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BRPI0609975B1 - composição aquosa, e, método para amaciamento e condicionamento de tecidos - Google Patents

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BRPI0609975B1
BRPI0609975B1 BRPI0609975A BRPI0609975A BRPI0609975B1 BR PI0609975 B1 BRPI0609975 B1 BR PI0609975B1 BR PI0609975 A BRPI0609975 A BR PI0609975A BR PI0609975 A BRPI0609975 A BR PI0609975A BR PI0609975 B1 BRPI0609975 B1 BR PI0609975B1
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BR
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polymer
alkyl
composition according
softening
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BRPI0609975A
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English (en)
Inventor
Jeanette Frances Ashley
Yun-Peng Zhu
Original Assignee
Unilever Nv
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Abstract

composição aquosa, e, método para amaciamento e condicionamento de tecidos. composição aquosa para amaciamento de tecidos apropriada para uso no ciclo de lavagem e/ou de enxágúe de uma máquina para lavar automática, a composição compreendendo: (a) de cerca de 0,05% a cerca de 2%, em peso da composição, de um polímero de éter de celulose quaternário catiônico; (b) um sabão de ácido graxo, onde a relação em peso do sabão para o polímero é de pelo menos 2:1; (c) de cerca de 0,1% a cerca de 5% de um tensoativo anfotérico. estão incluídos também métodos para amaciamento e condicionamento de tecidos pela adição da composição da invenção ao ciclo de lavagem e/ou ao ciclo de enxágúe de uma máquina para lavar automática.

Description

“COMPOSIÇÃO AQUOSA, E, MÉTODO PARA AMACIAMENTO E CONDICIONAMENTO DE TECIDOS” CAMPO DA INVENÇÃO A presente invenção está relacionada a composição para amaciar tecidos que poderá ser usada junto com um detergente no ciclo de lavagem de máquinas para lavar roupa automáticas.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Os detergentes para lavagem de roupa proporcionam uma excelente remoção de sujeiras mas podem, com freqüência, tomar o tecido áspero ao toque, após a lavagem. Para combater este problema, numerosas tecnologias para condicionamento de tecidos, incluindo amaciantes adicionados no enxágüe, folhas para secagem, e amaciantes detergentes 2-em-1, têm sido desenvolvidos. O amaciante detergente 2-em-l é um único produto que proporciona um efeito tanto detergente quanto amaciante. A vantagem do produto 2-em-l é que ele é usado no ciclo de lavagem. A desvantagem do produto 2-em-l é a falta de flexibilidade-o detergente e o amaciante precisam ser usados sempre juntos. No entanto, os consumidores podem optar em omitir o amaciante em alguns tecidos e, assim sendo, podem não desejar usar sempre o produto 2-em-I. Além disso, os consumidores podem desejar ter a flexibilidade de escolher o produto detergente para lavagem de roupa. Assim sendo, existe a necessidade para um produto amaciante que possa ser usado no ciclo de lavagem, mas que seja um produto de uso individual. Em outras palavras, existe a necessidade de desmembrar as funções de lavagem e de amaciamento, e mesmo assim possuir um produto para amaciamento que possa efetivamente proporcionar um amaciamento na presença de um detergente para lavagem de roupa.
Composições detergentes para lavagem de roupa e amaciamento estão divulgadas em WO 2004/069979; EP 786517; Kischkel et al. (Patente U.S. 6616705); Kischkel et al.(Patente U.S. 6620209);
Mermelstein et al. (Patente U.S. 4844821); Wang et al. (Patente U.S. 6833347); Weber et al. (Patente U.S. 4289642); WO 0/30951; Erazo-Majewlcz et al. (Patente U.S. 2003/0211952). Composições amaciantes de tecidos adicionadas na lavagem estão divulgadas em Caswell et al. (Patente U.S. 4913828) e Caswell (Patente U.S. 5073274). Composições amaciantes de tecidos estão divulgadas em WO 00/70005; Cooper et al. (Patente U.S. 6492322); Christiansen (Patente U.S. 4157388). A presente invenção é baseada, pelo menos em parte, na descoberta de que um amaciamento melhorado poderá ser obtido pela adição de pequena quantidade de um tensoativo anfotérico à uma composição amaciante contendo um polímero catiônico e um sabão, em uma determinada relação em peso.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO A invenção inclui uma composição aquosa para amaciamento de tecidos, apropriada para uso em um ciclo de lavagem e/ou enxágüe de máquina para lavagem de roupa automática, a composição compreendendo: (a) de cerca de 0,05% a cerca de 2% em peso da composição de um polímero de éter de celulose quaternário catiônico; (b) um sabão de ácido graxo, onde a relação em peso do sabão para o polímero seja de pelo menos 2:1; (c) de cerca de 0,1% a cerca de 5% de um tensoativo anfotérico.
Estão incluídos também métodos para amaciamento de tecidos com o uso das composições.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Exceto nos exemplos de operação e comparativos, ou onde expíicitamente indicado de outra forma, todos os números nesta descrição que indicam quantidades de materiais ou condições de reação, propriedades físicas de materiais e/ou de uso devem ser entendidos como modificados pelas palavras “cerca de”. Todas as quantidades são em peso da composição detergente líquida, a menos que de outra forma especificado.
Deverá ser observado que na especificação de qualquer faixa de concentrações, qualquer concentração mais acima particular pode ser associada com qualquer concentração particular mais abaixo.
Para evitar dúvidas, a palavra “compreendendo” pretende significar “incluindo” mas não necessariamente “consistindo de” ou “composto de”. Hm outras palavras, as etapas ou opções listadas não são necessariamente exaustivas. “Líquido”, conforme aqui utilizado, significa que uma fase contínua ou uma parte predominante da composição é líquida e que a composição pode fluir a 15° C e acima (i.e., sólidos em suspensão podem estar incluídos). Os geles estão incluídos na definição de composições líquidas conforme aqui utilizada.
POLÍMERO ÉTER DE CELULOSE QUATERNÁRIO CATIÔNICO
Um polímero catiônico é aqui definido como incluindo polímeros que, por causa de seus pesos moleculares ou composição de monômeros, são solúveis ou dispersáveis até pelo menos a extensão de 0,01% cm peso, em água destilada, a 25° C. Os polímeros catiônicos solúveis em água incluem os polímeros nos quais um ou mais dos monômeros constituintes são selecionados da lista de monômeros catiônicos ou anfotéricos, copolimerizáveis. Essas unidades de monômero contêm uma carga positiva ao longo de pelo menos uma parte da faixa de pH 6-11. Uma listagem parcial de monômeros pode ser encontrada no “International Cosmetic Ingredient Dictionary”, 5a Edição, editada por J.A. Wennínger e G.N. McEwen, “The Cosmetic, Toíletry, and Fragrance Association”, 1993. Uma outra fonte desses monômeros pode ser encontrada na “Encyclopedia of Polymers and Thickeners for Cosmetics”, por R.Y. Lochhead e W.R. Fron, “Cosmetics & Toiletries”, vol. 108, maio de 1993, pgs. 95-135.
