“PROCESSO PARA CONTROLE DE POTÊNCIA DE TRANSMISSÃO DE ENLACES DE RÁDIO ENTRE UMA ESTAÇÃO BASE E UMA ESTAÇÃO MÓVEL EM UM SISTEMA DE COMUNICAÇÃO MÓVEL DE ACESSO MÚLTIPLO POR DIVISÃO DE CÓDIGO” ANTECEDENTES DA INVENÇÃO 1. Campo da Invenção A presente invenção diz respeito» em termos gerais, a sistema de comunicações móveis» e, em particular, a um processo de arbitragem de um nível de potência entre uma estação base e uma estação móvel em um sistema de comunicação móvel de acesso múltiplo por divisão de código (CDMA). 2. Descrição da Técnica Correlata Um sistema existente de comunicações móveis de acesso múltiplo por divisão de código (Code Divisíon Multiple Access - CDMA) suporta serviços de voz. Entretanto, é previsível que em um futuro próximo as comunicações móveis sejam realizadas de acordo com o padrão IMT-2000 (International Mobile Telecommumcation-2000). O dito padrão IMT-2000 proporciona não apenas serviços de voz, mas também serviços de pacotes de alta velocidade. Por exemplo, o padrão IMT-2000 suporta serviços de voz de alta qualidade, serviços de imagens em movimento, serviços de pesquisa na Internet, etc.
Em um sistema existente de comunicações móveis de CDMA, após a conclusão de uma transmissão de dados, um canal que é utilizado para a transmissão de dados é liberado. Subsequentemente, quando existir uma necessidade de reiniciar uma transmissão de dados, o canal é re li gado em resposta a uma mensagem de solicitação de canal para transmissão dos dados. Entretanto, devido ao re ligamento do canal, o sistema existente sofre um acréscimo de retardo temporal na provisão do serviço de pacotes, bem como do serviço de voz, e dessa forma torna-se difícil a obtenção de um serviço de alta qualidade. Portanto, existe uma demanda relativamente a um processo aperfeiçoado capaz de proporcionar o serviço de pacotes com um retardo temporal reduzido. Se existir um canal de dados de transmissão descontínua (DTX), dados em rajada são transmitidos intermitentemente. No serviço de dados em pacote, após a transmissão dos dados em rajada, existe um intervalo de ausência de transmissão anteriormente à transmissão dos dados em rajada seguintes. No intervalo de ausência de transmissão, o sistema existente libera ou mantém o canal; a liberação do canal causa um retardo de tempo para religamento o canal e a manutenção do canal tem como resultado um desperdício de recursos de canal e um acréscimo de interferência desnecessária sobre outro canal.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Desta forma, um objetivo da presente invenção consiste em proporcionar um processo de controle de potência para realizar uma transição de um estado em que não são transmitidos dados para um estado em que podem ser imediatamente transmitidos dados, em um sistema de comunicações móveis.
Um outro objetivo da presente invenção consiste em proporcionar um processo para transição de um sub-estado de intervalos para um sub-estado normal em que pode ser prontamente realizada uma transição para um estado ativo.
Um objetivo adicional da presente invenção consiste na obtenção de um processo para controlar de forma eficiente a potência de transmissão de uma estação base e de uma estação móvel em um sistema de comunicações móveis. A presente invenção descreve um caso de sub-estado de intervalo. Porém esta invenção pode ser aplicada a todos os canais de DTX em um sistema de comunicações móveis de CDMA incluindo o sistema IMT-2000. No exemplo de canal DTX, existem o (Canal de Controle Dedicado) e o SCH (Canal Suplementar). O DCCH é utilizado em um estado de manutenção de controle e em um estado ativo (estado de transmissão de dados) e o SCH é utilizado somente em um estado ativo. Ambos os canais podem transmitir mensagens descontinuamente. No caso de o canal DTX não ter dados para transmitir, é geralmente transmitido um sinal de controle de potência. Porém com um longo tempo de ausência de transmissão de mensagens, ocorre o problema descrito acima (aumento de retardo temporal no caso de liberação do canal e aumento de interferência no caso de transmissão contínua). Desta forma a presente invenção pode ser aplicada a todos os canais de DTX incluindo DCCH e SCCH mantendo um período de ausência de transmissão com ausência de controle de potência.
Para alcançar os objetivos acima, um sistema de comunicação móvel de acordo com a presente invenção controla a potência de transmissão de enlaces de rádio entre uma estação base e uma estação móvel. O processo da presente invenção inclui (1) atribuição de canais de controle dedicados de avanço e reverso para a estação base e a estação móvel, respectivamente, e controle de potência de transmissão dos canais de controle dedicado de avanço e reverso de tal forma que os respectivos canais possam receber dados; (2) interrupção de continuidade de controle de potência de transmissão, quando não são gerados durante um tempo previamente determinado dados para serem transmitidos; e (3) realização de arbitragem de nível de potência envolvendo o re-controle da potência de transmissão dos canais de DTX de avanço e reverso em um estado em que o controle de potência de transmissão foi interrompido (ver etapa 2), para ajuste da potência de transmissão de tal forma que os respectivos canais possam novamente transmitir/receber dados recém-gerados.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Os objetivos, características e vantagens da presente invenção que foram descritos acima, e outros ainda, irão tomar-se mais aparentes a partir da descrição detalhada que se encontra a seguir quando considerada em combinação com os desenhos em anexo nos quais numerais de referência idênticos indicam partes idênticas. Nos desenhos: A FIG. 1 é um diagrama de blocos ilustrando estruturas de canal de uma estação base e de uma estação móvel de acordo com uma configuração da presente invenção; a FIG. 2 é um diagrama ilustrando transições de estado em um sistema de comunicações móveis de acordo com uma configuração da presente invenção; a FIG. 3 é um diagrama para descrição de uma transição de estado de um sub-estado normal de um estado de manutenção de controle para um sub-estado de intervalo; as FIGS. 4A e 4B são diagramas para descrição de arbitragem de nível de potência realizada em um tempo programado (isto é, arbitragem programada de nível de potência) entre uma estação base e uma estação móvel de acordo com uma configuração da presente invenção; a FIG. 5 é um diagrama ilustrando o caso em que a arbitragem de nível de potência é realizada somente quando a estação base ou a estação móvel possuem dados para transmissão (isto é, arbitragem não programada de nível de potência), de acordo com uma configuração da presente invenção; a FIG. 6 é um diagrama que ilustra o caso em que um nível de potência é arbitrado em cada vez que existem dados a serem transmitidos, durante a arbitragem programada de nível de potência, de acordo com uma configuração da presente invenção; a FIG. 7 é um diagrama de fluxo ilustrando uma transição de estado de um sub-estado de intervalo para um sub-estado normal de acordo com uma configuração da presente invenção; a FIG. 8 é um diagrama de fluxo ilustrando arbitragem de nível de potência realizada quando uma estação móvel solicita a arbitragem de nível de potência para transmitir/receber dados; a FIG. 9 é um diagrama de fluxo ilustrando a arbitragem de nível de potência realizada quando uma estação base solicita a arbitragem de nível de potência para transmitir/receber dados; as FIGS. 10A até 10C são diagramas que ilustram processos para detecção de condições de canal após uma transição para um sub-estado normal; as FIGS. 11A até 11C são diagramas que ilustram variações em uma potência de transmissão e um bit de controle de potência com a passagem do tempo durante a arbitragem de nível de potência; as FIGS. 12A e 12B são diagramas que ilustram variações em uma potência de transmissão e em um bit de controle de potência com a passagem do tempo no caso em que a arbitragem de nível de potência é solicitada por uma entidade que tem dados para serem transmitidos em um sub-estado de intervalo; as FIGS. 13A e 13B são diagramas que ilustram mensagens de sinalização transmitidas através de um canal piloto de enlace reverso e de um canal de controle dedicado de enlace de avanço durante a arbitragem de nível de potência; a FIG. 14 é um diagrama de fluxo ilustrando arbitragem programada de nível de potência realizada por uma estação base de acordo com uma configuração da presente invenção; a FIG. 15 é um diagrama de fluxo ilustrando uma arbitragem programada de nível de potência realizada por uma estação móvel de acordo com uma configuração da presente invenção; a FIG. 16 é um diagrama de fluxo ilustrando uma arbitragem não programada de nível de potência realizada por uma estação base de acordo com uma configuração da presente invenção; e a FIG. 17 é um diagrama de fluxo ilustrando uma arbitragem não programada de nível de potência realizada por uma estação móvel de acordo com uma configuração da presente invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA CONFIGURAÇÃO PREFERENCIAL
Será mais abaixo descrita uma configuração preferencial da presente invenção com referência aos desenhos em anexo. Na descrição a seguir, não são descritas detalhadamente funções ou construções bem conhecidas para que as mesmas não obscureçam a invenção com detalhes desnecessários. O termo “arbitragem de nível de potência” (ou restabelecimento de nível de potência de transmissão) conforme é aqui utilizado pode ser definido da seguinte maneira. Se não for realizado durante um longo período de tempo um controle de potência enquanto os canais foram atribuídos entre uma estação base e uma estação móvel, a estação base e a estação móvel não podem estabelecer um nível de potência de transmissão apropriado quando é necessário reiniciar uma transmissão de dados. Assim, o sistema de comunicação ajusta a potência de transmissão da estação base e da estação móvel para uma potência de transmissão apropriada através de um processo de ajuste de potência. Este processo de ajuste de potência de transmissão é aqui referido como “arbitragem de nível de potência”. Por exemplo, a arbitragem de nível de potência é aplicável a transmissão de mensagens através de um canal de controle dedicado em um sistema de comunicações móveis de CDMA. Adicionalmente, o termo “potência de transmissão apropriada” refere um nível de potência de transmissão que permite uma recepção normal de mensagens em um receptor. O pedido de patente coreano n° 11381/1988, depositado pelo requerente da presente invenção, revela uma estrutura de canais em que uma estação base (Base Station - BS) e uma estação móvel (Mobile Station - MS) possuem seus próprios canais de controle dedicados. Durante a comunicação de dados através de um canal de tráfego, a estação base e a estação móvel realizam um intercâmbio de sinais de controle para o canal de tráfego utilizando os canais de tráfego dedicados. Entretanto, quando a comunicação de dados fica inativa durante um longo período, ocorre uma transição de estado para um estado de manutenção de controle em que o canal de tráfego é liberado e somente o canal de controle dedicado é mantido, dessa forma impedindo desperdício de recursos de canal de tráfego. Adicionalmente, quando dados a serem transmitidos são gerados neste estado de manutenção de controle, o canal de tráfego é prontamente religado. Esse estado de manutenção de controle é dividido em dois sub-estados; um sub-estado normal e um sub-estado de intervalos. No sub-estado normal, não existem dados a serem transmitidos, e somente os sinais de controle são transmitidos e recebidos através do canal de controle dedicado. Se os dados a serem transmitidos não forem gerados dentro de um tempo previamente determinado, ocorre uma transição para o sub-estado de intervalos. No sub-estado de intervalos, os recursos de canal de controle dedicado (código ortogonal, opção de serviço, PPP, etc.) são mantidos mas os sinais de controle e o bit de controle de potência não são transmitidos e recebidos através do canal de controle dedicado para impedir um consumo de energia da estação móvel devido ao contínuo intercâmbio dos sinais muito embora não existam dados a serem transmitidos na arte existente. Desta forma, para uma transição deste sub-estado de intervalos de volta para o sub-estado normal, é requerida uma arbitragem de nível de potência entre a estação base e a estação móvel.
