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BR0112271B1 - lente refrativa fÁquica. - Google Patents

lente refrativa fÁquica. Download PDF

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BR0112271B1
BR0112271B1 BRPI0112271-1A BR0112271A BR0112271B1 BR 0112271 B1 BR0112271 B1 BR 0112271B1 BR 0112271 A BR0112271 A BR 0112271A BR 0112271 B1 BR0112271 B1 BR 0112271B1
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BR
Brazil
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haptic
lens according
lens
eye
prl
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Application number
BRPI0112271-1A
Other languages
English (en)
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BR0112271A (pt
Inventor
Stephen Q Zhou
Igor Valyunin
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Priority claimed from US09/887,129 external-priority patent/US6506212B2/en
Application filed filed Critical
Publication of BR0112271A publication Critical patent/BR0112271A/pt
Publication of BR0112271B1 publication Critical patent/BR0112271B1/pt

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    • AHUMAN NECESSITIES
    • A61MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
    • A61FFILTERS IMPLANTABLE INTO BLOOD VESSELS; PROSTHESES; DEVICES PROVIDING PATENCY TO, OR PREVENTING COLLAPSING OF, TUBULAR STRUCTURES OF THE BODY, e.g. STENTS; ORTHOPAEDIC, NURSING OR CONTRACEPTIVE DEVICES; FOMENTATION; TREATMENT OR PROTECTION OF EYES OR EARS; BANDAGES, DRESSINGS OR ABSORBENT PADS; FIRST-AID KITS
    • A61F2/00Filters implantable into blood vessels; Prostheses, i.e. artificial substitutes or replacements for parts of the body; Appliances for connecting them with the body; Devices providing patency to, or preventing collapsing of, tubular structures of the body, e.g. stents
    • A61F2/02Prostheses implantable into the body
    • A61F2/14Eye parts, e.g. lenses or corneal implants; Artificial eyes
    • A61F2/16Intraocular lenses
    • A61F2/1602Corrective lenses for use in addition to the natural lenses of the eyes or for pseudo-phakic eyes

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  • Testing Of Optical Devices Or Fibers (AREA)
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  • Ultra Sonic Daignosis Equipment (AREA)

Description

"LENTE REFRATIVA FÁQUICA"
Fundamento da invenção
Este pedido é uma continuação do Pedido de Patente U.S. deNúmero de Série e 09/611.918 de Zhou e Valyunin, depositado em 07 dejulho de 2000.
A presente invenção é relativa a lentes intra-ocularesimplantadas no interior do olho para a correção de visão.
Uma lente refrativa fáquica para a câmara posterior (PRL) éimplantada cirurgicamente atrás da íris e na frente da lente cristalina naturalhumana para corrigir ametropia, tais como miopia, hiperopia, e astigmatismo.PRLs deveriam se ajustar no interior do olho de maneira adequada paraconseguir as funções de projeto desejadas. Uma vez que os tamanhos do olhosão diferentes de um paciente para outro, diversos tamanhos de PRLs devemser utilizados para diferentes pacientes. Mesmo para o mesmo paciente, PRLsbaseadas em princípios de projeto diferentes, requerem diferentes tamanhospara alcançar o benefício desejado. Por exemplo, uma PRL de um projeto deflutuação livre poderia requerer que o comprimento da PRL sejaaproximadamente o mesmo, ou ligeiramente menor, do que a distância desulco para sulco (ver Figura 1). Desta maneira, a PRL pode ser mantida nolugar de maneira frouxa atrás da íris e na frente da lente cristalina naturalhumana, daí o aspecto de projeto de flutuação livre ser alcançado. Por outrolado, uma PRL de projeto de fixação ao sulco poderia requerer que ocomprimento da PRL seja maior do que a distância de sulco para sulco (verFiguras 2, 3). Desta maneira, a PRL pode ser ancorada no sulco e ao mesmotempo ela pode ser abaulada no sentido da câmara anterior devido aocomprimento superdimensionado. Quanto mais comprida a PRL mais forte aforça de ancoragem e mais a PRL se abaula no sentido da câmara anterior.
