BRPI0612486A2 - método para projetar um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, e, grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas - Google Patents
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Abstract
MéTODO PARA PROJETAR UM GRUPO DE LENTES DE GRAU PROGRESSIVO DO TIPO BI-ASFéRICAS, E, GRUPO DE LENTES DE GRAU PROGRESSIVO DO TIPO BI-ASFéRICAS. é fornecido um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, para o qual os custos do processamento são reduzidos. Em uma lente(s) de grau progressivo do tipo bi-asférica, são satisfeitas as relações DHF + DHN < DVF + DVN e DHN < DVN ou, adicionalmente, DVN - DVF > ADD/2 e DHN - DHF < ADD/2; DHF e DVF são designados, respectivamente, como um grau de refração da superfície, em uma direção horizontal, e um grau de refração da superfície, em uma direção horizontal, e um grau de refração da superfície, em uma direção vertical, em uma posição de medição do grau para visão distante F1, na primeira superfície de refração, que atua como uma superfície lateral do objeto; com DHN e DVN são designados, respectivamente, como um grau de refração da superfície, em uma direção horizontal, e um grau de refração da superície, em uma direção vertical, em uma posição de medição do grau para visão de perto N1, na primeira superfície de refração; um componente de astigmatismo da superfície em F1 e N1, da primeira superfície de refração é anulado por uma segunda superfície de refração da superfície do olho; e as primeira e segunda superfícies refração são combinadas para fornecer um grau de visão distante (DF) e um adicional (ADD), na base de uma receita; onde a mesma primeira superfície de refração é usada por, pelo menos, dois ou mais tipos de grau adicional diferentes.
Description
"MÉTODO PARA PROJETAR UM GRUPO DE LENTES DE GRAU PROGRESSIVO DO TIPO BI-ASFÉRICAS, E5 GRUPO DE LENTES DE GRAU PROGRESSIVO DO TIPO BI-ASFÉRICAS"
DESCRIÇÃO
Método para projetar grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, e grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas.
CAMPO TÉCNICO A presente invenção refere-se a uma lente de grau progressivo do tipo bi-asférica, que é uma lente usada como, por exemplo, uma lente de grau progressivo para um óculos, para presbiopia, que é configurada para ter uma ação de grau de refração progressivo que é distribuída, de modo repartido, por uma primeira superfície de refração sendo uma superfície lateral de um objeto e uma segunda superfície de refração sendo uma superfície lateral de um globo ocular, de modo que a primeira superfície e a segunda superfície forneçam, em conjunto, um grau de visão distante e um grau adicional baseado nos valores receitados.
FUNDAMENTOS DA TÉCNICA Nos anos recentes, foram apresentados, nos documentos das patentes 1 a 5, métodos para projetar lente(s) de grau progressivo do tipo bi- asférico, nos quais, o método de projetar envolve dividir um elemento, tendo grau de refração progressivo, em uma superfície lateral convexa (lateral do objeto) e uma superfície lateral côncava (lateral do olho).
Os documentos das patentes 2 a 5 propõem, em particular, reduzir o astigmatismo, combinando uma superfície de adição progressiva (uma superfície tendo grau de refração progressivo) e uma superfície de adição regressiva (uma superfície tendo grau de refração regressivo).
Alternativamente, os inventores da presente invenção propuseram uma lente(s) de grau progressivo do tipo bi-asférico, conforme apresentado no documento de patente 6. Esta lente envolve um método para resolver os elementos de uma superfície tendo grau de refração progressivo na curvatura na direção vertical, e curvatura na direção horizontal, e combinar os efeitos da superfície convexa e da superfície côncava. A lente é configurada de modo que, os elementos da superfície de refração da superfície da receita, e os elementos da superfície remanescente da superfície lateral do objeto, que é diferente para cada adição de grau, sejam dispostos na lateral do olho.
O método, para processar a superfície de refração de uma lente tendo grau de refração progressivo, emprega um método chamado o método da lente semi-acabada, de modo a reduzir o custo total do processamento e o tempo de fabricação. Neste método, é preparada uma peça bruta de lente semi-processada (daqui em diante, referida como semi-lente). Esta peça bruta é composta de uma superfície que já foi processada (moldada) na forma final de um lado, e uma superfície, parcialmente processada, no outro lado. Uma semi-lente, tendo a curvatura ótima de acordo com as especificações do projeto, é selecionada de um grupo de semi-lentes, previamente preparadas, baseada na receita encomendada, e a superfície, parcialmente processada, é processada. A seleção da forma e a concavidade ou convexidade da superfície, parcialmente processada, é decidida pelo fabricante, no estágio de projeto.
Uma vez que uma lente tendo grau de refração progressivo é fornecida com um grau adicional de acordo com a receita, as semi-lentes são preparadas com curvaturas projetadas de acordo com a faixa estabelecida de graus adicionais em relação a uma curva básica do projeto (uma curva base). Com uma faixa de grau adicional estabelecida de 0,5 a 3,50 dioptrias, por exemplo, são preparadas semi-lentes com treze tipos diferentes de curvaturas do projeto, se classificadas em grupos com incrementos de 0,25 dioptrias. Na especificação da presente invenção, projetos, para lentes tendo grau de refração progressivo, são vistos como um conceito técnico global, único, como acima, e lentes com receitas variando de presbiopia da visão distante para presbiopia da visão de perto (incluindo lentes nas quais a faixa de dioptrias para visão distante, se estende desde positiva até negativa, bem como, 0,00 dioptria) são referidas como "lentes tendo grau de refração progressivo").