No sub-estado de intervalos, na configuração exemplar, o sistema realizará uma transição para o sub-estado de intervalos no caso em que um controle de potência normal não tenha sido realizado durante um longo período de tempo devido ao fato de não existirem dados a serem transmitidos e recebidos entre a estação base e a estação móvel. Quando existe uma mensagem de controle a ser transmitida, a potência de transmissão deverá ser ajustada para uma potência de transmissão apropriada de tal forma que um destinatário possa normalmente receber a mensagem transmitida de uma entidade transmissora. Neste caso, é realizada uma arbitragem de nível de potência anteriormente a uma transição de estado do sub-estado de intervalos para o sub-estado normal.
Também neste caso, a potência de transmissão é controlada de tal forma que o destinatário possa receber normalmente a mensagem transmitida da entidade transmissora.
Estrutura de Canal Após um Estabelecimento de Uma Chamada A FIG. 1 ilustra respectivos canais e transceptores de canal que são utilizados entre a estação base e a estação móvel após o estabelecimento de uma chamada, em um sistema de comunicações móveis de CDMA de acordo com uma configuração da presente invenção. Por uma questão de simplificação, os canais utilizados durante o estabelecimento da chamada não se encontram ilustrados na FIG. 1.
Em alguns casos, as íunções dos respectivos canais podem ser variados. Em particular, bits de controle de potência (ou sinais de controle de potência) e sinais de preâmbulo podem ser transmitidos não somente através de um canal específico mas também através de outros canais. Entretanto, por uma questão de conveniência, será suposto que os bits de controle de potência e os sinais de preâmbulo são transmitidos através do canal específico.
Fazendo referência à FIG. 1, encontram-se ilustradas na mesma estruturas de canal para uma estação base e para uma estação móvel.
Em primeiro lugar, na estação base, um dispositivo gerador 10 de canal de controle dedicado processa diversas mensagens de sinalização devendo ser transmitidas através de um canal de controle dedicado de enlace de avanço (F-DCCH) e transmite a mensagem de sinalização processada para a estação móvel. Um dispositivo gerador 12 de canal piloto processa um sinal devendo ser transmitido através de um canal piloto de enlace de avanço (F-PCH) e transmite o sinal processado para a estação móvel. O sinal transmitido através do canal piloto de enlace de avanço auxilia a estação móvel em sua aquisição inicial e estimativa de canal. Um dispositivo gerador 14 de canal fundamental processa informações devendo ser transmitidas através de um canal fundamental de enlace de avanço (F-FCH) e transmite as informações processadas para a estação móvel. As informações transmitidas através do canal fundamental de enlace de avanço incluem basicamente um sinal de voz, mas podem também incluir diversas mensagens de sinalização de camada 3 e bits de controle de potência que são utilizados no padrão IS-95B. Um dispositivo gerador 16 de canal suplementar processa informações devendo ser transmitidas através de um canal suplementar de enlace de avanço (F-SCH) e transmite as informações processadas para a estação móvel. As informações transmitidas através do canal suplementar de enlace de avanço incluem quadros de RLP (Protocolo de Enlace de Rádio) e dados em pacote.
Em seguida, na estação móvel, um dispositivo gerador 30 de canal de controle dedicado processa mensagens de sinalização devendo ser transmitidas através de um canal de controle dedicado de enlace reverso (R-DCCH) e transmite a mensagem de sinalização processada para a estação base. Um dispositivo gerador 32 de canal piloto processa o sinal devendo ser transmitido através de um canal piloto de enlace reverso (R-PCH) e transmite o sinal processado para a estação base. O sinal transmitido através do canal piloto de enlace reverso auxilia a estação base em sua aquisição inicial e estimativa de canal. Além disso, um sinal de canal piloto reverso pode transportar os bits de controle de potência para proporcionar à estação base informações de controle de potência sobre os canais de avanço. Adicionalmente, no enlace reverso, é possível transmitir os bits de controle de potência inserindo os mesmos no canal piloto, sem atribuição de um canal separado. Um dispositivo gerador 34 de canal fundamental processa informações devendo ser transmitidas através de um canal fundamental de enlace reverso (R-FCH) e transmite as informações processadas para a estação base. As informações transmitidas através do canal fundamental de enlace reverso incluem basicamente um sinal de voz. Um dispositivo gerador 36 de canal suplementar processa informações devendo ser transmitidas através de um canal suplementar de enlace reverso (R-SCH) e transmite as informações processadas para a estação base. As informações transmitidas através do canal suplementar de enlace reverso incluem quadros de RLP e dados em pacotes.
No sistema de comunicações móveis de CDMA da FIG. 1, para um serviço de comunicação de dados em pacotes, a estação base utiliza o canal piloto, o canal de controle dedicado e o canal suplementar para o enlace de avanço, e a estação móvel utiliza o canal piloto, o canal de controle dedicado e o canal suplementar para o enlace reverso. Neste caso, a estação base transmite os bits de controle de potência através do canal de controle dedicado de avanço e a estação móvel transmite os bits de controle de potência inserindo os mesmos no canal piloto reverso. Adicionalmente, um dispositivo controlador 18, dispositivos adicionadores 20 e 22, um dispositivo modulador de espalhamento 24 e um receptor 26 para a estação base, e um dispositivo controlador 38, dispositivos adicionadores 40 e 42, um dispositivo modulador de espalhamento 44 e o receptor 46 para a estação móvel encontram-se bem descrito no pedido de patente coreano n° 11381/1998, depositado pelo requerente da presente invenção.
Transições de Estado de Canal A FIG. 2 ilustra transições de estado da estação base e da estação móvel. Devido ao fato de a presente invenção se referir principalmente ao controle de potência no estado de manutenção de controle, as descrições serão agora feitas tendo como ponto de enfoque o estado de manutenção de controle.
Fazendo referência à FIG. 2, no estado de manutenção de controle, um canal de tráfego para os dados em pacotes é liberado porque não existem dados a serem transmitidos, e um canal de controle dedicado é mantido para intercâmbio dos sinais de controle. Conforme se encontra ilustrado, o estado de manutenção de controle é dividido em dois sub-estados, um sub-estado normal e um sub-estado de intervalos. No sub-estado normal, os sinais de controle são transmitidos e recebidos através do canal de controle dedicado quando existe um sinal de controle para transmitir. Se não existir nenhuma mensagem de controle devendo ser transmitida, são transmitidos somente bits de controle de potência para manutenção de controle de potência normal. Quando a mensagem de controle não é gerada durante um período previamente determinado, o sub-estado normal de manutenção de controle transita para um sub-estado de intervalos de manutenção de controle. No sub-estado de intervalos, os recursos do canal de controle dedicado são mantidos, mas o sinal de controle e o bit de controle de potência não são transmitidos e recebidos através do canal de controle dedicado estabelecido.
Fazendo referência às FIGS. 1 e 2, no estado de manutenção de controle, a estação base mantém o canal piloto (na realidade, o sinal de bit de avanço é sempre transmitido) e o canal de controle dedicado para o enlace de avanço, e a estação móvel mantêm o canal piloto e o canal de controle dedicado para o enlace reverso. No sub-estado normal, os sinais de controle são transmitidos e recebidos através do canal de controle dedicado. Entretanto, no sub-estado de intervalos, muito embora os recursos de canal de controle dedicados sejam mantidos, os sinais de controle não são transmitidos através do canal de controle dedicado visto não existir nenhum sinal de controle. Se este sub-estado de intervalos durar algum tempo, a condição de canal irá variar com a passagem do tempo. Após algum tempo, se for transmitida uma mensagem de controle com uma potência de transmissão estabelecida no momento muito anterior, o destinatário não poderá restaurar normalmente a mensagem recebida.
Se os dados a serem transmitidos não forem gerados dentro de um tempo previamente determinado no sub-estado normal do estado de manutenção de controle, ocorre uma transição para o sub-estado de intervalos. No sub-estado de intervalos, embora o canal de controle dedicado seja mantido, os sinais de controle de bit de controle de potência contínua não são transmitidos e recebidos, impedindo assim um desperdício de recursos e um acréscimo de interferência desnecessário.
