 4 com a es-trutura da sola 2, 3, e não produzir para o paciente nenhum sentimento deinsegurança durante o caminhar, devido a uma folga de movimento dentroda estrutura do pé.
Um outro exemplo de execução está representado nas figuras 3e 4. Pode ser reconhecido o invólucro cosmético 1 de uma prótese de pé, ea parte tubular da parte inferior da perna 6 conectada a ele. Na extremidadesuperior da parte tubular da parte inferior da perna 6 está disposta uma arti-culação do joelho 17 artificial, que liga a parte tubular da parte inferior daperna 6 com um funil de recepção 18 para um tronco da coxa do paciente.
Na figura 3 está marcada a linha de carga 14 perpendicular, que deve pas-sar pelo centro de gravidade do paciente no plano sagital. No caso ideal, alinha de carga 14 perpendicular passa através do ponto de giro 7, 8, 9 daprótese de pé e aproximadamente 20 mm antes de um eixo de giro 19 daarticulação do joelho.
Durante o uso a articulação do joelho 17 está ligada fixamentecom o funil de recepção 18, através de um adaptador de fixação (não repre-sentado). O adaptador de fixação, neste caso, pode ser equipado com fun-ções adicionais. Para a verificação do ajuste da disposição de prótese, entrea articulação do joelho 17 e o funil de recepção 18 está inserido um adapta-dor 20 com uma disposição do detector. A disposição do detector apresentauma alavanca inferior 21 e uma alavanca superior 22, que em suas extremi-dades frontais estão ligadas entre si através de uma articulação giratória 23.A alavanca inferior está equipada com uma bucha do adaptador 24 com pa-rafusos de ajuste J, a fim de produzir uma conexão ajustável para a partetubular da parte inferior da perna, que no lado superior está equipada comum adaptador com superfícies de tronco de cone. A alavanca superior 22passa paralela à alavanca inferior 21 e em seu lado superior está equipadacom um adaptador 25, através do qual o funil de recepção 18 equipado nolado inferior com uma parte de bucha do adaptador (correspondente a 24)pode ser conectado ajustável para a ligação com o adaptador 25.
A articulação giratória 23 entre as duas alavancas 21, 22 estádisposta de tal modo que, ela se encontra na linha de carga 14 perpendicu-lar, portanto, 20 mm frontal em relação ao eixo do joelho 19. As extremida-des livres das alavancas 21, 22 direcionadas para a dorsal estão ligadasentre si através de um amortecedor médio 26 intercalado, um amortecedorsuperior 27 colocado na alavanca 22 superior externamente, e um amorte-cedor externo 28 colocado na alavanca 21 inferior, pelo que uma disposiçãode tração 29 com discos de encosto 30 externos mantém a disposição de talmodo que, os amortecedores de 26 a 28 são tocados, porém, não são com-primidos. Se a articulação giratória 23 com o eixo de giro se encontrar nalinha de carga 14 perpendicular, as extremidades livres das alavancas 21,22 estão isentas de força, de tal modo que os amortecedores de 26 a 28permanecem descomprimidos.
Se pelo contrário, a linha de carga 14 perpendicular for dispostadorsal pela articulação giratória 23 por causa de um ajuste errado, as duasalavancas 21, 22 são pressionadas uma contra a outra em suas extremida-des livres, de tal modo que o amortecedor médio 26 é comprimido. A com-pressão que leva a uma deformação do amortecedor médio 26 pode serfacilmente reconhecida, de tal modo que o amortecedor médio 26 serve co-mo indicador para um deslocamento para trás da linha de carga 14 perpen-dicular.
Se pelo contrário, a linha de carga 14 se encontrar frontalmenteantes da articulação giratória 23, surge um momento de torção que compri-me as extremidades livres das alavancas 21, 22 afastando uma da outra, detal modo que os amortecedores externos 27, 28 são comprimidos e, comisso, deformados. Os amortecedores externos 27, 28 servem, por conse-guinte, como indicadores para o deslocamento prévio da linha de carga 14antes do estado ideal.