[Documento da patente 1] Republicação doméstica da publicação internacional PCT W097/19383
[Documento da patente 2] Publicação explicada da patente japonesa 2000-249992
[Documento da patente 3] Tradução japonesa publicada da publicação internacional PCT 2002-539499
[Documento da patente 4] Tradução japonesa publicada da publicação internacional PCT 2003-500685
[Documento da patente 5] Tradução japonesa publicada da publicação internacional PCT 2004-524582
[Documento da patente 6] Publicação explicada da patente japonesa 2203-344813
APRESENTAÇÃO DA INVENÇÃO (Problemas a serem resolvidos pela invenção) A construção de superfícies de refração é complexa, o estabelecimento de uma curva base comum é difícil, e usar, somente, métodos para semi-lentes convencionais, requer a preparação de numerosos projetos para as semi-lentes e envolve problemas no gerenciamento do inventário. Isto, porque, nas lentes do tipo bi-asféricas descritas acima, o grau adicional é distribuído entre ambas as superfícies da lente, nos documentos de patentes 1 a 5, os quais, apesar de terem metodologias de projeto diferentes, são tipos de projetos onde, elementos, tendo grau de refração progressivo, estão em ambas as superfícies, como descrito acima. Métodos, nos quais, ambas as superfícies devam ser processadas após o recebimento de cada pedido, são ineficientes e, por conseguinte, envolvem problemas de custo. O documento da patente 6 emprega um método de projeto ótico no qual, os elementos de uma superfície, tendo grau de refração progressivo, são resolvidos em curvatura na direção vertical e curvatura na direção horizontal, e, no qual, os efeitos da superfície convexa e da superfície côncava são combinados. Embora este método envolva melhoramentos óticos, o método é problemático, já que não é feita nenhuma proposta eficaz de medidas para redução dos custos de processamento.
Um dos objetivos da presente invenção é prover um método para projetar um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, e prover um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asférico, que seja apropriado para um método de processamento para processar semi-lentes, que já tenham sido preparadas, antes de um pedido ser recebido, particularmente em relação à superfície lateral do objeto.
(Meios usados para resolver os problemas acima mencionados) É fornecido um método para projetar um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, de acordo com a presente invenção, com cada lente tendo uma ação de grau de refração progressivo distribuída, de modo repartido, por uma primeira superfície de refração sendo uma superfície lateral de um objeto, e uma segunda superfície de refração sendo uma superfície lateral do globo ocular, nas quais, a lente,
quando um grau de refração da superfície, em uma direção horizontal, e um grau de refração da superfície, em uma direção vertical, em uma posição de medição do grau de visão distante Fl, na primeira superfície de refração, são DHf e DVf, respectivamente, e
um grau de refração da superfície, em uma direção horizontal, e um grau de refração da superfície, em uma direção vertical, em uma posição de medição do grau de visão de perto NI, na primeira superfície de refração, são DHn e DVn, respectivamente, uma expressão relacionai é expressa por DHf+ DHn < DVf+ DVnj e DHn < DVn, os componentes de astigmatismo da superfície, em Fl e NI, na primeira superfície de refração sendo anulados pela segunda superfície de refração, e uma combinação das primeira e segunda superfícies de refração dando um grau de visão distante (Df) e um grau adicional (ADD), baseado no valor da receita, o método compreendendo:
usar a mesma primeira superfície de refração para, pelo menos, duas ou mais lentes com graus adicionais diferentes.
Além do mais, no método para projetar um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, de acordo com a presente invenção, onde cada lente satisfaça DVn - DVf > ADD/2 e DHn - DHf < ADD/2.
Além disso, no método para projetar um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, de acordo com a presente invenção, a primeira superfície de refração tem simetria lateral em relação à posição de medição do grau de visão distante Fl; e a segunda superfície de refração tem simetria lateral.
Em adição, no método para projetar um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, de acordo com a presente invenção, a primeira superfície de refração é uma superfície de revolução que tem. como geratriz. um meridiano que passa através da posição de medição do grau de visão distante Fl, e da posição de medição do grau de visão de perto NI; e a segunda superfície de refração tem simetria lateral.
Além do mais, no grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, de acordo com a presente invenção, um grupo de lentes é projetado pelo método supra mencionado para projetar um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas.
[EFEITO DA INVENÇÃO]
Uma vez que, a mesma superfície de refração pode ser estabelecida na superfície lateral do objeto para, pelo menos, dois ou mais tipos de graus adicionais, no método, de acordo com a invenção das Reivindicações 1 a 2, para projetar um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, a mesma superfície lateral do objeto pode ser usada para faixas específicas de grau distante e grau adicional. Já que uma semi-lente comum pode ser usada para, pelo menos, esta faixa de grau, particularmente, quando usar uma semi-lente, com a superfície lateral do objeto preparada antecipadamente, a eficiência da produção em massa das semi-lentes pode ser melhorada, e as lentes de grau progressivo do tipo bi-asférico, da invenção anterior, podem ser obtidas a um custo de processamento, por unidade de lente, grandemente reduzido.