Nas Figuras deste Pedido, 1 representa a córnea, 2 a íris, 3 a lente natural, 4 ohumor aquoso, 5 o sulco ciliar, e 6 a lente refrativa fáquica (PRL).Contudo, a força de ancoragem excessiva e o abaulamentodevido ao comprimento superdimensionado da PRL podem provocar umaquantidade de efeitos indesejáveis sobre o olho. Primeiro, quando a PRL émuito comprida, ela irá provocar tensão sobre o corpo ciliar, zônula e lentecristalina natural. Tensão sobre o corpo ciliar pode resultar em ovalização dapupila. Tensão sobre a zônula pode interferir com acomodação no olho, etensão sobre a lente cristalina natural pode provocar opacificação capsular ouformação de catarata. Em segundo lugar, o abaulamento excessivo podeaumentar a força de atrito entre a íris e a superfície anterior da PRL quando aíris dilata ou se contrai correspondendo a condições de luz. Este atritoaumentado pode resultar em roçamento da íris ou dispersão do pigmento daíris. Em terceiro lugar, o abaulamento excessivo pode diminuir aprofundidade da câmara anterior. Conseqüentemente, aumenta o risco deperda de célula endotelial. Em quarto lugar, abaulamento excessivo diminui oângulo da câmara anterior. Como resultado, reduz o fluxo de saída do humoraquoso e, portanto, pode aumentar o risco de elevar a pressão intra-ocular,isto é, glaucoma. Finalmente, uma vez que o corpo ciliar e zônulas sãotecidos vivos, eles podem gradualmente escoar com a tensão no ponto decontato da PRL. O espaço inicial entre a PRL e a lente cristalina naturalcriado pelo abaulamento da PRL devido a seu comprimentosuperdimensionado pode diminuir gradualmente quando os tecidos ocularesescoam com a tensão. Isto pode levar a contato direto da PRL com a lentecristalina natural. Isto pode conduzir à opacificação capsular da lentecristalina natural.
Devido às razões discutidas acima, seria desejável ter umprojeto de PRL anatomicamente compatível, o qual pode ser fixado no sulcosem os problemas provocados pelo comprimento superdimensionado. Apresente invenção fornece PRLs com um projeto de "elemento hápticoajustável" o qual irá impedir que a PRL abaule de maneira excessiva.Portanto, ele evita problemas provocados de outra forma pelo comprimentosuperdimensionado da PRL. Além disto, o projeto de elemento hápticoajustável permite uma PRL de projeto de um tamanho que se ajusta a todos.
Técnica fundamental
Existe uma quantidade de Patentes que descrevem o conceitoPRL ou projetos de lentes específicos relacionados. A Patente U.S. 4.585.456a Blackmore emitida em 29 de abril de 1986 divulga uma lente intra-ocularfáquica (IOL) composta de materiais flexíveis, posicionada contra a lentenatural do olho e que é mantida no lugar imediatamente adjacente à lentenatural e ao sulco ciliar. Também divulga que cirurgiões precisam selecionara ótica adequada para o olho específico. Contudo, não há divulgação dotamanho da IOL fáquica ou do processo para selecionar o tamanho adequado.
Fedorov tem diversas Patentes U.S. que descrevem novosaspectos de lentes refrativas fáquicas para evitar complicações potenciais. NaPatente U.S. 5.480.428, emitida em 2 de janeiro de 1996, Fedorov divulga umprojeto de lente fáquica que tem uma abertura no centro do corpo ótico. Estefuro aberto permite que o humor aquoso escoe através do corpo de lente,impedindo com isto elevação de IOP (pressão intra-ocular). Fedorov naPatente U.S. 5.258.025, emitida em 2 de novembro de 1993, divulga queinflamação pós-operatória provocada pelo contato com os elementos deelemento háptico da lente com o tecido ocular pode ser impedida movendo oselementos de elemento háptico para a periferia da lente fáquica. O diâmetrodos elementos de posicionamento é desde cerca de 10 mm até cerca de 10,5mm. A distância de extremidades diametralmente opostas dos elementos deelemento háptico é ensinada não ser menor do que a distância diametral entreas zônulas de Zinn ou ligamentos de Zinn e está na faixa de 11,5 a 12,0 mm(Figura 4). No diagrama da IOL, 11 representa o elemento háptico (elementosde elemento háptico) da lente. As zônulas de Zinn são fortes o suficiente parasustentar os elementos de elemento háptico no lugar sem provocarinflamação. Fedorov na Patente U.S. 5.766.245, emitida em 16 de junho de1998, divulga uma IOL para corrigir hipermetropia moderada a severa. Ocomprimento da IOL é desde 10 até 13 mm. Contudo, não há qualquerdivulgação de um processo para a seleção de uma PRL dimensionada demaneira apropriada para um paciente individualizado. Além disto, emnenhuma das Patentes de Fedorov foi divulgado um projeto de PRL onde ocomprimento elemento háptico da PRL possa ser ajustado para olhos dediversos tamanhos.