Uma transição exemplar do sub-estado normal para o sub-estado de intervalos será descrita com referência à FIG. 3. Na FIG. 3, um “modo normal” indica uma operação no sub-estado normal e um “modo de latência” (“sleep mode”) indica uma operação no sub-estado de intervalos. Transição de Sub-Estado Normal Para Sub-Estado de Intervalos Fazendo referência à FIG. 3, quando o sub-estado normal é mantido durante um tempo previamente determinado sem ocorrência de transmissão de sinais de controle ou dados (isto é, até o término de temporização de um correspondente temporizador), a estação móvel transmite um sinal de solicitação de latência (isto é, um sinal de solicitação de transição-para-sub-estado de intervalos) para a estação base através do canal de controle dedicado reverso (R-DCCH). No sub-estado normal, a estação móvel utiliza o canal de controle dedicado e o canal piloto para o enlace reverso, e a estação base utiliza o canal de controle dedicado e o canal piloto para o enlace de avanço. No estado normal, devido ao fato ser normalmente realizado controle de potência, não é requerida arbitragem de nível de potência. Após receber o sinal de solicitação de latência da estação móvel, a estação base transmite um ACK de latência (ou um sinal de aprovação de transição-para-sub-estado de intervalos) para a estação móvel através do canal de controle dedicado de avanço (F-DCCH), e realiza então uma transição para o sub-estado de intervalos. Após receber o sinal de ACK de latência transmitido da estação base, a estação móvel realiza uma transição para o sub-estado de intervalos. Após a transição para o sub-estado de intervalos, a estação base e a estação móvel mantêm os recursos de canais de controle dedicados de avanço e reverso, respectivamente, mas não realizam intercâmbio de sinais de controle através dos canais de controle dedicados de avanço e reverso. Desta forma, não é realizado controle de potência normal.
Em alguns casos, a estação base e a estação móvel podem realizar uma transição para o sub-estado de intervalo diretamente utilizando seus próprios temporizadores internos encontrando-se sem sincronização quando a mensagem de controle não estiver sendo transmitida nem recebida, sem a negociação para a transmissão de estado mencionado acima.
Quando o sub-estado de intervalos é mantido durante um período de tempo previamente determinado e quando os dados a serem transmitidos são gerados na estação base ou na estação móvel, ocorre uma transição de volta para o sub-estado normal desde o sub-estado de intervalos de acordo com o processo da presente invenção, que será descrito mais adiante com referência às FIGS. 4 até 17.
Transição de Estado de Manutenção de Controle Para Estado Ativo Fazendo novamente referência à FIG. 2, durante o estado ativo, os dados em pacotes são transmitidos e recebidos através do canal de tráfego, enquanto que os sinais de controle são transmitidos e recebidos através do canal de controle dedicado. A transição do estado de manutenção de controle para o estado ativo pode ocorrer de duas formas: (1) uma transição do sub-estado normal do estado de manutenção de controle para o estado ativo e (2) uma transição do sub-estado de intervalos do estado de manutenção de controle para o estado ativo. Fazendo inicialmente referência à primeira (1) transição, quando dados a serem transmitidos são gerados no sub-estado normal do estado de manutenção de controle, a estação base e a estação móvel enviam e recebem os sinais de controle através dos canais de controle dedicados para atribuir um canal de tráfego para transmissão dos dados em pacotes. Após o estabelecimento do canal de tráfego, ocorre uma transição para o estado ativo na qual os dados em pacotes podem ser transmitidos e recebidos através do canal de tráfego atribuído.
Fazendo agora referência à segunda (2) transição, uma transição do sub-estado de intervalos do estado de manutenção de controle para o estado ativo ocorre por intermédio do sub-estado normal. Fazendo referência à FIG. 1, no estado ativo, a estação base e a estação móvel podem utilizar os canais suplementares e os canais fundamentais bem como os canais piloto e o s canais de controle dedicados. No estado de manutenção de controle, não existindo dados para a transmissão em um período de tempo previamente determinado o estado de manutenção de controle transita para estado suspenso.
Em um estado suspenso, o canal de controle dedicado é liberado e é utilizado um canal de controle comum. Ou seja, não tendo sido possível realizar uma transição do sub-estado de intervalos do estado de manutenção de controle para o estado ativo dentro de um período de tempo previamente determinado, ocorre uma transição para um estado suspenso em que o recurso de canal de controle dedicado (código ortogonal), que foi mantido no sub-estado de intervalos, é liberado e os sinais de controle são transmitidos utilizando o canal comum. A transição do sub-estado de intervalos para o estado suspenso ocorre igualmente através do sub-estado normal do estado de manutenção de controle para transmissão da mensagem de transição de estado. No estado suspenso, as informações de serviço (ou opção de serviço) entre a estação base e a estação móvel são preservadas (ou mantida). No estado suspenso, não existindo dados para transmissão durante um período de tempo previamente determinado, o estado suspenso transita para um estado de latência (“dormant State”).
Um estado de latência é equivalente ao estado suspenso no fato de o recurso de canal de controle dedicado (código ortogonal) ser liberado, e ser utilizado um canal comum. Entretanto, no estado de latência, a opção de serviço entre a estação base e a estação móvel deixa de ser preservada. No estado de latência, não existindo dados para transmissão durante um período de tempo previamente determinado, o estado de latência transita para estado nulo.
Em um estado nulo, a estação base e a estação móvel são alimentadas com energia e aguardam o recebimento de uma solicitação de serviço de dados proveniente de outra entidade. O estado nulo é um tipo de estado suspenso. No estado ativo, no estado de manutenção de controle, no estado suspenso e no estado de latência, as informações de inicialização entre a estação base e a estação móvel são mantidas. Entretanto, no estado nulo, as informações de inicialização (parâmetros de sistema de BS, ESM, etc.) entre a estação base e a estação móvel não são preservados. Após a transição do estado de manutenção de controle para o estado nulo, todas as informações sendo preservadas entre a estação base e a estação móvel são liberadas.
Para uma descrição mais detalhada dos respectivos estados e transições de estado, fazemos referência ao pedido de patente coreano n° 2263/1998 depositado pelo requerente da presente invenção.
Transição de Sub-Estado de Intervalos Para Estado Normal utilizando arbitragem de nível de potência A presente invenção é um processo aperfeiçoado para arbitragem e transmissão de nível de potência para transição do sub-estado de intervalos do estado de manutenção de controle para o sub-estado normal. A arbitragem será descrita de acordo com as três configurações a seguir: (D Visão Geral das Três Configurações Em uma primeira configuração, um nível de potência é arbitrado no momento programado entre a estação base e a estação móvel, independentemente de existirem ou não dados a serem transmitidos (isto é, arbitragem programada de nível de potência).
Em uma segunda configuração, a arbitragem de nível de potência é realizada para uma transição do sub-estado de intervalos para o sub-estado normal somente quando é requerida transmissão de dados (isto é, arbitragem não programada de nível de potência). Esta configuração pode ser novamente dividida em dois subcasos: (1) um caso em que a arbitragem de nível de potência é realizada para a transição para o sub-estado normal quando a estação móvel tem dados para serem transmitidos, e (2) um caso em que a arbitragem de nível de potência é realizada para a transição para o sub-estado normal quando a estação base tem dados para serem transmitidos.
Uma terceira configuração é uma combinação das primeira e segunda configurações. Nesta configuração, durante um processo de arbitragem de nível de potência periódico ou não periódico sendo realizado em um momento programado entre a estação base e a estação móvel, se for requerida transmissão de dados, a arbitragem de nível de potência é imediatamente realizada para uma transição do sub-estado de intervalos para o sub-estado normal, independentemente do momento programado.
As três configurações para arbitragem de nível de potência (ou restabelecimento de nível de potência) encontram-se ilustradas nas FIGS. 4 (4A e 4B), 5 e 6, respectivamente. Mais especificamente, as FIGS. 4A e 4B ilustram a primeira configuração para arbitragem do nível de potência no momento programado entre a estação base e a estação móvel. A FIG. 5 ilustra a segunda configuração para arbitragem do nível de potência para a transição do sub-estado de intervalos para o sub-estado normal somente quando existem dados a serem transmitidos na estação base ou na estação móvel. A FIG. 6 ilustra a terceira configuração na qual a arbitragem de nível de potência é imediatamente realizada para a transição do sub-estado de intervalos para o sub-estado normal quando existem dados a serem transmitidos, durante a arbitragem programada de nível de potência.
As três arbitragens de nível de potência mencionadas acima são realizadas entre uma estação base e uma estação móvel através de um canal de controle dedicado de avanço e de um canal piloto reverso utilizando bits de controle de potência. A estação base recebe bits de controle de potência da estação móvel e mede o nível de potência recebido e gera um bit de controle de potência para transmitir o bit de controle de potência gerado para a estação móvel para controlar o bit de controle de potência da estação móvel relativamente ao nível de potência de transmissão. Além disso, a estação móvel recebe igualmente da estação base bits de controle de potência e mede o nível de potência recebido e gera um bit de controle de potência para transmitir o bit de controle de potência gerado para a estação base para controlar o nível de potência de transmissão de bit de controle de potência da estação base. Não existe uma restrição quanto a transmissão somente de bits de controle de potência. Em uma outra configuração, conforme se encontra ilustrado na FIG. 13A, a estação móvel pode transmitir um sinal de preâmbulo (piloto) incluindo bits de controle de potência.
Primeira Configuração Fazendo referência às FIGS. 4A e 4B, encontra-se ilustrada nas mesmas a distribuição da arbitragem de nível de potência no caso em que a arbitragem de nível de potência é realizada em um momento programado entre a estação base e a estação móvel. Tanto a estação base quanto a estação móvel possuem informações sobre o momento programado de arbitragem de nível de potência. O processo de arbitragem de nível de potência é realizado simultaneamente em cada momento programado de arbitragem de nível de potência. Mais especificamente, a FIG. 4A mostra o caso em que o momento de arbitragem de nível de potência é definido para ser periódico e a arbitragem de nível de potência é realizada em cada intervalo periódico de arbitragem de nível de potência. A FIG. 4B mostra o caso em que o momento de arbitragem de nível de potência é definido para ser não-periódico e a arbitragem de nível de potência é realizada em cada intervalo não-periódico de arbitragem de nível de potência, que é conhecido tanto da estação base quanto da estação móvel. Na FIG. 4A, TR indica um momento de arbitragem de nível de potência, e Tn é um intervalo de tempo fixo de arbitragem de nível de potência. Na FIG. 4B, T12 é o intervalo de tempo fixo, e TR e T13 representam respectivamente intervalos de tempo fixos de arbitragem de nível de potência e de ausência de potência. Conforme se encontra ilustrado na FIG. 4B, a arbitragem de nível de potência é realizada não-periodicamente dentro de cada intervalo T13. Nas FIGS. 4A e 4B, não tendo sido possível realizar a arbitragem de nível de potência dentro do tempo TR, a arbitragem de nível de potência é novamente tentada no intervalo de tempo seguinte de arbitragem de nível de potência.