A funcionalidade do processamento também pode ser melhorada estabelecendo-se a mesma superfície lateral do objeto.
Quando a relação DVn - DVf > ADD é preenchida, onde o grau adicional prescrito é ADD e os graus de refração da superfície, na direção vertical, na posição de medição do grau de visão distante Fl, e a posição de medição do grau de visão de perto NI, na superfície lateral do objeto são DVf e DVn, respectivamente, a porção de perto, das lentes de grau progressivo do tipo bi-asférico, da presente invenção, pode ser posicionada mais perto do olho, do que a porção de perto das lentes convexas convencionais, tendo grau de refração progressivo e pode-se obter um campo de visão mais amplo, em uma faixa próxima.
MELHOR MANEIRA DE EXECUTAR A INVENÇÃO
Modos de realização, da presente invenção, serão explicados abaixo, em referência aos desenhos. Um resumo de um projeto básico será descrito, mas, o método do projeto e a configuração da lente que são usados, estão apresentados no documento da patente 6, que foi proposto pelos inventores da invenção da presente aplicação. Por isso, a configuração básica e o procedimento do projeto são idênticos.
(Procedimento para projetar a lente) (1) Projetar ambos os lados como uma lente convexa de grau
progressivo
A princípio, a lente é projetada para ser dividida em uma superfície convexa e uma superfície côncava, como uma lente convexa de grau progressivo convencional.
(1) - 1: Projetar a forma da superfície convexa (superfície convexa progressiva)
A forma de uma superfície convexa progressiva convencional é projetada com parâmetros de entrada do projeto para a superfície progressiva, de modo a implementar o grau adicional e o comprimento da zona progressiva, que são fornecidos como dados de entrada. O projeto, neste estágio, pode empregar várias técnicas convencionais bastante conhecidas.
Um método, no qual, primeiro, um "meridiano principal" é estabelecido ao longo da "espinha" que constitui a superfície da lente, é um exemplo específico, deste método. O "meridiano principal" deveria ser, em última análise, uma "linha principal de fixação" que é posicionada ao longo da linha de interseção da superfície da lente, e da linha de visão, quando uma pessoa usando óculos olha diretamente do lado superior (a porção distante) para o lado inferior (a porção de perto) com ambos os olhos. Mover a localização da porção de perto, ou modificar, de outra maneira, a porção, em correspondência com o efeito de convergência dos olhos, durante a visão de perto, não precisa envolver, necessariamente, um arranjo no qual a "linha principal de fixação" é movida para dentro, conforme explicado daqui para frente. Esta "linha principal de fixação" passa, então, através do centro da lente e é definida como o meridiano vertical (meridiano principal), que divide a superfície da lente em metades direita e esquerda. A lente tem duas superfícies, frontal e dorsal, e, então, temos dois "meridianos principais", frontal e dorsal. O "meridiano principal" é visto como uma linha reta quando olhado de uma direção perpendicular à superfície da lente, mas, o "meridiano principal" é, geralmente, uma curva em espaço tridimensional, quando a superfície da lente é curva.
Em seguida, é estabelecida a distribuição do grau de refração, ao longo do "meridiano principal", baseada no grau adicional receitado, no comprimento da zona progressiva, e em outros em dados. A distribuição do grau de retração pode ser estabelecida como sendo dividida entre as duas superfícies, frontal e dorsal, levando-se em conta o efeito da espessura da lente, o ângulo entre a linha de visão e a superfície de refração, e outros fatores, mas, já que este estágio envolve projetar a forma de uma superfície convexa progressiva convencional, o efeito progressivo é provido, inteiramente, na primeira superfície de refração; isto é, na superfície lateral do objeto. O grau de refração de transmissão resultante D, pode, então, ser aproximado, geralmente de D ~ Dl - D2, por exemplo, onde Dl é o grau de refração da superfície da superfície frontal da lente (a primeira superfície de refração; isto é, a superfície lateral do objeto), e D2 é o grau de refração da superfície da superfície dorsal da lente (a segunda superfície de refração; isto é, a superfície lateral do olho). No entanto, quando combinar Dl e D2, a superfície lateral do objeto deveria ser convexa e a superfície lateral do olho deveria ser côncava, na forma de um menisco. Note que, aqui, D2 é um valor positivo. A superfície dorsal da lente é, geralmente, côncava, e o grau de refração da superfície tem, geralmente, um valor negativo, mas, para simplificar, na descrição da presente invenção, ele é transformado em positivo e, o valor é subtraído de Dl para calcular-se o grau de refração de transmissão D.
A relação entre o grau de refração da superfície e a forma da superfície é definida, geralmente, pela seguinte equação:
Dn = (N - 1)/R
Dn é o grau de refração de uma superfície η (em unidades de dioptrias), N é o índice de refração do material da lente, e R é o raio de curvatura (em unidades métricas). Um método para converter uma distribuição do grau de refração da superfície, em uma distribuição da curvatura, usa, então, uma versão modificada da relação acima:
l/R = Dn/(N— 1)
A forma geométrica da "linha meridiana principal" é determinada, precisamente, pela obtenção da distribuição da curvatura, e é estabelecida a "linha meridiana principal" correspondente à espinha, para criar uma superfície da lente.