Kelman, na Patente U.S. 4.769.035 emitida em 6 de setembrode 1988, divulga um procedimento cirúrgico para correção da visão de umolho humano por meio da implantação de uma lente artificial entre a íris e asuperfície anterior da lente humana. É um procedimento de múltiplas etapasque inclui as duas etapas seguintes. Primeiro o erro refrativo do paciente émedido, de modo que a lente artificial possa ser selecionada de maneiraadequada com potencial ótico desejável para o paciente. Segundo, a forma dasuperfície anterior da lente natural do paciente é determinada, de modo que alente artificial pode ser selecionada para ter sua forma de superfície posteriorse conformando à superfície anterior da lente natural do paciente. Em outraspalavras, a superfície posterior da porção ótica da lente artificial está emcontato substancial face com face com a superfície anterior da lente naturaldo paciente. Kelman também indicou que tecnologia de ultra-sonografia(escaneamento A ou escaneamento B) pode ser utilizada para determinar aforma da lente natural do paciente e que o comprimento longitudinal da lenteartificial é aproximadamente 13 mm. Não obstante, as lentes de Kelman nãosão projetadas para ajustar seu comprimento elemento háptico global para seajustar a diversos tamanhos de olho.
Finalmente, a Patente U.S. 6.015.435, de Valunin, emitida em18 de janeiro de 2000 divulga uma PRL e um processo de ajustar a PRL entrea íris e a superfície anterior da lente natural humana. O tamanho e dimensõesda PRL são selecionadas de tal maneira que os corpos do elemento háptico daPRL não podem contatar a circunferência a mais externa do sulco ciliar dousuário ao mesmo tempo. Entre outras divulgações, Valunin indica que adimensão máxima diagonal do corpo do elemento háptico é preferivelmentedesde cerca de 10,5 mm até cerca de 11,5 mm (Figura 5). Contudo, Valuninsilencia sobre se o projeto de elemento háptico é ajustável em tamanho.
Conseqüentemente existe uma necessidade para um projeto dePRL anatomicamente compatível onde o elemento háptico, quandonecessário, pode ser ajustado para se adaptar a olhos de diversos tamanhos.Em outras palavras, projetos de PRL da presente invenção podem seradaptáveis a tamanho de acordo com as dimensões do olho individualizado.Estas lentes evitam os problemas causados de outra forma por comprimentode elemento háptico superdimensionado em um olho relativamente pequeno.
Sumário da invenção
A presente invenção é relativa a uma lente refrativa fáquicaanatomicamente compatível para a correção de ametropia, adaptadaestruturalmente para ser posicionada na câmara posterior do olho, quecompreende:
a. um corpo ótico que tem um diâmetro de desde cerca de 3 atécerca de 7 mm; e
b. no mínimo um corpo do elemento háptico que compreende:
i. uma primeira porção que é ligada a, e se estende a partir de,dito corpo ótico, que tem uma distância de diagnóstico de cerca de 8 até cercade 11 mm e que é estruturalmente adaptada para se conformar no todo ou emparte à superfície anterior da lente cristalina natural do olho;
ii. uma segunda porção que se estende para fora a partir daaresta externa de dita primeira porção, e tem uma distância de diagnóstico dedesde cerca de 11 até cerca de 14 mm; e
iii. uma zona de transição entre dita primeira porção e ditasegunda porção, adaptada estruturalmente para permitir que dita segundaporção se conforme à forma do sulco ciliar do olho.
Em lentes preferidas, existem dois elementos hápticos que seestendem em direções opostas a partir do corpo ótico, a zona de transiçãoinclui um risco ou sulco na superfície da lente ou inclui uma mudança no raiode curvatura da superfície posterior do elemento háptico, a superfícieposterior do primeiro corpo do elemento háptico tem o mesmo raio decurvatura que a superfície posterior do corpo ótico, e a segunda porção doelemento háptico da lente pode ser dobrada em relação à primeira porção doelemento háptico.
Breve descrição dos desenhos
A Figura 1 é uma vista esquemática da estrutura do olho quemostra a colocação de uma PRL.
As Figuras 2 e 3 são vistas esquemáticas da estrutura do olho,que mostram a colocação de uma PRL que é muito grande para o olhoespecifico mostrado.
A Figura 4 é uma vista superior de uma lente intra-ocular nãoflutuante da técnica precedente (Patente U.S. 5.258.025) e uma vistaesquemática que mostra a colocação daquela lente no olho.
A Figura 5 é uma vista esquemática que mostra a colocação deuma lente intra-ocular flutuante da técnica precedente (Patente U.S.6.015.435) no olho.
A Figura 6 é uma vista lateral de uma PRL da presenteinvenção.
As Figuras 7 e 8 são vistas esquemáticas da estrutura do olho,que mostram a colocação de PRL da presente invenção no olho.
As Figuras 9, 11, 12, 14 e 16 a 23 são vistas laterais dediversas configurações da PRL da presente invenção.
As Figuras 10, 13, 15, 24 e 25 são vistas superiores emperspectiva de diversas configurações da PRL da presente invenção.
As Figuras 26 e 27 são vistas esquemáticas da estrutura doolho, que mostram a colocação de PRL da presente invenção no olho.
A Figura 28 é uma vista superior da lente intra-ocular datécnica precedente descrita na Patente U.S. 5.913.898.
As Figuras 29 a 33 ilustram exemplos de versões de lentecircular da presente invenção. Elas são análogas a diversas configurações delente plana descritas no presente pedido.