No caso da arbitragem programada de nível de potência ilustrada nas FIGS. 4A e 4B, é possível obter uma estimativa razoável do retardo de ida e volta (Round Trip Delay - RTD) entre a estação base e a estação móvel, com base na arbitragem de nível de potência realizada anteriormente, dessa forma reduzindo o tamanho de uma janela de pesquisa para sinal de recepção. Neste caso, o RTD refere-se a um tempo de retardo requerido em que a estação base recebe um sinal de resposta após transmitir um sinal para a estação móvel. A redução do tamanho da janela de pesquisa reduz o tempo de arbitragem de nível de potência. Entretanto, na arbitragem programada de nível de potência, quando os dados a serem transmitidos são gerados no intervalo de tempo Tn de arbitragem de nível de potência, é indesejavelmente necessário aguardar o momento seguinte de arbitragem de nível de potência para transmitir os dados gerados. Adicionalmente, mesmo quando não são gerados dados para transmissão, a arbitragem de nível de potência é automaticamente realizada em cada momento programado de arbitragem de nível de potência, causando interferência.
Segunda Configuração Fazendo referência à FIG. 5, encontra-se ilustrada na mesma uma distribuição de arbitragem de nível de potência no caso em que a arbitragem de nível de potência é realizada somente quando a estação base o a estação móvel possuem dados para serem transmitidos (isto é, arbitragem não programada de nível de potência). Neste caso, a estação base ou a estação móvel, que possui dados para transmitir, inicia a arbitragem de nível de potência. Na FIG. 5, T21, T22, e T23 indicam intervalos de tempo de arbitragem de nível de potência não periódicos que não podem ser previstos visto que a arbitragem de nível de potência é realizada sempre que a estação base ou a estação móvel tiver dados para transmissão. Na FIG. 5, não tendo sido possível realizar a arbitragem de nível de potência dentro de um tempo TR previamente determinado, é feita imediatamente uma nova tentativa de arbitragem de nível de potência.
Na FIG. 5, devido ao fato de a arbitragem de nível de potência ser realizada somente quando é necessário transmitir dados, é possível impedir um desperdício de recursos de sistema conforme ocorria na primeira configuração. Quando a arbitragem de nível de potência é realizada após um longo período de inatividade no sub-estado de intervalos, é impossível prever o RTD entre a estação base e a estação móvel devido à mobilidade da estação móvel. Como resultado, o tamanho da janela de pesquisa é aumentado para o sinal recebido causando um acréscimo do tempo de arbitragem de nível de potência.
Terceira Configuração Fazendo referência à FIG. 6, encontra-se ilustrada na mesma uma distribuição de arbitragem de nível de potência para um processo aperfeiçoado de arbitragem de nível de potência que combina os processos das duas configurações precedentes. Na presente configuração, além da realização de uma arbitragem programada de nível de potência, é adicionalmente realizada uma arbitragem de nível de potência em qualquer momento que existam dados a serem transmitidos, para realização de uma pronta transição de estado para transmissão dos dados. Na FIG. 6 (1) após não ter sido possível realizar a arbitragem de nível de potência dentro do tempo TR, a arbitragem de nível de potência é abandonada; (2) quando a arbitragem de nível de potência é realizada periodicamente, a arbitragem de nível de potência é novamente tentada após a ocorrência da arbitragem de nível de potência seguinte; (3) após não ter sido possível realizar a arbitragem de nível de potência dentro do tempo TR quando a arbitragem de nível de potência é tentada para transmissão de dados, é imediatamente tentada uma arbitragem de nível de potência.
Em suma, conforme foi anteriormente observado com referência à primeira configuração e às FIGS. 4A e 4B, é possível prever o RTD enquanto é realizada periodicamente uma arbitragem de nível de potência, contribuindo para o decréscimo do tempo de arbitragem de nível de potência. Entretanto, quando dados a serem transmitidos são gerados antes do momento de arbitragem de nível de potência, é necessário aguardar até o momento de arbitragem de nível de potência seguinte para transmitir os dados gerados. Na FIG. 5, conforme foi anteriormente mencionado, a arbitragem de nível de potência é realizada somente quando existem dados a serem transmitidos, impedindo um acréscimo de interferência para outro usuário. Entretanto, um longo período de inatividade no sub-estado de intervalos causa um acréscimo do tempo de arbitragem de nível de potência.
Consequentemente, combinando-se os processos das primeira e segunda configurações, é possível não somente realizar rapidamente a arbitragem de nível de potência utilizando a arbitragem periódica de nível de potência mas também realizar imediatamente a arbitragem de nível de potência em qualquer momento em que devam ser transmitidos dados gerados, para realizar prontamente uma transição do sub-estado de intervalos para o sub-estado normal para transmissão dos dados gerados Neste caso, o período de arbitragem de potência periódica pode ser reduzido nos casos da FIG. 5A e da FIG. 5B.
As FIGS. 7 até 9 são diagramas de fluxo que ilustram os processos de arbitragem de nível de potência realizados entre a estação base e a estação móvel, correspondendo às três configurações anteriormente descritas.
Fazendo referência à FIG. 7, encontra-se ilustrado na mesma o processo de mensagens para a primeira configuração. A FIG. 7 ilustra o processo de arbitragem de nível de potência no caso em que o tempo de arbitragem de nível de potência é programado entre a estação base e a estação móvel. No sub-estado de intervalos, a estação base transmite um bit de controle de potência para a estação móvel com uma potência inicial apropriada em um momento programado entre a estação base e a estação móvel para realização de uma arbitragem de potência para transição para o sub-estado normal. Ao mesmo tempo, a estação móvel transmite igualmente um bit de controle de potência para a estação base com uma potência inicial apropriada. No enlace reverso, a potência de transmissão inicial deve ser suficientemente baixa para não afetar o sistema. Uma potência de transmissão inicial, PMS, da estação móvel pode ser definida como PMs= (lâ constante) - (Potência Total de Recepção) ... (1) ou Pms = (2- constante) - (Potência de Rx do Sinal Piloto da Estação base Ligada) ... (2) No enlace de avanço, uma limitação da potência de transmissão inicial da estação base é menos grave, em comparação com a da estação móvel. Para definição da potência de transmissão inicial da estação base, podem ser empregados diversos processos. Em um processo, é contemplado que a estação base transmita o bit de controle de potência com uma potência inicial específica. A potência inicial específica pode ser determinada de acordo com uma potência de transmissão, Pbs de um sinal piloto transmitido da estação base através do canal piloto de enlace de avanço, conforme expressado pela equação (3). Em um segundo processo, a estação base transmite o bit de controle de potência com sua potência máxima. A potência máxima da estação base é previamente definida para um valor máximo dentro da faixa em que a estação base não causa interferência nas outras células. Quando a estação base transmite o bit de controle de potência com a potência máxima inicial, o controle de potência de transmissão da estação móvel irá preceder o da estação base, reduzindo uma influência no sistema. A estação móvel pode receber o bit de controle de potência transmitido pela estação base mais facilmente que a estação base. Desta forma, a MS pode controlar a potência de transmissão da BS de forma mais apropriada que a BS. (Vide FIG. 12B, T2) Pbs = (Potência de Tx do Sinal Piloto da Estação base) / (3â Constante) (3) Nas equações (1) até (3), as primeira, segunda e terceira constantes podem ser definidas para valores ideais mediante experimentação para atendimento da capacidade do sistema.
Na FIG. 7, devido ao fato de a arbitragem de nível de potência ser realizada em intervalos programados, a estação base e a estação móvel podem saber se a outra transmite o bit de controle de potência, mesmo se não receberem o bit de controle de potência transmitido da outra. Neste caso, quando não é recebido o bit de controle de potência transmitido da outra, a estação base ou a estação móvel envia um bit de controle de aumento de potência para a outra partindo do princípio de que a potência de transmissão da outra é inferior a um limiar. Quando a estação móvel e a estação base recebem ambas o bit de controle de potência com uma potência apropriada, a arbitragem de nível de potência estará completa. Neste caso, se for necessário, poderá ocorrer uma pronta transição do sub-estado de intervalos para o sub-estado normal. Isto deve-se ao fato de ser possível transmitir uma mensagem de transição de estado com um elevado nível de confiabilidade, visto que a potência de transmissão inicial é ajustada para um nível ideal. Na FIG. 7, quando a estação base ou a estação móvel têm dados em pacotes para serem transmitidos e recebidos no sub-estado normal, ocorre uma transição para o estado ativo para os dados em pacotes serem transmitidos. Entretanto, quando a estação base e a estação móvel não têm dados em pacotes a serem transmitidos ou recebidos, ocorre uma transição para o sub-estado de intervalos após um período de tempo previamente determinado ou uma mensagem de transição de mudança de estado. Neste caso, no enlace reverso, o bit de controle de potência pode ser transmitido através do canal piloto; no enlace de avanço, o bit de controle de potência pode ser transmitido através do canal de controle dedicado.
As FIGS. 8 e 9 ilustram os processos de arbitragem não programada de nível de potência em que a arbitragem de nível de potência é realizada somente quando a estação base ou a estação móvel têm dados para transmissão. Mais especificamente, a FIG. 8 mostra o caso em que a estação móvel inicia a arbitragem de nível de potência para transmitir e receber dados, e a FIG. 8 mostra o caso em que a estação base inicia a arbitragem de nível de potência para transmitir e receber dados.