A seguir é solicitado, para criar a superfície da lente, "um grupo de linhas encurvadas de seção horizontal",correspondente a uma nervura. Os ângulos de interseção, entre os "grupos de curvas de seção transversal horizontal", e a "linha meridiana principal", não precisam, necessariamente, ser ângulos retos, mas, neste caso, cada um dos "grupos de curvas de seção transversal horizontal" interceptará a "linha meridiana principal", para simplificar a descrição, em um ângulo reto. O "grau de refração da superfície, na direção horizontal" dos "grupos de curvas de seção transversal horizontal", nos pontos de interseção com a "linha meridiana principal", também não precisa, necessariamente, ser equivalente ao "grau de refração da superfície na direção vertical", ao longo da "linha meridiana principal"; de fato, a invenção, da presente aplicação, é baseada em ser, o grau de refração da superfície, diferente, nas direções vertical e horizontal, como descrito nas reivindicações. Uma vez que este estágio envolve projetar a forma de uma superfície convexa progressiva convencional, portanto, o grau de refração da superfície se tornará equivalente, nas direções vertical e horizontal, nestes pontos de interseção. As "curvas de seção transversal horizontal" podem ser curvas circulares simples, tendo grau de refração da superfície nestes pontos de interseção, mas, uma variedade de técnicas incluídas em técnicas anteriores, também pode ser aplicada. A técnica da JP-A 49-3595 é um exemplo de uma técnica convencional relacionada à distribuição do grau de refração da superfície, ao longo das "curvas de seção transversal horizontal". Uma "curva de seção transversal horizontal", substancialmente circular, é estabelecida na proximidade do centro da lente. Curvas com seção transversal, que estão posicionadas acima da curva transversal central, têm uma distribuição do grau de refração da superfície que aumenta, a partir do centro, para os lados. A "linha meridiana principal", e os "grupos de curvas de seção transversal horizontal" infinitos, alinhados sobre a mesma, estruturam, deste modo, a superfície da lente, como uma "espinha" e "nervuras", definindo a superfície de refração.
(1) - 2: A forma da superfície côncava é projetada de modo a fornecer o grau de visão distante provido como um dado de entrada para o projeto da forma da superfície côncava (superfície esférica ou astigmática). Se houver grau astigmático no grau de visão distante, é usada uma superfície astigmática; caso contrário, é usada uma superfície esférica. Uma espessura central CT, apropriada para o grau ótico, é projetada ao mesmo tempo em que, os ângulos de inclinação mútua, da superfície convexa e da superfície côncava, definindo a forma da lente. Uma variedade de técnicas convencionais bastante conhecidas também pode ser usada para projetar este estágio.
(2) A lente convexa de grau progressivo convencional é convertida na forma de uma lente da invenção, da presente aplicação, de acordo com o grau de visão distante, grau adicional (ADD), e outros dados de entrada, fornecidos para corrigir a superfície dorsal que acompanha a conversão na forma de uma superfície convexa de lente(s) de grau progressivo do tipo bi-asférica.
(2) — 1: A superfície convexa progressiva convencional é convertida para a forma de uma superfície convexa da invenção da presente aplicação, de acordo com o grau de visão distante, adicional, e outros dados de entrada fornecidos para projetar a forma da superfície côncava (a lente(s) de grau progressivo do tipo bi-asférica). Especificamente, a superfície (a primeira superfície de refração, isto é, a superfície lateral do objeto), da lente convexa progressiva convencional, descrita acima, é transformada em uma superfície tendo grau de refração progressivo que satisfaz as seguintes relações:
DHf+ DHn < DVf+ DVn e DHn < DVn ou,
DVn - DVf > ADD/2 e DHn - DHf < ADD/2 onde DHf é o grau de refração da superfície, na direção horizontal, na posição de medição do grau de visão distante Fl, DVf é o grau de refração da superfície, na direção vertical, na posição de medição do grau de visão distante Fl, DHn é o grau de refração da superfície,na direção horizontal, na posição de medição do grau de visão de perto NI, e DVn é o grau de refração da superfície, na direção vertical, na posição de medição do grau de visão de perto Nl.
(2) - 2: Projetar a forma da superfície côncava (lente(s) de grau progressivo do tipo bi-asférica).
Em (2) - 1, acima, a quantidade de deformação, quando da conversão da superfície convexa progressiva convencional para a forma de uma superfície convexa da invenção, da presente aplicação, é somada à forma da forma da superfície convexa projetada em (1) - 2. Especificamente, somente a mesma quantidade de deformação, igual à quantidade de deformação adicionada à superfície frontal da lente (a primeira superfície de refração; isto é, a superfície lateral do objeto) no processo de (2) - 1, também é adicionada a superfície dorsal da lente (a segunda superfície de refração; isto é, a superfície lateral do olho). Esta deformação parece uma curvatura da lente, mas a deformação não é uniforme através de toda a superfície, e a superfície deveria satisfazer as relações descritas em (2) - 1. (3) De modo a realizar uma função ótica, imposta como dados de entrada de correção dorsal em projetos, tal com o projeto de transmissão, projeto baseado na Lei de Listing, e projeto para localização da porção de perto, em um estado em que o usuário do óculos usa, realmente, o óculos, (2) é preferível adicionar a correção dorsal da lente da presente invenção, obtida em (2).
(3) -1: Projeto para a forma da superfície côncava para projeto de transmissão ótica (lente(s) de grau progressivo do tipo bi-asférica).