Descrição detalhada da invenção
O objetivo da presente invenção é utilizar PRLs que temprojeto anatomicamente compatível para a correção de ametropia, tal comomiopia, hiperopia e astigmatismo. Um outro objetivo da presente invenção éprojetar uma PRL na qual no mínimo uma porção do elemento háptico daPRL irá contatar e repousar sobre as zônulas e/ou corpo ciliar, porém não iráprovocar abaulamento excessivo o qual, de outra forma, pode conduzir acomplicações. Para entender como este projeto de elemento háptico ajustávelem dimensão trabalha, os exemplos a seguir são fornecidos para a finalidadede ilustração, porém não para limitar o escopo da presente invenção.
O projeto de PRL anatomicamente compatível da presenteinvenção compreende, em seu sentido mais amplo, um corpo ótico 10 e umcorpo do elemento háptico 11. Como mostrado na Figura 6, o corpo ótico temum diâmetro na faixa de cerca de 3 até cerca de 7 mm, preferivelmente desdecerca de 4,5 até cerca de 5,5 mm. O corpo do elemento háptico é aindadividido em uma primeira porção do corpo do elemento háptico 12, umasegunda porção do corpo do elemento háptico 13 e uma zona de transição 14entre a primeira porção e a segunda porção do corpo do elemento háptico. Emum sentido genérico, o corpo ótico e o corpo do elemento háptico da lente sãoou coplanares ou situados em planos paralelos. A primeira porção do corpodo elemento háptico 12 é ligada a, e se estende a partir da aresta do corpoótico. Um raio de curvatura da superfície posterior da primeira porção doelemento háptico é substancialmente o mesmo que aquele para o corpo óticoe está na faixa de cerca de 8 mm até cerca de 12 mm, preferivelmente desdecerca de 9,5 mm até cerca de 10,5 mm. A primeira porção do corpo doelemento háptico tem uma distância de diagnóstico Ll que éaproximadamente igual ao diâmetro da lente cristalina natural e está na faixade desde cerca de 8 mm até cerca de 11 mm, preferivelmente desde cerca de 9mm até cerca de 10 mm, dependendo da idade do paciente e tamanhos deolho. A segunda porção do corpo do elemento háptico 13 é a extensão daprimeira porção do corpo do elemento háptico através da zona de transição. Adistância de diagnóstico L2 da segunda porção do corpo do elemento hápticodeve ser maior do que o diâmetro da lente cristalina natural e estágenericamente na faixa de cerca de 11 mm até 14 mm, preferivelmente desdecerca de 12 até cerca de 13,5 mm. Esta segunda porção do corpo do elementoháptico é projetada para ser ajustável para diversos tamanhos de olho paraevitar o abaulamento excessivo. A segunda porção pode genericamentedobrar, fletir ou enrolar e é esta capacidade que proporciona a natureza doajustamento de tamanho da lente. A capacidade para ajustar o comprimentoglobal efetivo da PRL nestas configurações é conseguida por meio doachatamento da segunda porção do corpo do elemento háptico sobre aszônulas (Figura 7) e enrolamento para o interior do sulco (Figura 8).
Para guiar o movimento de achatamento ou enrolamentopreferivelmente é necessário haver uma mudança estrutural a partir daprimeira porção do elemento háptico para a segunda porção do elementoháptico na zona de transição 14. Esta mudança pode ser, por exemplo, umrisco ou um sulco na superfície da lente, ou uma mudança no raio decurvatura na superfície posterior do elemento háptico. A finalidade destamudança é permitir que a segunda porção do elemento háptico se conforme àsuperfície do sulco ciliar. Em configurações preferenciais o segundoelemento háptico posterior pode dobrar em relação ao primeiro. Por exemplo,a zona de transição pode ser o corte de em forma de V nas Figuras 6,9, 11,12 ou algum outro corte ou projetos de sulco tais como aqueles mostrados nasFiguras 14, 16 e 17. Tais sulcos, riscos ou cortes permitem que a segundaporção do elemento háptico dobre em relação à primeira porção.
Alternativamente, a zona de transição pode também ser de outros tipos deprojetos (por exemplo, mudanças em forma ou raio de curvatura entre aprimeira e a segunda porções do elemento háptico) que guiam a segundaporção do corpo do elemento háptico para repousar plana sobre a zônula eenrolar para o interior do sulco (Figuras 18 a 23). Nestes projetos, a estruturaguia é a mudança em direção (inclinação, raio de curvatura da segundaporção do corpo do elemento háptico a partir da primeira porção do corpo doelemento háptico. A zona de transição é o lugar onde a primeira porção docorpo do elemento háptico muda sua curvatura. Em adição a esta mudança decurvatura, a zona de transição pode incluir adicionalmente um corte, risco ousulco. Por exemplo, o corte em forma de V sobre a segunda porção do corpodo elemento háptico mostrado nas Figuras 22 e 23 é para guiar parte dasegunda porção do corpo do elemento háptico para enrolar para o interior dosulco (Figura 8). Aqueles versados na técnica entendem que existe um espaçovazio no e ao redor do sulco ciliar. Quando o diâmetro da segunda porção docorpo do elemento háptico L2 é maior do que a distância de sulco para sulco,a segunda porção do corpo do elemento háptico enrola para o interior dosulco como mostrado na Figura 8.