Fazendo referência à FIG. 8, quando existem dados para serem transmitidos e recebidos no sub-estado de intervalos, a estação móvel transmite o bit de controle de potência com uma potência de transmissão inicial suficientemente baixa para a estação base, para arbitragem do nível de potência. A estação móvel transmite o bit de controle de potência com uma potência de transmissão crescente por incrementos para arbitragem do nível de potência até o bit de controle de potência ser recebido da estação base. Após a recepção do bit de controle de potência no sub-estado de intervalos, a estação base transmite um bit de controle de potência para a estação móvel com uma potência inicial correspondente ao bit de controle de potência recebido.
No caso em que a potência de transmissão inicial da estação base é inversamente proporcional à intensidade do bit de controle de potência transmitido da estação móvel, a estação base transmite um bit de controle de aumento de potência simultaneamente aumentando a potência de transmissão passo a passo, até a estação móvel alterar a potência de transmissão do enlace reverso de acordo com o bit de controle de potência recebido da estação base.
Adicionalmente, no caso em que a estação base transmite o bit de controle de potência com uma potência de transmissão inicial independente do bit de controle de potência recebido, a estação base transmite um bit de controle de redução de potência em uma potência de transmissão máxima, até a estação móvel alterar sua potência de transmissão de acordo com o bit de controle de potência recebido da estação base.
Mediante este procedimento, quando a estação móvel recebe o bit de controle de potência da estação base, o processo de arbitragem de nível de potência é considerado completado de tal forma que a estação base e a estação móvel podem realizar uma pronta transição do sub-estado de intervalos para o sub-estado normal trocando entre si uma mensagem de transição de estado.
Em alguns casos, a estação móvel pode não receber o bit de controle de potência que a estação base transmitiu através do enlace de avanço após a recepção do bit de controle de potência da estação móvel. Neste caso, a estação móvel transmite o bit de controle de potência com uma potência crescente partindo do princípio de que a estação base não recebeu o bit de controle de potência transmitido da estação móvel propriamente dita. Muito embora a estação base tenha transmitido um comando de redução de potência através do enlace de avanço, a estação móvel continua aumentando sua potência de transmissão devido à ausência de recepção do comando de redução de potência transmitido, causando problemas no sistema durante este intervalo de tempo. Para solucionar este problema, a potência de transmissão inicial da estação base é definida para sua potência máxima de tal forma que a estação móvel pode receber rapidamente o bit de controle de potência da estação base, dessa forma minimizando o intervalo de tempo problemático. Após a transição para o sub-estado normal, a estação móvel realiza uma transição para o estado ativo para transmitir os dados para a estação base mediante uma mensagem de transição de estado existente.
Em seguida, fazendo referência à FIG. 9, quando dados a serem transmitidos são gerados no sub-estado de intervalos, a estação base indica uma arbitragem de nível de potência mediante a transmissão de um bit de controle de potência com uma potência de transmissão inicial apropriada para a estação móvel. Relativamente à potência de transmissão inicial da estação base, fazemos referência à descrição associada dada com referência à FIG. 7. Para arbitragem do nível de potência, a estação base aumenta a potência de transmissão passo a passo para transmissão do bit de controle de potência com a potência aumentada até que um bit de controle de potência seja recebido da estação móvel. No caso em que o bit de controle de potência recebido da estação base for um bit de controle de aumento de potência, a estação móvel responde ao comando de aumento de potência aumentando passo a passo a potência de transmissão se a potência de transmissão inicial da estação móvel for definida em uma potência inicial suficientemente baixa. Entretanto, se a potência de transmissão inicial da estação base tiver sido definida para sua potência de transmissão máxima, a estação móvel continua recebendo o bit de controle de potência com a potência de transmissão máxima.
Após a recepção do bit de controle de potência da estação base no sub-estado de intervalos, a estação móvel transmite um bit de controle de potência para a estação base com uma potência de transmissão inicial de acordo com o bit de controle de potência recebido A estação móvel continua aumentando a potência de transmissão até ser recebido da estação base um bit de controle de redução de potência. Quando a estação base recebe o bit de controle de potência da estação móvel com uma potência apropriada, a arbitragem de nível de potência estará completa. Em seguida, a estação base e a estação móvel podem realizar uma transição rápida do sub-estado de intervalos para o sub-estado normal, devido ao fato de uma mensagem de solicitação de transição de estado e uma mensagem de confirmação poderem ser transmitidas com um elevado nível de confiabilidade após a arbitragem de nível de potência. Após a transição para o sub-estado normal, a estação base realiza uma transição para o estado ativo para transmitir os dados para a estação móvel.
Nas FIGS. 7 até 9 , a estação base e a estação móvel transmitem e recebem entre si os bits de controle de potência para realizarem a arbitragem de nível de potência. Após a transição para o sub-estado normal subseqüentemente à arbitragem de nível de potência, é possível detectar imediatamente uma condição de canal.
As FIGS. 10A até 10C são diagramas que ilustram processos para detecção da condição de canal após a transição para o sub-estado normal na forma das FIGS. 7 até 9. Existem diversos processos para detecção da condição de canal. Em um primeiro processo da FIG. 10A, a estação base transmite para a estação móvel uma mensagem (MSG) conhecida tanto da estação base quanto da estação móvel. Em um segundo processo da FIG. 10B, a estação móvel transmite para a estação base uma mensagem conhecida tanto da estação base quanto da estação móvel. Em um terceiro processo da FIG. 10C, a estação base e a estação móvel transmitem simultaneamente mensagens conhecidas de uma e de outra.
Em primeiro lugar, fazendo referência à FIG. 10A, após a recepção da mensagem transmitida da estação base, a estação móvel transmite um sinal de ACK. Após a recepção de uma mensagem indicando uma falha ou após a ausência de recebimento da mensagem transmitida da estação base dentro de um tempo previamente determinado, a estação móvel transmite um sinal de NACK (ACK negativa). Após a recepção do sinal de ACK, a estação base considera que tanto o enlace de avanço quanto o enlace reverso se encontram em boas condições. Entretanto, após a recepção do sinal de NACK, a estação base considera que o enlace de avanço se encontra em má condição mas o enlace reverso se encontra em uma boa condição. Adicionalmente, ocorrendo ausência de recebimento tanto do sinal de ACK quanto do sinal de NACK, a estação base não pode determinar qual dos dois enlaces se encontra em má condição. A estação base pode meramente supor que uma dos dois enlaces, ou ambos, se encontra(m) em má condição.
Em seguida, fazendo referência à FIG. 10B, após a recepção da mensagem transmitida da estação móvel, a estação base transmite um sinal de ACK. Após a recepção de uma mensagem indicando falha ou ocorrendo ausência de recepção da mensagem transmitida da estação móvel dentro de um período de tempo previamente determinado, a estação base transmite um sinal de NACK. Após a recepção do sinal de ACK, a estação móvel considera que tanto o enlace de avanço quanto o enlace reverso se encontram em boas condições. Entretanto, após a recepção do sinal de NACK, a estação móvel considera que o enlace reverso se encontra em más condições mas o enlace de avanço se encontra em boas condições. Adicionalmente, ocorrendo ausência de recepção tanto do sinal de ACK quanto do sinal de NACK, a estação móvel não pode determinar qual dos dois enlaces se encontra em má condição. A estação móvel pode meramente supor que uma dos dois enlaces, ou ambos, se encontra(m) em más condições.
Fazendo referência à FIG. 10C, a estação base e a estação móvel transmitem simultaneamente uma para a outra as mensagens respectivamente conhecidas de cada uma. Subseqüentemente, após a recepção da mensagem transmitida da outra, a estação base e a estação móvel transmitem uma para a outra sinais de ACK; após a recepção de uma mensagem com falha ou após a ausência de recepção da mensagem transmitida da outra dentro de um período de tempo previamente determinado, a estação base e a estação móvel transmitem uma para a outra sinais de NACK. Após a recepção do sinal de ACK, a estação móvel considera que tanto o enlace de avanço quanto o enlace reverso se encontram em boas condições. Entretanto, após a recepção do sinal de NACK, a estação móvel considera que o enlace de avanço se encontra em más condições mas o enlace reverso se encontra em boas condições. Adicionalmente, ocorrendo ausência de recepção tanto do sinal de ACK quanto do sinal de NACK, a estação móvel não pode determinar qual dos dois enlaces se encontra em má condição. A estação móvel pode meramente supor que um dos dois enlaces, ou ambos, se encontram em más condições. Adicionalmente, após a recepção do sinal de ACK, a estação móvel considera que tanto o enlace de avanço quanto o enlace reverso se encontram em boas condições. Entretanto, após a recepção do sinal de NACK, a estação móvel considera que o enlace reverso se encontra em más condições mas o enlace de avanço se encontra em boas condições. Adicionalmente, ocorrendo ausência de recepção tanto do sinal de ACK quanto do sinal de NACK, a estação móvel não pode determinar qual dos dois enlaces se encontra em más condições, a estação base pode meramente supor que um dos dois enlaces, ou ambos, se encontra(m) em más condições.
No processo da FIG. 10A, a estação base pode detectar a condição de canal, de tal forma que este processo pode ser aplicado ao caso em que a estação base inicia a arbitragem de nível de potência para transmissão de dados. No processo da FIG. 10B, a estação móvel pode detectar a condição de canal, de tal forma que este processo pode ser aplicado ao caso em que a estação móvel inicia a arbitragem de nível de potência para transmissão de dados. No processo da FIG. 1OC, tanto a estação base quanto a estação móvel podem detectar a condição de canal, de tal forma que este processo pode ser aplicado na arbitragem programada de nível de potência em que a arbitragem de nível de potência é realizada no momento programado mesmo que não existam dados a serem transmitidos.