Os polímeros catiônicos da presente invenção podem ser sais de aminas ou sais de amônio quaternário. De preferência os polímeros catiônicos são sais de amônio quaternário. Eles incluem derivados catiônicos de polímeros naturais tais como polissacarídeos, poliquartenium 10, Polímero IJCARE JR-400, Polímero UCARE LR-400, amido e seus copolímeros com detenninados polímeros catiônicos sintéticos tais como polímeros e copolímeros de vinilpiridina catiônicos ou vinil piridínio cloreto.
De modo específico, os monômeros úteis nesta invenção podem ser representados estruturalmente como compostos etiologicamente não-saturados, como na fórmula I, I onde R é hidrogênio, hidroxila, metoxi, ou radical alquil linear ou ramificado Ci a C30; R13 é hidrogênio, ou alquil Ci-30 linear ou ramificado, um aril substituído com alquil linear ou ramificado Ci_30, radical alquil linear ou ramificado C1.30 substituído com aril, ou condensado poli oxialqueno de um radical alifático; e R14 é um alquil heteroatômico ou radical aromático contendo ou um ou mais átomos de nitrogênio quatemizado ou um ou mais grupos amina que possuem uma carga positiva ao longo de uma parte do intervalo de pH de pH 6 a 11. Esses grupos amina podem ser ainda delineados como possuindo pKa de cerca de 6 ou mais.
Os exemplos de monômeros catiônicos com a fórmula I incluem, mas não estão limitados a, co-poli 2-vinil piridina e seus derivados de saís co-poli 2-vinil N-alquil piridínio quaternários; co-poli 4-vinil piridina e seus derivados de sais co-poli 4-vinil N-alquil piridínio quaternários; sais de co-poli 4-vinilbenzil trialquilamônio tais como sal de co-poli 4-vinilbenzil trimetilamônio; co-poli 2-vinil piperidina e sal de co-poli 2-vinil piperidínío; co-poli 4-vinil piperidina e sal de co-poli 4-vinil piperidínio; sais de co-poli 3-alquil 1-vinil imidazólio tais como sal de co-poli 3-metil 1-vinil imidazólio; derivados acrilamido e metacrilamido tais como co-poli dimetil aminopropil metacrilamida, sal de co-poli acrilamidopropil trimetilamônio e sal de co-poli metacrilamidopropil trimetilamônio; derivados acrilato e metacrilato tais como co-polí dimetil aminoetil (met)acrilato, sal de Ν,Ν,Ν trimetil 2-[(l-oxo-2 propenil)oxi] co-poli etanamínio, sal de Ν,Ν,Ν trimetil 2-[(2-metil-l-oxo-2 propenil)oxi] co-poli etanamínio, e sal de Ν,Ν,Ν etií dimetil 2-[(2 metil-1-oxo-2 propenil)oxi] co-poli etanamínio.
Incluídos também entre os monòmeros catiônicos apropriados para esta invenção estão co-poli vinil anima e sal de co-poli vinil amônio; co-poli dialilamina, co-poli metil dialilamina, e sal de co-poli dialilmetil amônio; e a classe ioneno de monòmeros catiônicos internos. Esta classe incluí co-poli etileno imina, co-poli etileno imina etoxilado e co-poli etileno imina etoxilado quatemizado; co-poli [disal de (dimetiiimino)trimetileno(dimetilimino) hexametileno], co-poli [sal de (dietilimino) trimetileno (dimetilimino) trimetileno]; co-poli [(dimetilimino) 2-hidroxipropil]; co-poliquartenium-2, co-poliquartenium-17, e co-poli quartenium 18, como definido no “International Cosmetic Ingredient Dictionary”, editado por Wenninger e McEwen.
Uma adicional, e altamente preferida classe de monòmeros catiônicos apropriados para esta invenção são aqueles originários de fontes naturais e incluem, mas não se limitam a, cocodimetilamônio hídroxipropil oxietil celulose, lauril dimetil amônio hídroxipropil oxietil celulose, estearildimetilamônio hídroxipropil oxietil celulose, e estearildímetilamônio hidroxietil celulose; sal de guar 2-hidroxi-3-(trimetilamônio) propil éter; sal de 2-hidroxietil 2-hidroxi 3-(trimetil amônio) propil éter de celulose. O contra-íon do que compreende o co-monômero catiônico é selecionado livremente de halogenetos: cloreto, brometo, e iodeto; ou de hidróxido, fosfato, sulfato, hidrosulfato, etil sulfato, metil sulfato, formiato e acetato. A fração cm peso do polímero catiônico que é composto das acima descritas unidades de monômero catiônico, pode variar de 1 a 100%, sendo de preferência de 10 a 100%, e do modo mais preferido de 15 a 80% de todo o polímero. As unidades de monômero remanescentes compreendendo o polímero catiônico são selecionadas da classe de monômeros aniônicos c da classe de monômeros não-iônicos, ou somente da classe de monômeros não-iônicos. No primeiro caso, o polímero é um polímero anfotérico ao passo eu no último caso ele pode ser um polímero catiônico, desde que nenhum co-monômero anfotérico esteja presente. Os polímeros anfotéricos deverão ser também considerados dentro do escopo desta divulgação, desde que a unidade de polímero possua uma carga líquida positiva em um ou mais pontos ao longo da faixa de pH de lavagem, de pH 6 a 11. A classe de monômeros não-iônicos é representada pelos compostos com a fórmula IV na qual nenhum dos R15, R16 ou R37 contêm os acima mencionados radicais contendo carga negativa. Os monômeros preferidos nesta classe incluem, mas não se limitam a, vinil álcool; vinil acetato; vinil metil éter; vinil etil éter; acrilamida, metacrilamida e outras acrilamidas modificadas; vinil propionato; alquil acrilatos (ésteres de ácido acrílico ou metacrílico); e ésteres de hidroxíalquil acrilato. Uma segunda classe de monômeros não-iônicos inclui co-poli etileno óxido, co-poli propileno óxido, e co-poli oxímetileno. Uma terceira, e altamente preferida, classe de monômeros não-iônicos inclui materiais naturalmente derivados, tal como hidroxietil celulose.