O projeto de transmissão ótica é um método para se obter uma função ótica original, no estado em que o usuário de óculos usa, realmente, o óculos. Este método do projeto é, principalmente, um método para adicionar uma "ação de correção" para remover, ou reduzir, a troca do grau ótico, e geração de astigmatismo causada, principalmente, pela linha de visão e a superfície da lente que não são ortogonais uma a outra.
Especificamente, como descrito acima, uma diferença de um desempenho ótico alvo original é captada por um cálculo de rastreamento de um raio de luz, de acordo com uma direção da linha de visão, e, é executada uma correção da superfície, para impedir esta diferença. Repetindo-se o processo, a diferença é minimizada e pode ser obtida uma solução ótima.
(3) - 2: Forma da superfície côncava (a lente(s) de grau progressivo do tipo bi-asférica) de acordo com a Lei de Listing
É bastante sabido que, o movimento tridimensional rotativo de nossos olhos, quando observando nossos arredores, obedece a uma regra chamada "Lei de Listing", mas, quando o grau da receita inclui grau astigmático, os dois eixos de astigmatismo podem não se alinhar quando se olha os arredores, mesmo quando, o "eixo de astigmatismo do olho quando, olhando diretamente para frente", é combinado com o eixo de astigmatismo da lente do óculos. "Ação de correção" para remover ou reduzir a geração do astigmatismo, ou troca do grau, causada pela direção do eixo astigmático da lente que não combina, e a direção do eixo astigmático do olho, em uma visão periférica, pode ser adicionada à superfície curva, no lado que tem uma ação de correção de astigmatismo da lente.
(3) - 3: A forma da superfície côncava, para responder a um projeto de localização da posição de perto (lente(s) de grau progressivo do tipo bi-asférica). Após a entrada da distância pupilar, das distâncias dos objetos principais da visão de perto, e de outras informações relativas ao usuário, a porção de perto pode ser localizada, de acordo com os dados do usuário, projetando-se a superfície lateral do olho para obter uma superfície curva com assimetria lateral.
Um projeto básico foi descrito acima.
Exemplos de projetos serão descritos a seguir, empregando uma primeira superfície de refração, que é a mesma para dois ou mais tipos de graus adicionais em lentes de grau progressivo do tipo bi-asférico, para prover um grau de visão distante (Df)9 e um grau adicional (ADD), baseado em uma receita, que combina a primeira e a segunda superfícies refração. As lentes satisfazem a seguinte relação:
DHf+ DHn < DVf+ DVn e DHn, DVn
DHf e DVf são designados como o grau de refração da superfície, na direção horizontal, e o grau de refração da superfície, na direção vertical, respectivamente, numa posição de medição do grau de visão distante Fl, na primeira superfície de refração; e DHn e DVn são designados como o grau de refração da superfície, na direção horizontal, e o grau de refração da superfície na direção vertical, respectivamente, numa posição de medição do grau de visão de perto NI, na primeira superfície de refração, onde o componente de astigmatismo da superfície, em Fl e NI, da primeira superfície de refração das lentes é anulado pela segunda superfície de refração, e a primeira e segunda superfícies refração são combinadas para prover o grau de visão distante (Df) e o grau adicional (ADD), baseado em um valor da receita.
[Exemplo 1]
A FIG. 21 é um diagrama que mostra uma lista de graus de refração da superfície, bem como os graus para visão distante, e graus adicionais, para os Exemplos 1 a 4 (descritos a seguir), nas Tabelas 1 a 4, respectivamente. As Tabelas 1 a 4, na FIG. 21, correspondem aos Exemplos 1 a 4, descritos a seguir, e são listas de graus de refração da superfície, graus para visão distante, e graus adicionais. Os significados dos itens que aparecem nas Tabelas 1 a 4 são, como abaixo:
DVfl: Grau de refração da superfície, na direção vertical, na posição de medição do grau para visão distante Fl, na superfície lateral do objeto
DHfl: Grau de refração da superfície, na direção horizontal, na posição de medição do grau para visão distante Fl, na superfície lateral do objeto
DVnl: Grau de refração da superfície, na direção vertical, na posição de medição do grau para visão de perto NI, na superfície lateral do objeto
DFIn 1: Grau de refração da superfície, na direção horizontal, na posição de medição do grau para visão de perto NI, na superfície lateral do objeto
DVf2: Grau de refração da superfície, na direção vertical, na posição de medição do grau para visão distante F2, na superfície lateral do olho
DHf2: Grau de refração da superfície, na direção horizontal, na posição de medição do grau para visão distante F2, na superfície lateral do olho
DVn2: Grau de refração da superfície, na direção vertical, na posição de medição do grau para visão de perto N2, na superfície lateral do olho
DHn2: Grau de refração da superfície, na direção horizontal, na posição de medição do grau para visão de perto N2, na superfície lateral do olho
SPH: Grau para visão distante. De modo a simplificar a descrição, no entanto, chega-se a um valor aproximado, usando-se o cálculo seguinte, aproximado:
(DVfl H- DHfl )/2 - (DV£2 + DHf2)/2
ADD: Grau adicional. De modo a simplificar a descrição, no entanto, chega-se a um valor aproximado, usando-se o cálculo seguinte, aproximado:
(D Vnl + DHnl)/2 - (DVn2 + DHn2)/2 - SPH
As FIGS. 5 a 20 correspondem, cada uma delas, aos Exemplos 1 a 4, supracitados, e são gráficos que mostram a distribuição do grau de refração da superfície, ao longo da linha de visão principal, nos Exemplos 1 a 4. O lado direito do eixo horizontal, nas FIGS. 5 a 20, mostra uma parte superior da lente, o lado esquerdo mostra uma parte inferior da lente, e o eixo vertical mostra o grau de refração da superfície. Os Gráficos (1 a 4) - (a, b, c, d) -1, correspondem à superfície lateral do objeto, e os Gráficos (1 a 4) - (a, b, c, d) - 2, correspondem à superfície lateral do globo ocular. As linhas sólidas, nos gráficos, indicam a distribuição do grau de refração da superfície, na direção vertical, ao longo da linha principal de fixação, e as linhas pontilhadas, nos gráficos, indicam a distribuição do grau de refração da superfície, na direção horizontal, ao longo da linha principal de fixação. Os gráficos indicam diferenças básicas nas configurações das superfícies. Tornar as superfícies asféricas, de modo a remover o astigmatismo periférico, adicionar um componente de astigmatismo para corresponder com o grau astigmático, e outras modificações foram omitidos.