As FIGS. 1 IA até 11C são diagramas ilustrando variações em uma potência de transmissão e um bit de controle de potência com a passagem do tempo durante a arbitragem programada de nível de potência. Mais especificamente, a FIG. 11A mostra o caso em que a estação base e a estação móvel recebem simultaneamente as mensagens transmitidas da outra; a FIG. 11B mostra o caso em que a estação móvel recebe a mensagem transmitida da outra (isto é, da estação base) antes de a estação base receber a mensagens transmitida da outra (isto é, da estação móvel); a FIG. 11C mostra o caso em que a estação base recebe a mensagem transmitida da outra antes de a estação móvel receber a mensagem transmitida da outra. Nas FIGS. 11A até 11C, T0 indica um momento de início de arbitragem de nível de potência. Devido ao fato de a arbitragem de nível de potência ser realizada no momento programado independentemente de existirem ou não dados a serem transmitidos, a estação base e a estação móvel iniciam simultaneamente a arbitragem de nível de potência no tempo T0 de início de arbitragem de nível de potência. Adicionalmente, T, indica um momento em que a estação móvel recebe o bit de controle de potência transmitido da estação base, e T2 indica um momento em que a estação base recebe o bit de controle de potência transmitido da estação móvel.
Fazendo referência à FIG. 11 A, a estação base e a estação móvel recebem simultaneamente os bits de controle de potência transmitidos da outra no momento Tj (= T2). Anteriormente à recepção do bit de controle de potência transmitido da outra, tanto a estação base quanto a estação móvel transmitem os bits de controle de potência aumentando a potência de transmissão passo a passo. Após a recepção dos bits de controle de potência transmitidos da outra, a estação base e a estação móvel variam suas respectivas potências de transmissão de acordo com os bits de controle de potência recebidos. Na medida em que é percebido que a outra parte controla a potência de transmissão de acordo com o bit de controle de potência transmitido, a estação base e a estação móvel trocam entre si uma mensagem de transição de estado e um sinal de ACK para realização de uma transição para o sub-estado normal.
Muito embora a presente invenção seja descrita com referência a uma configuração que transmite uma mensagem de transição de estado e um sinal de ACK, para transição de estado, é igualmente possível realizar uma transição de estado informando uma camada superior que a arbitragem de nível de potência foi completada em uma camada física.
Fazendo referência à FIG. 11B, a estação móvel recebe o bit de controle de potência transmitido da estação base no momento Tj. Entretanto, neste momento, a estação base não pode receber o bit de controle de potência transmitido da estação móvel. A estação base aumenta então a potência de transmissão passo a passo e transmite o bit de controle de potência no nível de potência de transmissão aumentado. Um quadro possui 16 grupos de controle de potência. Um bit de controle de potência é transmitido em um grupo de controle de potência. Além disso, o período de um grupo de controle de potência é de 1,25 ms, de tal forma que o aumento ou decréscimo de potência é realizado por unidades de 1,25 ms. Após a passagem do período de arbitragem de nível de potência, com início no momento T2 em que a estação base recebe o bit de controle de potência transmitido da estação móvel, a estação base e a estação móvel variam a potência de transmissão de acordo com os bits de controle de potência recebidos da outra, respectivamente. Ao ser percebido que a outra parte controla a potência de transmissão de acordo com o bit de controle de potência transmitido, a estação base e a estação móvel trocam entre si uma mensagem de transição de estado e um sinal de ACK para realização de uma transição para o sub-estado normal partindo do princípio de que o processo de arbitragem de nível de potência foi completado.
Fazendo referência à FIG. 11C, a estação base recebe o bit de controle de potência transmitido da estação móvel no momento T2. Entretanto, neste momento, a estação móvel não pode receber o bit de controle de potência transmitido da estação base. A estação móvel aumenta então pouco a pouco a potência de transmissão e transmite o bit de controle de potência com a potência de transmissão acrescida. Após a passagem desse período de transição, com início no momento T, em que a estação móvel recebe o bit de controle de potência transmitido da estação base, a estação base e a estação móvel variam a potência de transmissão de acordo com os bits de controle de potência recebidos da outra parte, respectivamente. Sendo percebido que a outra parte controla a potência de transmissão de acordo com o bit de controle de potência transmitido, a estação base e a estação móvel trocam entre si uma mensagem de transição de estado e um sinal de ACK para realização de uma transição para o sub-estado normal partindo do princípio de que o processo de arbitragem de nível de potência foi completado.
Nas FIGS. 11A até 11C, a potência de transmissão inicial é determinada conforme foi descrito com referência à FIG. 7. Os processos de arbitragem de nível de potência das FIGS. 11A e 11B não afetarão o desempenho do sistema, mas o processo de arbitragem de nível de potência da FIG. 11C poderá afetar o desempenho do sistema. Na FIG. 11C, o momento T2 em que a estação base recebe o bit de controle de potência transmitido da estação móvel precede o momento em que a estação móvel recebe o bit de controle de potência transmitido da estação base. A estação base pode receber o bit de controle de potência transmitido da estação móvel quando a potência de recepção do bit de controle de potência recebido da estação móvel tem um nível similar às potências de recepção de sinais transmitidos de outras estações móveis. Entretanto, muito embora a estação base transmita o bit de controle de potência comparando a potência de recepção do sinal da estação móvel com as potências de recepção dos sinais das outras estações móveis, a estação móvel não pode receber o bit de controle de potência transmitido da estação base. Portanto, a estação móvel irá aumentar continuamente a potência de transmissão baseada na suposição de que a estação base tenha transmitido um bit de controle de aumento de potência. Quando esse intervalo entre T2 e Tt aumenta, a estação móvel transmitirá o bit de controle de potência com uma potência de transmissão muito mais elevada que uma potência de transmissão apropriada, desperdiçando potência de transmissão. Para solucionar este problema, é preferencial que a estação base transmita o bit de controle de potência com sua potência máxima de transmissão desde o início do processo de arbitragem de nível de potência. Os canais de enlace de avanço são espalhados com códigos ortogonais (por exemplo, códigos Walsh). Portanto, a estação base pode transmitir para a estação móvel o bit de controle de potência com sua potência máxima de transmissão, sem interferência nas outras estações móveis. Transmitindo o bit de controle de potência com a potência máxima de transmissão, a estação base poderá obter um nível muito baixo de probabilidade de receber o bit de controle de potência transmitido da outra parte antes de a estação móvel receber o bit de controle de potência da outra parte. Nas FIGS. 1 IA até 11C, após receberem os bits de controle de potência da outra parte, a estação base e a estação móvel podem controlar a potência de transmissão de uma maneira diferente.
As FIGS. 12A e 12B são diagramas ilustrativos de variações de tempo de potência de transmissão e de tempo de transmissão de bits de controle de potência no caso em que a arbitragem de nível de potência é solicitada por uma parte possuindo dados para transmissão em um sub-estado de intervalos. Mais especificamente, a FIG. 12A mostra o caso em que a estação móvel solicita a arbitragem de nível de potência para transmitir dados, e a FIG. 12B mostra o caso em que a estação base solicita a arbitragem de nível de potência para transmitir dados.
Fazendo referência à FIG. 12A, quando a estação móvel tem dados para transmitir enquanto se encontra no sub-estado de intervalos, a estação móvel transmite um bit de controle de potência para a estação base para realização de uma arbitragem de nível de potência. Uma potência de transmissão inicial para transmissão do bit de controle de potência é definida para um nível suficientemente baixo para não afetar adversamente o sistema. Com referência à potência de transmissão inicial, fazemos referência à descrição associada dada com referência à FIG. 7. Não ocorrendo a recepção de um bit de controle de potência transmitido da estação base, a estação móvel aumenta a potência de transmissão em etapas de incremento, partindo do princípio de que a estação base não recebeu o bit de controle de potência transmitido da estação móvel. A estação móvel aumenta pouco a pouco a potência de transmissão em um intervalo entre T0 e Tt. Após a recepção do bit de controle de potência transmitido da estação móvel no momento T2, a estação base mede a potência do bit de controle de potência recebido e gera um bit de controle de potência para controlar a potência de transmissão da estação móvel e transmite o bit de controle de potência com a potência de transmissão ajustada pelo bit de controle de potência recebido da estação móvel. No intervalo entre T2, em que a estação base recebe o bit de controle de potência transmitido da estação móvel, e T1? em que a estação móvel recebe o bit de controle de potência transmitido da estação base, tanto a estação base quanto a estação móvel podem aumentar passo a passo a potência de transmissão. Na FIG. 12A, o fato de a estação base receber o bit de controle de potência transmitido da estação móvel no intervalo T2 significa que uma potência de recepção do bit de controle de potência da estação móvel possui um nível similar às potências de recepção dos sinais transmitidos de outras estações móveis. Entretanto, no intervalo entre T2 e T1( devido ao fato de a estação móvel não poder receber o bit de controle de potência transmitido da estação base, a mesma aumenta continuamente a potência de transmissão. Quando o intervalo entre T2 e T, aumenta, a potência de recepção do bit de controle de potência recebido da estação móvel é muito mais elevada que a potência de recepção dos sinais recebidos das outras estações móveis, afetando o desempenho em geral do sistema. Para minimizar o intervalo entre T2 e Tl5 é preferencial que após a recepção do bit de controle de potência transmitido da estação móvel no sub-estado de intervalos, a estação base transmita o bit de controle de potência com sua potência de transmissão máxima. Quando a estação móvel recebe o bit de controle de potência transmitido da estação base no momento Tl3 a estação base e a estação móvel ajustam as potências de transmissão de acordo com os bits de controle de potência recebidos da outra parte. Sendo percebido que a outra parte controla a potência de transmissão de acordo com o nível de potência do bit de controle de potência recebido, a estação base e a estação móvel trocam entre si uma mensagem de transição de estado e um sinal de ACK para realização de uma transição para o sub-estado normal partindo do princípio de que o processo de arbitragem de nível de potência foi completado.