Muitos dos acima mencionados polímeros catiônicos podem ser sintetizados em, e são disponíveis comercialmente em, numerosos pesos moleculares diferentes. Com a finalidade de obter do produto um ótimo desempenho de limpeza e de amaciamento, é desejável que o polímero catiônico ou anfotérico, solúvel em água, usado nesta invenção, seja de um peso molecular apropriado. Sem o desejo de estar ligado a teorias, é acreditado que os polímeros que são de massa muito elevada podem aprisionar sujeiras e evitar que elas sejam removidas. O uso de polímeros catiônicos com um peso molecular médio menor que cerca de 850000 daltons, e em especial aqueles com um peso molecular menor que 500000 daltons, pode auxiliar a minimizar este efeito sem reduzir significativamente o desempenho de amaciamento de produtos formulados de modo apropriado. Por outro lado, os polímeros com um peso molecular de cerca de 10000 daltons ou menos sâo acreditados como sendo muito pequenos para proporcionar um benefício de amaciamento efetivo.
Além disso, a densidade de carga do polímero catiônico pode afetar ou o amaciamento ou a remoção de manchas. A densidade de carga está relacionada ao grau de substituição catiônica, e pode ser expressa com o conteúdo de Nitrogênio de um polímero catiônico. Os preferidos são os polímeros catiônicos que possuem um% de Nitrogênio de 0,01 a 2,2%, mais preferidos sâo os polímeros catiônicos que possuem um% de Nitrogênio de 0,2 a 1,6%, e os mais preferidos são os polímeros catiônicos que possuem um% de Nitrogênio de 0,3 a 1,4%.
SAL DE ÁCIDO GRAXO R^COOM onde R1 é um grupo alquil primário ou secundário com 7 a 21 átomos de carbono, e M é um cátion solubilizante. O grupo alquil representado por R1 poderá representar uma mistura de comprimentos de cadeia e poderá ser saturado ou não-saturado, embora seja preferido que, pelo menos dois terços dos grupos R1, possuam um comprimento de cadeia entre 8 e 18 átomos de carbono. Os exemplos não-limitantes de fontes de grupos alquil apropriados incluem os ácidos graxos derivados de óleo de coco, sebo, talóleo (celulose) e óleo de semente de palma. No entanto, para a finalidade de minimizar o odor, é desejável, com ffeqüência, o uso de ácidos carboxílicos saturados, principalmente. Esses materiais se acham disponíveis de muitas fontes comerciais, tais como a Uniquema (Wilmington, Del.) e Twin Rivers Technologies (Quincy, Mass.).
Os exemplos de cátions solubilizantes aceitáveis, M, para uso com esta invenção, incluem metais alcalinos tais como sódio, potássio, e misturas dos mesmos. De preferência, as composições da invenção são substancialmente livres de saís amina, e.g., alcanolaminas, tais como trietanolamina e/ou monoetanolamina, i.e., as composições contêm menos de 0,5%, de preferência menos de 0,1%, e do modo mais preferido menos de 0,05% de alcanolaminas. Verificou-se que, quando sais alcanolamina de ácido graxo estão presentes, eles impedem o desempenho de amaciamento. Uma mistura de sais de sódio e potássio é particularmente preferida quando o nível de sabão é alto, para a finalidade de estabilidade do produto, especialmente em baixa temperatura. Apesar de, quando usado, a maior parte do ácido graxo deva ser incorporada na formulação na forma de sal neutralizado, é preferido, com freqüência, deixar uma pequena quantidade de ácido graxo livre na formulação, uma vez que isto pode auxiliar na manutenção da viscosidade do produto.
TENSOATIVO ANFOTÉRICO
Um tensoativo anfotérico é aquele que, dependendo do pH, pode ser ou catiônico, ou zwitteriônico ou aniônico. Isto inclui tensoativos do tipo aminoácido e betaína. As betaínas apropriadas incluem, mas não se limitam a, alquil betaínas, alquil/aril betaínas, amidoalquil betaínas, betaínas do tipo imidazolinio, sulfobetaínas, sultaínas, e sais de ácidos alquílamido carboxílicos. Especialmente preferidas são as amidoalquil betaínas, sultaínas e ácido amidocarboxílico, por causa da pronta disponibilidade dos diversos ácidos graxos e do custo de produção. Além disso, o amido e o grupo hidroxila poderão acentuar a interação com outros ingredientes devido à ligação hidrogênio.
QUANTIDADES
Os polímeros catiônicos desta invenção são efetivos em níveis surpreendentemente baixos. Como tal, o polímero catiônico é empregado, tipicamente, em uma quantidade de 0,05 a 2%, de preferência de 0,05 a 1%, e do modo mais preferido de 0,05 a 0,5%, com a finalidade de maximizar o desempenho, com o custo otimizado. O sal de ácido graxo (sabão) está presente, em geral, em uma quantidade de 2% a 25%, de preferência de 4% a 10%, mas sua quantidade é dependente da quantidade do polímero. De modo específico, o sabão é usado em um excesso substancial em relação à quantidade do polímero e, geralmente, a relação em peso do sabão para o polímero é de pelo menos 2:1, sendo de preferência pelo menos 3:1, e do modo mais preferido pelo menos 5:1. Uma vez que o polímero catiônico é solúvel em água, a sua deposição sobre o tecido seria devida muito menos à sua grande contribuição na massa da solução. O polímero catiônico e o sabão aniônico podem formar um complexo, o qual resulta na redução da solubilidade em água do polímero catiônico. Assim sendo, a adição de sabão acentua a deposição. O grau de formação do complexo depende do equilíbrio sabão + polímero catiônico complexo. Em um determinado nível de polímero catiônico, o sabão a mais favorece a formação do complexo. Caso a quantidade do polímero seja particularmente baixa, com a finalidade de otimizar a eficiência em termos de custo da formulação, ou seja, na faixa de 0,05 a 0,5%, neste caso a relação de sabão para o polímero é na faixa de pelo menos 5:1, de preferência pelo menos 10:1. Com base no equilíbrio da formação do complexo, no nível mais baixo de polímero, mais sabão pode levar o equilíbrio no sentido da direita, acentuando a formação do complexo. No entanto, como o sabão é também um tensoativo, ele pode formar agregados na solução. Quando o sabão se acha em um excesso considerável em relação ao polímero, ele pode solubilizar o complexo, e também o polímero livre é adsorvido predominantemente sobre a superfície da micela, mantendo sem deposição o polímero e o complexo. É ainda mais altamente preferido, e com frequência necessário no caso de determinadas composições, formular os produtos desta invenção com a relação apropriada de polímero catiônico para o total de tensoativo aniônico (sintético e sal de ácido graxo). Uma relação muito elevada poderá resultar em um amaciamento reduzido, baixa compactação na superfície, tempos de dissolução inaceitáveis e, no caso de produtos líquidos, uma excessivamente alta viscosidade a qual poderá tomar o produto impossível de verter, e portanto inaceitável para uso pelo consumidor. O uso de baixas relações de polímero catiônico para tensoativo reduz também o nível total de polímero necessário para a formulação, o que é também preferido por razões de custo e de meio ambiente, e ainda proporcionando ao formulador uma maior flexibilidade na produção de um produto estável. A relação preferida de polímero catiônico:tensoativo total deverá ser menor que cerca de 1:4, ao passo que a relação preferida de polímero catiônico:tensoativo aniônico total (sintético e sal de ácido graxo) deverá ser menor que cerca de 1:5, e a relação preferida de polímero catiônico:tensoativo não-iônico deverá ser menor que cerca de 1:5. De modo mais preferido, as relações de polímero catiônicortensoativo total, e polímero catiônico:tensoativo aniônico total, deverão ser menores que cerca de 1:10.