A Figura 9 têm o mesmo aspecto de projeto que a Figura 6,exceto que a Figura 9 tem um corpo ótico positivo. A Figura 10 mostra vistassuperiores em perspectiva de exemplos selecionados para a Figura 6 e Figura9. A Figura 13 mostra as vistas superiores em perspectiva da Figura 11 eFigura 12. A Figura 15 é a vista superior em perspectiva da Figura 14.
No mínimo dois objetivos são alcançados por este projetoajustável em comprimento da segunda porção do corpo do elemento háptico.Primeiro, quando a segunda porção do corpo do elemento háptico repousasobre a zônula de maneira plana, ele aumenta a área de contato da PRL com otecido vizinho do olho. Portanto, o peso da PRL e qualquer tensão residualprovocada pela PRL superdimensionada repousa agora sobre e se distribuiem uma área superficial de contato muito maior criada pelo achatamento dasegunda porção do corpo do elemento háptico. Conseqüentemente, isto reduza tensão local onde o elemento háptico contata o tecido circundante eportanto a PRL se torna mais compatível anatomicamente do que aquelasmostradas na Figura 2 ou Figura 3. Em segundo lugar, isto evita que a PRLsuperdimensionada abaule excessivamente no sentido da câmara anterior aoreduzir o comprimento efetivo da PRL enrolando no mínimo parte dasegunda porção do corpo do elemento háptico para o interior do sulco (Figura8). Utilizando as lentes da presente invenção os impactos negativosprovocados pelo comprimento superdimensionado de maneira recessiva deuma PRL convencional são reduzidos ou eliminados.
Quando um corte, sulco ou risco é incorporado na zona detransição, eles podem ser feitos em qualquer um dos lados anterior ouposterior da lente. Por exemplo, na Figura 22 o sulco está do lado posteriorda lente, enquanto na Figura 9, o sulco está no lado anterior da lente. A zonade transição pode também incorporar ambos, um sulco e uma mudança emcurvatura desde a primeira até a segunda porções do elemento háptico (verFigura 22).
A primeira porção do corpo do elemento hápticopreferivelmente tem uma largura constante genericamente na faixa de desdecerca de 4 mm até cerca de 8 mm, preferivelmente cerca de 5,5 mm até cercade 6,5 mm. A largura elemento háptico é preferivelmente ligeiramente maiordo que o diâmetro do corpo ótico. Desta maneira, quando a íris se contrai emcondições de luz forte, ela irá deslizar facilmente sobre o corpo do elementoháptico primeiro, e então ainda continua a encontrar-se com a aresta do corpoótico quando ocorre contração adicional da íris.
A porção do elemento háptico 11 da lente pode ter umaespessura relativamente constante através de todo o seu comprimento (verpor exemplo a Figura 19), ou pode mudar em espessura. A versão maiscomum deste último cenário é onde a segunda porção do elemento háptico seconifica em espessura desde a zona de transição até sua aresta externa (verFiguras 20 e 21).
A própria lente pode ser feita de materiais utilizadosconvencionalmente para preparar lentes intra-oculares. Tais materiais devemter a durabilidade, resistência, clareza ótica, índice de retração e flexibilidaderequeridas para tal lente, onde a lente é formulada para a flutuar na câmaraposterior do olho, o peso específico e a relação de massa para a áreasuperficial da lente também devem ser considerados. Exemplos de materiaisque podem ser utilizados na formulação das lentes da presente invençãoincluem silicone, copolímeros de silicone acrilato, polimetilmetacrilato(PMMA), hidrogéis, tais como poli-hidroxietil metacrilatos, polímerosacrílicos macios, misturas de colágeno/acrilato, misturas decolágeno/hidrogel e misturas e copolímeros deles. Um material preferencial ésilicone.
Como é conhecido por aqueles versados na técnica, PMMA éum material sólido duro que é bem adequado para utilização em uma PRL, aqual é feita para ser tão fina quanto possível. Quando uma PRL é feita dePMMA, ou outros materiais acrílicos duros, o elemento háptico pode ser tãofino quanto cerca de 10 microns. Nesta espessura, o elemento háptico dePMMA é muito flexível e pode ser dobrado facilmente sem romper. Quandoa espessura de um elemento háptico de PMMA é cerca de 70 microns elecomeça a mostrar um grau significativo de flexibilidade. Por outro lado,quando um material macio tal como silicone é utilizado para a preparação dePRLs, a espessura de elemento háptico preferida está na faixa de cerca de 0,1mm até cerca de 0,3 mm. A espessura do elemento háptico é determinada demaneira primária pela flexibilidade ou dureza do material utilizado para fazera PRL. Quanto mais duro o material, mais fino o elemento háptico é feito.