Os significados da terminologia usada nos gráficos das FIGS. .5 a 20 são, como segue:
Fl: a posição de medição do grau de visão distante, na superfície lateral do objeto;
F2: a posição de medição do grau de visão distante, na superfície lateral do globo ocular;
NI: a posição de medição do grau de visão de perto, na superfície lateral do objeto;
N2: a posição de medição do grau de visão de perto, na superfície lateral do globo ocular;
CV1: um gráfico (mostrado em linha sólida) indicando a distribuição do grau de refração da superfície, na direção vertical, ao longo da linha principal de fixação, na superfície lateral do objeto
CHI: um gráfico (mostrado em linha pontilhada) indicando a distribuição do grau de refração da superfície, na direção horizontal, ao longo da linha principal de fixação, na superfície lateral do objeto
CV2: um gráfico (mostrado em linha sólida) indicando a distribuição do grau de refração da superfície, na direção vertical, ao longo da linha principal de fixação, na superfície lateral do globo ocular
CH2: um gráfico (mostrado em linha pontilhada) indicando a distribuição do grau de refração da superfície, na direção horizontal, ao longo da linha principal de fixação, na superfície lateral do globo ocular
Os graus de refração da superfície em Fl, NI, F2, N2, nos gráficos, correspondem às Tabelas 1 a 4 supracitadas, e o significado da terminologia de DVfl a DHn2, e similares, é o mesmo das Tabelas 1 a 4.
(Exemplo, 1-a, Exemplo, 1-b, Exemplo, 1-d, Exemplo, 1-d) A Tabela 1, e FIGS. 5 a 8, correspondem aos Exemplo 1-a, Exemplo 1-b, Exemplo 1-c e Exemplo 1-d, respectivamente. Estes exemplos fornecem graus adicionais diferentes, usando a mesma superfície lateral do objeto, como pode ser percebido do fato de que, mesmo que, embora os valores para DVfl, DHfl, DVn 1, e DHnl sejam, cada um, o mesmo na Tabela 1, os valores do ADD são diferentes. O mesmo se aplica para as FIGS. 5 a 8. O astigmatismo da superfície em Nl é completamente anulado pelo astigmatismo da superfície em N2. Os graus de visão de perto de Nl e N2, sendo uma diferença do grau de refração médio entre Nl e N2, são diferentes, dando, então, respectivamente, graus adicionais diferentes, tais como +1,00, +2,00, +3,00, +3,50, enquanto os graus para visão distante de Fl e F2, sendo uma diferença do grau de refração médio entre Fl e F2 são, todos, 0,00.
(Exemplo 2-a, Exemplo 2-b, Exemplo 2-c, Exemplo 2-d) A tabela 2, e as FIGS. 9 a 12, correspondem aos Exemplo 2-a, Exemplo 2-b, Exemplo 2-c, e Exemplo 2-d, respectivamente. Estes exemplos fornecem graus adicionais diferentes, usando a mesma superfície lateral do objeto, como pode ser percebido do fato de que, mesmo que, embora os valores para DVfl, DHfl, DVnl, e DHnl sejam, cada um, o mesmo na Tabela 2, os valores do ADD são diferentes. O mesmo se aplica para as FIGS. 9 a 12. O astigmatismo da superfície em Nl é completamente anulado pelo astigmatismo da superfície em N2. Além disso, enquanto os graus de visão distante, sendo a diferença do grau de refração médio entre Fle F2, são todos -1,00, os graus de visão de perto sendo a diferença do grau de refração médio entre Nl e N2, são diferentes, dando, então, graus adicionais diferentes tais como +1,00, +2,00, +3,00 e +3,50, respectivamente.