Um tensoativo anfotérico é incluído na composição da invenção em uma quantidade relativamente pequena, em geral em uma quantidade de 0,1% a 5%, sendo de preferência de 0,5% a 4%, e do modo mais preferido de 1,0% a 3%.
PROCESSO PARA PRODUZIR AS COMPOSIÇÕES
A uma determinada quantidade de água, é adicionado um eletrólito tal como um citrato, para produzir uma solução de sal. A esta solução de sal é adicionado lentamente um polímero enquanto é mantida uma agitação para evitar a formação de gel. Um álcali, tal como NaOH, KOH, ou a mistura destes, é adicionado à solução de polímero, seguido pela adição opcional de ácidos alquilbenzeno sulfônicos, ou outro aniônico sintético. A mistura se toma, no início, enevoada e turva. Um ácido graxo é então adicionado à mistura e a mistura se apresenta muito mais clara. Após o ácido graxo ser totalmente consumido, o tensoativo anfotérico é adicionado. O tensoativo não-iônico é, opcionalmente, adicionado à solução e a agitação é continuada até que o não-iônico esteja totalmente dissolvido na solução. Os ingredientes miscelânea são então adicionados para acabamento da composição. De preferência, o aniônico sintético é adicionado antes do ácido graxo para evitar o aumento da viscosidade da mistura.
ÁGUA
As composições são aquosas, isto é, as composições da invenção compreendem em geral de 20% a 99,9%, sendo de preferência de 40% a 80%, e do modo mais preferido, para obter um custo ótimo e facilidade de fabricação, de 50% a 70% de água. Outros componentes líquidos, tais como solventes, tensoativos, matérias orgânicas líquidas incluindo bases orgânicas, e suas misturas, podem estar presentes.
Os co-solventes que poderão estar presentes incluem, mas não se limitam a, álcoois, tensoativos, sulfato etoxilado de álcool graxo, ou misturas de tensoativos, alcanol aminas, poliaminas, outros solventes polares e não-polares, e misturas dos mesmos.
O pH das composições líquidas da invenção é geralmente igual ou maior que 5,0, de preferência maior que 6,0, e do modo mais preferido maior que 6,5. O pH das composições da invenção é geralmente na faixa de 5 a 10, e de preferência não maior que 9,5, com a finalidade de obter a eficiência máxima com o custo mínimo. rNGREDIENTES OPCIONAIS
As composições para amaciamento de tecidos da presente invenção poderão incluir ingredientes típicos para lavagem de roupa, tais como agentes branqueadores fluorescentes, enzimas, agentes anti-redeposição, alvejantes, etc. No entanto, não há necessidade disso uma vez que, quando usadas no ciclo de lavagem, as composições da invenção estão co-presentes com outra composição detergente para lavagem de roupa separada, e assim sendo a inclusão de agentes de benefício para lavagem de roupa nas composições da invenção seria redundante.
As composições da invenção poderão incluir também outros agentes para amaciamento de tecidos, em adição aos polímeros catiônicos descrito acima. Outros polímeros catiônicos poderão estar presentes, tais como poliquartenium-16, poliquartenium-46, poliquartenium-11, poliquartenium-28, poliquartenium-imina e seus derivados, homopolímero e copolímero derivado de amidoamina quaternária, tais como poliquartenium-32 e 37, polímeros catiônicos Salcare da Ciba Special Chemical tais como Salcare Super 7, Tinofix CL, e polímeros catiônicos da Rhodia Synthetic tais como Mirapol 100, 550, A-15, WT e Polycare 133. Além disso, as composições da invenção poderão incluir também polissacarídeos catiônicos hidrofobicamente modificados tais como Crodacel QM e Crodacel QS, bem como outros agentes para amaciamento e condicionamento, tais como sal de monoalquilamônio quaternário , sal de monoalquil diamônio quaternário, e tensoativos catiônicos de amaciamento tais como sal de dialquildimetií quaternário, sais de dialquil amidoamina quaternário, e sal de diéster quaternário.
As composições da invenção poderão incluir tensoativos catiônicos e anfotéricos.
TENSOATIVO ANIÔNICO SINTÉTICO
Conforme aqui utilizado, “tensoativo aniônico sintético” exclui sais de ácidos graxos. De acordo com a forma de realização preferida da presente invenção, um amaciamento melhorado adicional é obtido pelo emprego de uma determinada quantidade relativamente pequena do tensoativo aniônico sintético e a uma determinada relação de tensoativo aniônico sintético para o sal de ácido graxo. A quantidade de tensoativo aniônico sintético é geralmente na faixa de 0,5 a 4%, e de preferência de 1 a 3%. Λ relação do tensoativo aniônico sintético para o sal de ácido graxo é na faixa de abaixo dc 1. de preferência na faixa de 0,1 a 1, sendo mais preferido de 0,1 a 0,7, do modo mais preferido abaixo de 0,5, e otimamente de 0,2 a 0,5.