Início de Arbitragem de Nível de Potência Para Transmissão de Dados Por Estação base Em um Sub-Estado de Intervalo Fazendo referência à FIG. 12B, quando uma estação base tem dados para serem transmitidos pela estação base no sub-estado de intervalos, a estação base transmite um bit de controle de potência para a estação móvel, para a arbitragem de nível de potência. Uma potência inicial para transmissão do bit de controle de potência é definida para um nível apropriado ou para a potência de transmissão máxima da estação base. Para uma descrição mais completa do nível de potência de transmissão inicial, fazemos referência à descrição associada dada com referência à FIG. 7. Na ausência de recepção de um bit de controle de potência transmitido da estação móvel, a estação base aumenta a potência de transmissão em pequenos incrementos, na suposição de que a estação móvel não tenha recebido o bit de controle de potência transmitido da estação base. A estação base aumenta por incrementos a potência de transmissão em um intervalo entre T0 e T2. Após a recepção do bit de controle de potência transmitido da estação base no momento Tl5 a estação móvel gera um bit de controle de potência para controlar a potência de transmissão da estação base de acordo com o nível de potência do bit de controle de potência recebido, começando pela potência de transmissão inicial suficientemente baixa, e transmite o bit de controle de potência com a potência de transmissão ajustada para a estação base. No intervalo entre Tl5 em que a estação móvel recebe o bit de controle de potência transmitido da estação base, e T2 em que a estação base recebe o bit de controle de potência transmitido da estação móvel, tanto a estação base quanto a estação móvel aumentam por incrementos suas respectivas potências de transmissão. Quando a estação base recebe o bit de controle de potência transmitido da estação móvel no momento T2, a estação base e a estação móvel ajustam as potências de transmissão de acordo com os bits de controle de potência recebidos da outra parte. Sendo percebido que a outra parte controla a potência de transmissão da outra parte de acordo com o nível de potência do bit de controle de potência recebido, a estação base e a estação móvel trocam entre si uma mensagem de transição de estado e um sinal de ACK para realização de uma transição p ara o sub-estado normal com base na suposição de que o processo de arbitragem de nível de potência foi completado.
Nas FIGS. 12A e 12B, devido ao fato de a arbitragem de nível de potência ser realizada quando não existem dados para serem transmitidos, uma transição para o estado ativo ocorre imediatamente apôs a transição para o sub-estado normal.
Sinalização Durante Arbitragem de Nível de Potência As FIGS. 13A e 13B são diagramas ilustrativos de mensagens de sinalização transmitidas através de um canal piloto de enlace reverso e de um canal de controle dedicado de enlace de avanço durante a arbitragem de nível de potência. No enlace reverso, o bit de controle de potência (PCB) é transmitido através do canal piloto conforme se encontra ilustrado na FIG. 13 A; no enlace de avanço, o bit de controle de potência é transmitido através do canal de controle dedicado conforme se encontra ilustrado na FIG. 13B. Na FIG. 13A, os sinais de preâmbulo PA habilitam a aquisição e estimativa de canal. Desta forma, no exemplo descrito acima, a estação base também gera o bit de controle de potência de acordo com o sinal de controle de potência e o sinal de preâmbulo recebido. Na configuração, os sinais de preâmbulo transmitem informações conhecidas tanto da estação base quanto da estação móvel. As informações conhecidas tanto da estação base quanto da estação móvel podem compreender uma corrente de bits composta totalmente de “0” (zeros) ou totalmente de “1” (uns).
Etapas de Processo de Arbitragem de Nível de Potência As FIGS. 14 e 15 são diagramas de fluxo que ilustram a arbitragem programada de nível de potência realizada na estação base e na estação móvel, respectivamente.
Fazendo referência à FIG. 14, no sub-estado normal (Etapa 100), a estação base realiza uma monitoração para determinar se existem dados a serem transmitidos (Etapa 102). Quando existem dados para serem transmitidos, ocorre uma transição para o estado ativo para transmissão dos dados (Etapa 104). Entretanto, quando não existem dados para serem transmitidos, a estação base aguarda durante um período de tempo previamente determinado (Etapa 106). Neste caso, o tempo previamente determinado é um tempo de espera máximo do sub-estado normal. Enquanto o tempo previamente determinado não tiver decorrido, o sub-estado normal é mantido, de outra forma, ocorre uma transição para o sub-estado de intervalos (Etapa 108). No sub-estado de intervalos, a estação base determina se é ou não chegado o momento de arbitragem de nível de potência (Etapa 112). Na etapa de procedimento de chamada (não ilustrada), a BS e a MS negociam o momento de arbitragem de nível de potência. Se não for chegado o momento de realização de arbitragem de nível de potência, o sub-estado de intervalos é mantido. De outra forma, se for chegado o momento de arbitragem de nível de potência, a estação base transmite um bit de controle de potência (Etapa 114). Após a transmissão do bit de controle de potência, a estação base determina se foi ou não recebido um bit de controle de potência da estação móvel. A estação base não pode receber o bit de controle de potência transmitido da estação móvel, se o bit de controle de potência transmitido da estação móvel tiver uma potência igual ou inferior a uma potência de limiar, PM, da estação móvel. A potência de limiar PM é um nível de potência no qual a estação base pode detectar um sinal recebido após desmodulação. Se uma potência de recepção do bit de controle de potência transmitido da estação móvel for igual ou inferior à potência de limiar PM, a estação base aumenta a potência de transmissão para transmitir o bit de controle de potência com a potência de transmissão acrescida com base na suposição de que a estação móvel não tenha recebido o bit de controle de potência transmitido da estação base (Etapas 116 e 118). Entretanto, se a potência de recepção do bit de controle de potência transmitido da estação móvel for mais elevada que a potência de limiar PM, a estação base controla a potência de transmissão da estação móvel de acordo com o nível de potência do bit de controle de potência recebido e transmite o bit de controle de potência com a potência de transmissão ajustada (Etapas 116 e 120). Após a transmissão do bit de controle de potência, a estação base determina se uma potência de recepção do bit de controle de potência transmitido da estação móvel varia de acordo com o bit de controle de potência que a estação base transmitiu (Etapa 122). Quando não existe variação no nível de potência de recepção do bit de controle de potência transmitido da estação móvel, a estação base aumenta novamente a potência de transmissão para transmitir o bit de controle de potência com a potência de transmissão acrescida (Etapas 122 e 118). A variação na potência de transmissão da estação móvel indica à estação base que a estação móvel recebeu o bit de controle de potência transmitido da estação base. Dessa forma, após a detecção de uma variação na potência de transmissão da estação móvel, a estação base realiza uma transição para o sub-estado normal de qualquer uma das maneiras mencionadas acima para transmitir os dados, partindo do princípio de que a arbitragem de nível de potência foi completada (Etapas 122 e 124).
Na FIG. 14, a arbitragem de nível de potência é realizada em um momento programado independentemente de existirem ou não dados a serem transmitidos. Dessa forma, quando existem dados para serem transmitidos, ocorre uma transição para o estado ativo (Etapas 126, 128 e 130). De outra forma, quando não existem dados para serem transmitidos, ocorre uma transição de volta para o sub-estado de intervalos (Etapas 126 e 108).
Fazendo referência à FIG. 15, no sub-estado normal, a estação móvel realiza uma monitoração para determinar se existem ou não dados a serem transmitidos (Etapas 200 e 202). Quando existem dados para transmissão, ocorre uma transição para o estado ativo para transmissão dos dados (Etapa 204). Entretanto, quando não existem dados para serem transmitidos, a estação móvel aguarda durante um tempo previamente determinado (Etapa 206). Neste caso, o tempo previamente determinado é um tempo de espera máximo do sub-estado normal. Enquanto o tempo previamente determinado não tiver decorrido, o sub-estado normal e mantido, e de outra forma, ocorre uma transição para o sub-estado de intervalos (Etapa 208). No sub-estado de intervalos, a estação móvel determina se é ou não chegado um momento de arbitragem de nível de potência (Etapa 212). Se não for esse o momento da arbitragem de nível de potência, o sub-estado de intervalos é mantido. De outra forma, se for esse o momento da arbitragem de nível de potência, a estação móvel transmite um bit de controle de potência (Etapa 214). Após a transmissão do bit de controle de potência, a estação móvel determina se foi ou não recebido da estação base um bit de controle de potência. A estação móvel não pode receber o bit de controle de potência transmitido da estação base, se o sinal de controle de potência transmitido da estação base tiver uma potência igual ou inferior a uma potência de limiar, PB, da estação base. A potência de limiar PM é um nível de potência no qual a estação móvel pode detectar um sinal recebido após desmodulação. Se uma potência de recepção do bit de controle de potência transmitido da estação base for igual ou inferior à potência de limiar PB, a estação móvel aumenta a potência de transmissão para transmitir o bit de controle de potência com a potência de transmissão acrescida partindo do princípio de que a estação base não tenha recebido o bit de controle de potência transmitido da estação móvel (Etapas 216 e 218). Entretanto, se a potência de recepção do bit de controle de potência transmitido da estação base for mais elevada que a potência de limiar PB, a estação móvel gera um bit de controle de redução de potência para controlar a potência de transmissão da estação base de acordo com o bit de controle de potência recebido e transmite o bit de controle de potência com a potência de transmissão controlada (Etapas 216 e 220). Após a transmissão do bit de controle de potência, a estação móvel determina se a potência recebida do bit de controle de potência transmitido da estação base varia de acordo com o bit de controle de potência que a estação móvel transmitiu anteriormente (Etapa 222). Quando não existe variação na potência recebida do bit de controle de potência transmitido da estação base, a estação móvel aumenta novamente a potência de transmissão para transmitir o bit de controle de potência com a potência de transmissão acrescida (Etapas 222 e 218). As variações na potência de transmissão da estação base indica à estação móvel que a estação base recebeu o bit de controle de potência transmitido da estação móvel. Desta forma, ao detectar uma variação na potência de transmissão da estação base, a estação móvel realiza uma transição para o sub-estado normal de qualquer uma das maneiras mencionadas acima para transmitir os dados, na suposição de que a arbitragem de nível de potência foi completada (Etapas 222 e 224). Na FIG. 15, a arbitragem de nível de potência é realizada no momento programado independentemente de existirem ou não dados para serem transmitidos. Desta forma, quando existem dados para serem transmitidos, ocorre uma transição para o estado ativo (Etapas 226, 228 e 230). De outra forma, se não existirem dados para serem transmitidos, ocorre uma transição de volta para o sub-estado de intervalos (Etapas 226 e 208). II. Arbitragem Não Programada de Nível de Potência (Power Levei Arbitration - PLA) As FIGS. 16 e 17 são diagramas de fluxo ilustrando a arbitragem não programada de nível de potência realizada na estação base e na estação móvel, respectivamente. Mais especificamente, a FIG. 16 ilustra o caso em que a estação base solicita a arbitragem de nível de potência para transmitir dados quando existem dados para serem transmitidos no sub-estado de intervalos; a FIG. 17 ilustra o caso em que a estação móvel solicita a arbitragem de nível de potência para transmitir dados quando existem dados para serem transmitidos no sub-estado de intervalos. (lia) Início de PLA Não Programada Pela Estação base Fazendo referência à FIG. 16, no sub-estado normal, a estação base realiza uma monitoração para determinar se existem dados a serem transmitidos (Etapas 300 e 302). Quando existem dados para serem transmitidos, ocorre uma transição para o estado ativo para transmissão dos dados (Etapa 304). Entretanto, quando não existem dados a serem transmitidos, a estação base aguarda durante um período de tempo previamente determinado (Etapa 306). Neste caso, o período de tempo previamente determinado é um período de tempo de espera máximo do sub-estado normal. Enquanto o período de tempo previamente determinado não tiver decorrido, o sub-estado normal é mantido, e de outra forma, ocorre uma transição para o sub-estado de intervalos (Etapa 308). No sub-estado de intervalos, a estação base determina se existem ou não dados a serem transmitidos/recebidos (Etapa 312). O caso de existência de dados a serem transmitidos/recebidos corresponde ao caso em que a estação base solicita a arbitragem de nível de potência. De forma inversa, o caso em que não existem dados a serem transmitidos/recebidos corresponde ao caso em que a estação móvel solicita a arbitragem de nível de potência.