(Exemplo 3-a, Exemplo 3-b, Exemplo 3-c, Exemplo 3-d) A Tabela 3, e FIGS. 13 a 16, correspondem aos Exemplo 3-a, Exemplo 3-b, Exemplo 3-c e Exemplo 3-d, respectivamente. Estes exemplos fornecem graus adicionais diferentes, usando a mesma superfície lateral do objeto, como pode ser percebido do fato de que, mesmo que, embora os valores para DVfl, DHfl, DVn 1, e DHnl sejam, cada um, o mesmo na Tabela 3, os valores do ADD são diferentes. O mesmo se aplica para as FIGS. 13 a 16. O astigmatismo da superfície em Nl é completamente anulado pelo astigmatismo da superfície em N2. Além disso, apesar dos graus para visão distante, serem a diferença do grau de refração médio entre Fl e F2, são todos +1,00, o grau de visão de perto sendo a diferença do grau de refração médio entre Nl e N2, são diferentes, dando, então, graus adicionais diferentes tais como +1,00, +2,00, +3,00 e +3,50, respectivamente.
(Exemplo 4-a, Exemplo 4-b, Exemplo 4-c, Exemplo 4-d) A Tabela 4, e FIGS. 17 a 20, correspondem aos Exemplo 4-a, Exemplo 4-b, Exemplo 4-c e Exemplo 4-d, respectivamente. Estes exemplos fornecem graus adicionais diferentes, usando a mesma superfície lateral do objeto, como pode ser percebido do fato de que, mesmo que, embora os valores para DVfl5 DHflj DVn 1, e DHnl sejam, cada um, o mesmo na Tabela 4, os valores do ADD são diferentes. O mesmo se aplica para as FIGS. 17 a 20. O astigmatismo da superfície em Nl é completamente anulado pelo astigmatismo da superfície em N2. Além disso, apesar dos graus para visão distante, serem a diferença do grau de refração médio entre Fl e F2, são todos +2,00, o grau de visão de perto sendo a diferença do grau de refração médio entre Nl e N2, são diferentes dando, então, graus adicionais diferentes tais como +1,00, +2,00, +3,00 e +3,50, respectivamente.
Entre estes exemplos, Exemplos 1 a 3 usam a mesma superfície lateral do objeto, como pode ser percebido olhando-se as Tabelas 1 a 3. Especificamente, nestes exemplos, pode ser visto o fato da mesma superfície lateral do objeto ser usada para uma faixa de graus de visão distante (-1,00 a +1,00) e graus adicionais (+1,00 a +3,50),. Uma semi-lente comum pode, por conseguinte, ser usada para, pelo menos, estas faixas de graus, particularmente quando se usam semi-lentes cujas superfícies laterais dos objetos tenham sido preparadas antecipadamente.
As superfícies laterais dos objetos, dos Exemplos 1 a 3, não foram usadas no Exemplo 4. Isto foi feito para impedir, em particular, que se obtivesse um valor negativo para DHn2 durante o processamento para um grau de visão distante de +2,00 e um grau adicional de 3,50. Especificamente, um valor negativo para DHn2 pode ser evitado estabelecendo-se DHnl estritamente dentro da faixa da presente invenção. A mesma superfície lateral do objeto é usada para graus adicionais diferentes (+1,00 a +3,50), mesmo no Exemplo 4, no qual esta estratégia é empregada.
A FIG. 22 é um diagrama que mostra uma lista de graus de refração da superfície assim como graus de visão distante e graus adicionais, de acordo com as classificações de semi-lentes da técnica convencional. A FIG. 23 é um diagrama que mostra uma tabela de semi-lentes classificadas de acordo com o método do projeto de grupos de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, dos Exemplos 1 a 3. A FIG. 24 é um diagrama que mostra uma tabela de semi-lentes classificadas de acordo com o método de projeto de um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asférico da técnica convencional, das Tabelas 5 a 7, mostradas na FIG. 22. Nas FIGS. 23 e 24, os valores numéricos, do lado esquerdo, designam o grau esférico da visão distante, e os valores numéricos, em um estágio superior, designam o grau adicional. O grau astigmático foi omitido para simplificar a descrição, mas uma faixa receitada de graus astigmáticos pode ser incluída. A FIG. 23 corresponde aos Exemplos 1 a 3, da presente invenção, nas Tabelas 1 a 3, e a FIG. 24 corresponde à técnica convencional nas Tabelas 5 a 7. As localizações indicadas de 1-a, 7-c, e similares, registradas em cada diagrama, correspondem a graus óticos (grau esférico da visão distante e grau adicional) de vários dos exemplos de cada tabela, e da técnica convencional. Somente um tipo de semi-lente cobre toda a faixa de grau ótico. Por outro lado, na FIG. 24, as formas das superfícies convexas são diferentes para cada grau adicional, e doze tipos de semi-lentes, de 0,75 a 3,50, devem ser usados de modo a cobrir toda a faixa de grau ótico da FIG. 24. Em outras palavras, nos métodos dos projetos da técnica convencional, uma semi-lente especializada é necessária para cada grau adicional, mas a mesma semi-lente pode ser usada, para graus adicionais diferentes, no método do projeto da presente invenção. A presente invenção, por conseguinte, necessita, somente, 1/12 to total de semi-lentes da técnica convencional para, pelo menos, esta faixa de grau, e somente é necessário um custo de fabricação muito pequeno.