Os agentes tensoativos aniônicos sintéticos que poderão ser usados na presente invenção são aqueles compostos tensoativos que contêm um grupo hidrofóbico de hidrocarboneto de cadeia longa nas suas estruturas moleculares e um grupo hidrofílico, i.e., um grupo solubilizante em água, tal como um grupo carboxilato, sulfonato ou sulfato, ou suas correspondentes formas ácidas. Deverá ser observado que o correspondente ácido não é, dentro ou fora, ele próprio um tensoativo. Somente neutralizado, ou como sal, forma funções como um tensoativo. Os agentes tensoativos aniônicos sintéticos incluem os sais de metais alcalinos (e.g., sódio e potássio) e bases baseadas em nitrogênio (e.g., mono-aminas e poliaminas) de alquil aril sulfonatos mais elevados solúveis em água, alquil sulfonatos, alquil sulfatos e alquil poliéter sulfatos. Um dos grupos preferidos de agentes tensoativos mono-aniônicos são os sais de metais alcalinos, amônio ou alcanolamina de alquil aril sulfonatos mais elevados e sais de metais alcalinos, amônio ou alcanolamina de alquil sulfatos mais elevados ou os sais de poliaminas mono-iônicas. Os alquil sulfatos mais elevados preferidos são aqueles nos quais os grupos alquil contêm de 8 a 26 átomos de carbono, de preferência de 12 a 22 átomos de carbono e mais preferido de 14 a 18 átomos de carbono. O grupo alquil no alquil aril sulfonato contém de preferência de 8 a 16 átomos de carbono e mais preferivelmente de 10 a 15 átomos de carbono. Um alquil aril sulfonato particularmente preferido é o de sódio, potássio ou etanolamina C)0 a Ci6 benzeno sulfonato, e.g., o sódio dodecil benzeno sulfonato linear. Os alquil sulfatos primários e secundários podem ser produzidos reagindo oleflnas de cadeia longa com sulfitos ou bisulfitos, e.g., bisulflto de sódio. Os alquil sulfonatos podem ser produzidos também reagindo hidrocarbonetos paraíTnicos normais de cadeia longa com dióxido de enxofre e oxigênio, conforme descrito nas Patentes U.S. 2503280, 2507088, 3372188 e 3260741, para obtenção de alquil sul fatos mais elevados normais ou secundários próprios para uso como detergentes tensoativos. O substituinte alquil é de preferência linear, i.e., alquil normal, no entanto, os alquil sulfonatos de cadeia ramificada podem ser empregados, embora eles não sejam tão bons no que diz respeito à biodegradabilidade. O alcano, i.e., alquil, substituinte, poderá ser sulfonado na terminação ou poderá ser unido, por exemplo, ao átomo de carbono 2 da cadeia, i.e., poderá ser um sulfonato secundário. É entendido nesta tecnologia que o substituinte poderá ser unido a qualquer carbono da cadeia alquil. Os alquil sulfonatos mais elevados podem ser usados como os sais de metais alcalinos, tais como sódio e potássio. Os sais preferidos são os sais de sódio. Os alquil sulfonatos preferidos são os Cio a Ci8 primários normais alquil sulfonatos de sódio e potássio, com os sais de C]0 a C]5 primários normais alquil sulfonatos sendo os mais preferidos.
As misturas de alquil benzeno sulfonatos mais elevados e alquil sulfatos mais elevados podem ser usadas, bem como as misturas de alquil benzeno sulfonatos mais elevados e alquil poliéter sulfatos mais elevados.
Os alquil polietoxi sulfatos mais elevados usados de acordo com a presente invenção podem ser de alquil de cadeia normal ou ramificada e conter grupos alcoxi mais baixos, os quais podem conter dois ou três átomos de carbono. Os alquil poliéter sulfatos mais elevados normais são preferidos pelo fato de possuírem um grau mais elevado de biodegradabilidade que a cadeia alquil ramificada, e os grupos polialcoxi mais baixos são, de preferência, grupos etoxi.
Os alquil polietoxi sulfatos mais elevados preferidos, usados de acordo com a presente invenção, são representados pela fórmula: R '-O(CH2CH20)p-SO,M, onde R1 é C8 a C20 alquil, de preferência CK> a C)8, e mais preferido Ci2 a C!5; pela 8, sendo de preferência 2 a 6, e mais preferido 2 a 4; e M é um metal alcalino, tal como sódio e potássio, um cátion amônio ou poliamina. Os sais de sódio e potássio, e as poliaminas, são preferidos.
Um alquil polissulfato etoxilado mais elevado preferido é o sal de sódio de um trietoxi C12 a Cj5 álcool sulfato que possui a fórmula: C12.15-0-(CH2CH20)3-S03Na.
Os exemplos de alquil etoxi sulfatos apropriados que podem ser usados de acordo com a presente invenção são os normais ou primários C12-15 alquil trietoxi sulfatos, sal de sódio; n-decil dietoxi sulfato, sal de sódio; primário C]2 alquil dietoxi sulfato, sal de amônio; primário C]2 alquil trietoxi sulfato, sal de sódio; primário C15 alquil tetraetoxí sulfato, sal de sódio; normais primários misturados C14.15 tri- e tetraetoxi sulfato, sais de sódio, misturados; estearil pentaetoxi sulfato, sal de sódio; e normais primários C10-1 s alquil trietoxi sulfato, sais de sódio, misturados.
Os normais alquil etoxi sulfatos são prontamente biodegradáveis e são os preferidos. Os alquil polialcoxi sulfatos mais baixos podem ser usados em misturas uns com os outros e/ou em misturas com os acima discutidos alquil benzenos mais elevados, sulfonatos ou alquil sulfatos. O alquil poli etoxi sulfato mais elevado, de metal alcalino, pode ser usado com o alquilbenzeno sulfonato e/ou com um alquil sulfato, em uma quantidade de 0 a 70%, de preferência de 5 a 50% e mais preferido de 5 a 20% em peso, de toda a composição.
Tensoativo Não-iônico As composições da invenção incluem, de preferência, um tensoativo não-iônico, com a finalidade de assegurar uma estabilidade a longo prazo da composição, em especial em baixa temperatura. Os tensoativos não-iônicos são caracterizados pela presença de um grupo hidrofóbico e um grupo orgânico hidrofílico, e são produzidos tipicamente pela condensação de um composto orgânico alifático ou alquil aromático hidrofóbico com óxido de etileno (hidrofílico por natureza). Os tensoativos não-iônicos típicos apropriados são aqueles divulgados nas Patentes U.S. 4.316.812 e 3.630.929, incorporadas aqui como referência.
Usualmente, os tensoativos não-iônicos sâo lipófilos polialcoxilados onde o balanço hidrófilo-lipófilo desejado é obtido da adição de um grupo poli-alcoxi hidrofílico a uma porção Hpofilica. Uma classe preferida de detergente não-iônico é a de alcanóis alcoxilados onde o alcanol é com 9 a 20 átomos de carbono, e onde o número de moles de óxido de alquileno (com 2 ou 3 átomos de carbono) é de 3 a 20. Desses materiais, é preferido o emprego daqueles onde o alcanol é um álcool graxo com 9 a 11, ou 12 a 15, átomos de carbono e que contém de 5 a 9, ou de 5 a 12, grupos alcoxi por mol. Também preferido é o álcool de base parafina (e.g., não-iônicos da Huntsman ou Sassol).
Os exemplos desses compostos são aqueles onde o alcanol é com 10 a 15 átomos de carbono e contém cerca de 5 a 12 grupos óxido de etileno por mol, e.g., Neodol® 25-9 e Neodol® 23-6.5, produtos esses produzidos pela Shell Chemical Company, Inc. O primeiro é um produto da condensação de uma mistura de álcoois graxos mais elevados com uma média de cerca de 12 a 15 átomos de carbono, com cerca de 9 moles de óxido de etileno, e o último é uma mistura correspondente onde o conteúdo de átomos de carbono do álcool graxo mais elevado é de 12 a 13, e o número de grupos óxido de etileno presentes é em média cerca de 6,5. Os álcoois mais elevados são alcanóis primários.