Sem dificuldade é evidente que, os 26, 28 podem ser substituí-dos por absorvedores de força (absorvedores de tensão, absorvedores deaceleração), a fim de fixar os momentos de torção que atuam sobre as ala-vancas 21, 22. Uma vez que, esses absorvedores de força eletrônicos traba-lham com meios de medição não perceptíveis, essa disposição do detectordesse tipo pode permanecer na prótese durante sua normal utilização, umavez que a disposição de medição não leva a uma folga na disposição daprótese.
A disposição mais simples e mais em conta da disposição dodetector com os amortecedores de 26 a 28 exige, em contrapartida, a trocada disposição do detector por uma aplicação do adaptador para a utilizaçãonormal da disposição da prótese.
Em uma forma de execução simples, a articulação giratória 23pode ser formada, também por uma dobradiça de corpo fixo. Os indicado-res, neste caso, também podem ser formados por chaves.
Claims (10)
1. Meio auxiliar técnico ortopédico, em particular, prótese parauma extremidade com, pelo menos, um elemento ajustável, para a produçãode um alinhamento teórico, caracterizado por uma disposição do detectorque está posicionada e executada, de tal modo que, uma seção está no ali-nhamento teórico e, durante uma posição de carga estática estável, está emum plano de medição isenta de momento de torção e, no caso de pequenosdesvios da posição de carga estática, produz momentos de torção no planode medição, e apresenta os indicadores (15, 16; 26, 27, 28) para a indicaçãode momentos de torção que surgem no plano de medição em duas direçõesque estão opostas uma à outra.
2. Meio auxiliar técnico ortopédico de acordo com a reivindica-ção 1, caracterizado pelo fato de que, a disposição do detector apresenta,pelo menos, uma alavanca (4; 21, 22) que pode girar em torno de um pontode giro (7, 8, 9; 23), e pelo fato de que, o ponto de giro (7, 8, 9; 23) está si-tuado em uma linha de carga (14) da posição de carga estável.
3. Meio auxiliar técnico ortopédico de acordo com a reivindica-ção 2, caracterizado pelo fato de que, a alavanca (4; 21, 22) apresenta, emuma extremidade, o ponto de giro (7, 8, 9; 23), e uma extremidade livre gira-tória que forma a seção.
4. Meio auxiliar técnico ortopédico de acordo com a reivindica-ção 3, caracterizado pelo fato de que, durante o uso do meio auxiliar, a ex-tremidade livre está ligada firmemente com uma estrutura do meio auxiliartécnico ortopédico, por meio de um meio de fixação (10) e para a verificaçãodo alinhamento teórico pode ser solta em torno de uma medida pequena,para possibilitar um giro da seção da alavanca (4) no plano de medição emambas as direções.
5. Meio auxiliar técnico ortopédico de acordo com a reivindica-ção 4 em forma de uma prótese de pé.
6. Meio auxiliar técnico ortopédico de acordo com uma das rei-vindicações de 1 a 4, caracterizado pelo fato de que, a disposição do detec-tor abrange duas alavancas (21, 22) com duas extremidades livres, ligadasentre si por meio do ponto de giro (23) que, durante a posição de carga es-tável formam seções isentas de momento de torção entre si no alinhamentoteórico, e pelo fato de que, os indicadores são formados pelos encostos (26,-27, 28) que atuam contra o movimento relativo das extremidades livres.
7. Meio auxiliar técnico ortopédico de acordo com a reivindica-ção 6, caracterizado pelo fato de que, os indicadores são captadores de for-ça eletrônicos.
8. Meio auxiliar técnico ortopédico de acordo com a reivindica-ção 6, caracterizado pelo fato de que, os indicadores são amortecedoreselásticos (26, 27, 28) que podem ser deformados através do movimento re-lativo das extremidades livres.
9. Meio auxiliar técnico ortopédico de acordo com uma das rei-vindicações de 1 a 3 e de 5 a 8, caracterizado pelo fato de que, a disposiçãodo detector é executada como adaptador (20) intercambiável, e pode serinserida no meio auxiliar técnico ortopédico só para a verificação do alinha-mento teórico ao invés de um componente do mesmo tamanho.
10. Meio auxiliar técnico ortopédico de acordo com uma das rei-vindicações de 6 a 9, caracterizado pelo fato de que, ele é uma prótese comuma articulação do joelho (17).
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