Exemplos adicionais de projetos de PRL adaptáveis emdimensão anatomicamente compatíveis incluídos na presente invenção estãoilustrados na Figura 24A a C e Figura 25 A a C. Nestes exemplos, o corpoótico é projetado para a correção de miopia com astigmatismo ou hiperopiacom astigmatismo. PRLs com estes projetos são posicionadas para fixação nosulco como mostrado, por exemplo, nas Figuras 8, 26 e 27. A diferença entrea Figura 8 e a Figura 26 é que na Figura 8 parte da segunda porção do corpodo elemento háptico está em um contato face com face com a zônula,enquanto a Figura 26 tem contato limitado, ou nenhum contato, com azônula. Em ambas, na Figura 8 e Figura 26, o restante da segunda porção docorpo do elemento háptico enrola para o interior do sulco.
Em adição ao projeto adaptável em dimensão eanatomicamente compatível, a PRL na Figura 24 (A a C) tem um outroaspecto particularmente útil. A estrutura encurvada em ambas asextremidades do corpo suporta (pré curvatura), que permite a um cirurgiãomanipular a PRL com uma ferramenta simples. Para posicionar a PRL demaneira adequada na câmara posterior, o cirurgião precisa colocar umelemento háptico sob a íris primeiro e então puxar no segundo elementoháptico sob a íris. Muitas vezes esta tarefa é um desafio, especialmente paraum cirurgião novo pela seguintes razões. Durante o procedimento cirúrgicoos cirurgiões nunca deveriam tocar diretamente a lente cristalina natural ouexercer uma força para baixo ao longo do eixo do olho contra a lentecristalina natural. Isto devido à elevada sensibilidade da lente cristalinanatural a forças perturbadoras externas. Qualquer toque direto ou empurrãopara baixo da lente cristalina natural irá provocar opacificação progressiva dalente, isto é, formação de catarata. Pela mesma razão, Feingold em suaPatente U.S. 5.913.898, emitida em 22 de junho de 1999 divulga uma ou maisdenteações 15, como mostrado na Figura 28, sobre o corpo do elementoháptico para manipular a lente dentro do olho. Ainda, na invenção deFeingold, uma ligeira força para baixo contra a lente cristalina natural éinevitável para manipular a PRL. Por outro lado, a estrutura encurvada (pré-curvatura) em ambas as extremidades do corpo do elemento háptico napresente invenção é o projeto ideal para empurrar o elemento háptico sob aíris com uma força no sentido da periferia da lente cristalina natural. Emoutras palavras, a força de empurrar para posicionar o elemento háptico éperpendicular ao eixo do olho. Desta maneira, ambos os elementos hápticospodem ser empurrados sob a íris sem aplicar uma força para baixo contra alente cristalina natural.
Finalmente, a presente invenção é particularmente útil paraPRLs projetadas para a correção de miopia com astigmatismo ou hiperopiacom astigmatismo. Astigmatismo é o defeito ótico no qual a potênciarefrativa não é uniforme em todos os meridianos. Para corrigir astigmatismocom sucesso, a PRL não pode ser girada ao acaso dentro do olho. Em outraspalavras, a PRL deve manter uma certa orientação em relação ao olho.Projetos da presente invenção fornecem um dispositivo para conseguir aorientação fixada da PRL uma vez implantada no olho.
Uma configuração preferencial da presente invenção estámostrada na Figura 6. Neste projeto o corpo ótico tem um diâmetro de cercade 3 até cerca de 7 mm, preferivelmente cerca de 4,5 até cerca de 5,5 mm. Asuperfície posterior do corpo ótico se conforma substancialmente à superfícieanterior da cápsula do olho humano. O raio de curvatura da superfícieposterior do corpo ótico é desde cerca de 8 mm até cerca de 12 mm,preferivelmente desde cerca de 9,5 mm até 10,5 mm. A superfície anterior docorpo ótico pode ser côncava (Figura 6) ou convexa (Figura 9) dependendose ela é uma PRL negativa para pacientes miópicos ou uma PRL positiva parapacientes hiperópicos. A espessura central da lente do corpo ótico para a PRLnegativa deveria ser tão fina quanto possível, preferivelmente na faixa dedesde cerca de 0,01 mm até cerca de 0,3 mm. A espessura de aresta do corpoótico para as PRL negativas variam com base na potência ótica da lente epodem ser calculadas a partir de equações óticas padrão dado o diâmetro docorpo ótico os índices de refração do material da lente e do meio. Nãoobstante, a espessura de aresta preferivelmente não excede cerca de 1 mm. Aprimeira porção do corpo do elemento háptico tem um diâmetro Ll de desdecerca de 8 mm até cerca de 11 mm, preferivelmente desde cerca de 9 mm atécerca de 10 mm. O corte em forma de V é localizado na zona definida pelosdiâmetros entre cerca de 8 mm e cerca de 11 mm, preferivelmente entre cercade 9 mm e cerca de 10 mm. A segunda porção do corpo do elemento hápticocomeça onde termina o corte em forma de V, em qualquer lugar em uma zonadefinida pelos diâmetros L2 entre cerca de 8 e cerca de 11 mm,preferivelmente entre cerca de 9 mm e 10 mm. O diâmetro global do segundocorpo do elemento háptico é desde cerca de 11 mm até cerca de 14 mm.