Uma outra sub-classe de tensoativos alcoxilados que pode ser usada contém um preciso comprimento de cadeia alquil em vez da distribuição de cadeia alquil dos tensoativos alcoxilados descritos acima. Tipicamente, esses são referidos como alcoxilados de faixa estreita. Os exemplos desses inclui a série Neodol-1® de tensoatívos fabricada pela Shell Chemical Company.
Outros não-iônicos úteis são representados pela classe bem conhecida comercialmente de não-iônicos vendida com a marca registrada Plurafac®, pela BASF. Os Plurafacs® são produtos da reação de um álcool linear elevado e uma mistura de óxidos de etileno e propileno, contendo uma cadeia misturada de óxido de etileno c oxido de propileno, terminada por grupos hidroxila. Os exemplos incluem C13-C15 álcool graxo condensado com 6 moles de óxido de etileno e 3 moles de óxido de propileno, C13-C15 álcool graxo condensado com 7 moles de óxido de propileno e 4 moles de óxido de etileno, C13-C15 álcool graxo condensado com 5 moles de óxido de propileno e 10 moles de óxido de etileno, ou misturas de quaisquer dos acima.
Outro grupo de não-iônicos líquidos se acha comercialmente disponível da Shell Chemical Company, Inc., com a marca registrada Dobanol® ou Neodol®: o Dobanol® 91-5 é um C9-Cn álcool graxo etoxilado com uma média de 5 moles de óxido de etileno e o Dobanol® 25-7 é um C12-C|5 álcool graxo etoxilado com uma média de 7 moles de óxido de etileno por mol de álcool graxo.
Nas composições desta invenção, os tensoatívos não-iônicos preferidos incluem os C|2-C|5 álcoois graxos primários com conteúdos relativamente estreitos de óxido de etileno, na faixa de cerca de 6 a 9 moles, e os C9 a C11 álcoois graxos etoxílados com cerca de 5-6 moles de óxido de etileno.
Outra classe de tensoatívos não-iônicos que pode ser usada de acordo com esta invenção é a de tensoatívos de glicosídeo. Os tensoatívos de glicosídeo apropriados para uso de acordo com a presente invenção incluem aqueles com a fórmula: R0-(R20)y-(Z)x, onde R é um radical orgânico monovalente contendo de cerca de 6 a cerca de 30 (de preferência de cerca de 8 a ccrca de 18) átomos de carbono; R2 é um radical bidrocarboneto bivalente contendo de cerca de 2 a 4 átomos dc carbono; O é um átomo de oxigênio; y é um número que pode possuir um valor médio de 0 a cerca de 12, mas é, do modo mais preferido, zero; Z é uma porção derivada de um sacarídeo redutor contendo 5 ou 6 átomos de carbono; e x é um número que possui um valor médio de 1 a cerca de 10 (de preferência de cerca de 1 1/2 a cerca de 10), Um grupo particularmente preferido de tensoativos glicosídeo para uso na prática desta invenção inclui aqueles com a fórmula acima na qual R é um radical orgânico monovalente (linear ou ramificado) contendo de cerca de 6 a cerca de 18 (em especial de cerca de 8 a cerca de 18) átomos de carbono; y é zero; z é glicose ou uma porção derivada da mesma; x é um número possuindo um valor médio de 1 a cerca de 4 (sendo de preferência de cerca de 1 1/2 a 4).
Os tensoativos não-iônicos que poderão ser usados incluem as poliidroxi amidas conforme discutido na Patente U.S. 5312954, para Letton et al., e aldobionamidas tais como divulgado na Patente U.S. 5389279, para Au et ai., ambas as quais são aqui incorporadas como referência neste pedido em questão.
De modo geral, os não-iônicos deverão compreender menos de 15%, sendo de preferência menos de 10%, e mais preferido menos de 7%, da composição.
As misturas de dois ou mais dos tensoativos não-iônicos podem ser usadas.
Reforçadores/Eletrólitos Embora reforçadores possam ser incluídos, de acordo com esta invenção, nas composições das formas de realização preferidas elas são substancialmente livres, i.e., compreendem menos de 1%, e de preferência menos de 0,5%, dc reforçadores, outros que não sais de ácido policarboxílico- os reforçadores não são necessários em urna composição para amaciamento de tecidos e, assim sendo, as composições podem ser produzidas de uma torma mais barata sem reforçadores. O silicato de Na e a barrilha foram testados na composição, mas a alcalinidade elevada causou a degradação do polímero catiônico ao longo do armazenamento. Como resultado, o amaciamento diminuiu após a armazenagem. O bórax deverá ser evitado caso a composição não possua suficiente poliol, tal como sorbitol, porque os ânions de boro podem formar um complexo com o polímero catiônico à base de guar, resultando em uma estabilidade ruim do produto. A adição de uma pequena quantidade de citrato de sódio serve para facilitar a dissolução do polímero catiônico.
Os exemplos de reforçadores de detergência alcalinos, inorgânicos, que deverão ser, de preferência, excluídos, são os fosfatos de metais alcalinos, solúveis em água, polifosfatos, boratos, silicatos e ainda, carbonatos. Os exemplos específicos desses sais são, trifosfatos de sódio e potássio, pirofosfatos, ortofosfatos, hexametafosfatos, tetraboratos, silicatos e carbonatos.
Os exemplos de sais reforçadores de detergência alcalinos, orgânicos, que deverão ser excluídos são: (1) amino policarboxilatos solúveis em água, e.g., etilenodiamina tetracetato de sódio e potássio, nitrilotriacetato e N-(2-hidroxietÍl)-nitrilodiacetatos; (2) sais solúveis em água de ácido fítico, e.g., fitatos de sódio e potássio (ver Patente U.S. 2379942); (3) polifosfonatos solúveis em água, incluindo especificamente, sais de sódio, potássio e lítio de ácido etano-l-hidroxi-1,1-difosfônico; sais de sódio, potássio e lítio de ácido metileno difosfônico; sais de sódio, potássio e lítio de ácido etileno difosfônico; e sais de sódio, potássio e lítio de ácido etano-1,1,2-trifosfônico. Outros exemplos incluem os sais de metais alcalinos de ácido etano-2-carboxi-l,l-difosfônico, ácido hidroximetano difosfônico, ácido carboxi difosfônico, ácido etano-l-hidroxi-1,1,2-trifosfônico, ácido etano-2-hidroxi- 1,1,2-trÍfosfônico, ácido propano-1.1,3,3-tetrafosfônico, ácido propano-1.1,2,3-tetrafosfônico, e ácido propano-1,2,2,3-tctrafosfônieo; (4) sais solúveis em água de polímeros policarboxilato, e copolímeros, como descrito na Patente U.S. 3.308.067.