Se não existirem dados para serem transmitidos/recebidos no sub-estado de intervalos (Etapa 310), a estação base determina se a estação móvel transmitiu ou não um bit de controle de potência (Etapas 312 e 313). Se for determinado que a estação móvel não transmitiu o bit de controle de potência, a estação base mantém o sub-estado de intervalos. Para determinar se a estação móvel transmitiu o bit de controle de potência, a estação base compara uma potência de transmissão da estação móvel com uma potência de limiar, PM, da estação móvel. Se for determinado que a estação móvel transmitiu o bit de controle de potência, a estação base controla a potência de transmissão de acordo com o bit de controle de potência transmitido da estação móvel e transmite o bit de controle de potência com a potência de transmissão controlada (Etapas 313 e 320). Após a transmissão do bit de controle de potência, a estação base determina se a estação móvel alterou a potência de transmissão de acordo com o bit de controle de potência transmitido da estação base (Etapa 322). Se não houver variação na potência de transmissão da estação móvel, a estação base aumenta novamente a potência de transmissão para transmitir o bit de controle de potência com a potência de transmissão acrescida (Etapas 322 e 318). Após detectar uma variação da potência de transmissão da estação móvel, a estação base realiza uma transição para o sub-estado normal de uma das maneiras citadas acima para transmitir os dados, partindo do princípio de que a arbitragem de nível de potência está completa (Etapas 322, 324 e 326). Na FIG. 16, a arbitragem de nível de potência é realizada devido ao fato de existirem dados a serem transmitidos. Desta forma, a estação base realiza uma transição direta para o estado ativo (Etapas 328 e 330).
Entretanto, quando existem dados a serem transmitidos/recebidos no sub-estado de intervalos, a estação base transmite o bit de controle de potência (Etapas 312 e 314). Após a transmissão do bit de controle de potência, a estação base determina se foi ou não recebido da estação móvel um bit de controle de potência (Etapa 316). Não tendo ocorrido uma recepção do bit de controle de potência da estação móvel, a estação base aumenta a potência de transmissão para transmitir o bit de controle de potência com a potência de transmissão acrescida, na suposição de que a estação móvel não tenha recebido o bit de controle de potência transmitido da estação base (Etapa 318). Entretanto, após a recepção do bit de controle de potência da estação móvel, a estação base controla a potência de transmissão de acordo com o bit de controle de potência recebido da estação móvel e transmite o bit de controle de potência com a potência de transmissão controlada (Etapa 320). Subseqüentemente, a estação base determina se a estação móvel alterou ou não a potência de transmissão de acordo com o bit de controle de potência transmitido da estação base (Etapa 322). Se não ocorrer uma variação da potência de transmissão da estação móvel, a estação base aumenta novamente a potência de transmissão para transmitir o bit de controle de potência com a potência de transmissão acrescida (Etapas 322 e 318). Após detectar uma variação na potência de transmissão da estação móvel, a estação base efetua uma transição para o sub-estado normal de qualquer uma das maneiras mencionadas acima para transmitir os dados, partindo do princípio de que a arbitragem de nível de potência foi completada (Etapas 322, 324 e 326). Na FIG. 16, a arbitragem de nível de potência é realizada devido ao fato de existirem dados a serem transmitidos. Portanto, a estação base realiza uma transição direta para o estado ativo (Etapas 328 e 330). íllbl Início de PLA Não Programada Pela Estação Móvel Fazendo referência à FIG. 17, no sub-estado normal, a estação móvel realiza uma monitoração para determinar se existem dados a serem transmitidos (Etapas 400 e 402). Quando existem dados a serem transmitidos, ocorre uma transição para o estado ativo para transmissão dos dados (Etapa 404). Entretanto, quando não existem dados a serem transmitidos, a estação móvel aguarda durante um período de tempo previamente determinado (Etapa 406). Neste caso, o tempo previamente determinado é um tempo de espera máximo do sub-estado normal. Enquanto o tempo previamente determinado não tiver decorrido, o sub-estado normal é mantido, e de outra forma, ocorre uma transição para o sub-estado de intervalos (Etapa 408). No sub-estado de intervalos, a estação móvel determina se existem ou não dados para transmissão/recepção (Etapa 412). O caso de existência de dados para serem transmitidos/recebidos corresponde ao caso em que a estação móvel solicita a arbitragem de nível de potência.
Se não existirem dados para serem transmitidos/recebidos no sub-estado de intervalos (Etapa 410), a estação móvel determina se a estação base transmitiu ou não um bit de controle de potência (Etapas 412 e 413). Se for determinado que a estação base não transmitiu o bit de controle de potência, a estação móvel mantém o sub-estado de intervalos. Para determinar se a estação base transmitiu o bit de controle de potência, a estação móvel compara uma potência de transmissão da estação base com uma potência de limiar, PB, da estação base. Se for determinado que a estação base transmitiu o bit de controle de potência, a estação móvel ajusta a potência de transmissão de acordo com o bit de controle de potência transmitido da estação base na transmissão do bit de controle de potência (Etapas 413 e 420). Após a transmissão do bit de controle de potência, a estação móvel determina se a estação base alterou a potência de transmissão de acordo com o bit de controle de potência transmitido da estação móvel (Etapa 422). Se não ocorrer variação da potência de transmissão da estação base, a estação móvel aumenta novamente a potência de transmissão para transmitir o bit de controle de potência com a potência de transmissão acrescida (Etapas 422 e 418). Após detectar uma variação na potência de transmissão da estação base, a estação móvel realiza uma transição para o sub-estado normal de qualquer uma das maneiras citadas acima para transmitir os dados, partindo do princípio de que a arbitragem de nível de potência se encontra completa (Etapas 422, 424 e 426). Na FIG. 16, a arbitragem de nível de potência é realizada devido ao fato de existirem dados a serem transmitidos. Desta forma, a estação móvel realiza uma transição direta para o estado ativo (Etapas 428 e 430).
Entretanto, quando existem dados a serem transmitidos/recebidos no sub-estado de intervalos, a estação móvel transmite o bit de controle de potência (Etapas 412 e 414). Após a transmissão do bit de controle de potência, a estação móvel determina se é recebido um bit de controle de potência da estação base (Etapa 416). Não ocorrendo a recepção do bit de controle de potência da estação base, a estação móvel aumenta a potência de transmissão para transmitir o bit de controle de potência com a potência de transmissão acrescida, na suposição de que a estação base não tenha recebido o bit de controle de potência transmitido da estação móvel (Etapa 418). Entretanto, após a recepção do bit de controle de potência da estação base, a estação móvel controla a potência de transmissão de acordo com o bit de controle de potência recebido da estação base e transmite o bit de controle de potência com a potência de transmissão controlada (Etapa 420). Subseqüentemente, a estação móvel determina se a estação base alterou ou não a potência de transmissão de acordo com o bit de controle de potência transmitido da estação móvel (Etapa 422). Se não ocorrer variação da potência de transmissão da estação base, a estação móvel aumenta novamente a potência de transmissão para transmitir o bit de controle de potência com a potência de transmissão acrescida (Etapas 422 e 418). Após ser detectada uma variação na potência de transmissão da estação base, a estação móvel realiza uma transição para o sub-estado normal de qualquer uma das maneiras citadas acima para transmitir os dados, partindo do princípio de que a arbitragem de nível de potência se encontra completa (Etapas 422, 424 e 426). Na FIG. 17, a arbitragem de nível de potência é realizada devido ao fato de existirem dados a serem transmitidos. Portanto, a estação móvel realiza uma transição direta para o estado ativo (Etapas 428 e 430). λ A luz do que foi citado acima, o novo sistema de comunicação móvel de CDMA pode realizar uma transição rápida do estado de manutenção de controle para o estado ativo, quando existem dados a serem transmitidos.
Muito embora a invenção tenha sido ilustrada e descrita com referência a uma determinada configuração preferencial da mesma, deverá ser entendido por aqueles que são versados na técnica que diversas alterações de forma e detalhes podem ser feitas na mesma sem afastamento do espírito e do escopo da invenção conforme definidos pelas reivindicações em anexo.