Uma configuração preferencial mais específica é o mesmoprojeto de PRL mostrado na Figura 6 com um diâmetro ótico de cerca de 5mm. Ela tem um diâmetro de diagnóstico da primeira porção do corpo doelemento háptico Ll de cerca de 9 mm, o corte em forma de V na zonadefinida entre os diâmetros de cerca de 9 mm e 10 mm, e o diâmetro dediagnóstico da segunda porção do corpo do elemento háptico L2 de cerca de13 mm. Para entender como este projeto de PRL se ajusta em olhos dediversos tamanhos, os quatro cenários seguintes são analisados para afinalidade de ilustração.
Cenário 1: a PRL é menor do que a lente cristalina natural. Eextremamente improvável que qualquer lente cristalina natural de pacientetenha um diâmetro maior do que 13 mm. Não obstante, a PRL da presenteinvenção neste cenário será simplesmente posicionada sobre a superfícieanterior da cápsula como está mostrado na Figura 1 (o corte de em forma deV na PRL não está mostrado na Figura 1).
Cenário 2: a PRL tem o mesmo tamanho que a lente cristalinanatural. Neste cenário a PRL se ajusta exatamente sobre a lente cristalinanatural. A posição da PRL dentro do olho é similar àquela na Figura 1, excetoque a aresta da segunda porção do corpo do elemento háptico pode tocarlevemente as zônulas.
Cenário 3: a PRL é maior do que a lente cristalina natural,porém menor do que a distância de sulco para sulco. Nesta situação, asegunda porção do corpo do elemento háptico é comprida o suficiente pararepousar de maneira plana sobre as zônulas, porém não comprida o suficientepara enrolar ou encurvar para o interior do sulco. Neste cenário, parte ou todaa segunda porção do corpo do elemento háptico repousa de maneira planasobre as zônulas (Figura 7). Como resultado, a área de contato entre o corpodo elemento háptico e zônulas é aumentada reduzindo com isto os pontos detensão local que de outra forma poderiam existir (Figura 2).
Cenário 4: a PRL é tão comprida que parte da segunda porçãodo corpo do elemento háptico repousa sobre zônulas e o restante da segundaporção do corpo do elemento háptico se encurva e se enrola para o interior dosulco (Figura 8). Este movimento de encurvamento e enrolamènto reduz ocomprimento global efetivo da PRL. Isto impede abaulamento excessivo quede outra forma poderia existir (Figura 3).
Configurações preferenciais adicionais para projetos de PRLna presente invenção estão ilustrados na Figura 24. Nestes projetos o corpoótico tem um diâmetro de desde cerca de 3 mm até cerca de 7 mm. A primeiraporção do corpo do elemento háptico tem um diâmetro de diagnóstico Ll nafaixa de desde cerca de 8 mm até cerca de 11 mm. A curvatura da superfícieposterior da primeira porção do corpo do elemento háptico é preferivelmentesubstancialmente a mesma que aquela do corpo ótico, tendo um raio de desdecerca de 8 mm até cerca de 12 mm. A segunda porção do corpo do elementoháptico tem um comprimento global efetivo L2 na faixa de desde cerca de 11mm até cerca de 14 mm. Entre a primeira e segunda porções do corpo doelemento háptico existe uma zona de transição onde a curvatura da primeiraporção do corpo do elemento háptico começa a mudar gradualmente até asegunda curvatura para a segunda porção do corpo do elemento háptico.
Uma configuração mesmo mais preferencial é aquela mostradana Figura 24 C com um diâmetro ótico de cerca de 5 mm, um diâmetro daprimeira porção do corpo do elemento háptico de cerca de 9 mm até cerca de10 mm. A zona de transição está na área de mistura contínua onde a curvaturada primeira porção do corpo do elemento háptico muda gradualmente para acurvatura da segunda porção do corpo do elemento háptico. A segundaporção do corpo do elemento háptico é estendida desde a primeira porção docorpo do elemento háptico e é encurvada com um diâmetro global de desdecerca de 12 mm até cerca de 14 mm. O comprimento global efetivo éprojetado de propósito para estar em excesso à distância de sulco para sulcode um olho de paciente médio. A parte em excesso da segunda porção docorpo do elemento háptico se enrola para o interior do sulco até que ocomprimento global efetivo da PRL se ajusta ao tamanho do olho do pacientesem abaulamento substancial no sentido da câmara anterior (Figura 26).