As composições poderão conter reforçadores policarboxilato, incluindo sais solúveis em água de ácido melítico, ácido cítrico e ácido carboximetiloxi succínico, imino disuccinato, sais de polímeros de ácido itacônico e ácido maleico, tartarato monosuccinato, tartarato disuccinato e misturas dos mesmos.
Além disso, as composições são substancial mente livres de zeólitos ou aluminosilicatos, como por exemplo, um composto hidratado insolúvel em água, amorfo, com a fórmula NadyAlCb.SiC^), onde x é um número de 1,0 a 1,2 e y é 1, o dito material amorfo sendo ainda caracterizado por uma capacidade de troca de Mg++ de cerca de 50 mg eq. de CaCCVg, e um diâmetro de partícula de cerca de 0,01 mícron a cerca de 5 mícrons. Esse reforçador trocador de íons se acha descrito de forma mais completa na Patente Inglesa No. 1470250.
Outros materiais tais como argilas, em particular dos tipos insolúveis em água, poderão ser adjuntos úteis nas composições desta invenção. Particularmente útil é a bentonita. Este material é principalmente montimorilonita o qual é um silicato de alumínio hidratado no qual cerca de 1/6 dos átomos de alumínio podem ser substituídos por átomos de magnésio e com o qual quantidades variáveis de hidrogênio, sódio, potássio, cálcio, etc, podem estar fracamente combinadas. A bentonita na sua forma mais purificada (i.e., livre de qualquer cascalho, areia, etc.), própria para detergentes, contém pelo menos 50% de montimorilonita e portanto sua capacidade de troca de cátions é de pelo menos cerca de 50 a 75 meq por 100 g de bentonita. As bentonitas particularmente preferidas são as bentonitas U.S. Wyoming ou Western, que têm sido comercializadas como Thixo-jels 1, 2, 3 e 4, pela Geórgia Kaoün Co. Essas bentonitas são conhecidas por amaciar têxteis, conforme descrito na Patente Inglesa No. 401413, para Marriott, e na Patente Inglesa No, 461221, para Marriott e Guam. O propileno glicol poderá ser incluído para estabilidade em baixa temperatura e, algumas vezes, quando uma pré-mistura de polímeros é necessária, a adição de propileno glicol vai ajudar a expandir o polímero.
Os agentes anti-espumantes, e.g-, compostos de silício, tal como o Silicane® L 7604, podem ser adicionados também, em pequenas quantidades efetivas, embora deva ser notado que as composições da invenção tem baixa espuma.
Bactericidas, e.g., tetracloro salicilanilida, hexaclorofeno e fungicidas, corantes, pigmentos (dispersáveis em água), conservantes, e.g., formalina, absorvedores de ultravioleta, agentes anti-amarelado tal como carboximetil celulose de sódio, modificadores de pH e tamponadores de pH, alvejantes seguros para cores, perfume e corantes e agentes para azular, tais como Iragon Blue L2D, Detergent Blue 472/572 e azul ultramarino, podem ser usados.
Além disso, polímeros para liberação de sujeira, adicionais, e agentes para amaciamento catiônicos, poderão ser usados.
Em adição, diversos outros detergentes e/ou aditivos para amaciamento, ou adjuvantes, poderão estar presentes no produto detergente para proporcionar a ele propriedades desejadas adicionais, tanto de natureza funcional como estética.
De preferência, a composição é uma composição colorida, embalada em um recipiente transparente/translúcido ("para ver através”). Os recipientes preferidos são garrafas transparentes/translúcidas. “Transparente”, conforme aqui utilizado, inclui ambos, transparentes e translúcidos, e significa que uma composição, ou uma embalagem, de acordo com a invenção, possui preferivelmente uma transmitância maior que 25%, sendo mais preferido maior que 30%, o mais preferido maior que 40%, e otimamente maior que 50%, na parte visível do espectro (cerca de 410-800 nm), De modo alternativo, a absorvência poderá ser medida como menor que 0,6 (aproximadamente equivalente a 25% de transmissão) ou por possuir uma transmitância maior que 25%, onde o% de transmitância é igual a: l/10absurvCML,a x 100%. Para as finalidades da invenção, desde que um comprimento de onda na faixa da luz visível possua acima de 25% de transmitância, ele é considerado como sendo transparente/translúcido.
Os materiais transparentes para garrafas com os quais esta invenção poderá ser usada incluem, mas não se limitam a: polipropileno (PP), polietileno (PE), policarbonato (PC), poliamidas (PA) e/ou polietileno tereftalato (PETE), polivinil cloreto (PVC), e poliestireno (PS).
As composições da invenção, líquidas, preferidas, que são embaladas em recipientes transparentes, incluem um opacificante para conferir ao produto uma aparência agradável. A inclusão do opacificante é particularmente benéfica quando as composições detergentes líquidas nos recipientes transparentes são em cores. O opacificante preferido é um copolímero estireno/acrílico. O opacificante é empregado em uma quantidade de 0,0001 a 1%, de preferência de 0,0001 a 0,2%, e o mais preferido de 0. 0001 a 0,04%. O recipiente da presente invenção poderá ser de qualquer formato ou tamanho apropriado para armazenar e embalar líquidos para uso doméstico. Por exemplo, o recipiente poderá ter qualquer tamanho mas, usualmente, o recipiente deverá possuir uma capacidade máxima de 0,05 a 15 1, de preferência de 0,1 a 5 1, e mais preferido de 0,2 a 2,5 I. De preferência, o recipiente é apropriado para fácil manuseio. Por exemplo, o recipiente poderá possuir um alça ou uma parte com dimensões tais que permitam um fácil levantamento ou condução do recipiente com uma só mão. O recipiente possui, de preferência, meios apropriados para verter a composição detergente líquida, e meios para fechar novamente o recipiente. O meio para verter poderá ser de qualquer tamanho ou forma mas, de preferência, deverá ser largo o suficiente para dosar de forma conveniente a composição detergente líquida. O meio para fechamento poderá ser de qualquer formato ou tamanho mas, usualmente, deverá ser rosqueado ou prensado no recipiente para fechar o recipiente. O meio para fechamento poderá ser uma tampa que possa ser separada do recipiente. De modo alternativo, a tampa poderá ficar ainda fixada ao recipiente, esteja o recipiente aberto ou fechado. O meio para fechamento poderá ficar também incorporado no recipiente.
MÉTODO PARA USO DAS COMPOSIÇÕES
As composições são particularmente úteis para uso conveniente em um ciclo de lavagem de uma operação de lavagem. No entanto, as composições poderão ser usadas também no ciclo de enxágüe (em adição ao ciclo de lavagem ou somente no ciclo de enxágüe). Quando em uso, a quantidade indicada da composição (em geral na faixa de 30 a 200 ml, ou de 30 a 200 gramas), dependendo dos ativos da composição, dependendo do tamanho da carga para lavagem e do tamanho e tipo da máquina de lavar, é adicionada à maquina de lavar a qual contém também a água e a roupa suja para lavar (e no caso de ser no ciclo de lavagem, ainda um detergente para lavar).