(Aplicação Industrial)
A presente invenção pode ser usada como uma lente de óculos para lentes em óculos e similares tendo grau de refração progressivo.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DQS DESENHOS
FIG. 1 é um diagrama descritivo de uma variedade de graus de refração da superfície, em várias posições, na superfície de uma lente de óculos;
FIG. 2 é um diagrama descritivo das relações posicionais entre o olho, a linha de visão e a lente;
FIG. 3-1 é um diagrama descritivo do arranjo ótico de uma lente de adição progressiva, e é uma vista frontal da lente de adição progressiva, a partir da superfície lateral do objeto;
FIG. 3-2 é um diagrama descritivo do arranjo ótico de uma lente de adição progressiva, e é uma vista lateral que mostra uma seção transversal vertical;
FIG. 3-3 é um diagrama descritivo do arranjo ótico de uma lente de adição progressiva, e é uma elevação que mostra uma seção transversal horizontal;
FIG. 4 é um diagrama descritivo que mostra diferenças entre definições do "grau adicional";
FIG. 5 é um diagrama que mostra os Gráficos 1-a-l e l-a-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo
FIG. 6 é um diagrama que mostra os Gráficos l-b~l e l-b-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo 1-b;
FIG. 7 é um diagrama que mostra os Gráficos 1-c-l e l-c-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo
1-c;
FIG. 8 é um diagrama que mostra os Gráficos 1-d-l e l-d-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo 1-d;
FIG. 9 é um diagrama que mostra os Gráficos 2-a-l e 2-a-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo
2-a;
FIG. 10 é um diagrama que mostra os Gráficos 2-b-l e 2-b-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo 2-b;
FIG. 11 é um diagrama que mostra os Gráficos 2-c-l e 2-c-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo
2-c;
FIG. 12 é um diagrama que mostra os Gráficos 2-d-l e 2-d-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo 2-d;
FIG. 13 é um diagrama que mostra os Gráficos 3-a-l e 3-a-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo
3-a;
FIG. 14 é um diagrama que mostra os Gráficos 3-b-l e 3-b~2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo 3-b;
FIG. 15 é um diagrama que mostra os Gráficos 3-c-l e 3-C-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo 3-c;
FIG. 16 é um diagrama que mostra os Gráficos 4-a»l e 4-a-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo
3-d;
FIG. 17 é um diagrama que mostra os Gráficos 4-a-l e 4-a-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo
4-a;
FIG. 18 é um diagrama que mostra os Gráficos 4-b-l e 4-b-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo 4-b;
FIG. 19 é um diagrama que mostra os Gráficos 4-c-l e 4-c-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo 4-c;
FIG. 20 é um diagrama que mostra os Gráficos 4-d-l e 4-d-2, que mostram distribuições do grau de refração da superfície de um Exemplo 4-d;
FIG. 21 é um diagrama que mostra uma tabela dos graus de refração para as lentes dos Exemplos 1 a 3;
FIG. 22 é um diagrama que mostra uma tabela dos graus de refração para as lentes baseado num mapa de classificação de semi-lentes convencionais;
FIG. 23 é um diagrama que mostra um mapa de classificação da semi-lente para as faixas de grau ótico dos Exemplos 1 a 3, da presente invenção, apresentadas nas Tabelas 1 a 3; e
FIG. 24 é um diagrama que mostra um mapa de classificação de semi-lente para faixas de grau ótico da Técnica Convencional 5 a 7, apresentadas nas Tabelas 5 a 7.
Claims (3)
1. Método para proj etar um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas com cada lente tendo um grau de refração de ação progressiva distribuído, de maneira dividida em uma primeira superfície de refração sendo uma superfície lateral do objeto e uma segunda superfície de refração sendo uma superfície lateral do globo ocular, no qual, lente, onde o grau de refração da superfície, em uma direção horizontal, e um grau de refração da superfície, em uma direção vertical, em uma posição de medição do grau para visão distante Fl, na primeira superfície de refração, são DHf e D Vf, respectivamente, e um grau de refração da superfície, em uma direção horizontal, e um grau de refração da superfície, em uma direção vertical, em uma posição de medição do grau para visão de perto NI, na primeira superfície de refração, são DHn e DVn, respectivamente, uma expressão relacionai é expressa por DHf+ DHn < DVf+ D Vn, e DHn, DVn, componentes de astigmatismo da superfície em Fl e Nl5 na primeira superfície de refração, são anulados pela segunda superfície de refração e uma combinação das primeira e segunda superfícies refração dá um grau de visão distante (Df) e um grau adicional (ADD), baseado em um valor de receita, o mencionado método caracterizado pelo fato de compreender: usar a mesma primeira superfície de refração para, pelo menos, duas ou mais lentes com graus adicionais diferentes.
2. Método para projetar um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que cada lente satisfaz DVn - DVf > ADD/2 e DHn - DHf < ADD/2.
3. Grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, caracterizado pelo fato de um grupo de lentes ser projetado pelo método para projetar um grupo de lentes de grau progressivo do tipo bi-asféricas, como definido nas reivindicação 1 ou 2.
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|---|---|---|---|
| B06G | Technical and formal requirements: other requirements [chapter 6.7 patent gazette] |
Free format text: SOLICITA-SE A REGULARIZACAO DA PROCURACAO, UMA VEZ QUE BASEADO NO ARTIGO 216 1O DA LPI, O DOCUMENTO DE PROCURACAO DEVE SER APRESENTADO NO ORIGINAL, TRASLADO OU FOTOCOPIA AUTENTICADA. |
|
| B06A | Patent application procedure suspended [chapter 6.1 patent gazette] | ||
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