Aqueles que são versados na técnica entendem que pacienteshiperópicos usualmente tem dimensões de olho menores do que pacientesmiópicos. As dimensões para o corpo do elemento háptico divulgado nosparágrafos acima são mais adequadas para pacientes miópicos. Em geral,aqueles comprimentos de elemento háptico discutidos em parágrafos acimasão reduzidos por cerca de 0,5 mm até cerca de 1,5 mm quando utilizados empacientes hiperópicos.

Claims (19)

1. Lente refrativa fáquica anatomicamente compatível para acorreção de ametropia, adaptada estruturalmente para ser posicionada nacâmara posterior do olho, caracterizada pelo fato de compreender:a. um corpo ótico que tem um diâmetro de desde cerca de 3 atécerca de 7 mm; eb. no mínimo um corpo do elemento háptico que compreende:-1. uma primeira porção que é ligada a, e se estende a partir de,dito corpo ótico, que tem uma distância de diagnóstico de cerca de 8 até cercade 11 mm e que é estruturalmente adaptada para se conformar no todo ou emparte à superfície anterior da lente cristalina natural do olho;ii. uma segunda porção que se estende para fora a partir daaresta externa de dita primeira porção, e tem uma distância de diagnóstico dedesde cerca de 11 até cerca de 14 mm; eiii. uma zona de transição entre dita primeira porção e ditasegunda porção, adaptada estruturalmente para permitir que dita segundaporção se conforme à forma do sulco ciliar do olho.
2. Lente de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelofato da superfície posterior da primeira porção do elemento háptico tersubstancialmente o mesmo raio de curvatura que a superfície posterior docorpo ótico.
3. Lente de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelofato de compreender dois elementos hápticos que se estendem em direçõesopostas a partir do corpo ótico.
4. Lente de acordo com a reivindicação 3, caracterizada pelofato de incluir um ou mais dos aspectos seguintes na superfície da lente:risco, sulco, corte, e mudança no raio de curvatura ou inclinação da superfícieposterior do elemento háptico.
5. Lente de acordo com a reivindicação 4, caracterizada pelofato da segunda porção do elemento háptico se dobrar em relação à primeiraporção do elemento háptico.
6. Lente de acordo com a reivindicação 5, caracterizada pelofato de ser feita de um material selecionado dentre silicones, copolímeros desilicone acrilato, polimetil metacrilatos, misturas de hidrogéiscolágenos/acrilato, misturas de colágeno/hidrogéis, e misturas e copolímerosdeles.
7. Lente de acordo com a reivindicação 6, caracterizada pelofato da distância de diagnóstico da primeira porção do elemento háptico serdesde cerca de 9 até cerca de 10 mm.
8. Lente de acordo com a reivindicação 7, caracterizada pelofato da distância de diagnóstico da segunda porção do elemento háptico serdesde cerca de 12 até cerca de 13,5 mm.
9. Lente de acordo com a reivindicação 8, caracterizada pelofato do corpo ótico ter um diâmetro de desde cerca de 4,5 até cerca de 5,5mm.
10. Lente de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelofato da zona de transição incluir um sulco em forma de V ao longo de sualargura.
11. Lente de acordo com a reivindicação 6, caracterizada pelofato da zona de transição incluir um sulco em forma de V ao longo de sualargura.
12. Lente de acordo com a reivindicação 6, caracterizada pelofato da segunda porção do elemento háptico se conificar em espessura nosentido de sua aresta externa.
13. Lente de acordo com a reivindicação 6, caracterizada pelofato do corpo ótico ter uma curvatura negativa.
14. Lente de acordo com a reivindicação 6, caracterizada pelofato do corpo ótico ter uma curvatura positiva.
15. Lente de acordo com a reivindicação 11, caracterizadapelo fato de ser feita de silicone.
16. Lente de acordo com a reivindicação 6, caracterizada pelofato da segunda porção do elemento háptico ser pré-enrolada em relação àprimeira porção do elemento háptico.
17. Lente de acordo com a reivindicação 15, caracterizadapelo fato do corpo do elemento háptico ter uma espessura de desde cerca de-0,1 mm até cerca de 0,3 mm.
18. Lente de acordo com a reivindicação 11, caracterizadapelo fato de ser feita de PMMA.
19. Lente de acordo com a reivindicação 18, caracterizadapelo fato do corpo do elemento háptico de ter uma espessura de desde cercade 10 μιτι até cerca de 70 μιη.
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