BENEFÍCIOS
As composições desta invenção são pretendidas para conferir benefícios de condicionamento a vestimentas, têxteis domésticos, tapetes e outros artigos fibrosos ou derivados de fibras. No entanto, essas formulações não são para serem limitadas a benefícios de condicionamento, e com freqüência deverão ser multifuncionais. O benefício de condicionamento principal proporcionado por esses produtos é o amaciamento. O amaciamento inclui, mas não se limita a, uma melhoria no manuseio de uma vestimenta, tratada com as composições desta invenção, em relação àquele de um artigo lavado em condições idênticas mas sem o uso desta invenção, Os consumidores descrevem com freqüência um artigo que está amaciado como “sedoso” ou “fofo”, e preferem em geral a sensação de vestimentas tratadas à sensação daquelas que não estão amaciadas.
No entanto, os benefícios de condicionamento destas composições não se limitam ao amaciamento. Elas podem, dependendo da forma dc realização particular selecionada, da invenção, proporcionar também um benefício antiestática. Em adição ao amaciamento, as composições de polímero catiônico/tensoativo aniônico desta invenção são ainda acreditadas lubrificarem as fibras dos artigos têxteis, o que pode reduzir o desgaste e o desbotamento de cores, e ainda proporcionar um benefício de retenção de forma. Esta camada lubrificante poderá também, sem o desejo de estar ligado a teorias, proporcionar um substrato no tecido para reter fragrâncias e outros agentes de benefício. Além disso, os polímeros catiônicos desta invenção são acreditados também inibirem a transferência, o vazamento e a perda de corantes fugidios dos tecidos durante a lavagem, melhorando ainda mais o brilho das cores ao longo do tempo.
Os exemplos específicos a seguir ilustram ainda mais a invenção, embora considerando que a invenção não se encontra limitada aos mesmos.
EXEMPLOS 1, 2 E EXEMPLO COMPARATIVO A
Este exemplo ilustra o caráter crítico da inclusão de um tensoativo anfotérico na formulação, pela comparação dos Exemplos 1 e 2 (dentro do escopo da invenção) com o Exemplo A (fora do escopo da invenção). O tecido foi lavado com 98,6 g de detergente para lavagem de roupa disponível comercialmente (Tide® líquido), com a adição de 80 g da composição para amaciamento de tecidos de teste, no início da lavagem. Para cada uma das lavagens, a composição testada foi adicionada a uma máquina de lavar com carregamento pelo topo. que continha cerca de 86 litros de água e 2.7 kg de tecidos juntamente com o detergente para lavagem. O tecido consistia de várias toalhas de mão de 86% algodão/14% poliéster, e lençóis de 100% algodão. A temperatura da água para as lavagens era de 32° C e os tecidos foram lavados por 12 minutos, seguido de um único enxágüe. Os tecidos foram secados em um secador de rolamento. Duas lavagens foram feitas para cada produto. Cada fórmula testada foi referida em relação a um controle. Para o controle, foram adicionados 29,6 g do amaciante de tecido Ultra®, líquido, no início do ciclo de enxágüe.
Pelo menos cinco especialistas classificaram a maciez das toalhas de mão em uma escala 0-10, com 0 sendo “nem um pouco macia” e 10 sendo “extremamente macia”. Painéis em duplicata foram conduzidos com base em lavagens em duplicata, e as classificações foram médias entre as duas corridas. Para a corrida de controle a classificação foi de 7,7.
As formulações que foram testadas, e os resultados que foram obtidos, estão resumidos na Tabela 1. TABELA 1 1 Polyquartemium 10, da Amerchol Corporation (Edison, Nova Jersey) 2 Ácido alquil benzeno sulfônico linear 3,4 Amphosol® 1C c sódio cocoanfoacetato, e Amphosol® CS-50 é Cocamidopropil hidroxisultaína.
Conforme pode ser observado dos resultados da Tabela 3, os Exemplos 1 e 2, dentro do escopo da invenção, apresentaram um amaciamento substancialmente melhorado em relação ao Exemplo A, fora do escopo da invenção. A melhoria substancial, para os Exemplos 1 e 2, é surpreendente uma vez que os Exemplos 1 e 2 proporcionaram um amaciamento na presença do detergente no ciclo de lavagem.
REIVINDICAÇÕES

Claims (13)

1. Composição aquosa para amaciamento de tecidos apropriada para uso no ciclo de lavagem e/ou de enxágue de máquina de lavar automática, caracterizada pelo fato de compreender: (a) a partir de 0,05% a 2%, em peso da composição de um polímero de éter de celulose quaternário catiônico; (b) a partir de 2% a 25% de um sabão de ácido graxo, onde o sabão de ácido graxo é uma mistura de sais de sódio e potássio, e onde a relação em peso do sabão para polímero é de pelo menos 2:1; (c) a partir de 0,1 % a 5% de um tensoativo anfotérico; {d) a partir de 40% de água.
2. Composição de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a composição é substancialmente livre de aminas.
3. Composição de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a quantidade do polímero se encontra na faixa de 0,05% a 0,5%.
4. Composição de acordo com a reivindicação 3, caracterizada pelo fato de que a relação em peso do sabão para o polímero é de pelo menos 5:1.
5. Composição de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de compreender ainda de 0,1% a 5% de um tensoativo aniônico sintético.
6. Composição de acordo com a reivindicação 5, caracterizada pelo fato de que a relação em peso do tensoativo aniônico sintético para o sabão de ácido graxo é abaixo de 1
7. Composição de acordo com a reivindicação 6, caracterizada pelo fato de que a relação em peso é na faixa de 0,2 a 1.
8. Composição de acordo com a reivindicação 6, caracterizada pelo fato de que a relação em peso é na faixa de 0,2 a 0,5.
9. Composição de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a composição compreende ainda de 1% a 10% de tensoativo não-iônico.
10. Composição de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que a composição compreende tensoativo aniônico sintético.
11. Composição de acordo com a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de que a relação do polímero catiônico para o total de tensoativo aniônico sintético e sabão de ácido graxo é menor que 1:4.
12. Composição de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o tensoativo anfótero é um tensoativo de betaína.
13. Método para amaciamento e condicionamento de tecidos, caracterizado pelo fato de ser pela adição da composição como definida na reivindicação 1 ao ciclo de lavagem e/ou ciclo de enxague da máquina automática de lavar.
BRPI0609975A 2005-04-05 2006-03-29 composição aquosa, e, método para amaciamento e condicionamento de tecidos BRPI0609975B1 (pt)

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